Perguntas do paciente (51)

  • Alguém que consegue manipular, subjugar, alternar atitudes de cuidados intensos com atitudes de desp

    Alguém que consegue manipular, subjugar, alternar atitudes de cuidados intensos com atitudes de desprezo (a distância)se valendo de um momento de carência e solidão , fazendo uso até de vários perfis fakes que usam frases de encorajamento para abordar a mesma pessoa pode ser considerado um Narcisista?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno M. Salles

    Sim, um indivíduo que exibe esse tipo de comportamento, manipulando, alternando entre atitudes de cuidado e desprezo, e utilizando perfis falsos para abordar uma pessoa, pode apresentar características narcisistas. É importante buscar apoio profissional para lidar com essa situação e entender melhor as dinâmicas envolvidas.


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  • Uma pessoa com border, que cria afeto por alguém específico, mesmo sabendo que a pessoa não tem os m

    Uma pessoa com border, que cria afeto por alguém específico, mesmo sabendo que a pessoa não tem os mesmo sentimentos, deixa claro que é apenas amizade, o border pode continuar atrás dessa pessoa e não querer conhecer pessoas novas? Ficar em função desse alguém que não quer nada, influência a não ter vontade de conhecer alguém novo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno M. Salles


    Olá! Agradeço por compartilhar sua pergunta. No Transtorno de Personalidade Borderline, é comum que as pessoas experimentem relacionamentos intensos e instáveis, e possam desenvolver fixações por determinadas pessoas. É importante entender que cada indivíduo é único, e as experiências podem variar.

    No caso de uma pessoa com Borderline que cria afeto por alguém específico, mesmo sabendo que essa pessoa só deseja amizade, é possível que ela continue a buscar a proximidade emocional, mesmo que não seja correspondida da mesma forma. Isso pode estar relacionado à intensidade dos sentimentos e à dificuldade em lidar com a rejeição ou a falta de reciprocidade.

    Essa fixação pode influenciar a vontade de conhecer pessoas novas, já que a pessoa pode estar muito focada naquela relação específica. Pode ser desafiador para ela abrir-se para novas experiências e relacionamentos, especialmente se estiver emocionalmente investida nessa conexão que não é correspondida.

    É importante buscar um equilíbrio saudável e considerar a possibilidade de explorar novas relações e oportunidades de amizade. Ter um suporte profissional, como um psicólogo especializado em Borderline, pode ser valioso para ajudar a desenvolver habilidades de relacionamento, lidar com emoções intensas e construir uma rede de apoio mais ampla.

    Lembre-se de que cada situação é única e que o suporte profissional pode fornecer estratégias específicas para lidar com os desafios emocionais e relacionais associados ao Transtorno de Personalidade Borderline.


  • Olá, eu tenho 17 anos e tenho muito, muito medo de vomitar ou de ver alguém vomitando. Pesquisei sob

    Olá, eu tenho 17 anos e tenho muito, muito medo de vomitar ou de ver alguém vomitando. Pesquisei sobre e vi que se trata de uma fobia de fato. Tenho esse medo absurdo desde criança, depois de uma situação complicada na escola. No momento, psicólogos estão inacessíveis pra mim e esse meu medo está acabando com o meu dia a dia, com medo de qualquer coisa que pudesse desencadear alguma situação de vômito. O que posso fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno M. Salles

    Compreendo que você esteja enfrentando um medo intenso de vomitar ou de ver alguém vomitando, o que tem afetado negativamente sua vida diária. Esse tipo de fobia, conhecido como emetofobia, é bastante comum e pode causar muita ansiedade e desconforto. Considerando que no momento você não tem acesso a psicólogos, existem algumas estratégias que você pode tentar por conta própria para lidar com esse medo.

    Uma das coisas que você pode fazer é se educar sobre a emetofobia, buscando informações confiáveis para entender melhor o seu medo e como ele afeta você. Conhecer os mecanismos do medo pode ajudar a diminuir sua intensidade. Além disso, praticar técnicas de relaxamento, como respiração profunda, meditação ou ioga, pode ajudar a acalmar a ansiedade quando você se sentir angustiado com o medo.

    Outra estratégia é a exposição gradual ao seu medo. Comece com situações menos ameaçadoras relacionadas ao vômito, como ler ou falar sobre o assunto, e vá aumentando gradualmente o nível de exposição, enfrentando situações que causem um pouco mais de desconforto. Lembre-se de que isso deve ser feito de forma gradual e respeitando seus limites.

