Perguntas do paciente (20)
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Contar números mentalmente faz mesmo descer as ondas cerebrais? Como acontece?? Mas aí contar de um
Contar números mentalmente faz mesmo descer as ondas cerebrais? Como acontece?? Mas aí contar de um número bem grande um números que leva vários minutos pra terminar? Isso faz mesmo diminuir ondas Rápidas e descer pra Alfa Profundo???
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Contar números mentalmente pode ajudar a diminuir a agitação dos pensamentos porque direciona a atenção para uma tarefa repetitiva e relativamente simples. Por isso, algumas pessoas percebem que ficam mais calmas ao fazer isso, especialmente em momentos de ansiedade ou dificuldade para dormir.
Mas não é correto dizer que contar números faz necessariamente o cérebro “descer” das ondas rápidas para o “alfa profundo”. As ondas cerebrais não funcionam como uma espécie de botão que mudamos simplesmente contando.
Contar regressivamente a partir de um número grande pode, sim, manter a mente ocupada por mais tempo e reduzir a ruminação ou a preocupação, mas o efeito varia de pessoa para pessoa. O mais importante é que a técnica pode funcionar como uma forma de desviar a atenção de pensamentos acelerados e favorecer o relaxamento.
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Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estam
Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estamos juntos há quase 3 anos e, ultimamente, sinto que não tenho mais aquela animação ou aquela sensação gostosa que sentia antes. Isso tem me deixado muito ansiosa, porque eu não quero machucá-lo e também não quero terminar. Ao mesmo tempo, não me sinto desconfortável ou presa ao lado dele. Quando conversamos, muitas vezes é bom e consigo ficar conversando até tarde. Eu reconheço que ele é uma pessoa que me ama, cuida de mim, se preocupa comigo e demonstra isso muito pelas atitudes.
Tenho me perguntado se ainda o amo ou se estou confundindo amor com carência, rotina ou ansiedade. Quero entender meus sentimentos e, se for possível, quero recuperar o carinho e a conexão que sinto que perdi. Não quero fingir nem obrigar meus sentimentos, só queria entender o que está acontecendo comigo e saber se é possível voltar a sentir amor e entusiasmo pela pessoa que amo.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está sentindo não significa, necessariamente, que deixou de amar seu namorado. Em relacionamentos mais longos, é comum que a intensidade e a euforia do início se transformem, e isso não significa que o vínculo tenha perdido seu valor.
Ao mesmo tempo, também é importante não tentar se convencer a sentir algo que não está sentindo. Mais do que buscar uma resposta imediata para “ainda amo ou não?”, pode ser interessante olhar com calma para como você se sente nessa relação, o que mudou ao longo do tempo, como está a qualidade da conexão entre vocês e o que você deseja viver nesse relacionamento.
O fato de você ainda conseguir desfrutar das conversas, sentir-se bem ao lado dele e reconhecer carinho e cuidado na relação são aspectos que podem ser importantes de compreender melhor. A ansiedade, por outro lado, pode fazer com que você fique buscando constantemente uma certeza sobre o que sente, o que acaba tornando ainda mais difícil perceber seus sentimentos de forma espontânea.
A psicoterapia pode ser um espaço para você explorar tudo isso sem precisar tomar uma decisão às pressas ou ser julgada pelo que está sentindo. A partir desse processo, pode ficar mais claro se existe algo na relação que precisa ser cuidado, se você está atravessando uma mudança natural na forma de vivenciar o vínculo ou se há outras questões emocionais envolvidas.
