Perguntas do paciente (213)
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Tenho um relacionamento aberto com meu esposo e vem funcionando bem para ambos por alguns anos, poré
Tenho um relacionamento aberto com meu esposo e vem funcionando bem para ambos por alguns anos, porém por vezes surgem dúvidas e dilemas que nos motivaram a querer fazer terapia de casal.
Estou com receio de marcar com um profissional e não nos sentirmos acolhidos ou compreendidos em nossa dinâmica por sermos abertos.
A pergunta é: em geral, os terapeutas de casal estão preparados pra acolher essa demanda, ou preciso procurar indicações de quem trabalhe especificamente com esse nicho?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. É importante que vocês procurem um profissional que tenha uma postura acolhedora e não patologize a não monogamia. Nem todo terapeuta de casal necessariamente tem formação ou experiência com relacionamentos abertos, por isso vale perguntar antes de marcar.
Uma terapia de casal adequada não deve partir da ideia de que existe um único modelo de relacionamento saudável, mas ajudar o casal a compreender seus acordos, limites, desejos e conflitos dentro da dinâmica que escolheram.
Procurem, de preferência, alguém com experiência em não monogamia consensual e sexualidade. Isso pode aumentar bastante a possibilidade de vocês se sentirem compreendidos e seguros no processo.
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Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estam
Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estamos juntos há quase 3 anos e, ultimamente, sinto que não tenho mais aquela animação ou aquela sensação gostosa que sentia antes. Isso tem me deixado muito ansiosa, porque eu não quero machucá-lo e também não quero terminar. Ao mesmo tempo, não me sinto desconfortável ou presa ao lado dele. Quando conversamos, muitas vezes é bom e consigo ficar conversando até tarde. Eu reconheço que ele é uma pessoa que me ama, cuida de mim, se preocupa comigo e demonstra isso muito pelas atitudes.
Tenho me perguntado se ainda o amo ou se estou confundindo amor com carência, rotina ou ansiedade. Quero entender meus sentimentos e, se for possível, quero recuperar o carinho e a conexão que sinto que perdi. Não quero fingir nem obrigar meus sentimentos, só queria entender o que está acontecendo comigo e saber se é possível voltar a sentir amor e entusiasmo pela pessoa que amo.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. É natural que a intensidade e a “animação” do início de um relacionamento mudem com o tempo. Isso, por si só, não significa que o amor acabou. O vínculo também pode se transformar em companheirismo, intimidade e segurança.
A ansiedade, a rotina e as expectativas sobre como deveríamos nos sentir podem dificultar a percepção do que realmente estamos vivendo. Em vez de tentar decidir imediatamente se ainda ama ou não, pode ser mais produtivo observar como você se sente na presença dele, o que ainda deseja construir e o que sente falta na relação.
A psicoterapia pode ajudá-la a compreender esses sentimentos sem precisar forçar uma resposta ou uma decisão. Muitas vezes, compreender o que está acontecendo já abre espaço para que a conexão seja reconstruída.
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Olá! Eu sou timida e sinto uma certa ansiedade social eu não sei se chega a ser o transtorno. Atualm
Olá!
Eu sou timida e sinto uma certa ansiedade social eu não sei se chega a ser o transtorno. Atualmente eu sou operadora de caixa e quando comecei foi bem difícil estava me sentindo muito ansiosa e travada foi muito difícil mesmo, eu cresci sendo muito timida eu quase não enteragia com as pessoas na escola sofria bullying o que me fez me fechar cada vez mais. Hoje depois de 6 meses nesse trabalho eu sei que estou bem melhor mesmo nas interações a ansiedade diminuiu, mas ainda sinto uma cobrança muito grande quando falam que sou séria, quieta e que não falo. Eu acredito que tenho falado o que quero falar, mas esses comentários me fazem duvidar da minha evolução. O que posso fazer para lidar com esses comentários? Eu sentir isso significa que não estou me curando? Me curando da ansiedade social eu vou parar de ouvir esses comentários e de ser quieta ou apenas aprender a conviver com eles?
Eu também tenho a sensação de não pertencimento
O que de fato é está se curando?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Pelo seu relato, você já apresenta sinais de evolução. No início do trabalho, a ansiedade dificultava muito as interações e, hoje, você percebe que consegue se comunicar melhor. Isso é um indicativo de progresso.