    Buscar apoio social também pode ser útil. Converse com amigos, familiares ou procure comunidades online onde você possa compartilhar suas preocupações e experiências. Compartilhar o que você está passando pode ajudar a aliviar a sensação de isolamento.

    No entanto, é importante ressaltar que essas estratégias podem ser úteis, mas não substituem a ajuda profissional de um psicólogo especializado em fobias e ansiedade. Assim que possível, procure um profissional para receber orientações específicas e suporte adequado. Enquanto isso, tente implementar essas técnicas no seu dia a dia e mantenha uma atitude confiante para se tratar.


  • Olá, sou casado minha esposa foi diagnosticada com borderline a cerca de 13 anos atrás ou mais, poré

    Olá, sou casado minha esposa foi diagnosticada com borderline a cerca de 13 anos atrás ou mais, porém ela parou de tomar os medicamentos, que ela acredita e eu tbm que Deus a curou, porém alguns fatos me faz pensar que ela ainda está com esse transtorno, tipo, agressões comigo, oscilações de humor, mentiras , pq acho que ela mente pra mim? Pq não confio nela ainda ? Depois de dez anos de casado? Pq ela perdeu a vontade de ter relações sexuais comigo ? é normal uma mulher ficar meses sem ter relação ? Pq me sinto como se não fosse suficiente pra ela? Enfim .... Obrigado

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno M. Salles

    Olá! Entendo que você esteja passando por um momento desafiador em seu relacionamento devido ao diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline da sua esposa. É importante lembrar que cada indivíduo é único e pode apresentar sintomas e comportamentos diferentes, mesmo dentro do mesmo transtorno.

    O fato de sua esposa ter interrompido a medicação e acreditar que foi curada por intervenção divina pode ser uma questão delicada. É importante respeitar as crenças e escolhas individuais dela, mas também é válido expressar suas preocupações em relação aos sintomas e comportamentos que você observa.

    Os sintomas que você mencionou, como agressões, oscilações de humor e mentiras, podem ser indicativos de que o transtorno ainda esteja presente. É importante lembrar que o Transtorno de Personalidade Borderline é uma condição complexa que requer acompanhamento profissional para um manejo adequado.

    Quanto à perda de vontade de ter relações sexuais, é importante considerar que diversos fatores podem influenciar a libido de uma pessoa, incluindo aspectos emocionais e psicológicos. É recomendado que vocês busquem apoio de um profissional de saúde especializado, como um psicólogo ou terapeuta de casais, para explorar essas questões de forma mais aprofundada e encontrar formas de lidar com elas.

    Compreendo que você se sinta inseguro e questione sua importância no relacionamento. No entanto, é importante lembrar que as dificuldades enfrentadas podem ser relacionadas ao transtorno e não necessariamente refletem sua capacidade ou valor como parceiro.

    Recomendo que você busque apoio profissional, tanto individualmente como em terapia de casais, para trabalhar essas questões e encontrar formas saudáveis de lidar com os desafios do relacionamento. A terapia pode oferecer um espaço seguro para expressar suas preocupações, obter orientação e construir estratégias de comunicação e resolução de problemas.

    Lembre-se de cuidar de si mesmo durante esse processo. Busque apoio emocional e esteja aberto a aprender sobre o transtorno e como ele pode afetar o relacionamento.


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  • É comum um paciente com Transtorno de Personalidade Borderline leve sentir raiva intensa e muitos pe

    É comum um paciente com Transtorno de Personalidade Borderline leve sentir raiva intensa e muitos pensamentos automáticos negativos, após a reitrada do medicamento Aripiprazol (que já estava com a dose mais baixa - o humor já estava estabilizado)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno M. Salles

    Olá! Agradeço pela sua pergunta relevante. No caso de um paciente com Transtorno de Personalidade Borderline leve, é possível que a retirada do medicamento Aripiprazol, mesmo em doses mais baixas, possa resultar em sintomas como raiva intensa e pensamentos automáticos negativos. Cada pessoa pode responder de forma diferente à retirada de um medicamento, e a interrupção pode afetar o equilíbrio emocional.

