Perguntas do paciente (7)
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Como o bullying afeta o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ?
Como o bullying afeta o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O bullying pode intensificar os sintomas do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), aumentando ansiedade, insegurança e a necessidade de controle. Experiências de rejeição ou humilhação podem reforçar pensamentos intrusivos e rituais compulsivos. O acompanhamento psicológico ajuda a desenvolver estratégias de enfrentamento e reduzir o impacto emocional dessas situações.
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Como a terapia ajuda a pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a encontrar autentici
Como a terapia ajuda a pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a encontrar autenticidade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A terapia ajuda pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline a reconhecer suas emoções, reduzir comportamentos impulsivos e fortalecer a autoaceitação, promovendo escolhas mais autênticas e alinhadas com quem realmente são.
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Venho sofrendo com pensamentos obsessivos que nao saem da minha cabeça. Tem dias que eu acho que es
Venho sofrendo com pensamentos obsessivos que nao saem da minha cabeça.
Tem dias que eu acho que esses pensamentos são meus mesmo, mesmo nao concordando com eles, o que acaba me trazendo um sentimento de culpa e tristeza
Isso é normal?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que esse tipo de pensamento traga sofrimento. Pensamentos obsessivos são comuns em quadros de transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e, muitas vezes, causam dúvidas, culpa e angústia — especialmente quando a pessoa sente que os pensamentos "parecem dela", mesmo não concordando com o conteúdo.
É importante saber que ter pensamentos intrusivos não significa que você concorda com eles ou que deseja que aconteçam. Eles aparecem de forma involuntária, e justamente por serem contrários aos seus valores, causam tanto incômodo.
Buscar ajuda psicológica pode te ajudar a entender melhor o que está acontecendo, a reduzir a culpa e aprender formas mais funcionais de lidar com esses pensamentos. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é bastante eficaz nesse processo.
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Eu queria tirar uma dúvida sobre um comportamento que venho observando. É sobre medos aparentemente
Eu queria tirar uma dúvida sobre um comportamento que venho observando. É sobre medos aparentemente sem explicação, especialmente medo de bonecos e quadros com rostos. Isso pode acontecer em pessoas com deficiência intelectual ou com autismo? Se sim em qual grau da deficiência intelectual isso se manifesta? E do autismo? Isso é mais comum no autismo? Pois eu tinha isso e gostaria de saber.
Eu percebi que alguns desses medos surgem de forma muito intensa, como se a pessoa realmente sentisse que o boneco ou o quadro representa algum tipo de ameaça. Em alguns casos, ela até se recusa a entrar em certos ambientes ou reage com choro.
Queria entender se isso é comum em pessoas com deficiência intelectual em diferentes graus, e também se acontece com pessoas dentro do espectro autista. Pode ter a ver com hipersensibilidade sensorial ou dificuldade em diferenciar o que é real e o que é só uma imagem? E o que pode ser feito nesses casos?
Agradeço se puder me ajudar a entender melhor esse tipo de reação.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, medos intensos de bonecos, quadros com rostos ou objetos semelhantes podem acontecer tanto em pessoas com deficiência intelectual (principalmente nos graus moderado e severo) quanto em pessoas com autismo.
No autismo, isso costuma estar relacionado à hipersensibilidade sensorial e à dificuldade em interpretar expressões ou distinguir o real do imaginário. Já na deficiência intelectual, pode haver limitação na compreensão desses estímulos, o que gera medo real.
Essas reações são comuns e não devem ser subestimadas. Um acompanhamento psicológico pode ajudar a entender e manejar melhor esses medos, com estratégias como dessensibilização e suporte sensorial adequado.
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Ah 2 anos perdi meu marido e até hj eu vivo esse luto e sinto que meu filho de 3 anos tbm vive , pq
Ah 2 anos perdi meu marido e até hj eu vivo esse luto e sinto que meu filho de 3 anos tbm vive , pq ele diariamente tem febre emocional, gostaria de uma solução pra isso ..
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito pela sua perda. O luto é um processo profundo e complexo, especialmente quando envolve uma criança pequena. Aos 3 anos, seu filho ainda não tem recursos emocionais e cognitivos para compreender e elaborar essa perda, e é comum que o sofrimento emocional se manifeste por meio do corpo — como no caso da febre emocional.
A sua dor também merece cuidado. Quando o adulto que cuida está fragilizado, é ainda mais desafiador ajudar a criança a atravessar esse momento. A psicoterapia pode ser uma ferramenta importante tanto para você quanto para seu filho: no seu caso, para ressignificar essa perda e fortalecer seu emocional; e no caso dele, para acolher e ajudar a expressar o que sente de forma segura, mesmo sem palavras.
É possível cuidar da dor e reencontrar caminhos mais leves, com ajuda especializada.
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Como é a qualidade de vida e sofrimento psíquico em mulheres adultas com Lúpus Eritematoso Sistêmico
Como é a qualidade de vida e sofrimento psíquico em mulheres adultas com Lúpus Eritematoso Sistêmico ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença autoimune crônica que afeta múltiplos sistemas do corpo e, com frequência, compromete a qualidade de vida das mulheres adultas, que são a maioria dos casos. O sofrimento psíquico está frequentemente presente, pois a convivência com os sintomas físicos — como dores, fadiga constante e alterações na aparência — somada à imprevisibilidade das crises, pode gerar ansiedade, depressão, baixa autoestima e sentimentos de isolamento.
Além disso, o impacto nas atividades do dia a dia, nos relacionamentos e até na vida profissional pode aumentar a sensação de impotência e frustração. Por isso, o acompanhamento psicológico é essencial, ajudando a mulher a lidar com as limitações da doença, desenvolver estratégias de enfrentamento e preservar sua saúde mental.
O cuidado deve ser integral, respeitando tanto o corpo quanto o emocional. A psicoterapia pode ser uma aliada importante nesse processo.
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comecei um relacionamento recentemente, mas me sinto extremamente ansiosa como nunca me senti antes,
comecei um relacionamento recentemente, mas me sinto extremamente ansiosa como nunca me senti antes, me sinto triste e nervosa sempre que penso no meu parceiro, e isso esta me deixando desgastada. alem disso, tive crises de ansiedade ao pensar nele recentemente. OBS: tenho ansiedade e depressao diagnoticada
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Obrigada por compartilhar algo tão importante. Quando já existe um diagnóstico de ansiedade e depressão, é comum que situações novas — como o início de um relacionamento — ativem gatilhos emocionais intensos. O que deveria ser leve e positivo pode, infelizmente, se transformar em fonte de angústia, especialmente se há medo de abandono, rejeição ou dificuldade em confiar.
Sentir-se triste, ansiosa ou até mesmo ter crises ao pensar no parceiro pode estar ligado a experiências passadas, inseguranças internas ou esquemas disfuncionais que precisam ser compreendidos com cuidado. A psicoterapia pode te ajudar a identificar o que está por trás dessas reações e a desenvolver recursos emocionais para lidar com elas com mais segurança e leveza.
Você não precisa enfrentar isso sozinha. Com acolhimento e orientação profissional, é possível construir relacionamentos mais saudáveis — com o outro e consigo mesma.
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Perguntas frequentes
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Tem algum problema tomar Daforin de manha e sulpan a noite ?
Se por Daforin você se refere à fluoxetina e por Sulpan ao medicamento que…