Perguntas do paciente (15)
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O que são comportamentos autolesivos? .
O que são comportamentos autolesivos? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Comportamentos autolesivos são atitudes em que a pessoa machuca o próprio corpo de forma intencional como uma tentativa de aliviar dores emocionais, angústia intensa, vazio, ansiedade ou sofrimento psicológico.
Isso pode incluir cortes, arranhões, queimaduras ou outras formas de agressão contra si mesmo. Muitas vezes, não acontece com intenção de morrer, mas como uma forma de tentar lidar com emoções difíceis que a pessoa sente que não consegue expressar ou controlar.
A autolesão é um sinal de sofrimento emocional e precisa ser acolhida com cuidado, escuta e acompanhamento profissional, sem julgamentos.
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Por que me sinto desanimada depois de sentir uma emoção forte? Hoje tive um pequeno conflito pela
Por que me sinto desanimada depois de sentir uma emoção forte?
Hoje tive um pequeno conflito pela manhã que logo foi resolvido, mas após aquilo fiquei desanimada o dia todo. Não acontece sempre, mas sempre acontece depois que sinto algo muito forte.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Isso pode acontecer porque emoções intensas não afetam apenas os pensamentos, mas também o corpo e o sistema nervoso. Mesmo quando o conflito é resolvido rapidamente, seu organismo pode continuar em estado de alerta por mais tempo.
Depois de sentir raiva, ansiedade, medo ou tensão, é comum vir uma espécie de “queda de energia”, como se o corpo precisasse se recuperar daquele desgaste emocional. Algumas pessoas percebem isso como desânimo, cansaço, vontade de se isolar ou dificuldade de voltar ao ritmo do dia.
Também pode acontecer porque certas emoções ativam questões mais profundas internamente, mesmo em situações aparentemente pequenas. Às vezes o conflito passa, mas o impacto emocional continua reverberando por dentro.
Observar a frequência, intensidade e o que costuma despertar isso em você pode ajudar a entender melhor esse funcionamento emocional.
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Quais são as estratégias e técnicas cognitivo comportamentais para luto em mortes repentinas ?
Quais são as estratégias e técnicas cognitivo comportamentais para luto em mortes repentinas ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na TCC, o luto por uma morte repentina é trabalhado ajudando a pessoa a lidar com a dor, reduzir sentimentos de culpa e organizar os pensamentos e emoções após a perda. A terapia também ajuda a controlar a ansiedade e, aos poucos, retomar a vida sem esquecer o vínculo com quem partiu.
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O que fazer diante de crenças disfuncionais no luto?
O que fazer diante de crenças disfuncionais no luto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É fundamental que o luto seja validado, essa dor é legitima, por isso, essa emoção deve ser acolhida para a partir daí iniciar qualquer tipo de intervenção. Depois da validação identificar crenças disfuncionais como: " sem essa pessoa, minha vida perde o sentido", entender a função emocional dessa crença, realizar a reestruturação cognitiva, ressignificando o luto. A crença disfuncional perde lugar quando um significado mais saudável aparece.
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Como a aceitação da perda se relaciona com a neuroplasticidade?
Como a aceitação da perda se relaciona com a neuroplasticidade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A aceitação da perda se relaciona com a neuroplasticidade porque o cérebro precisa aprender, aos poucos, a funcionar diante de uma realidade nova.
Quando vivemos uma perda importante, de uma pessoa, relação, fase da vida ou expectativa, nosso cérebro continua, por um tempo, “programado” para aquela presença ou rotina. Existem memórias emocionais, hábitos, associações e circuitos neurais construídos ao longo do vínculo.
A neuroplasticidade é justamente a capacidade do cérebro de criar novas conexões e reorganizar esses circuitos a partir das experiências vividas. Isso significa que, com o tempo e com novas experiências emocionais, o cérebro consegue se adaptar à ausência e construir novas formas de existir no mundo.
Por isso, aceitar uma perda não significa esquecer ou deixar de amar. Significa permitir que o cérebro e o emocional consigam integrar aquela ausência sem permanecer em estado constante de choque, negação ou sofrimento intenso.