    É importante salientar que a retirada de medicamentos deve ser feita sob a supervisão e orientação de um profissional de saúde, como um psiquiatra. Eles podem acompanhar de perto seu caso, ajustar a dose gradualmente e avaliar a necessidade de outras intervenções terapêuticas complementares.

    Se você está enfrentando esses sintomas após a retirada do medicamento, é fundamental entrar em contato com seu médico para compartilhar suas preocupações. Eles poderão avaliar sua situação de forma mais precisa e recomendar o melhor curso de ação para garantir seu bem-estar contínuo.

    Lembre-se de que cada pessoa é única, e o tratamento deve ser personalizado para atender às suas necessidades individuais. Buscar o apoio adequado de profissionais de saúde é fundamental para garantir um cuidado adequado.


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  • BOA NOITE, MINHA EX ESPOSA E BORDERLINE DE ALTO FUNCIONAMENTO, MAIS ELA NAO ACEITA DIAGNOSTICO, ESTA

    BOA NOITE, MINHA EX ESPOSA E BORDERLINE DE ALTO FUNCIONAMENTO, MAIS ELA NAO ACEITA DIAGNOSTICO, ESTA COM A TENDENCIA DE REAPARECER COM MESSAGENS DE WATSAPP (CICLO DE AMOR E ODIO), EU DECIDI SAIR DE VEZ DO RELACIONAMENTO( CONTATO ZERO ) MAIS ELA SEMPRE DA UM JEITO DE ENVIAR ISCAS. ESTA CONDUTA NO BORDER ( REAPARECER ) E ASSIM MESMO ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno M. Salles

    Olá! Agradeço por compartilhar sua situação. Entendo que você está lidando com um relacionamento complicado devido ao comportamento da sua ex-esposa, que apresenta características de Transtorno de Personalidade Borderline. É importante lembrar que cada indivíduo é único e pode expressar o transtorno de maneiras diferentes.

    No Transtorno de Personalidade Borderline, é comum haver oscilações intensas no comportamento, incluindo um ciclo de amor e ódio. Essas mudanças repentinas podem ser desafiadoras para ambos os envolvidos no relacionamento. No entanto, é importante destacar que cada caso é único, e é difícil generalizar o comportamento de todos os indivíduos com Borderline.

    Ao decidir seguir o contato zero, você está buscando proteger a si mesmo e estabelecer limites saudáveis. É essencial manter sua decisão firme e buscar apoio emocional para lidar com essa situação. Considere buscar aconselhamento individual com um psicólogo para receber orientações específicas sobre como lidar com os desafios desse relacionamento.

    Lembre-se de que cuidar do seu bem-estar emocional é fundamental. Mantenha-se firme nos seus limites e busque apoio profissional para ajudá-lo a lidar com essa situação complexa.


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  • sou bipolar e tenho depressão,costumo ter pensamentos que desejam coisas ruins as pessoas...Isso faz

    sou bipolar e tenho depressão,costumo ter pensamentos que desejam coisas ruins as pessoas...Isso faz parte?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno M. Salles

    É compreensível que você esteja preocupado com os pensamentos negativos em relação às pessoas. No entanto, é importante entender que pensamentos intrusivos e negativos são comuns em várias condições, incluindo transtorno bipolar e depressão. Esses pensamentos não refletem necessariamente quem você é como pessoa.

    É importante lembrar que os pensamentos não definem suas ações. Reconhecer esses pensamentos como intrusivos e não se identificar com eles é um passo importante.


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  • Olá! Tenho emetofobia mais de 15 anos, e todas as vezes que sinto vontade de vomitar eu penso em mil

    Olá! Tenho emetofobia mais de 15 anos, e todas as vezes que sinto vontade de vomitar eu penso em mil maneiras de me matar, nas crises já cheguei me cortar lentamente para que a dor seja maior que a vontade de vomitar. Sinto que deixo de viver uns 40% da minha vida por conta de tanto medo.Uns anos atrás passei numa psicóloga que nunca ouviu falar e aquilo acabou cmg, deixei de lado por achar que não existia cura. Preciso de ajuda!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno M. Salles

    Compreendo que a emetofobia está afetando significativamente sua vida e gerando um sofrimento intenso. É fundamental buscar ajuda profissional para lidar com esse desafio.