Os comentários das outras pessoas podem gerar insegurança, mas não significam que você não esteja melhorando. Superar a ansiedade social não é deixar de ser uma pessoa mais quieta, e sim conseguir se relacionar sem que o medo limite sua vida.
Espero ter ajudado.
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A 2 meses eu venho tendo lapsos de memória, não consigo me concentrar nas coisas, não consigo racion
A 2 meses eu venho tendo lapsos de memória, não consigo me concentrar nas coisas, não consigo racionar direito e tô tendo muita ansiedade, não consigo conversar mais com as pessoas e também não sinto vontade, sinto que as pessoas não me querem por perto e que me odeiam, na escola eu só consigo chorar pelo jeito que eu estou porque tá afetando o meu relacionamento, eu não consigo conversar mais com o meu namorado, sinto que ele vai me deixar a qualquer momento e começo a ter muita ansiedade, e não tô conversando muito com ele mais por causa disso, eu me sinto vazia, não consigo achar graça de memes, entender vídeos, ter opinião própria, eu sinto que só estou vegetando, sinto que me perdi de mim mesma, e coisas que eu sabia antes eu esqueci, não consigo nem fazer contas fáceis de cabeça mais, e só sinto vontade de ficar deitada na minha cama pra sempre, choro o tempo todo, e tô muito sensível também, qualquer coisa que me falam eu choro, e não consigo mais discutir com ninguém, não tenho energia pra isso, só aceito tudo. Quero saber oque eu posso ter, eu posso estar com depressão?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Sinto muito que você esteja passando por um momento tão difícil. Pelo que você descreve, esse sofrimento tem sido intenso e está afetando diversas áreas da sua vida, como os estudos, o relacionamento, a concentração, a memória e até o interesse pelas coisas que antes faziam sentido para você.
Os sintomas que você relata podem ser compatíveis com um quadro depressivo, mas também podem estar relacionados a outras condições, como transtornos de ansiedade, estresse intenso, alterações hormonais, problemas clínicos ou mesmo uma combinação de fatores. Por isso, não é possível fazer um diagnóstico apenas por esse relato. A dificuldade de concentração, a sensação de "mente vazia", o choro frequente, a perda de interesse, a baixa energia e os pensamentos de que as pessoas não gostam de você merecem uma avaliação cuidadosa por um psicólogo e, se necessário, por um psiquiatra.
O mais importante neste momento é que você não enfrente isso sozinha. Quanto antes buscar ajuda profissional, maiores são as chances de compreender o que está acontecendo e iniciar um tratamento adequado. Enquanto isso, procure conversar com alguém de sua confiança sobre como tem se sentido.
Espero ter ajudado e desejo que você consiga encontrar o apoio de que precisa. Você não precisa passar por esse momento sozinha.
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Tenho 20 anos e meu namorado mora cerca de 40 km de mim. Normalmente só conseguimos nos ver nos fins
Tenho 20 anos e meu namorado mora cerca de 40 km de mim. Normalmente só conseguimos nos ver nos fins de semana. Nos últimos dias passamos quatro dias seguidos juntos: viajamos, cozinhamos, dormimos juntos e aproveitamos muito a companhia um do outro. Foi uma experiência muito especial, porque pudemos viver um pouco da rotina como casal.
Hoje precisei voltar para casa e, desde que cheguei, estou com uma sensação de vazio e uma vontade de chorar. Não aconteceu nenhuma briga, não existe nenhum problema entre nós e também não tenho problemas em casa nem estou infeliz com a minha família. Pelo contrário, gosto muito de estar em casa e tenho uma boa convivência com a minha família.
As despedidas dos fins de semana normalmente já me deixam um pouco tristinha e com saudade, mas a despedida de hoje foi diferente. Depois desses quatro dias juntos, senti uma tristeza muito maior, um vazio que eu não esperava sentir. Não é medo de perder o relacionamento, nem insegurança. É simplesmente uma saudade muito intensa da companhia dele. Sinto falta de dividir a rotina, acordar juntos, cozinhar, conversar e terminar o dia ao lado dele.
Isso é normal? É comum sentir essa tristeza tão forte depois de passar vários dias tão felizes com a pessoa que amo, mesmo sabendo que nosso relacionamento está bem?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Pelo que você descreve, esse sentimento é bastante compreensível. Depois de passar vários dias compartilhando a rotina com quem amamos, é natural sentir uma saudade mais intensa ao retornar para casa. Isso, por si só, não indica que haja um problema no relacionamento ou dependência emocional.