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Boa noite meu filho tem 2 anos e 7 messes ele começa a dormias 21:00 da noite mais quando chega as 2
Boa noite meu filho tem 2 anos e 7 messes ele começa a dormias 21:00 da noite mais quando chega as 2:00 horas da madrugada ele grita dormindo acha o pai ou a mae domirndo e a vezes chora tenho que levantar varis vezes para ver o que esta acontecendo mas ele esta dormindo sempre quando faz esse tipo de situação e acanão não deixando agente dormi direito por te quelevantar varias vez para ver o que esta acintecendo.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O comportamento do seu filho é compreensível e, do ponto de vista da psicologia do desenvolvimento infantil, pode estar relacionado a algo bastante comum chamado de “despertares noturnos parciais”. Nessa idade (2 anos e 7 meses), o cérebro da criança ainda está amadurecendo, e o sono não é totalmente estável como o de um adulto.
Quando a criança chora, grita ou chama os pais dormindo, ela pode estar passando por:
Sonhos intensos ou pesadelos, que são normais nessa fase e geralmente acontecem na segunda metade da noite.
Terror noturno, que é diferente do pesadelo — a criança parece acordada (grita, se mexe, parece assustada), mas na verdade ainda está dormindo e geralmente não se lembra do episódio depois.
Ansiedade de separação, que é muito comum nessa idade: a criança quer garantir que os pais estão por perto, especialmente durante a noite, que para ela ainda é um momento de insegurança.
Mudanças na rotina ou estímulos excessivos antes de dormir, como telas, luz forte ou emoções intensas.
O mais importante: isso não significa que há algo errado com seu filho. É uma fase do desenvolvimento, embora exaustiva para os pais.
O que pode ajudar:
Manter uma rotina noturna calma e previsível (banho, história, luz baixa).
Evitar telas e estímulos intensos pelo menos 1h antes de dormir.
Falar com ele sobre o que aconteceu durante a noite, mesmo que ele não lembre, para ajudá-lo a dar sentido.
E, se os episódios forem frequentes ou muito intensos, vale conversar com um psicólogo infantil ou pediatra, que pode orientar de forma personalizada.
Essa fase pode ser cansativa, mas com o tempo e apoio, ela tende a passar. E você, como pai ou mãe, também merece cuidado — dormir mal várias noites seguidas impacta muito o bem-estar. Não hesite em buscar ajuda se sentir que está sobrecarregado(a).
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É normal está com a mente sempre pensar,sim ou não ?????
É normal está com a mente sempre pensar,sim ou não ?????
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é normal a mente estar sempre pensando. A nossa mente é naturalmente ativa e constantemente produz pensamentos, mesmo quando não estamos conscientes disso. Na perspectiva da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), os pensamentos fazem parte do que chamamos de processos cognitivos automáticos — eles ocorrem de forma rápida e involuntária, influenciando nossas emoções e comportamentos.
O que pode ser um sinal de alerta é quando esses pensamentos se tornam excessivos, repetitivos ou negativos, a ponto de causar sofrimento ou interferir nas atividades do dia a dia. Isso pode estar relacionado, por exemplo, à ruminação, à ansiedade ou ao transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).Se os pensamentos estão te incomodando, a psicoterapia pode ser um ótimo caminho para aprender a lidar melhor com eles.
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Existe algum lugar público que faz diagnóstico de autismo?
Existe algum lugar público que faz diagnóstico de autismo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, existem locais públicos que realizam o diagnóstico de autismo, principalmente por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Do ponto de vista psicológico, é fundamental que o diagnóstico seja feito por uma equipe multidisciplinar, composta por profissionais como psicólogos, psiquiatras, neurologistas e fonoaudiólogos, pois o Transtorno do Espectro Autista (TEA) envolve diferentes áreas do desenvolvimento — comunicação, comportamento, socialização e cognição.
Onde buscar atendimento diagnóstico público:
Unidades Básicas de Saúde (UBS): são o primeiro ponto de entrada. O ideal é agendar uma consulta com o pediatra ou clínico geral, que poderá encaminhar a criança ou adulto para avaliação especializada.
Centros de Atenção Psicossocial Infantil (CAPS i) ou CAPS geral: oferecem atendimento psicológico e psiquiátrico e, em muitos casos, fazem parte do processo diagnóstico do autismo.
