Perguntas do paciente (18)
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Qual é o papel da família no diagnóstico e na adesão ao tratamento no Transtorno Afetivo Bipolar (TA
Qual é o papel da família no diagnóstico e na adesão ao tratamento no Transtorno Afetivo Bipolar (TAB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A família desempenha um papel crucial tanto no diagnóstico quanto na adesão ao tratamento do Transtorno Afetivo Bipolar (TAB). Como o TAB envolve períodos de mania (ou hipomania) e depressão, o apoio familiar pode ser determinante para identificar sintomas, apoiar a pessoa ao longo do tratamento e ajudar a prevenir recaídas. A seguir, algumas formas pelas quais a família pode ajudar:
1. Observação e Relato de Sintomas
A família pode observar mudanças comportamentais e emocionais que a pessoa com TAB pode não perceber. Isso inclui: Identificar e relatar comportamentos típicos de episódios maníacos, como impulsividade, hiperatividade e irritabilidade.
Reconhecer sinais de depressão, como tristeza profunda, falta de energia e isolamento.
Informar o médico ou terapeuta sobre esses sintomas pode facilitar um diagnóstico mais rápido e preciso.
2. Apoio na Adesão ao Tratamento
Manter a adesão ao tratamento é fundamental para a estabilização do TAB, e a família pode ajudar de várias maneiras: Promover a regularidade no uso de medicações: Lembrar a pessoa de tomar a medicação, monitorar possíveis efeitos colaterais e encorajar a continuidade mesmo durante períodos de melhora. Facilitar a ida a consultas médicas e terapia: A família pode ajudar no transporte e no agendamento de consultas, além de incentivar a participação ativa em sessões de psicoterapia. Encorajar o autocuidado: Incentivar práticas saudáveis, como a alimentação equilibrada, atividade física e um padrão de sono regular, pode ajudar a prevenir oscilações de humor.
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Quais os sintomas ou sinais que indicam um problema de saúde mental?
Quais os sintomas ou sinais que indicam um problema de saúde mental?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinais e sintomas de problemas de saúde mental podem variar amplamente dependendo do tipo de transtorno e da gravidade, mas alguns indícios gerais podem sugerir que uma pessoa está passando por dificuldades nessa área. Estes sinais incluem:
Mudanças de humor intensas e persistentes: Alterações de humor frequentes, como tristeza profunda, irritabilidade excessiva ou euforia descontrolada, que duram por um período prolongado e interferem na vida diária.
Isolamento social: Evitar interações sociais, se afastar de amigos e familiares, e perder o interesse em atividades que antes traziam prazer são comportamentos comuns quando alguém está enfrentando um problema de saúde mental.
Alterações no sono e no apetite: Dificuldades para dormir (insônia) ou dormir em excesso (hipersonia) podem ser sinais de distúrbios como ansiedade e depressão. Mudanças no apetite — tanto comer em excesso quanto perder o apetite — também são sintomas comuns.
Fadiga e baixa energia: Sentir-se constantemente cansado e sem energia, mesmo após descansar, pode ser um sinal de depressão ou de outro problema de saúde mental.
Dificuldade de concentração e memória: Problemas para se concentrar, tomar decisões ou lembrar de coisas podem indicar estresse, ansiedade, ou outras questões de saúde mental.
Sentimentos de desesperança ou inutilidade: Sentir-se sem valor, acreditar que nada vai melhorar, ou ter pensamentos de desesperança são indícios importantes de que algo não está bem.
Comportamentos autodestrutivos: Inclui automutilação, abuso de substâncias (álcool e drogas), compulsões, e outros comportamentos prejudiciais. Esses comportamentos podem ser uma forma de lidar com a dor emocional.
Ansiedade e preocupações excessivas: Preocupações constantes e irracionais com o futuro, com a saúde ou com outros aspectos da vida, acompanhadas de sintomas físicos como palpitações, sudorese, e sensação de pânico.
Alterações na percepção e na realidade: Ver ou ouvir coisas que não estão presentes (alucinações), ter crenças distorcidas sobre a realidade (delírios), e suspeitar excessivamente das pessoas podem ser sinais de psicose ou outros transtornos graves.
Mudanças no desempenho escolar ou profissional: Uma queda significativa no desempenho, faltas frequentes ou um desinteresse repentino pelas atividades podem indicar problemas de saúde mental.