    Recomendo que procure um psicólogo especializado em transtornos de ansiedade, como a emetofobia. Eles podem oferecer suporte adequado, utilizando abordagens terapêuticas comprovadas, como a terapia cognitivo-comportamental (TCC). A TCC pode ajudar a identificar e modificar padrões de pensamentos e comportamentos disfuncionais relacionados ao medo de vomitar.

    Além disso, considere conversar com um psiquiatra para discutir possíveis opções de tratamento, como terapia medicamentosa, caso seja apropriado para o seu caso.

    Lembre-se de que a recuperação pode ser um processo gradual, mas com apoio profissional adequado e sua dedicação, é possível superar o medo e retomar o controle sobre sua vida. Não hesite em buscar ajuda!


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  • Meu irmão é depressivo e está medicado faz 5 anos. A cada 3 meses ele entra em crise pois pára de to

    Meu irmão é depressivo e está medicado faz 5 anos. A cada 3 meses ele entra em crise pois pára de tomar o remédio. O ciclo dele acontece assim: Desde que ele começou a tomar os remédios ele simplesmente decide não torná-los mais... aí entra em crise... depois da crise ele volta a tomar o remédio... Assim que o remédio faz efeito ele tem atitudes imediatistas... faz gastos que não consegue sustentar depois financeiramente... fica sem dinheiro... e junto com essa atitude pára de tomar o remédio novamente ou toma de forma irregular... aí entra em crise novamente... faz sempre isso há 5 anos... quando não sai gastando o gatilho é uma briga... um comentário que o deixe triste... ele sabe que está entrando na crise mas mesmo assim ele não retorna com os remédios, só retorna quando entra na crise e cada vez mais demoram a fazer efeito... tb não faz terapia nem exercícios... não sei mais o que fazer para ajudar...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno M. Salles

    Compreendo sua preocupação com a situação do seu irmão que enfrenta a depressão. É desafiador lidar com os ciclos de interrupção da medicação e as crises recorrentes. É importante lembrar que cada pessoa tem sua própria jornada no tratamento da depressão.

    Inicialmente, é crucial manter uma comunicação aberta e empática com seu irmão. Esteja presente, ouça atentamente suas experiências e emoções. Explique a importância da adesão regular à medicação, enfatizando os benefícios para sua estabilidade emocional e bem-estar. Encoraje-o a buscar acompanhamento médico regular.

    Além disso, sugira a ideia de procurar suporte terapêutico. Um psicólogo ou terapeuta pode ajudá-lo a desenvolver habilidades de enfrentamento, gerenciamento das emoções e identificação de padrões de comportamento prejudiciais.

    Incentive seu irmão a adotar um estilo de vida saudável, incluindo exercícios regulares, alimentação equilibrada e uma rotina de sono adequada. Esses cuidados podem contribuir para melhorar seu humor e bem-estar mental.

    Se você estiver enfrentando dificuldades para lidar com a situação, considere buscar seu próprio suporte emocional e orientação de um profissional de saúde mental. Lembre-se de que cada pessoa é única, e pode ser necessário tempo e diferentes abordagens para encontrar o caminho adequado ao tratamento e estabilidade emocional do seu irmão.


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  • Tenho crises de ansiedade e muito ruim palpitação no coração dores no peito e muito complicado lida

    Tenho crises de ansiedade e muito ruim palpitação no coração dores no peito e muito complicado lida com a situação tive muitas perda a na família e esse quadro de ansiedade foi só agravando o que. Faco pra sai dessa rotina de transtorno?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno M. Salles

    Compreendo que você esteja passando por momentos difíceis devido às crises de ansiedade e às perdas na sua família. É compreensível que essa situação tenha agravado o quadro de ansiedade e trazido sintomas como palpitações no coração e dores no peito.

    Para lidar com essa situação e buscar melhorar, é importante considerar algumas estratégias. Primeiro, recomendo buscar ajuda profissional. Procure um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra, que possa avaliar sua situação, fornecer um diagnóstico preciso e orientar um plano de tratamento adequado.

    A terapia pode ser uma opção valiosa para o tratamento da ansiedade. Um terapeuta especializado pode ajudá-lo a compreender e lidar com os gatilhos de ansiedade, ensinar técnicas de relaxamento e oferecer suporte emocional durante o processo.