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Tenho 29 anos e namoro há 4 anos. Amo minha namorada, ela é minha parceira pra tudo, mas percebo que
Tenho 29 anos e namoro há 4 anos. Amo minha namorada, ela é minha parceira pra tudo, mas percebo que meu desejo sexual diminuiu muito nos últimos anos. Acabei criando o hábito de consumir pornografia escondido porque é mais “fácil” do que iniciar relação, conversar ou lidar com a pressão de transar. O problema é que agora parece que quanto mais pornografia vejo, menos vontade tenho de estar presente de verdade com ela. Quando tentamos ter relação eu fico ansioso, às vezes perco a ereção ou termino rápido. Ela já percebeu que tem algo errado e acha que não sinto mais atração por ela, mas não é isso. Tenho vergonha de falar sobre o quanto isso virou um ciclo. Isso pode ter relação com pornografia, ansiedade ou problema no relacionamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve pode, sim, envolver uma combinação de fatores ligados à pornografia, ansiedade e à dinâmica emocional do relacionamento. E, antes de tudo, é importante dizer que você não está sozinho nisso. Muitos homens vivem esse ciclo em silêncio, com vergonha, culpa e medo de machucar a parceira ou de serem mal compreendidos.
A pornografia oferece uma forma de prazer mais rápida, previsível e sem exposição emocional. Aos poucos, o organismo pode começar a associar excitação a esse tipo de estímulo e não mais ao contato real, que envolve presença, vulnerabilidade, troca, frustração, expectativa e insegurança. Quando isso acontece, é comum surgir ansiedade durante a relação, medo de falhar, dificuldade de ereção ou ejaculação rápida.
Mas isso não significa, necessariamente, que você perdeu o amor ou a atração pela sua parceira. Muitas vezes, o que está acontecendo é que o desejo ficou atravessado pela pressão, pela ansiedade e pelo afastamento emocional que esse ciclo vai criando.
Na psicoterapia, buscamos compreender não apenas o comportamento em si, mas o que ele passou a representar emocionalmente. Em muitos casos, a pornografia acaba funcionando como uma forma de aliviar tensão, escapar da cobrança ou evitar experiências difíceis de contato e intimidade.
O fato de você conseguir reconhecer esse padrão já é um passo muito importante. Isso mostra consciência do sofrimento e desejo de mudança. E sim, esse processo pode ser trabalhado e transformado.
A psicoterapia pode ajudar você a compreender a relação entre ansiedade, sexualidade, intimidade e evitação emocional, além de reconstruir uma vivência sexual mais presente, espontânea e conectada.
Se quiser, posso te acompanhar nesse processo com uma escuta cuidadosa e um plano terapêutico individualizado.
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Como lidar com o término do vínculo terapêutico? Minha psicóloga precisou me transferir por motiv
Como lidar com o término do vínculo terapêutico?
Minha psicóloga precisou me transferir por motivos pessoais dela, mas sinto que estou preso a ela. Tenho muitos pensamentos e sentimentos do quanto foi difícil essa transferência e parece que não consigo aceitar que isso aconteceu e seguir em frente. Já não faço terapia com ela tem meses e minha mente sempre fica voltando nisso com frequência.
Gostaria de saber como posso aceitar que nosso vínculo acabou e seguir minha vida?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está sentindo faz muito sentido. O vínculo terapêutico, quando é vivido de forma significativa, costuma ser um espaço de confiança, acolhimento e contato profundo. Por isso, quando ele se interrompe de forma inesperada, é comum que surjam sentimentos de perda, apego, saudade e até dificuldade de aceitar o que aconteceu.
Na psicologia, entendemos que não é apenas “uma relação profissional” que termina. É um campo de encontro que foi construído ao longo do tempo, e o encerramento desse vínculo pode ativar experiências emocionais importantes, inclusive de outras perdas ou rupturas já vividas.
Quando a mente retorna repetidamente a essa experiência, muitas vezes não é apenas um apego, mas uma tentativa de elaborar algo que ainda não encontrou espaço suficiente para ser sentido e compreendido.
Lidar com isso envolve, aos poucos, reconhecer o valor que esse vínculo teve, permitir-se sentir o que ele despertou e abrir espaço para integrar essa experiência na sua história, em vez de tentar simplesmente “seguir em frente” de forma forçada.
A psicoterapia pode ajudar justamente nesse processo de elaboração, permitindo que você compreenda o significado desse vínculo, o impacto da interrupção e como isso se conecta com sua forma de se relacionar.
Se quiser, posso te acompanhar nesse processo com uma escuta cuidadosa e um plano terapêutico individualizado.
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A prática da Trataka faz efeitos de relaxar o corpo e pode dar o mesmo Sono que dará o sono Natural?