Dificuldades em manter relacionamentos: Problemas em se conectar emocionalmente com outras pessoas, conflitos frequentes e sentimentos de inadequação nos relacionamentos são sinais de alerta.
Esses sinais e sintomas podem ocorrer em conjunto e variar em intensidade. Se eles persistirem por um período prolongado e impactarem negativamente a vida cotidiana, é importante buscar ajuda de um profissional de saúde mental.
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Quais são as características do Transtorno de personalidade obsessivo-compulsiva?
Quais são as características do Transtorno de personalidade obsessivo-compulsiva?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Transtorno de Personalidade Obsessivo-Compulsiva (TPOC) é caracterizado por um padrão persistente de preocupação com ordem, perfeccionismo e controle, muitas vezes às custas da flexibilidade, abertura e eficiência. Diferente do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), o TPOC não envolve necessariamente obsessões e compulsões, mas sim comportamentos e pensamentos rígidos e perfeccionistas que afetam o modo de vida e as relações pessoais. As principais características incluem:
Perfeccionismo excessivo: As pessoas com TPOC têm um alto padrão de perfeição, o que pode dificultar a conclusão de tarefas, pois sempre acreditam que há algo a melhorar. Esse perfeccionismo pode afetar seu desempenho, pois passam muito tempo revisando detalhes.
Preocupação com regras, organização e controle: Elas tendem a se fixar em detalhes, listas, ordens e rotinas a ponto de perder o propósito original de uma atividade. A necessidade de controle pode dificultar a delegação de tarefas ou o trabalho em grupo.
Rigidez e inflexibilidade: Demonstram resistência a mudanças e preferem manter rotinas. Têm dificuldade em adaptar-se a situações novas ou imprevistas e podem ser muito insistentes em que as coisas sejam feitas da maneira que consideram correta.
Excesso de dedicação ao trabalho e produtividade: Costumam ser muito focadas no trabalho e em tarefas, a ponto de negligenciarem atividades de lazer, relacionamentos e momentos de relaxamento. Acreditam que a eficiência e o sucesso são prioritários e que o lazer é uma perda de tempo.
Dificuldade em descartar objetos: Muitas pessoas com TPOC acumulam itens ou objetos, mesmo que sejam desnecessários, porque acreditam que podem ter utilidade no futuro ou têm receio de se desfazer de algo que possa fazer falta.
Relutância em delegar tarefas: Elas frequentemente têm dificuldade em confiar nos outros para realizarem tarefas, preferindo fazer tudo sozinhas para garantir que o resultado seja “perfeito” ou da maneira que consideram adequada.
Pensamento moral rígido e julgamento crítico: Podem ter valores morais e éticos bastante elevados, esperando que outros sigam suas normas. Julgam as pessoas de maneira crítica se acham que elas não estão de acordo com seus padrões.
Essas características podem causar dificuldades significativas nos relacionamentos pessoais e profissionais, já que a rigidez e o perfeccionismo excessivo podem ser percebidos como controladores ou críticos pelos outros. A terapia, como a terapia cognitivo-comportamental, pode ajudar a desenvolver estratégias para flexibilizar esses padrões de pensamento e comportamento.
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Gostaria de saber o que é considerado altas habilidades?
Gostaria de saber o que é considerado altas habilidades?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Altas habilidades, também conhecidas como superdotação, referem-se a capacidades intelectuais, criativas, artísticas ou de liderança acima da média, que se destacam em comparação com outras pessoas da mesma idade, experiência ou ambiente. Pessoas com altas habilidades costumam demonstrar um desempenho superior em áreas específicas ou em uma variedade de habilidades. Elas apresentam características como:
Alta capacidade de aprendizagem: Aprendem rapidamente e com profundidade, compreendendo conceitos complexos com facilidade.
Curiosidade intensa: Demonstram interesse em explorar e entender o mundo ao seu redor, frequentemente fazendo perguntas e buscando novas informações.
Criatividade e inovação: Têm uma maneira original de pensar e criar, frequentemente propondo soluções novas para problemas.
Capacidade de liderança: Possuem habilidades de liderança natural e frequentemente assumem papéis de liderança em grupos ou atividades.
Interesse por temas avançados: Mostram interesse por assuntos mais complexos ou avançados para a idade, como temas acadêmicos, filosóficos ou sociais.
