Perguntas do paciente (107)

  • É possível um esquizofrénico ( sexo feminino) ter filhos sem muitas dificuldades e sem perigo para o

    É possível um esquizofrénico ( sexo feminino) ter filhos sem muitas dificuldades e sem perigo para o bebé?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruno Bueno de Castro Setti

    Uma pessoa diagnosticada com esquizofrenia pode ter filhos, mas existem algumas considerações a serem levadas em conta. A gravidez e o parto podem ser fisicamente desafiadores e emocionalmente estressantes, o que pode potencialmente desencadear sintomas da esquizofrenia ou torná-los mais severos.

    Em termos de medicamentos, alguns antipsicóticos podem ter efeitos adversos na gravidez e no feto. É importante que a mulher converse com seu médico ou psiquiatra para que possa fazer uma análise cuidadosa dos riscos e benefícios do uso desses medicamentos durante a gravidez.

    Além disso, é importante que haja um forte sistema de apoio disponível para ajudar a mulher durante a gravidez, o parto e a criação dos filhos. Isso pode incluir terapeutas, médicos, parceiros, amigos e familiares.

    Lembrando, cada caso é único e estas são apenas algumas considerações gerais. A mulher deve sempre procurar orientação médica para discutir suas circunstâncias específicas e obter a melhor orientação para sua situação.


  • Como conviver com um esquizofrenico extremamente negativo delirante e intimidador....por vezes agres

    Como conviver com um esquizofrenico extremamente negativo delirante e intimidador....por vezes agressivo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruno Bueno de Castro Setti

    Conviver com alguém que tem esquizofrenia, especialmente quando eles são negativos, delirantes, intimidantes e até mesmo agressivos, pode ser muito desafiador. Aqui estão algumas sugestões:

    1. **Educação**: Entender a esquizofrenia pode ajudar a compreender e lidar melhor com os comportamentos desafiadores. Existem muitos recursos disponíveis, incluindo livros, sites e grupos de apoio.

    2. **Procure ajuda profissional**: Se a pessoa não estiver recebendo tratamento, encoraje-a a procurar ajuda profissional. Um médico ou terapeuta pode ser capaz de ajudar a controlar seus sintomas. Se a pessoa já está em tratamento, compartilhe suas preocupações com o profissional de saúde mental.

    3. **Limite firme, mas compassivo**: É importante estabelecer limites para proteger a si mesmo e aos outros. Isso pode incluir o que você vai tolerar em termos de comportamento, quando vai se afastar de uma situação e quando pode precisar envolver autoridades.

    4. **Cuidado consigo mesmo**: É muito importante cuidar de sua própria saúde mental. Isso pode incluir ter alguém com quem você possa conversar sobre seus sentimentos e preocupações, praticar técnicas de autocuidado e estressar atividades de alívio.

    5. **Grupos de apoio e aconselhamento**: Grupos de apoio podem ser um recurso valioso, pois permitem que você compartilhe suas experiências e aprenda com os outros que estão passando por situações semelhantes.

    Lembre-se, é importante que você se proteja e busque ajuda profissional se a situação se tornar perigosa. A segurança é a prioridade número um.


  • E verdade que a esquizofrenia com passar dos anos a pessoa vai ficando boba?

    E verdade que a esquizofrenia com passar dos anos a pessoa vai ficando boba?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruno Bueno de Castro Setti

    Não é correto dizer que a esquizofrenia faz alguém "ficar bobo". No entanto, a esquizofrenia é uma doença mental crônica e progressiva que pode afetar a maneira como uma pessoa pensa, sente e se comporta. Nos casos graves, pode levar a um declínio significativo no funcionamento social e ocupacional.

    Os sintomas da esquizofrenia são categorizados em sintomas positivos, como alucinações e delírios, sintomas negativos, como anedonia (incapacidade de sentir prazer) e embotamento afetivo (redução na expressão emocional), e sintomas cognitivos, que podem incluir problemas de memória, atenção e funções executivas.

    O tratamento adequado da esquizofrenia, que pode incluir medicação e terapia, pode ajudar a gerenciar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. Cada pessoa com esquizofrenia terá uma experiência única com a doença, e muitas podem levar vidas plenas e significativas com o tratamento adequado.

    Em alguns casos, se a esquizofrenia não for tratada, pode levar a um estado chamado de "deficiência psicótica", onde a pessoa pode parecer confusa, desorganizada ou ter dificuldade em cuidar de si mesma. No entanto, é importante reforçar que este não é um resultado inevitável da esquizofrenia, e muitas pessoas com a doença são capazes de gerenciar seus sintomas com o tratamento adequado.


  • O consumo de pornografia pode prejudicar algo no cérebro responsável pela sexualidade? É permanente

    O consumo de pornografia pode prejudicar algo no cérebro responsável pela sexualidade? É permanente ou pode reverter?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruno Bueno de Castro Setti

    O consumo excessivo de pornografia pode afetar o cérebro e a sexualidade de algumas maneiras, embora o grau e a natureza do impacto possam variar de pessoa para pessoa.

    Quando se consome pornografia excessivamente, há um constante estímulo do sistema de recompensa do cérebro, o que pode causar uma dessensibilização ao prazer sexual. Isso ocorre porque a pornografia pode oferecer uma estimulação sexual muito intensa, que pode superar a da atividade sexual real. Com o tempo, isso pode levar a necessidade de estímulos sexuais cada vez mais intensos ou novos para obter o mesmo nível de excitação, o que pode afetar a capacidade de se sentir atraído ou excitado por uma parceira real.