O importante é observar se essa tristeza diminui com o passar dos dias e permite que você retome sua rotina normalmente. Caso o sofrimento seja persistente ou passe a prejudicar sua vida, vale buscar uma avaliação psicológica.
Espero ter ajudado. Fico à disposição.
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Olá, tudo bem? Como sei se estou fazendo "transferência" pra minha psicóloga, ou gostando e tenso in
Olá, tudo bem?
Como sei se estou fazendo "transferência" pra minha psicóloga, ou gostando e tenso interesse amoroso/sexual por ela mesmo?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Essa é uma dúvida bastante comum. Na psicoterapia, nem sempre é possível diferenciar sozinho se o que você sente é uma transferência ou um interesse amoroso, porque ambos podem se apresentar de forma semelhante.
O mais importante é conversar abertamente sobre esses sentimentos com sua psicóloga. Independentemente da origem, eles fazem parte do processo terapêutico e podem ser compreendidos e trabalhados em sessão, contribuindo para o seu autoconhecimento e para o andamento da terapia.
Espero ter ajudado! Fico à disposição.
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Olá, sou jovem e não sei lidar com minha própria cabeça, quando estou com meu namorado estou bem, ma
Olá, sou jovem e não sei lidar com minha própria cabeça, quando estou com meu namorado estou bem, mas quando tentamos algo mais íntimo, meus traumas tomam conta e eu choro e fico com medo(fui abusada com 5 anos e com 11 anos). Eu não sei o que fazer, sóbria eu fico mal, bêbada eu fico pior, pois eu tenho crises de pânico e vejo meus abusadores e começo a ter memórias dos abusos, não quero que meu namorado tenha uma namorada defeituosa. O que eu faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Sinto muito que você tenha passado por experiências tão dolorosas. Pelo que você relata, é possível que esses episódios traumáticos ainda estejam repercutindo na sua vida, especialmente nos momentos de intimidade. Isso não significa que haja algo de "defeituoso" em você, mas que seu sofrimento merece acolhimento e cuidado.
A psicoterapia pode ajudá-la a elaborar esses traumas e a reduzir o impacto que eles têm no presente. Também é importante evitar o uso de álcool como forma de lidar com essas emoções, pois ele pode intensificar as lembranças e as crises de ansiedade, como você mesma percebeu.
Você não precisa enfrentar isso sozinha. Buscar ajuda psicológica é um passo importante para que sua história deixe de definir a forma como você vive seus relacionamentos. Você não precisa passar por tudo isso sozinha!
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Bom... Eu sempre senti a necessidade de me conectar a alguém num nível mais íntimo. Eu lembro de sen
Bom... Eu sempre senti a necessidade de me conectar a alguém num nível mais íntimo. Eu lembro de sentir este desejo já nos meus 11/12 anos de idade. Desde então venho tentando lidar com o fato de nunca ter me relacionado com alguém profundamente e isso me deixa bastante triste às vezes. Não quero soar fútil, mas é algo que tem me trazido angústia genuína e não tenho sabido lidar com isso. Estou ficando preocupado pois tenho 25 e, como adulto, eu já deveria ter a resposta pra isso. Sei que tenho que focar em mim mesmo e me amar antes de qualquer coisa, contudo... Eu me sinto vulnerável e gostaria de estar num relacionamento que me proporcipnasse a experiência de partilha de vida. Eu já vivi alguns um tanto quanto superficiais e, em nenhum deles, senti que era a pessoa certa. Eu ainda estou buscando contruir uma carreira, estabilidade, felicidade... Mas será que eu tenho que esperar que minha vida fique estável para enfim procurar alguém? Eu deveria procurar por uma pessoa? Quando serei feliz? Estas coisas passam pela minha cabeça e eu não sei como lidar com todas elas.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. O que você descreve é uma angústia bastante comum e não há uma idade certa para encontrar um relacionamento significativo. Ter 25 anos e desejar construir uma relação profunda não significa que exista algo errado com você ou que esteja "atrasado" em relação aos outros.
Buscar crescimento pessoal e, ao mesmo tempo, desejar compartilhar a vida com alguém não são objetivos incompatíveis. Você não precisa esperar que tudo esteja perfeitamente resolvido para se permitir conhecer pessoas. O mais importante é compreender quais expectativas você tem sobre os relacionamentos e como elas influenciam suas escolhas.