Hospitais universitários e ambulatórios especializados em neurodesenvolvimento: muitas universidades públicas oferecem serviços gratuitos de avaliação psicológica e diagnóstica, incluindo o autismo, geralmente por meio de projetos de extensão.
Centros de Reabilitação conveniados com o SUS: em algumas regiões, eles são referência para diagnóstico e acompanhamento de TEA.
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Boa Noite, tomo amitriptilina com propanolol manipulado para tratar as crises de ansiedade. Tenho to
Boa Noite, tomo amitriptilina com propanolol manipulado para tratar as crises de ansiedade. Tenho tomado esse remédio todos os dias mais as crises continuam. O que devo fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
a medicação pode ajudar a reduzir os sintomas físicos e emocionais da ansiedade, mas ela sozinha nem sempre resolve a causa das crises.
A ansiedade tem raízes que podem envolver padrões de pensamento, experiências de vida, traumas não elaborados ou dificuldades de lidar com o estresse. Por isso, mesmo tomando os medicamentos regularmente, as crises podem continuar se os fatores emocionais e comportamentais não forem trabalhados diretamente.
O que a psicologia recomenda nesses casos:
Iniciar ou intensificar a psicoterapia — de preferência com uma abordagem baseada em evidências, como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Ela ajuda a identificar gatilhos, reestruturar pensamentos disfuncionais e desenvolver estratégias para lidar com a ansiedade.
Avaliar em conjunto com o médico (psiquiatra) se os medicamentos estão na dosagem correta ou se há necessidade de ajuste. Às vezes, o corpo precisa de tempo para responder, ou pode ser preciso adaptar o tratamento.
Olhar para os hábitos de vida, como sono, alimentação, rotina, consumo de cafeína, uso de redes sociais e exposição ao estresse, que influenciam muito o estado emocional.
Importante: Ter crises mesmo com o uso do remédio não é sinal de fracasso ou fraqueza, e sim um indicativo de que talvez o tratamento precise ser complementado com acompanhamento psicológico mais profundo.
Ansiedade tem tratamento e melhora com cuidado contínuo.
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Ocorreu a nidação 3 dias e parou, porém minha mestruacao ainda não desceu está prevista pra amanhã,
Ocorreu a nidação 3 dias e parou, porém minha mestruacao ainda não desceu está prevista pra amanhã, já faço o teste ou não tem necessidade
Esrou sentindo pouca cólica abaixo do ventreRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Do ponto de vista da psicologia perinatal, esse momento do ciclo — entre uma possível nidação e a espera pela menstruação — costuma ser emocionalmente muito intenso. É chamado por muitas mulheres de “a fase da dúvida” ou “a fase da ansiedade”, justamente por envolver muita expectativa, observação dos sinais do corpo e receio da frustração.
A nidação (implantação do embrião no útero) geralmente ocorre entre o 6º e 10º dia após a ovulação, e pode vir acompanhada de um pequeno sangramento leve e passageiro — o que pode ter acontecido com você. No entanto, isso não é uma confirmação de gravidez por si só.
Sobre fazer o teste agora ou esperar:
Do ponto de vista biológico, o ideal é esperar pelo menos até o primeiro dia de atraso menstrual, pois testes feitos muito cedo podem não detectar o hormônio beta-hCG ainda em níveis detectáveis, o que pode gerar falsos negativos e mais ansiedade.
Do ponto de vista psicológico, fazer o teste muito cedo pode alimentar o ciclo de ansiedade e frustração, especialmente se o resultado for negativo e a menstruação ainda não tiver vindo. Isso é algo que a psicologia perinatal leva muito em conta: o impacto emocional da tentativa e erro constante.
É muito comum sentir cólicas leves nesse período, tanto no início da gestação quanto como sinal de que a menstruação está chegando. Por isso, os sintomas sozinhos não são conclusivos.
Em resumo: se puder, espere até o dia seguinte ao previsto para a menstruação para realizar o teste, por uma questão tanto de precisão quanto de cuidado com a sua saúde emocional. E lembre-se: sentir ansiedade nesse momento é completamente normal, e buscar apoio psicológico — especialmente com uma profissional especializada em psicologia perinatal — pode ajudar muito a lidar com esse turbilhão de emoções.