A prática da Trataka faz efeitos de relaxar o corpo e pode dar o mesmo Sono que dará o sono Natural? Ela faz as ondas Beta ficarem diminuídas e ir até às Alfa??
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A prática da Trataka, assim como outras técnicas meditativas e respiratórias, pode sim favorecer estados de relaxamento físico e mental. Muitas pessoas relatam sensação de calma, redução da agitação mental e até sonolência após a prática, especialmente quando ela é feita de forma regular e associada a um ambiente tranquilo.
Sobre as ondas cerebrais, alguns estudos sugerem que práticas meditativas podem estar associadas a uma redução da ativação intensa ligada ao estado de alerta constante, favorecendo estados de maior relaxamento e presença, frequentemente relacionados ao aumento de ondas alfa. Porém, o funcionamento cerebral é complexo e não acontece de forma igual para todas as pessoas.
É importante também diferenciar relaxamento de sono natural. A prática pode ajudar o corpo a entrar em um estado mais propício ao descanso, mas isso não significa necessariamente substituir o sono fisiológico. O sono envolve processos biológicos mais amplos e essenciais para a saúde física e emocional.
Do ponto de vista psicológico, técnicas como a Trataka podem funcionar como formas de ampliar presença, consciência corporal e autorregulação emocional, especialmente em pessoas muito ansiosas ou mentalmente sobrecarregadas.
Se a busca por essa prática estiver relacionada à ansiedade, dificuldade de desligar a mente ou problemas de sono, a psicoterapia também pode ajudar a compreender o que mantém o organismo em estado constante de alerta.
Se quiser, posso te acompanhar nesse processo com uma escuta cuidadosa e um plano terapêutico individualizado.
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Pessoas rígidas são mais propensas ao esgotamento a Síndrome do Esgotamento Profissional (Burnout )
Pessoas rígidas são mais propensas ao esgotamento a Síndrome do Esgotamento Profissional (Burnout ) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pessoas com padrões mais rígidos de funcionamento podem estar mais vulneráveis ao esgotamento profissional.
Quando alguém se cobra excessivamente, tem dificuldade em flexibilizar expectativas ou sente necessidade constante de dar conta de tudo com perfeição, o corpo e a mente permanecem em estado contínuo de tensão. Com o tempo, essa forma de funcionamento pode levar a cansaço profundo, perda de energia, desmotivação e sensação de sobrecarga.
Na psicologia, entendemos que a rigidez muitas vezes surge como uma tentativa de manter controle, segurança ou reconhecimento. No entanto, quando a pessoa perde a capacidade de se adaptar às mudanças, reconhecer limites e acolher as próprias necessidades, o desgaste tende a se acumular.
Na psicoterapia, trabalhamos justamente o aumento da consciência sobre esses padrões. Isso ajuda a pessoa a perceber como se relaciona com o trabalho, com as próprias exigências e com o descanso. A partir desse contato mais claro consigo mesma, torna-se possível desenvolver formas mais flexíveis e saudáveis de lidar com responsabilidades e expectativas.
Quando essa mudança acontece, muitas pessoas relatam não apenas redução do esgotamento, mas também uma relação mais equilibrada com o trabalho e com a própria vida.
Se quiser, posso te acompanhar nesse processo com uma escuta cuidadosa e um plano terapêutico individualizado.
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Minha vida é organizada, tenho trabalho, estudo, relacionamentos, mas mesmo assim me sinto vazia às
Minha vida é organizada, tenho trabalho, estudo, relacionamentos, mas mesmo assim me sinto vazia às vezes. Isso é normal ou sinal de algum problema emocional?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sentir um certo vazio mesmo tendo uma vida aparentemente organizada é algo mais comum do que se imagina, e não significa, automaticamente, que exista “algo errado” com você.
Muitas pessoas conseguem funcionar bem no trabalho, nos estudos e nos relacionamentos, mas ainda assim sentem um vazio interno, uma desconexão emocional ou a sensação de que algo importante falta. Isso pode estar relacionado, por exemplo, ao excesso de adaptação às expectativas externas, à dificuldade de contato com os próprios desejos, à sobrecarga emocional ou à falta de sentido pessoal.