A psicoterapia pode ajudá-lo a explorar essas questões, entender seus padrões de vínculo e lidar com essa ansiedade em relação ao futuro. Espero ter ajudado!
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Passei um inferno em um antigo trabalho por 3 anos e minha mãe não acreditou no que eu disse dizendo
Passei um inferno em um antigo trabalho por 3 anos e minha mãe não acreditou no que eu disse dizendo que eu tinha mania de perseguição, que estava exagerando, etc. Fiquei tão mal que no trabalho quase desmaiei e tive problemas de estômago. Saí dele recentemente e ainda tenho sentimento de abandono e traição e concluo com isso que a maioria das pessoas não prestam e são falsas. Como lidar com o sentimento de abandono e traição vindo da mãe?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. O que parece ter causado mais sofrimento não foi apenas a experiência no trabalho, mas a sensação de não ter sido acolhido por alguém de quem você esperava apoio. Quando nos sentimos desacreditados por uma figura importante, como a mãe, sentimentos de abandono, traição e desamparo podem surgir.
Essas vivências podem influenciar a forma como passamos a enxergar as outras pessoas e dificultar a confiança nos relacionamentos. A psicoterapia pode ajudá-lo a elaborar essa experiência, compreender o impacto que ela teve em sua vida e construir formas mais saudáveis de lidar com essas marcas.
Espero ter ajudado!
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Tenho 19 anos e, há cerca de 1 mês e meio, comecei a ter episódios diários (cerca de 4–5 vezes por d
Tenho 19 anos e, há cerca de 1 mês e meio, comecei a ter episódios diários (cerca de 4–5 vezes por dia) em que surgem “flashes” muito rápidos e involuntários de tragédias, acidentes, assassinatos ou mortes envolvendo pessoas ao meu redor ou, às vezes, eu mesmo. Eles aparecem do nada, em qualquer lugar (rua, trabalho, casa), duram apenas alguns segundos e, enquanto acontecem, fico totalmente focado neles, como se estivesse vendo mentalmente a cena. Só percebo que foi um pensamento depois que acaba. Às vezes paro o que estou fazendo e, em algumas situações, acabo conferindo ou fazendo algo simples para evitar que aquilo possa acontecer (por exemplo, trancar a porta antes de dormir), porque fico com a sensação de “e se acontecer?”.
Além disso, quando eu era criança (menos de 10 anos), tive episódios em que, acordado, via uma “bola gigante”, via espinhos na parede e sentia uma sensação muito estranha de estar preso ou pressionado, como se meu corpo estivesse sem espaço. Às vezes eu levantava desesperado, andava em círculos e chamava minha mãe porque aquilo parecia muito real. Esses episódios desapareceram. Por volta dos 12–14 anos, passei por uma fase em que tinha uma sensação constante de que seria morto ou assassinado a qualquer momento. Isso também passou. Há cerca de 6 meses, a sensação de pressão e a “bola gigante” voltaram 1 a 3 vezes e desapareceram novamente.
Recentemente também tive um sonho extremamente realista em que levei um tiro na região do pescoço/cabeça, caí no chão, minha visão ficou muito prejudicada (como um clarão), tentei pedir socorro e acordei muito assustado.
Gostaria de saber que tipo de condição ou investigação poderia explicar esse conjunto de sintomas e qual profissional seria o mais indicado para avaliar esse caso.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Os sintomas que você descreve merecem uma avaliação cuidadosa. Pensamentos intrusivos com conteúdo violento, acompanhados da necessidade de verificar ou realizar comportamentos para reduzir a ansiedade, podem estar presentes em algumas condições, como o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). No entanto, considerando seu histórico de experiências perceptivas incomuns na infância e o retorno de alguns desses episódios, é importante que outras possibilidades também sejam investigadas.
O profissional mais indicado para iniciar essa avaliação é um psiquiatra, que poderá verificar se há necessidade de investigação clínica ou neurológica, além de encaminhar para psicoterapia. O psicólogo também terá um papel importante para compreender como esses sintomas afetam sua vida e auxiliar no tratamento.
Como os sintomas são frequentes e relativamente recentes, procure essa avaliação sem adiar. Quanto mais cedo houver um diagnóstico adequado, maiores são as chances de um tratamento eficaz. Espero ter ajudado.