Pessoas com altas habilidades podem se destacar em áreas como matemática, ciências, artes, música, ou até mesmo em habilidades interpessoais. No entanto, essas habilidades podem também trazer desafios, como dificuldades de adaptação social ou frustração ao enfrentar atividades menos desafiadoras. Por isso, é comum que elas precisem de apoio educacional e emocional específico para desenvolver seu potencial de forma saudável.
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tive uma crise de ansiedade semana passada, com isso nos dias seguintes depois do ocorrido tive algu
tive uma crise de ansiedade semana passada, com isso nos dias seguintes depois do ocorrido tive algumas reações, por exemplo quando eu ia me deitar para dormir meus musculos da cabeça e do braço começavam a tremer como se eu estivesse com medo ou com frio, outra coisa é peso nas pernas sem vontande de andar, e um peso na cabeça, já lidei com um transtorno chamado "Despersonalização / Desreleição" pois eu sentia que não estava em um mundo real, mas agora mudou, mas hoje estou sentindo esses cansaços, depois de uma crise é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É bastante comum que, após uma crise de ansiedade, o corpo continue a manifestar sinais físicos, como os que você está descrevendo. A ansiedade provoca uma resposta de “luta ou fuga” no corpo, liberando hormônios como a adrenalina e o cortisol, que podem deixar uma sensação de tensão física e cansaço mesmo dias depois do episódio. Aqui estão algumas explicações sobre o que você está sentindo: Tremores musculares : Após uma crise de ansiedade, os músculos podem permanecer tensos, e o corpo pode reagir aos tremores, especialmente durante momentos de relaxamento, como ao deitar para dormir. Isso ocorre porque o sistema nervoso ainda está “descarregando” o estresse.Sensação de peso nas pernas e cabeça : O cansaço físico e mental é comum após um episódio de ansiedade, pois a crise consome muita energia. A sensação de peso nas pernas pode estar ligada ao esforço do corpo para se recuperar do estresse. A pressão na cabeça também pode ser um sintoma de tensão muscular ou cefaleia tensional, que muitas vezes segue crises de ansiedade.
Sensação de irrealidade (Despersonalização/Desrealização):
Esses sintomas podem sim ser normais após uma crise de ansiedade. No entanto, é importante cuidar de si mesmo e buscar estratégias que ajudem a reduzir o impacto do estresse:
Técnicas de relaxamento:
Atividade física nível:
Dormir bem: Tente
Falar com um terapeuta:
Se precisar de mais dicas ou orientações, estou à disposição!
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Olá! Me chamo Aline.E todas as manhãs eu esculto o toque do meu despertador antes dele t
Olá! Bom dia.
E todas as manhãs eu esculto o toque do meu despertador antes dele tocar, tipo uma horas antes e depois que toca eu desativo e ele fica tocando bastante tempo(na minha cabeça). É horrível! O que devo fazer ?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está descrevendo pode ser uma mistura de ansiedade relacionada ao sono e talvez uma hipersensibilidade ao som do despertador. Aqui vão algumas dicas para melhorar essa situação:
Tente trocar o som do despertador : Às vezes, um som muito agressivo ou ansioso pode nos deixar em estado de alerta. Tente mudar para um tom mais suave ou relaxante.
Estabeleça uma rotina de relaxamento antes de dormir : Tente incluir atividades calmantes, como leitura, meditação ou respiração profunda, para reduzir a ansiedade. Isso pode ajudar a evitar acordar horas antes do alarme.
Verifique a qualidade do seu sono : Se você está acordando repetidamente ou se sente muito alerta antes do despertador, pode estar relacionado à qualidade do sono. Tente revisar sua higiene do sono, como evitar telas antes de dormir e criar um ambiente escuro e silencioso.
Desative a função "soneca" : Caso você tenha o hábito de adiar o alarme várias vezes, tente se levantar imediatamente na primeira vez que ele tocar, mesmo que seja difícil. Pode ser útil deixar o celular longe da cama para forçá-lo a levantar.
Evite cafeína e outros estimulantes : O consumo de cafeína à tarde ou à noite pode atrapalhar o ciclo do sono, fazendo você acordar mais alerta do que gostaria.
Se isso persistir ou piorar, pode ser interessante falar com um profissional para investigar mais profundamente as causas subjacentes, como a ansiedade ou outros fatores que podem estar afetando o seu sono.