Em alguns momentos da vida, esse sentimento pode ser transitório. Em outros, quando se torna frequente, persistente ou começa a gerar sofrimento, ele merece atenção. O vazio emocional não aparece à toa. Geralmente, ele sinaliza necessidades internas que não estão sendo escutadas.
A psicoterapia oferece um espaço para compreender o que esse vazio representa, fortalecer o contato consigo mesma(o) e construir uma vida que faça mais sentido, para além do que funciona externamente.
Se quiser, posso te acompanhar nesse processo com uma escuta cuidadosa e um plano terapêutico individualizado.
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Fico vermelha, tremo, evito eventos, exposição, reuniõe, sou assim desde pequena, dá pra superar?
Fico vermelha, tremo, evito eventos, exposição, reuniõe, sou assim desde pequena, dá pra superar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve envolve reações do corpo e das emoções que costumam surgir em situações de exposição e contato com o outro. Ficar vermelha, tremer, evitar eventos ou reuniões não é sinal de fraqueza, nem algo “sem explicação”, especialmente quando isso acompanha você desde a infância.
Na perspectiva psicológica, entendemos essas reações como formas que o organismo encontrou para se proteger diante do medo de julgamento, rejeição ou excesso de exigência. O corpo responde antes mesmo das palavras, e a evitação acaba funcionando como um alívio momentâneo, ainda que traga limitações com o tempo.
Mesmo quando esse padrão existe há muitos anos, ele não define quem você é. Ele fala de uma história, de experiências de contato e de como você aprendeu a se adaptar ao ambiente. E isso pode, sim, ser transformado.
A psicoterapia oferece um espaço seguro para ampliar a consciência dessas reações, escutar o corpo, compreender os sentimentos envolvidos e experimentar novas formas de estar em situações sociais, de maneira gradual e respeitosa.
Se quiser, posso te acompanhar nesse processo com uma escuta cuidadosa e um plano terapêutico individualizado.
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Como saber se preciso de terapia, remédio ou os dois
Como saber se preciso de terapia, remédio ou os dois
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma dúvida muito comum e legítima. A escolha entre psicoterapia, medicação ou a combinação dos dois depende de diversos fatores, como a intensidade dos sintomas, o impacto na rotina e a história emocional de cada pessoa.
De forma geral, a psicoterapia é indicada quando há sofrimento emocional, ansiedade, tristeza persistente, insegurança ou dificuldades nos relacionamentos. A medicação costuma ser avaliada quando os sintomas comprometem significativamente o funcionamento diário, sempre com acompanhamento médico. Em alguns casos, a combinação dos dois pode ser recomendada, pois a medicação ajuda a reduzir sintomas enquanto a terapia trabalha as causas e os padrões emocionais.
Não existe uma resposta única. Uma avaliação profissional é fundamental para compreender o que faz mais sentido em cada caso, e a psicoterapia pode inclusive ajudar a identificar se há necessidade de encaminhamento psiquiátrico.
Se quiser, posso te acompanhar nesse processo com uma avaliação cuidadosa e um plano terapêutico individualizado.
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Como dizer ‘não’ sem parecer grossa e sem me culpar depois?
Como dizer ‘não’ sem parecer grossa e sem me culpar depois?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Dizer “não” costuma ser difícil porque, para muitas pessoas, isso ativa medo de desagradar, de ser mal-interpretada ou de perder vínculos. Por isso, a dificuldade em dizer “não” geralmente não está ligada à falta de educação, mas a padrões de culpa, responsabilidade excessiva e medo de rejeição.
Alguns pontos importantes:
• Dizer “não” de forma saudável envolve clareza e respeito, não justificativas longas ou explicações defensivas.
• A culpa costuma aparecer quando a pessoa foi ensinada a priorizar o outro em detrimento de si mesma.
• Ser gentil não significa se anular (limites também são uma forma de cuidado com os relacionamentos.)
Aprender a dizer “não” sem se sentir culpada envolve fortalecer autoestima, trabalhar crenças como “sou egoísta se coloco limites” e desenvolver comunicação assertiva alinhada aos próprios valores.