    Além disso, é importante cuidar da sua saúde física. Mantenha uma alimentação equilibrada, faça exercícios físicos regularmente e tente ter uma rotina de sono adequada. Esses cuidados básicos contribuem para o seu bem-estar geral e podem ter um impacto positivo na ansiedade.

    Buscar apoio social também é fundamental. Compartilhe seus sentimentos e preocupações com pessoas próximas de confiança. Conversar com amigos, familiares ou participar de grupos de apoio pode ser reconfortante e proporcionar um espaço seguro para expressar suas emoções.

    Cada pessoa é única e o tratamento da ansiedade pode variar. É importante lembrar que o processo de melhora pode levar tempo e exigir paciência. Mantenha-se firme no compromisso de cuidar de si mesmo e buscar o suporte necessário para superar as dificuldades.

    Lembre-se de que estou aqui para oferecer orientação e apoio, mas é importante também contar com profissionais especializados para uma avaliação adequada da sua situação e um plano de tratamento personalizado.


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  • Por que eu tenho ansiedade se eu não tenho motivos pra estar ansiosa? Isso é um defeito da pessoa me

    Por que eu tenho ansiedade se eu não tenho motivos pra estar ansiosa? Isso é um defeito da pessoa mesmo? Pelo o que ela pode ser causada?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno M. Salles

    A ansiedade pode ocorrer mesmo quando não há motivos aparentes para se sentir ansioso. Não é um defeito da pessoa, mas sim uma resposta natural do organismo a certos estímulos ou situações.

    Existem várias causas possíveis para a ansiedade, como fatores genéticos, ambientais, desequilíbrio químico no cérebro, pensamentos disfuncionais, histórico familiar e condições médicas.

    É importante buscar apoio de um profissional de saúde mental para identificar as causas da sua ansiedade e desenvolver estratégias de manejo. Eles podem oferecer terapia e, se necessário, opções de tratamento medicamentoso.

    A ansiedade é uma condição comum e tratável. Com suporte adequado, é possível encontrar maneiras de lidar com a ansiedade e melhorar sua qualidade de vida.


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  • Olá. Tenho ansiedade diagnosticada mas não terminei o tratamento. Já faz algum tempo que me sinto es

    Olá. Tenho ansiedade diagnosticada mas não terminei o tratamento. Já faz algum tempo que me sinto estranha, não tenho reação as coisas.
    Se algo de ruim ou bom acontece não manifesto reação sobre isso. E agora tenho sentido uma estranheza das coisas e ambiente q me encontro.
    Isso pode ser devido a ansiedade não tratada?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno M. Salles

    Sim, é possível que a sensação de estranheza, falta de reação e a percepção de estranheza em relação ao ambiente sejam decorrentes da ansiedade não tratada. A ansiedade pode afetar o seu estado emocional, a percepção das situações e até mesmo a forma como você interage com o mundo ao seu redor.

    A ansiedade não tratada pode levar a um estado de desconexão emocional, onde você pode se sentir distante das emoções e das experiências. Isso pode resultar em uma sensação de estranheza, como se você estivesse observando a vida de fora, sem se sentir realmente envolvido ou emocionalmente conectado.

    Além disso, a ansiedade também pode afetar a percepção do ambiente, tornando-o mais estranho, ameaçador ou desconfortável. Essa alteração na percepção pode gerar sensações de estranheza ou desrealização, onde o mundo ao seu redor parece distante, irreal ou distorcido.

    É importante retomar o tratamento da ansiedade com um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra. Eles poderão avaliar a situação, fornecer um diagnóstico adequado e orientar o tratamento mais apropriado para você. O tratamento da ansiedade pode envolver a terapia, o uso de medicamentos ou uma combinação de ambos, dependendo das suas necessidades individuais.

    Não hesite em buscar ajuda profissional, pois o tratamento adequado pode ajudá-lo a recuperar o equilíbrio emocional, reduzir os sintomas de ansiedade e melhorar sua qualidade de vida.