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Faço terapia há 2 anos e tenho uma ótima relação com minha terapeuta, e ela me ajudou até onde está
Faço terapia há 2 anos e tenho uma ótima relação com minha terapeuta, e ela me ajudou até onde está o alcance dela. Desses dois anos, mais 6 anos foram usando várias medicações que não surtiram nenhuma melhora, nada, não ajudou em nada. Fui diagnosticado com depressão resistente e simplesmente não sei o que fazer. As crises estão cada vez piores e tenho medo de não resistir. Como a psicologia lida em casos como esse? Que outros recursos posso procurar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Lidar com depressão resistente pode ser desafiador. Além da terapia convencional, é importante considerar recursos adicionais. Isso inclui consultar um psiquiatra especializado, explorar terapias alternativas como TCC ou mindfulness, participar de grupos de apoio e adotar um estilo de vida saudável. Explorar novas abordagens terapêuticas, como acupuntura ou meditação, também pode ser útil. Mantenha-se em contato próximo com sua equipe de saúde mental para encontrar o melhor plano de tratamento para você.
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O que devo fazer já que tenho medo social ? Devo arrumar um trabalho primeiro ou procurar um profiss
O que devo fazer já que tenho medo social ? Devo arrumar um trabalho primeiro ou procurar um profissional para depois tentar arrumar um trabalho?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Lidar com o medo social pode ser desafiador, mas existem passos que você pode tomar para superá-lo. Primeiramente, buscar ajuda profissional, como um psicólogo ou terapeuta, pode ser fundamental. Eles podem ajudá-lo a entender a origem do seu medo, desenvolver estratégias para lidar com ele e construir sua confiança social aos poucos. Além disso, praticar técnicas de relaxamento, desafiar pensamentos negativos, estabelecer metas realistas e buscar apoio de amigos e familiares são medidas importantes. Quanto à busca por trabalho, pode ser útil abordar simultaneamente a procura de emprego e de ajuda profissional, se possível. Assim, você pode trabalhar para superar o medo social enquanto avança em sua carreira.
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Minha namorada se sente inferior, como se ela não fosse "boa o suficiente" pra estar comigo. Ela diz
Minha namorada se sente inferior, como se ela não fosse "boa o suficiente" pra estar comigo. Ela diz que se sente me privando de um relacionamento bom, e que estou acorrentado a ela, que é "doente"
Já tentei dizer pra ela começar acompanhamento psicológico mas ela diz que isso não vai resolver e que esse pensamento não vai mudar.
O que eu posso fazer pra resolver essa situação?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É difícil lidar com sentimentos de inadequação em um relacionamento, tanto para quem os experimenta quanto para quem está ao lado da pessoa que os sente. Aqui estão algumas sugestões que podem ajudar a abordar essa situação:
1. **Comunicação aberta e empática**: Mantenha o diálogo aberto com sua namorada. Ouça atentamente suas preocupações e demonstre empatia. Evite julgamentos e procure compreender o que está por trás de seus sentimentos de inadequação. 2. **Reafirme seu amor e apoio**: Faça questão de mostrar que você a ama e a valoriza pelo que ela é. Destaque suas qualidades e elogie suas realizações. Reforce que você escolheu estar com ela e que não vê sua presença como um fardo. 3. **Encoraje a busca por ajuda profissional**: Embora sua namorada possa estar resistente à ideia de terapia, é importante incentivá-la a considerar a possibilidade. Explique que a terapia pode oferecer ferramentas e estratégias para lidar com os sentimentos de inadequação e ajudá-la a desenvolver uma visão mais positiva de si mesma e do relacionamento. 4. **Mostre sua confiança nela**: Demonstre que você confia em suas capacidades e em sua força interior. Incentive-a a se envolver em atividades que a façam sentir-se bem consigo mesma e que promovam sua autoestima. 5. **Seja paciente e compreensivo**: Mudanças de pensamento e comportamento levam tempo. Esteja preparado para um processo gradual e esteja presente para apoiá-la ao longo do caminho, mesmo que haja recaídas ou momentos difíceis. 6. **Evite alimentar inseguranças**: Reforce positivamente o relacionamento e evite situações que possam desencadear ou reforçar sentimentos de inadequação. Isso inclui evitar comparações com relacionamentos passados, manter a transparência e a confiança na comunicação e não reforçar inseguranças de forma inadvertida. 7. **Procure apoio para si mesmo**: Lidar com os desafios emocionais de um parceiro pode ser desgastante. Considere procurar seu próprio suporte emocional, seja conversando com amigos de confiança ou considerando aconselhamento terapêutico para ajudá-lo a lidar com suas próprias emoções e preocupações. Por fim, é importante lembrar que você não pode "consertar" os sentimentos de inadequação de sua namorada, mas pode oferecer apoio e encorajamento ao longo do processo de busca por soluções. Se os sentimentos dela persistirem ou causarem um impacto significativo no relacionamento, pode ser útil buscar a orientação de um profissional de saúde mental.