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Sou mulher, 45 anos e sem experiência sexual com alguém. Recorro a porno eventualmente (fico meses s
Sou mulher, 45 anos e sem experiência sexual com alguém.
Recorro a porno eventualmente (fico meses sem acessar, não tenho vontade).
Em 2015 me deparei com vídeos mais bizarros, como de zoo por exemplo e parei ali mesmo. Mas isso desencadeou uma crise enorme em mim.
Na época procurei ajuda com um terapeuta sexual, mas depois que relatei o que estou dizendo aqui, a primeira pergunta dele foi: Ninguém nunca quis transar com você?! Não voltei mais.
Desde 2021 sou acompanhada por uma psiquiatra, diagnosticada com depressão e ansiedade.
Minha libido é baixa, mas semana passada, por tédio, resolvi ver alguma coisa e me deparei novamente com algo bizarro. Se fiquei 5min foi muito, perdi a vontade na hora e desde então estou muito mal.
Me sinto culpada, suja, angustiada. Como uma viciada com recaída depois de 11 anos.
Sei que preciso de terapia, mas podem me dar uma luz, por favor?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Pelo seu relato, parece que o maior sofrimento não está apenas no conteúdo que você encontrou, mas na culpa, no medo e na interpretação que isso despertou em você. Ter se deparado com algo que causou repulsa ou desconforto não significa que isso represente seus desejos, sua personalidade ou seus valores.
Também é importante diferenciar uma exposição pontual de um comportamento compulsivo. Pelo que você descreve, não parece haver um padrão de perda de controle ou busca frequente por esse tipo de conteúdo, mas sim uma reação intensa de angústia após a experiência.
A terapia pode ajudá-la a compreender essa culpa, sua relação com a sexualidade e como experiências anteriores podem ter influenciado a forma como você lida com esses temas. Procure um profissional com uma abordagem acolhedora e sem julgamentos, especialmente alguém com experiência em sexualidade e saúde mental.
Espero ter ajudado.
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Olá! Minha pergunta é sobre saúde sexual e pornografia: Passei minha adolescência consumindo pornogr
Olá! Minha pergunta é sobre saúde sexual e pornografia:
Passei minha adolescência consumindo pornografia com muita frequência. Com 18 anos comecei a ter relações sexuais e desde então tenho tido dificuldades. O meu desejo sexual está praticamente condicionado ao ato da masturbação sozinho com uma tela. Durante a intimidade com outra pessoa minha sensibilidade sexual é quase nula, e mesmo o clímax é frustrante.
Nos últimos meses tenho tomado bastante consciência sobre isso, e diminuí consideravelmente esse hábito, porém tenho dúvidas sobre o processo. Muito se fala do "reboot de 90 dias sem pornografia", me parece um pouco promessa milagrosa haha. Acredito ser capaz de parar com o hábito e "reformular" minha experiência com a sexualidade, porém gostaria de saber sobre isso com especialistas.
É realmente possível que, parando com esses hábitos, eventualmente se possa "reprogramar" a experiência sexual? Digo, desenvolver uma sexualidade saudável, sensibilidade na intimidade com outra pessoa, reverter disfunções causadas pelo consumo prolongado de pornografia...
Já tive experiências reais mais agradáveis, geralmente quando envolve sentimento e relacionamento. Porém, no geral, tem sido muito difícil manter relações sexuais.
Tenho pensado em algum acompanhamento também. Um psicólogo que trata de sexualidade é capaz, ou é necessário também uma especialidade médica?
Agradeço desde já a todos que cederem um tempo para me responder. Grato!RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. O que você descreve é uma dificuldade que algumas pessoas relatam após anos de consumo frequente de pornografia, principalmente quando a excitação fica muito associada a um tipo específico de estímulo. Isso não significa que sua sexualidade esteja “perdida”, mas que novos caminhos de prazer e conexão podem precisar ser construídos.
O chamado “reboot de 90 dias” não deve ser visto como uma fórmula ou prazo fixo, mas algumas pessoas percebem mudanças ao reduzir ou interromper o consumo de pornografia e ao desenvolver uma relação mais consciente com a própria sexualidade. A resposta varia de pessoa para pessoa.
Um psicólogo com formação em sexualidade pode ajudar bastante nesse processo, trabalhando aspectos relacionados à excitação, expectativas, ansiedade, vínculo e experiências sexuais. Uma avaliação médica pode ser necessária caso existam fatores físicos envolvidos.