A psicoterapia pode ajudar muito nesse processo, oferecendo um espaço seguro para compreender esses padrões e treinar limites de forma mais segura e coerente.
Se quiser, posso te acompanhar nesse desenvolvimento com uma escuta cuidadosa e um plano terapêutico individualizado.
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Psicoterapia ajuda na atenção e concentração? .
Psicoterapia ajuda na atenção e concentração? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a psicoterapia pode ajudar, e muito, nos processos de atenção e concentração.
Muitas dificuldades de concentração não estão relacionadas apenas à capacidade cognitiva, mas ao modo como a pessoa está emocionalmente. Quando há ansiedade, excesso de preocupação, tensão corporal, conflitos internos ou sobrecarga, a atenção tende a se fragmentar. A mente fica ocupada tentando dar conta de muitas coisas ao mesmo tempo, e o presente perde nitidez.
Na psicoterapia, especialmente a partir de uma escuta focada na experiência, é possível compreender como você se relaciona com suas tarefas, com o tempo, com as exigências e com as próprias emoções. À medida que aumenta a consciência do que está acontecendo no aqui e agora, a atenção tende a se organizar de forma mais natural.
O trabalho terapêutico também ajuda a identificar padrões de dispersão, interrupção de contato e evitação, além de favorecer uma presença mais inteira nas atividades do dia a dia.
Se a dificuldade de concentração estiver ligada a questões emocionais, relacionais ou existenciais, a psicoterapia pode ser um recurso muito importante para restaurar foco, clareza e continuidade.
Se quiser, posso te acompanhar nesse processo com uma avaliação cuidadosa e um plano terapêutico individualizado.
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Estou a tomar triticum 50 ao dormir posso deixar de tomar natural mente se me sentir melhor??
Estou a tomar triticum 50 ao dormir posso deixar de tomar natural mente se me sentir melhor??
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma dúvida muito importante. Mesmo que você esteja se sentindo melhor, não é recomendado suspender a medicação por conta própria, sem orientação médica.
A melhora dos sintomas nem sempre significa que o processo já foi concluído. Em muitos casos, interromper o uso de forma abrupta pode levar ao retorno dos sintomas ou a desconfortos físicos e emocionais. Por isso, qualquer ajuste ou suspensão deve ser feito de forma gradual e acompanhada por um médico, geralmente um psiquiatra.
Do ponto de vista psicológico, também é importante observar como você está se sentindo no corpo, nas emoções e na rotina como um todo. A medicação pode ajudar a estabilizar, enquanto a psicoterapia contribui para compreender o que levou ao sofrimento e fortalecer recursos internos para lidar com ele.
O ideal é conversar com o profissional que prescreveu a medicação e, se possível, associar esse cuidado a um acompanhamento psicológico, para que a decisão seja tomada com segurança e consciência.
Se quiser, posso te acompanhar nesse processo de escuta e cuidado emocional, em conjunto com o acompanhamento médico.
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Como posso fortalecer minha autoestima vivendo longe da minha rede de apoio?
Como posso fortalecer minha autoestima vivendo longe da minha rede de apoio?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Viver longe da rede de apoio pode, de fato, abalar nossa segurança emocional e o sentimento de pertencimento, e isso costuma refletir diretamente na autoestima. Mas o distanciamento também pode se tornar um momento importante de construção interna, desde que guiado com cuidado.
Alguns caminhos que podemos desenvolver juntos em terapia:
- Fortalecer sua identidade e autoconfiança (Trabalhamos o reconhecimento das suas qualidades, valores pessoais e histórias de competência).
- Reconstruir o senso de apoio — mesmo à distância (Desenvolvendo relações significativas, aprendendo a pedir ajuda, e criando vínculos que acolham sua realidade atual).
- Autocompaixão e diálogo interno saudável (Reduzindo autocrítica excessiva e construindo uma voz interna que sustenta, não que diminui).
- Estratégias práticas para a rotina emocional (Exercícios, escritas guiadas, pequenos rituais de cuidado emocional e monitoramento de pensamentos).