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Tenho dificuldade de decidir minha vida deixar uma pessoa ele perto naobgosto ele longe sinto falta
Tenho dificuldade de decidir minha vida deixar uma pessoa ele perto naobgosto ele longe sinto falta e isso ele me calsa problemas porque não consigo ficar quieta num lugar
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo que enfrentar essa dificuldade de decidir sobre sua vida pode ser um desafio emocional complexo. É interessante notar como a presença ou ausência dessa pessoa afeta suas emoções e o equilíbrio emocional. A psicologia pode ser uma ferramenta valiosa para te ajudar a explorar esses sentimentos, entender as raízes dessas dificuldades e desenvolver estratégias para lidar com elas de maneira mais assertiva. Ao buscar a orientação de um psicólogo, você terá a oportunidade de refletir sobre suas experiências, compreender padrões de comportamento e sentimentos, além de receber suporte para tomar decisões mais conscientes em relação à sua vida e relacionamentos. Juntos, podem explorar maneiras de lidar com a inquietação e os desafios associados a essa dificuldade de decidir. Estou à disposição para continuar essa conversa ou fornecer mais informações sobre como a psicologia pode auxiliar nesse processo.
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Oi! acontece que eu tenho medo de ventos e seus assobios, as janelas batendo com ele e as árvores ba
Oi! acontece que eu tenho medo de ventos e seus assobios, as janelas batendo com ele e as árvores balançando, tenho isso desde pequena. Uma vez eu estava tão desesperada que acabei empurrando a janela no meio da tempestade e ela caiu do segundo andar onde eu moravakkkk.
Isso não pode ser trauma pois na situação ocorrida eu estava desesperada. Também odeio o barulho da lava-roupas batendo. Eu posso ter sinais de autismo?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi! Entendo que você tem uma sensibilidade particular em relação aos ventos e a alguns ruídos, como o da lava-roupas. É importante destacar que ter medo de ventos e desconforto com certos barulhos não é necessariamente um sinal de autismo.
O autismo é um espectro de condições neurológicas que afeta o comportamento, a comunicação e a interação social. Os sinais de autismo geralmente se manifestam em múltiplas áreas da vida e não estão diretamente ligados a temores específicos.
No seu caso, parece mais uma sensibilidade sensorial específica do que um indicativo de autismo. Sensibilidades sensoriais podem variar de pessoa para pessoa e não são exclusivas de pessoas com autismo. Se você estiver preocupada com suas sensibilidades ou se elas estiverem afetando significativamente sua qualidade de vida, é sempre uma boa ideia procurar a orientação de um profissional de saúde mental. Um psicólogo ou psiquiatra pode ajudar a entender melhor suas preocupações e oferecer estratégias para lidar com elas.
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o que fazer ou como agir com uma pessoa que tem alexitimia?
o que fazer ou como agir com uma pessoa que tem alexitimia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Lidar com uma pessoa que tem alexitimia pode exigir compreensão e paciência, já que ela pode ter dificuldades em identificar e expressar emoções. Aqui estão algumas sugestões sobre como agir: Seja claro e direto: Pessoas com alexitimia podem ter dificuldades em interpretar expressões faciais e emoções, por isso é útil ser claro e direto ao se comunicar. Evite comunicação ambígua e use linguagem clara. Demonstre empatia: Embora a pessoa com alexitimia possa ter dificuldade em expressar emoções, isso não significa que ela não as sinta. Mostre empatia e esteja presente para ela, mesmo que não haja uma expressão emocional evidente. Ofereça apoio prático: Em vez de perguntar diretamente sobre emoções, concentre-se em oferecer apoio prático. Pergunte sobre as necessidades básicas e como você pode ajudar em situações específicas.