O fato de você já perceber que experiências com afeto e conexão foram mais satisfatórias é uma informação importante sobre sua própria sexualidade. Buscar ajuda pode ser um caminho para compreender melhor esses padrões e construir uma vida sexual mais saudável.
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Sinto que depois que minha esposa engravidou eu comecei a ficar mais tempo preso ao celular rolando
Sinto que depois que minha esposa engravidou eu comecei a ficar mais tempo preso ao celular rolando feed, depois de um tempo comecei a buscar tbm uma necessidade em pornografia que acabou se tornando uma compulsão, olhava no trabalho ou sempre que ela não estava por perto, qual a melhor ajuda profissional a se buscar e geralmente como é o tratamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Pelo que você relata, vale procurar um psicólogo com experiência em sexualidade e comportamento sexual compulsivo. A frequência, a dificuldade de controlar o uso e o fato de isso acontecer mesmo no trabalho indicam que merece ser avaliado com cuidado.
O tratamento costuma envolver psicoterapia para compreender os gatilhos, as emoções e os padrões que mantêm o comportamento, além de desenvolver estratégias para recuperar o controle. Também pode ser importante compreender o impacto dessa mudança na sexualidade e no relacionamento após a chegada da gravidez.
Uma avaliação individual pode ser um bom primeiro passo.
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Há alguns anos cometi uma infidelidade no meu relacionamento. Meu parceiro soube de tudo na época, n
Há alguns anos cometi uma infidelidade no meu relacionamento. Meu parceiro soube de tudo na época, nós conversamos sobre o assunto e ele decidiu me perdoar. No entanto, eu não consigo me perdoar. Frequentemente surgem lembranças daquele período, acompanhadas de culpa e remorso intensos. Mesmo já tendo contado o que aconteceu, sinto uma necessidade constante de voltar ao assunto e confirmar se ele realmente me perdoa, como se eu precisasse repetir a história ou acrescentar detalhes para ter certeza disso. Essa necessidade me causa muito sofrimento. Isso pode estar relacionado à ansiedade ou ao TOC? É possível superar essa culpa e essa necessidade de buscar confirmação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. O que você descreve parece envolver uma culpa muito intensa e uma dificuldade em encerrar emocionalmente uma situação que já foi conversada e elaborada pelo casal. A necessidade de voltar ao assunto, buscar garantias e confirmar repetidamente o perdão pode aparecer em quadros de ansiedade, inclusive em alguns padrões semelhantes ao TOC, mas é importante uma avaliação profissional para compreender melhor o caso.
A culpa pode ter uma função importante quando nos leva a reconhecer erros e mudar atitudes, mas quando se torna uma cobrança constante e impede que a pessoa siga em frente, ela passa a gerar sofrimento.
A psicoterapia pode ajudar a trabalhar o perdão de si mesma, a relação com essa culpa e os pensamentos repetitivos, construindo uma forma mais saudável de lidar com a história sem precisar revivê-la continuamente.
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Meu namorado diz que não é viciado em pornografia,mas recentemente descobri que ele assisti até no t
Meu namorado diz que não é viciado em pornografia,mas recentemente descobri que ele assisti até no trabalho ou simplesmente se eu ficar fora de casa 2,3 h, isso me deixou um pouco triste e confusa, seria uma compulsão ou é coisa da minha cabeça?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Entendo que essa descoberta possa ter gerado tristeza e insegurança, principalmente pelo contexto e pela frequência que você percebeu. O consumo de pornografia, por si só, não significa necessariamente uma compulsão, pois é preciso avaliar a relação da pessoa com esse comportamento.
Alguns sinais que merecem atenção são: dificuldade em controlar o uso, prejuízos na rotina, no trabalho, no relacionamento ou quando a pessoa continua mesmo percebendo consequências negativas. Apenas a frequência não é suficiente para definir um diagnóstico.
Além de olhar para o comportamento dele, também é importante considerar como isso afeta a relação de vocês, quais acordos existem sobre sexualidade e como vocês conseguem conversar sobre esse tema. Uma terapia individual ou de casal pode ajudar a compreender melhor essa dinâmica.