É totalmente possível fortalecer a autoestima mesmo distante fisicamente de quem você ama, e isso pode se tornar um processo de descoberta de força e autonomia muito bonito.
Se desejar, posso te acompanhar nessa construção com um plano terapêutico individualizado.
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Quais são os impactos emocionais mais comuns ao morar em outro país?
Quais são os impactos emocionais mais comuns ao morar em outro país?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Morar em outro país é uma experiência transformadora, cheia de possibilidades, mas também repleta de desafios emocionais. A mudança de contexto, cultura e rotina pode ativar diferentes sentimentos ao mesmo tempo.
Entre os impactos emocionais mais comuns estão:
• Saudade e sensação de desconexão da família, amigos e costumes conhecidos.
• Ansiedade e insegurança ao lidar com idioma, burocracias e novas responsabilidades.
• Solidão e dificuldade de pertencimento, especialmente no início da adaptação.
• Conflitos de identidade, como tentar conciliar raízes com a nova cultura.
• Culpa por estar longe, especialmente quando pessoas importantes ficam no país de origem.
• Estresse e sobrecarga emocional, por ser preciso recomeçar praticamente tudo do zero.
Por outro lado, esse processo também pode favorecer o crescimento psicológico: autonomia, resiliência, flexibilidade emocional e expansão de identidade.
A psicoterapia pode ajudar nesse momento, oferecendo um espaço seguro para elaborar emoções, fortalecer autoestima, desenvolver estratégias de adaptação e construir uma nova rede de apoio, mesmo longe de casa.
Se desejar, posso te acompanhar nesse processo de forma personalizada.
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Como lido com a ansiedade e a falta de sentido? .
Como lido com a ansiedade e a falta de sentido? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ansiedade e sensação de falta de sentido costumam caminhar juntas. Quando a vida perde significado, o corpo e as emoções entram em estado de alerta, como se algo importante estivesse faltando ou precisasse ser resolvido com urgência.
Do ponto de vista psicológico, a ansiedade muitas vezes surge quando estamos desconectados do que sentimos, desejamos ou valorizamos de verdade. A mente tenta dar conta desse vazio com preocupações, antecipações e cobranças, enquanto o corpo reage com tensão, inquietação e cansaço.
Lidar com isso não envolve apenas “controlar a ansiedade”, mas escutar o que ela está tentando comunicar. Perguntas como “o que tem me faltado?”, “onde tenho me afastado de mim?” e “o que hoje faz ou não faz sentido na minha vida?” costumam ser centrais nesse processo.
Na psicoterapia, trabalhamos o resgate do contato consigo mesmo, ampliando a consciência das emoções, das escolhas e da forma como você se relaciona com o mundo. À medida que esse contato se fortalece, o sentido tende a se reorganizar, e a ansiedade perde intensidade.
Se quiser, posso te acompanhar nesse processo com uma escuta cuidadosa e um plano terapêutico individualizado.
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Estou há dois anos com sintoma de Desrealização,tenho TAG e toc tem solução ainda ???
Estou há dois anos com sintoma de Desrealização,tenho TAG e toc tem solução ainda ???
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A sensação de desrealização pode ser muito angustiante, especialmente quando ela permanece por um período longo. Muitas pessoas descrevem essa experiência como uma sensação de estranhamento em relação ao ambiente, como se tudo estivesse distante, artificial ou “não totalmente real”. Isso costuma aparecer associado a quadros de ansiedade intensa, como o transtorno de ansiedade generalizada e o TOC.
Mesmo quando os sintomas já estão presentes há bastante tempo, isso não significa que não exista possibilidade de melhora. O organismo muitas vezes entra nesse estado como uma forma de lidar com níveis elevados de tensão e sobrecarga emocional. Com o tempo, essa resposta pode se tornar um padrão, mas padrões também podem ser compreendidos e transformados.
A psicoterapia pode ajudar a explorar como essa experiência aparece no seu dia a dia, quais situações aumentam ou diminuem a sensação de desrealização e como seu corpo e suas emoções reagem diante da ansiedade. À medida que se amplia a consciência sobre esses processos e se fortalecem recursos internos de regulação, muitas pessoas percebem redução significativa dos sintomas e retomada do senso de presença na própria vida.