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Já se passaram oito anos da morte de um dos meus filhos. Sentir muito ainda e não poder falar no ass
Já se passaram oito anos da morte de um dos meus filhos. Sentir muito ainda e não poder falar no assunto sem chorar é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, do ponto de vista psicológico, é absolutamente compreensível ainda sentir dor e emoção intensa mesmo após oito anos da perda de um filho. A perda de um filho não é algo que "passa com o tempo" no sentido de deixar de doer, ela se transforma, mas muitas vezes a ausência continua presente de forma profunda, especialmente em datas, lembranças ou momentos de silêncio.
O choro ao falar sobre o assunto não significa que você está "presa ao passado" ou que “não superou”. Pelo contrário: significa que esse vínculo ainda é muito vivo dentro de você. O amor não desaparece com o tempo, e o luto, especialmente quando é por um filho, é um processo que dura a vida toda, em camadas. Não tem um tempo certo para acabar, e cada pessoa sente e vive de um jeito.
Buscar apoio psicológico com um profissional que tenha escuta especializada em luto. A terapia pode ajudar você a acolher essa dor com mais cuidado, sem tentar “enterrar o sentimento”.
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Depois que tive minha filha em 2023 estou me sentindo muito mal sem ânimo pra nada não consigo me co
Depois que tive minha filha em 2023 estou me sentindo muito mal sem ânimo pra nada não consigo me concentrar no trabalho, cuidar dos meus filhos tenho um menino de 11 e uma bebê de 1 ano e 6 meses, não consigo cuidar da minha casa me sinto sozinha triste tenho taquecardia choros e não consigo contar que estou sentindo e passando para ninguém as
vezes que tentei conversar com meu marido ele não entendeu quando começo a falar ele diz que esta sendo muito ruim conviver comigo desse jeito que estou a maioria dos dias fico triste me sinto mal com dor no peito não tenho dado conta do meu trabalho trabalhojunto com meu marido ele já chegou até citar sobre separação,nem para minha mãe tenho coragem de falar oque estou sentindo tenho vergonha de estar sentindo isso das pessoas saberem não sei o que fazer para melhorar.
Pode ser depressão?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, o que você está sentindo pode ser, sim, um quadro de depressão perinatal ou pós-parto, e é muito importante você saber que não está sozinha, muitas mulheres passam por isso, mesmo muito tempo depois do nascimento do bebê. E mais importante ainda: existe tratamento, existe ajuda e é possível melhorar.
A psicologia perinatal cuida da saúde emocional da mulher durante a gravidez, após o parto e nos anos seguintes, porque esse é um período de intensas mudanças hormonais, emocionais e sociais.
O que você descreve, tristeza persistente, falta de ânimo, dificuldade de concentração, sensação de fracasso, choro frequente, dores no peito, taquicardia, e o sentimento de solidão mesmo ao lado das pessoas, são sintomas que podem indicar um quadro de depressão pós-parto prolongada ou depressão perinatal não tratada.
Isso não é fraqueza, preguiça ou falta de amor pelos seus filhos ou pela sua família. Isso é um sofrimento real, que precisa ser acolhido com respeito e cuidado.
Muitas mulheres sofrem em silêncio por medo de serem julgadas, por vergonha ou por falta de apoio. A fala do seu marido, por exemplo, pode ter te feito se sentir ainda mais isolada — e isso infelizmente é comum em contextos em que o parceiro não compreende o que é a saúde mental materna.
Mas você não está errada por se sentir assim, nem está sozinha. O silêncio só te machuca mais, e você merece ser ouvida e cuidada com empatia, não com críticas.
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Olá, ultimamente estou sentindo dificuldade em relaxar, tem vezes que eu fico muito inquieta, tem mo
Olá, ultimamente estou sentindo dificuldade em relaxar, tem vezes que eu fico muito inquieta, tem momentos que eu fico pensando em algo repetidas vezes, as vezes eu fico ansiosa com umas coisas fútil, em alguns momentos eu sinto um sentimento ruim, isso pode ser ansiedade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, do ponto de vista psicológico, os sintomas que você está descrevendo podem estar relacionados à ansiedade. A psicologia entende a ansiedade não apenas como uma sensação momentânea de nervosismo, mas como um conjunto de reações físicas, emocionais e cognitivas que podem interferir na qualidade de vida quando aparecem com frequência ou intensidade.