    Além disso, o consumo excessivo de pornografia pode contribuir para expectativas irreais sobre o sexo e o comportamento sexual, o que pode causar dificuldades em relacionamentos reais.

    No entanto, é importante notar que esses efeitos não são inevitáveis ou permanentes. Muitas pessoas que percebem que o consumo de pornografia está afetando negativamente sua vida sexual ou relacionamentos conseguem mudar esses hábitos. Isso pode envolver reduzir ou eliminar o consumo de pornografia, buscar terapia ou aconselhamento, ou participar de grupos de apoio. A recuperação e a mudança são definitivamente possíveis.


  • acho que sou viciado em sexo todo dia quero fazer sexo com minha esposa quando ela nao quer fico impaciente

    acho que sou viciado em sexo todo dia quero fazer sexo com minha esposa quando ela nao quer fico impaciente sem dormi, procuro constantemento mulheres proficional do prazer ja gastei muiyo dinheiro com isso ja deixei minha filha no colegio socinha pra fazer sexo com outra pessoa. Que posso fazer? Mi ajude.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruno Bueno de Castro Setti

    Seu comportamento está claramente causando desconforto para você e potencialmente para os outros ao seu redor. É importante reconhecer que o vício sexual é uma condição séria e que você está dando o primeiro passo ao reconhecê-lo e buscar ajuda.

    O primeiro passo é procurar um profissional de saúde mental, como um psiquiatra ou psicólogo, que tenha experiência em lidar com vícios, incluindo vício sexual. Eles podem ajudar a entender as razões subjacentes ao seu comportamento e desenvolver estratégias para gerenciar seus impulsos.

    Também é útil buscar o apoio de grupos de autoajuda para pessoas com comportamento sexual compulsivo. Isso pode ajudar a diminuir o sentimento de isolamento que muitas vezes acompanha esse vício e proporcionar um espaço seguro para compartilhar experiências e estratégias de enfrentamento.

    Por fim, embora seja desafiador, é importante ter uma conversa honesta com sua esposa sobre o que você está passando. Isso pode ajudá-la a entender a situação e também pode ser um passo importante na reparação de qualquer dano ao relacionamento que o seu comportamento possa ter causado.

    Lembre-se, é importante procurar ajuda profissional. O vício sexual é um problema complexo que muitas vezes requer o apoio de profissionais de saúde mental para superar.


  • Olá, doutores. Gostaria de saber se pornografia pode trazer algum maléfico, como baixa auto estima

    Olá, doutores. Gostaria de saber se pornografia pode trazer algum maléfico, como baixa auto estima ou disfunção erétil no homem. Agradeço.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruno Bueno de Castro Setti

    Olá! A pornografia, quando consumida de maneira excessiva ou compulsiva, pode, sim, levar a alguns problemas, tanto psicológicos quanto físicos.

    De um ponto de vista psicológico, o uso excessivo de pornografia pode levar a sentimentos de vergonha, culpa ou baixa autoestima. Além disso, pode também causar expectativas irreais sobre o sexo e sobre o corpo humano, o que pode impactar negativamente as relações interpessoais e a satisfação sexual.

    No aspecto físico, alguns estudos sugerem que o consumo excessivo de pornografia pode estar associado a problemas de disfunção erétil. Isso ocorre porque o estímulo constante e intenso da pornografia pode levar a uma necessidade de estímulos cada vez maiores para obter a mesma resposta sexual, dificultando a obtenção de uma ereção em situações sexuais "normais" ou não estimuladas por pornografia.

    No entanto, vale a pena mencionar que os efeitos da pornografia podem variar muito de pessoa para pessoa e não são universais. Algumas pessoas podem usar pornografia sem experimentar esses efeitos negativos.

    Se você ou alguém que você conhece está enfrentando dificuldades relacionadas ao uso de pornografia, seria útil procurar a orientação de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra.


  • Tenho um relacionamento de 4 anos e há 2 ele admitiu que possui compulsão sexual. Participo de algumas

    Tenho um relacionamento de 4 anos e há 2 ele admitiu que possui compulsão sexual. Participo de algumas fantasias e tb obtenho prazer mas tenho questoes como: se eu nao quiser em uma das epocas de compulsão? Ele se recusa a tratar ou procurar grupos de apoios. O que posso fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Bruno Bueno de Castro Setti

    Lidar com a compulsão sexual em um parceiro pode ser um desafio, especialmente se ele não estiver disposto a procurar ajuda. É importante lembrar que é completamente aceitável e importante estabelecer limites em qualquer relacionamento, inclusive nos sexuais. Se você não está confortável ou disposta a participar de uma atividade, é seu direito expressar isso e esperar que esses limites sejam respeitados.

    Você pode tentar falar abertamente com ele sobre suas preocupações, se ainda não fez isso. Explique que a compulsão sexual dele está afetando o relacionamento e que você acredita que seria benéfico para ele procurar ajuda. Se ele ainda se recusar a procurar ajuda, pode ser útil buscar apoio para você mesma.

    Você pode considerar falar com um terapeuta ou conselheiro sobre suas experiências e sentimentos. Além disso, existem grupos de apoio disponíveis para parceiros de pessoas com compulsão sexual, onde você pode encontrar compreensão e conselhos de pessoas que estão lidando com situações semelhantes.

    Lembre-se, porém, que você não pode forçar alguém a mudar ou buscar ajuda se ele não estiver pronto ou disposto a fazê-lo. Às vezes, a melhor coisa que você pode fazer é cuidar de si mesma e tomar decisões que apoiem seu próprio bem-estar.


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