Respeite o espaço pessoal: Algumas pessoas com alexitimia podem preferir manter um espaço pessoal maior. Respeite isso e evite pressioná-las a compartilhar emoções se não estiverem confortáveis. Encoraje a busca por ajuda profissional: Se a pessoa estiver aberta, encoraje-a a procurar a orientação de um profissional de saúde mental. Psicoterapia pode ser útil para aprender a identificar e lidar com emoções. Compreenda a limitação emocional: Reconheça que a capacidade de reconhecer e expressar emoções pode ser limitada. Evite interpretar a falta de expressão emocional como falta de interesse ou indiferença. Lidar com a alexitimia pode ser desafiador, mas cultivar a compreensão e a aceitação pode contribuir para relacionamentos mais saudáveis.
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Devaneio excessivo pode ser causado pela Fobia social?
Devaneio excessivo pode ser causado pela Fobia social?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O devaneio excessivo, também conhecido como transtorno de devaneio excessivo (TDE) ou transtorno de fantasia, é caracterizado por uma incapacidade de parar de fantasiar ou de se perder em pensamentos e imaginação, muitas vezes às custas das atividades diárias e do funcionamento normal. Enquanto a fobia social envolve um medo intenso e persistente de situações sociais ou de interação com outras pessoas, não é considerada uma causa direta do devaneio excessivo. No entanto, é importante notar que transtornos de ansiedade, incluindo a fobia social, podem contribuir para a intensificação do devaneio excessivo em algumas pessoas. Por exemplo, alguém com fobia social pode recorrer ao devaneio excessivo como uma forma de evitar enfrentar situações sociais temidas, usando a fantasia como um refúgio temporário da ansiedade e do desconforto social. Além disso, indivíduos com transtornos de ansiedade em geral podem apresentar uma tendência aumentada ao devaneio excessivo como uma forma de lidar com o estresse emocional e as preocupações. Portanto, embora a fobia social não seja uma causa direta do devaneio excessivo, pode haver uma relação entre os dois, especialmente quando consideramos os mecanismos de enfrentamento e as formas como as pessoas lidam com o estresse emocional.
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Oii.. ano passado no mês de setembro tive um problema entre família," brigas" depois em dezembro com
Oii.. ano passado no mês de setembro tive um problema entre família," brigas" depois em dezembro comecei a sentir falta de ar, taquicardia,um aperto no peito,tonturas,tremores e um grande desânimo onde não tinha vontade de fazer nada, busquei ajuda e fui diagnosticada com ansiedade,e também depressão...o problema não são os sintomas mais sim eu não aceitar essa ansiedade e depressão, isso de não aceitar piora meu dia a dia oque faço ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Embora tratados muitas vezes como rótulos, os diagnósticos não são sentenças definitivas. São palavras utilizadas para identificar uma série de sintomas, não determinando seu destino. A partir desse ponto, compreendo a importância de proporcionar um espaço para que você possa expressar tanto os sintomas quanto os diagnósticos, reconhecendo você como uma pessoa única, com uma história, sonhos e, por acaso, um diagnóstico. A psicoterapia pode ser um recurso valioso para ajudá-lo a compreender melhor tudo isso, explorando o peso dessas palavras e considerando como os sintomas se relacionam com os momentos de vida que você está atravessando. Espero que essas palavras possam oferecer algum auxílio. Em todo caso, estou à disposição para qualquer conversa que desejar ter.
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a ansiedade faz a gente sentir os sintomas no dia a dia? como sei diagnósticar se é ansiedade mesmo?
a ansiedade faz a gente sentir os sintomas no dia a dia? como sei diagnósticar se é ansiedade mesmo? todos os médicos falam que é, mais eu fico insegura, e com medo de tomar o remédio para ansiedade e não ser ansiedade, ser outra coisa, o que fazer? me ajudem.
Sinto muita tontura no dia a dia, umas dores no peito, garganta meio que da um sensação de está fechando, me ajudemRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! A ansiedade pode gerar não apenas sintomas emocionais, mas também manifestações físicas, e os sintomas que você descreveu podem estar relacionados a esse quadro. É crucial refletir sobre o motivo pelo qual não se sente confortável em iniciar a medicação, especialmente quando vários médicos concordaram com o mesmo diagnóstico. Recomendo que considere procurar a orientação de um psicólogo para um acompanhamento mais aprofundado do seu caso. A partir desse suporte, caso necessário, poderá ser encaminhada para um psiquiatra, possibilitando assim uma abordagem integrada e mais abrangente. Estou aqui para apoiar no que precisar.