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Quando um casal perde completamente o respeito um pelo outro após anos de conflitos e ofensas, ainda
Quando um casal perde completamente o respeito um pelo outro após anos de conflitos e ofensas, ainda é possível reconstruir esse respeito do ponto de vista da psicologia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível, mas não apenas pelo desejo de um dos parceiros. A reconstrução do respeito depende de um compromisso genuíno de ambos em reconhecer a própria participação nos conflitos, interromper as ofensas e construir novas formas de diálogo. Sem essa disposição mútua, o ciclo tende a se repetir.
Do ponto de vista da psicologia, quando o respeito se perde após anos de conflitos, é importante compreender como essa dinâmica foi construída e o que a mantém. A terapia individual e/ou de casal pode ajudar nesse processo, mas também pode levar à conclusão de que, em alguns casos, o limite emocional da relação foi alcançado. O objetivo não é manter o relacionamento a qualquer custo, e sim favorecer escolhas mais conscientes e saudáveis para todos os envolvidos.
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Sobre o contexto de casais heterosexuais que tem níveis de desejo diferente. Um homem com desejo bem
Sobre o contexto de casais heterosexuais que tem níveis de desejo diferente. Um homem com desejo bem frequente e uma mulher com desejo de 1x ao mês. É saudável, usar a masturbação como alivio. Inclusive pensando em outras pessoas para controlar o desejo pela outra pessoa?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Diferenças no nível de desejo sexual são bastante comuns nos relacionamentos e, por si só, não significam que exista algo errado com o casal. O importante é como essa diferença é acolhida e negociada entre os parceiros.
A masturbação pode ser uma forma saudável de lidar com a própria sexualidade quando faz parte de uma escolha individual e não substitui completamente a intimidade do casal. Sobre pensar em outras pessoas durante a masturbação, isso também pode acontecer como parte da fantasia sexual, mas é importante considerar os acordos, valores e limites estabelecidos na relação.
Mais do que buscar uma regra sobre o que é certo ou errado, vale compreender como cada um se sente com essas práticas e se elas contribuem para uma vida sexual satisfatória ou geram sofrimento, afastamento e conflitos. A comunicação aberta é fundamental para que o casal encontre um equilíbrio possível.
Espero ter ajudado.
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Estou passando por um casamento muito desgastado emocionalmente e gostaria de uma orientação do pont
Estou passando por um casamento muito desgastado emocionalmente e gostaria de uma orientação do ponto de vista da psicanálise.
Estou em um relacionamento em que há muitos conflitos, ofensas e perda de respeito mútuo. As brigas são frequentes e muitas vezes acontecem na frente dos nossos filhos. Já não existe mais convivência afetiva entre nós: não dormimos mais juntos e o carinho praticamente desapareceu.
Sinto que, ao longo do relacionamento, houve um acúmulo de mágoas e quebra de confiança. Antes do casamento, minha esposa teve comportamentos que me geraram muita insegurança e desconfiança, o que fez com que eu entrasse no casamento já com o respeito e a admiração bastante abalados. Com o tempo, apesar de tentativas de reconstrução, o relacionamento foi se desgastando ainda mais.
Hoje percebo um ciclo constante de conflito: eu reconheço meus erros e tento assumir responsabilidade pelas minhas atitudes durante as brigas, mas sinto que minha esposa não reconhece a própria participação nos problemas, o que me gera frustração e sensação de impotência. Isso acaba intensificando os conflitos entre nós.
Também percebo em mim um grande desgaste emocional, sentimentos de baixa autoestima, medo de ficar sozinho e dúvida constante sobre se devo continuar tentando ou me afastar. Ao mesmo tempo, amo muito meus filhos e tenho muito medo de prejudicar a convivência com eles caso haja separação.
Gostaria de entender, sob uma perspectiva psicanalítica, como esses padrões emocionais e relacionais podem estar se repetindo na minha vida e de que forma um processo terapêutico poderia me ajudar a compreender melhor minhas escolhas, meus vínculos afetivos e minha dificuldade em lidar com essa situação.
Também gostaria de saber como a psicanálise enxerga situações em que há perda de respeito e repetição de conflitos dentro do casal, e quando isso pode indicar um limite emocional para a continuidade da relação.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Seu relato demonstra uma reflexão profunda sobre a relação e sobre o seu próprio lugar nela. Pela perspectiva psicanalítica, mais do que perguntar se a relação deve ou não continuar, buscamos compreender como cada um ocupa esse vínculo, quais expectativas, feridas e padrões de funcionamento estão sendo repetidos. Quando um relacionamento passa a ser marcado por desconfiança, ressentimentos, perda de respeito e conflitos constantes, é importante investigar o que mantém esse ciclo e quais necessidades emocionais continuam sendo buscadas nessa relação.