Também é importante que o acompanhamento psicológico esteja integrado ao cuidado médico, especialmente quando já existe diagnóstico de ansiedade ou TOC.
Se quiser, posso te acompanhar nesse processo com uma escuta cuidadosa e um plano terapêutico individualizado.
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É normal ao acordar com um susto ter uma dor abdominal bem próximo ao estômago ficar com náuseas e o
É normal ao acordar com um susto ter uma dor abdominal bem próximo ao estômago ficar com náuseas e o coração ficar muito acelerado!
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, isso pode acontecer. Quando acordamos com um susto, o corpo pode entrar rapidamente em estado de alerta, como se estivesse diante de um perigo. Esse tipo de ativação envolve o sistema nervoso e pode gerar sintomas físicos como coração acelerado, náusea, desconforto abdominal e sensação de tensão.
Muitas vezes, essa reação está associada à ansiedade, ao acúmulo de estresse ou até a conteúdos emocionais que continuam ativos mesmo durante o sono. O corpo responde antes da mente organizar o que está acontecendo, e por isso a experiência pode ser intensa.
Se isso acontece de forma ocasional, tende a ser uma resposta do organismo que se regula com o tempo. Mas, se passa a ser frequente ou muito desconfortável, é importante olhar com mais atenção para o que pode estar ativando esse estado de alerta.
A psicoterapia pode ajudar a compreender esses sinais do corpo, identificar possíveis gatilhos emocionais e desenvolver formas mais seguras de lidar com essas ativações.
Também é importante considerar uma avaliação médica, especialmente se os sintomas forem intensos ou recorrentes, para descartar outras causas.
Se quiser, posso te acompanhar nesse processo com uma escuta cuidadosa e um plano terapêutico individualizado.
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tenho timidez e ansiedade.devo procurar um psicologo?.
tenho timidez e ansiedade.devo procurar um psicologo?.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Sim, procurar um psicólogo é muito indicado nesses casos.
A timidez e a ansiedade podem ser trabalhadas na terapia com estratégias que ajudam a compreender as causas, fortalecer a autoconfiança e desenvolver formas mais leves de lidar com as situações do dia a dia.
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), por exemplo, é bastante eficaz nesse tipo de processo.
Se desejar, estou à disposição para te ajudar nesse caminho.
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Qual tipo de psicologo devo procurar para tratar timidez , insegurança.?
Qual tipo de psicologo devo procurar para tratar timidez , insegurança.?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Para trabalhar questões como timidez e insegurança, o mais indicado é procurar um psicólogo clínico — especialmente aquele que atua com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), abordagem muito eficaz para desenvolver autoconfiança e habilidades sociais.
Em terapia, você aprenderá a compreender e transformar pensamentos e comportamentos que mantêm esses sentimentos.
Se desejar, posso te ajudar nesse processo.
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Tenho um histórico de relacionamentos abusivos. Depois do último, fiquei com receio de me relacionar
Tenho um histórico de relacionamentos abusivos. Depois do último, fiquei com receio de me relacionar pessoalmente com outros homens. Me fechei para outras relações e sinto falta dos dois últimos abusadores. Sei que isso não é normal. Qual especialista devo procurar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Entendo o quanto essa situação pode ser dolorosa — relacionamentos abusivos deixam marcas profundas e, muitas vezes, sentimentos confusos, como saudade misturada ao medo ou à culpa.
O profissional mais indicado para te ajudar é o psicólogo clínico, especialmente aquele que trabalha com Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), abordagem eficaz para compreender e transformar padrões emocionais e relacionais que se repetem.
A terapia pode te ajudar a resgatar sua autoestima, reconhecer limites saudáveis e reconstruir segurança emocional para se abrir novamente a vínculos afetivos.
Se desejar, estou à disposição para te acompanhar nesse processo com acolhimento e respeito ao seu ritmo.
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Perguntas frequentes
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Fiz uma cirurgia da bacia pelve com parafuso no acetábulo 38 dias após sinto estalos e dor quando pa
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