A psicoterapia, especialmente com abordagens como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), pode te ajudar a:
Entender o que está por trás desses pensamentos e sensações
Desenvolver estratégias para lidar com eles de forma mais saudável
Aprender a relaxar o corpo e a mente com mais consciência
Se os sintomas estiverem mais intensos ou persistirem por muito tempo, também pode ser importante conversar com um médico, como um psiquiatra, para uma avaliação mais completa.
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Boa tarde, estou a procura de uma informação importante! Qual a função do pensamento?
Boa tarde, estou a procura de uma informação importante! Qual a função do pensamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Do ponto de vista psicológico, o pensamento tem como principais funções:
Interpretar a realidade: O pensamento nos ajuda a dar sentido ao que vivemos, percebemos e sentimos. Ele organiza as informações que recebemos do ambiente e do nosso próprio corpo.
Tomar decisões: Pensar nos permite avaliar situações, prever consequências e escolher caminhos — desde coisas simples, como o que comer, até decisões mais complexas sobre a vida.
Resolver problemas: O pensamento é uma ferramenta para lidar com desafios. Ele nos permite analisar situações, criar estratégias e buscar soluções.
Planejar e antecipar: Através do pensamento, conseguimos imaginar o futuro, fazer planos, definir metas e organizar ações.
Regular emoções: Pensamentos influenciam diretamente como nos sentimos. Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), por exemplo, se trabalha com a ideia de que o modo como pensamos afeta nossas emoções e comportamentos. Ou seja, mudar padrões de pensamento pode ajudar a melhorar o bem-estar emocional.
Construir identidade e memória: O pensamento também nos ajuda a refletir sobre quem somos, lembrar do passado, aprender com experiências e construir nossa história pessoal.
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Olfato aguçado depois da gravidez oq pode ser? Sinto cheiro de longe e de tudo
Olfato aguçado depois da gravidez oq pode ser? Sinto cheiro de longe e de tudo
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ter o olfato mais aguçado depois da gravidez é algo que muitas mulheres relatam, e isso pode ter diferentes explicações — tanto fisiológicas quanto psicológicas.
Do ponto de vista da psicologia, especialmente na área da psicologia perinatal, a sensibilidade aos cheiros pode estar ligada ao processo de adaptação do cérebro materno ao novo papel de cuidar de um bebê. O cérebro passa por uma série de mudanças hormonais e emocionais no puerpério (pós-parto), e muitas mulheres desenvolvem uma atenção mais intensa aos estímulos do ambiente — inclusive aos cheiros.
Algumas possibilidades do ponto de vista psicológico e neuropsicológico:
Hipervigilância materna: é comum no pós-parto e está ligada à necessidade de proteger o bebê. O cérebro pode “amplificar” certos sentidos (como o olfato) para ajudar a mãe a identificar sinais de perigo, alimentos estragados, cheiros de produtos ou até mesmo mudanças no cheiro do bebê.
Ansiedade ou estresse: altos níveis de ansiedade também podem aumentar a percepção sensorial. Mães que estão muito sobrecarregadas emocionalmente podem perceber cheiros, sons ou toques de forma mais intensa.
Associações emocionais: o olfato está diretamente ligado à memória e à emoção (através do sistema límbico no cérebro). Às vezes, um cheiro pode evocar sensações fortes ou lembranças — o que pode ser mais frequente após o parto, quando a mulher está mais sensível emocionalmente.
É importante observar: se essa sensibilidade está causando incômodo, ansiedade ou afetando sua rotina, pode ser útil conversar com um(a) psicólogo(a) perinatal. Às vezes, esse aumento da percepção está ligado a uma carga emocional maior do que o habitual — e cuidar da saúde mental nesse período é essencial.
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Perguntas frequentes
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Ouvir vozes dentro da cabeça caracteriza alucinaçõses no transtorno esquizoafetivo? Junto com oscila
Esse fenômeno se chama na verdade pseudoalucinações. São vozes dentro da…