Também chama atenção o medo da separação, a preocupação com os filhos e a dúvida entre permanecer ou partir. Esses sentimentos merecem um espaço de escuta cuidadoso, sem respostas prontas. A psicanálise pode ajudá-lo a compreender sua história afetiva, seus vínculos, os significados desse casamento e os limites emocionais que estão sendo alcançados. Quando o sofrimento passa a ser contínuo e a convivência se torna fonte de violência verbal ou emocional, esse é um sinal importante de que algo precisa ser transformado — seja na dinâmica do casal, seja na forma como cada um se posiciona diante dela. Um processo terapêutico pode oferecer esse espaço de elaboração e de construção de escolhas mais conscientes.
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Estou passando por um casamento muito desgastado. As discussões são frequentes, há ofensas de ambos
Estou passando por um casamento muito desgastado. As discussões são frequentes, há ofensas de ambos os lados e isso acontece, infelizmente, na frente dos nossos filhos. Percebo que isso está afetando meu bem-estar emocional.
O que mais me angustia é que sinto muita dificuldade em conversar com minha esposa sobre os problemas, pois tenho a impressão de que ela nunca reconhece a própria participação nos conflitos. Isso me faz perder a esperança de que a relação possa melhorar.
Também reconheço que eu erro e que, durante as discussões, acabo respondendo de forma inadequada. Hoje me sinto emocionalmente exausto, com baixa autoestima e muito confuso sobre como lidar com essa situação.
Minha dúvida é: do ponto de vista psicológico, como saber quando um relacionamento ainda tem possibilidade de ser reconstruído e quando o desgaste já é tão grande que um afastamento temporário pode ser uma alternativa saudável para preservar a saúde emocional e o bem-estar dos filhos?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito pelo momento que você está vivendo. Pelo seu relato, o sofrimento não está apenas nos conflitos, mas na sensação de que vocês ficaram presos em uma dinâmica de acusações, mágoas e dificuldade de diálogo. Quando as discussões se tornam frequentes e acontecem na frente dos filhos, é um sinal importante de que a relação precisa de cuidado.
Não existe um critério único para definir se um relacionamento pode ser reconstruído. O que costuma fazer diferença é a disposição de ambos para reconhecer a própria participação nos conflitos e investir em mudanças. Em alguns casos, um afastamento temporário pode ser uma alternativa para interromper o ciclo de desgaste e favorecer uma reflexão mais consciente, mas essa decisão precisa ser avaliada considerando a história e o contexto do casal. A terapia, individual ou de casal, pode ajudar a compreender esse momento e a tomar uma decisão que preserve a saúde emocional de todos os envolvidos.
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Olá boa tarde , eu sou viciada em se mastubar , e o meu parceiro tem vontade de ver outros cmg na ca
Olá boa tarde , eu sou viciada em se mastubar , e o meu parceiro tem vontade de ver outros cmg na cama e as vezes acho chato isso, será q devo aceitar o fetiche dele
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sobre a masturbação, é importante entender primeiro o que você chama de “vício”. A masturbação só se torna um problema quando está causando sofrimento, culpa excessiva ou prejuízo na sua vida afetiva, profissional ou emocional. Um acompanhamento psicológico pode te ajudar a compreender se há compulsão ou se é uma forma de lidar com ansiedade e emoções.
Quanto ao fetiche do seu parceiro, a regra principal em qualquer relação é: ninguém deve fazer algo que não se sente confortável para agradar o outro. Desejos e fantasias podem ser conversados, mas só devem ser vividos quando há vontade e consentimento real de ambas as partes.
Se isso te incomoda ou parece “chato” para você, é importante respeitar seu limite e conversar abertamente sobre como se sente. Relações saudáveis se constroem com diálogo e respeito mútuo.
Se sentir que esses temas estão trazendo conflito ou sofrimento, buscar terapia individual ou de casal pode ajudar bastante.
Perguntas frequentes
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Tomo venlafaxina 150mg pela manhã e clonazepam metade do comprimido de 2mg à noite só que no outro d
Olá, tudo bem? A venlafaxina trata a depressão, mas não é um estimulante…