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Ola tudo bem? Eu sofro com TAG e gostaria de saber se ele pode causar dores de cabeça e cansaço, por
Ola tudo bem? Eu sofro com TAG e gostaria de saber se ele pode causar dores de cabeça e cansaço, por exemplo tive uma crise passou fui dormir, dormi bem mas acordei cansado e com dores tipo exausto, eu li em algum lugar q isso pode ser por causa dos remédios que uso pro tratamento também.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É verdade, o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) pode manifestar sintomas físicos, como dores de cabeça e cansaço. A ansiedade crônica pode resultar em tensão muscular e aumento da atividade cerebral, o que, por sua vez, contribui para dores de cabeça. Além disso, a constante ansiedade pode ser desgastante para o corpo, levando a sentimentos de fadiga e exaustão. Os medicamentos utilizados no tratamento do TAG também podem influenciar a sensação de cansaço e exaustão. Alguns ansiolíticos ou antidepressivos, por exemplo, podem ter efeitos colaterais que afetam o sono e a energia durante o dia. Caso esteja preocupado(a) com os efeitos da medicação, é fundamental discutir essas questões com seu médico. Ressalto a importância de nunca interromper o uso de medicamentos sem a devida orientação profissional.
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meu namorado passou por um período de depressão, tomou remédio, teve alguns efeitos colaterais, como
meu namorado passou por um período de depressão, tomou remédio, teve alguns efeitos colaterais, como falta de libido. Nesse período ficamos sem relação por uns meses, mas sempre envolvidos , companheiros. Porem ele começou a ficar diferente, frio, dizia q sentia um vazio, ausencia de sentimentos, e apos a retirada dos medicamentos ele perdeu a atração por mim. Diz que gosta porém não sente atração. Não sente nada. Agora esta fazendo terapia pois ele sente que criou um bloquei emocional , mental e ate sexual por mim. Isso existe, é possivel um bloqueio desse? Pois ele diz que me acha linda, que tenho um corpo lindo mas ele não sente o desejo, as vezes ele diz que parece um bloqueio ou uma maldição é a palavra q ele usa. Ele está ficando muito pressionado e sofre c isso, pois nos dávamos muito bem em tudo. Agora não sabemos o que fazer. Existe tratamento? terapia? tem solução ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que essa situação esteja sendo desafiadora para ambos. O impacto dos medicamentos antidepressivos na libido é um efeito colateral conhecido, mas é positivo que seu namorado esteja buscando ajuda através da terapia para lidar com o bloqueio emocional e mental que ele sente. Sim, é possível que eventos, como a depressão e os efeitos colaterais dos medicamentos, possam criar um bloqueio emocional e afetar a atração e a intimidade em um relacionamento. O processo de recuperação pode levar tempo, e é encorajador que ele esteja disposto a enfrentar isso através da terapia.
A terapia pode ser uma ferramenta valiosa para explorar os sentimentos subjacentes, entender o bloqueio e aprender estratégias para superá-lo. Terapeutas especializados em saúde sexual ou terapia de casal podem ser particularmente úteis nesse contexto. Além disso, é importante que ambos comuniquem abertamente suas necessidades, preocupações e expectativas durante esse processo. A compreensão mútua e o apoio emocional são essenciais para enfrentar os desafios que surgem em um relacionamento. Se o problema persistir, mesmo após a terapia, pode ser útil consultar um médico para avaliar se há questões físicas envolvidas. No entanto, muitas vezes, problemas emocionais e psicológicos podem ser tratados eficazmente com o suporte adequado.
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Estou com um problema a anos tenho 25 anos e sempre que fico ansioso, nervoso ou entediado. Meu pes
Estou com um problema a anos tenho 25 anos e sempre que fico ansioso, nervoso ou entediado.
Meu pescoço do lado esquerdo começa a dar um desconforto/uma agonia e para diminuir eu preciso contrair o músculo puxando o canto da boca pro lado, e a mesma agonia na axila do mesmo lado que preciso ficar levantando o braço. Sofro com isso metade do dia, qual médico preciso procurar para resolver esse problemaRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Parece que os sintomas são psicossomáticos. Você pode optar por consultar um psiquiatra se deseja apenas aliviar os sintomas com medicamentos. Mas acredito que seria essencial procurar um psicólogo para focar na origem do sintoma e como superar essa dificuldade. Estou disponível para um acompanhamento.
Perguntas frequentes
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Cansaço e fadiga após perder 5kg não intencional em menos de dois meses. O que fazer?
A perda ponderal não intencional sempre merece uma investigação, e essa investigação…