Perguntas do paciente (4)

  • Passei por Uma fase bem difícil na minha vida, de enfrentar traumas escondidos da adolescência que e

    Passei por Uma fase bem difícil na minha vida, de enfrentar traumas escondidos da adolescência que estavam afetando a minha vida como adulta.
    Na época não tinha condições de arcar com psicólogo, então, por um longo período, Fui superando com ajuda de familiares, Amigos já bem mais velhos, com mais experiência de vida, exercícios de meditação e de Deus (sou cristã) . Hoje sinto que finalmente estou conseguindo de fato superar e seguir em frente, com alegria e alívio. Mesmo assim devo me consultar com psicólogo pra tratar tudo isso de novo? Tenho medo de voltar a Estaca Zero, de revisitar essas memórias, e mesmo tendo ressignificado-as, aceitando o que aconteceu e agindo diferente, o psicólogo me fazer ter um olhar pior sobre o que aconteceu do que o que eu realmente enxergo hoje.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bruna Capozzi

    Olá! Sinto que você tenha experenciado essas situações e, ao mesmo tempo, que bom que encontrou recursos para cuidar dessas questões e ficar melhor.
    O primeiro ponto que acho importante destacar é que a a terapia é um lugar de acolhimento em que podemos tratar questões como essas e também outras que estejam presentes.
    Tratar essas questões na terapia dependerá do quanto você percebe que ainda há resquícios dessas situações na sua vida e como elas tem impactado o seu dia a dia. Então, a resposta para sua questão é: depende do seu processo até aqui.
    Vale ressaltar também que o processo terapêutico é único e que olhar novamente para essas situações vão ampliar o seu entendimento da situação, de como você se sente em relação à ela e o que pode ser feito a partir dela.
    Espero ter ajudado! Estou por aqui, caso seja importante para você seguir nesta jornada de autoconhecimento.


  • Olá! E quando a mãe tem o filho como “marido/homem” mas sem desejo real em ter relações sexuais , ma

    Olá! E quando a mãe tem o filho como “marido/homem” mas sem desejo real em ter relações sexuais , mas todos os movimentos de enxerga-lo como homem dela e não filho? Também é complexo de Édipo, ou tem outro nome?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bruna Capozzi

    Olá! Espero que esteja bem. Sua questão me faz pensar que mais importante que dar esse nome é pensar como essa situação impacta o dia a dia dessa família.
    É bastante importante que essa mãe busque atendimento psicológico para compreender como a dinâmica familiar está acontecendo e perceber quais os prejuízos tanto ela quanto o filho têm passado devido essa centralidade no filho.
    O processo terapêutico será essencial para cuidar de uma situação como essa. Espero ter ajudado e fico à disposição para ajudar


  • A exposição gradual e mais eficaz que a visualização em situação de medo extremo?

    A exposição gradual e mais eficaz que a visualização em situação de medo extremo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bruna Capozzi

    Olá! Pelo o que entendi, seu questionamento refere-se a como o medo de algo pode ser trabalhado na psicoterapia.
    É muito importante compreender como esse medo impacta o dia a dia, quais contextos, quais consequências ele gera para trabalhar estratégias para lidar melhor com ele.
    A exposição gradual entendida como a dessensibilização sistemática é bastante eficaz para o tratamento do medo, ela tem resultados importantes por se estabelecer enquanto processo, buscando um novo entendimento de como lidar com o medo.
    Espero ter ajudado!


  • Preciso iniciar terapia mas tenho dúvidas em relação ao tipo de abordagem do psicólogo. Existe um ti

    Preciso iniciar terapia mas tenho dúvidas em relação ao tipo de abordagem do psicólogo. Existe um tipo mais adequado para pessoas apáticas e dificuldades em socialização?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Bruna Capozzi

    Muitas pessoas têm essa dúvida. Faço duas ponderações sobre essa dúvida:
    1 - Todas as abordagens têm como objetivo favorecer o autoconhecimento, acolher os sentimentos e apoiar o paciente na criação de recursos para ter sua autonomia restaurada. Não vejo uma abordagem melhor do que a outra.
    2 - Considero que mais importante do que a abordagem é o vínculo terapêutico entre o paciente e o profissional. Esse aspecto é que permitirá entrega, presença e confiança no processo terapêutico.


Perguntas frequentes

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