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  • Tenho 46 anos, estou grávida de 6 meses, primeira gestação e casada há 6 meses. Estou vivendo sob es

    Tenho 46 anos, estou grávida de 6 meses, primeira gestação e casada há 6 meses. Estou vivendo sob estresse por causa dos incômodos da gravidez, da vida a dois e da pandemia. Devo procurar um psicólogo, psicanalista ou psiquiatra para me ajudar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno M. Salles

    Em situações de estresse durante a gravidez, é recomendado buscar suporte profissional para lidar com as emoções e desafios enfrentados. Existem diferentes profissionais de saúde mental que podem te auxiliar, e a escolha depende das suas necessidades específicas. Um psicólogo pode ser uma ótima opção, pois eles são especializados em oferecer apoio psicológico, auxiliando no desenvolvimento de estratégias para lidar com o estresse, ansiedade e outros aspectos emocionais da gravidez.


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  • Quando tenho síndrome do pânico ou transtorno de ansiedade, sinto muita falta de ar. Em tempos de pa

    Quando tenho síndrome do pânico ou transtorno de ansiedade, sinto muita falta de ar. Em tempos de pandemia sei que a atividade física é essencial. Como posso melhorar meu condicionamento se a ansiedade me tira o fôlego?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno M. Salles

    Compreendo a dificuldade que a falta de ar causada pela síndrome do pânico ou transtorno de ansiedade pode trazer para a prática de exercícios físicos. No entanto, existem estratégias que podem ajudar a melhorar o condicionamento mesmo diante desse desafio.

    Comece devagar, optando por atividades leves e de baixo impacto, como caminhadas curtas. Aumente gradualmente a intensidade e a duração das atividades à medida que se sentir mais confortável.

    Aprenda técnicas de respiração que possam ajudar a controlar a ansiedade e a sensação de falta de ar, como a respiração profunda e diafragmática. Pratique essas técnicas regularmente, inclusive durante a atividade física.

    Escolha atividades prazerosas que possam ser realizadas em um ambiente seguro e confortável. Não é necessário que a atividade seja extenuante, o importante é encontrar algo que você goste e que possa ser feito regularmente.

    Considere buscar ajuda profissional de um psicólogo ou psiquiatra especializado no tratamento da ansiedade. Eles podem fornecer orientações personalizadas, técnicas de enfrentamento e outras estratégias para lidar com a falta de ar durante os exercícios.

    Além da atividade física, lembre-se de cuidar da sua saúde mental de outras formas, como terapia, meditação, práticas de relaxamento ou hobbies que lhe proporcionem prazer e alívio do estresse.

    Cada pessoa é única, portanto, experimente diferentes abordagens e adapte-as de acordo com suas necessidades. Respeite seus limites e não se pressione demasiadamente. Com o tempo e com o apoio adequado, você pode encontrar maneiras de melhorar seu condicionamento físico e lidar com a falta de ar associada à ansiedade.


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  • Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?

    Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno M. Salles

    Primeiro, é importante que você se conheça melhor. Reflita sobre suas crenças, valores e expectativas em relação às interações com mulheres. Isso pode ajudar a identificar possíveis barreiras ou inseguranças que podem estar influenciando suas dificuldades.

    Pratique a empatia ao se colocar no lugar das mulheres com quem você interage. Mostre interesse genuíno em suas histórias, emoções e perspectivas. Isso facilitará a comunicação e criará conexões mais significativas.

    Pratique a escuta ativa durante as conversas. Esteja presente, preste atenção ao que elas estão dizendo e demonstre interesse verdadeiro. Faça perguntas relevantes para mostrar que você está ouvindo e valorizando suas opiniões.

    Esteja atento à sua linguagem corporal e expressão facial. Mantenha contato visual, adote uma postura relaxada e aberta, e sorria de maneira genuína. A linguagem corporal pode transmitir confiança e abertura nas interações.

    Desafie-se a se envolver em situações sociais que envolvam a interação com mulheres. Comece em ambientes mais confortáveis e, aos poucos, vá se expondo a situações mais desafiadoras. Com a prática regular, você adquirirá mais confiança e habilidades sociais ao longo do tempo.

    Se suas dificuldades persistirem e afetarem significativamente sua qualidade de vida, considere buscar a ajuda de um psicólogo. Um profissional poderá trabalhar com você de forma mais individualizada, ajudando-o a entender e superar essas dificuldades de comunicação.

    Lembre-se de que o processo pode levar tempo e exigir esforço, mas com paciência e dedicação, você pode desenvolver suas habilidades de comunicação e se sentir mais confiante ao interagir com mulheres.


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  • Olá, minha mãe vem enfrentando problemas de insônia e tremores nas mãos. Isso pode ser causado por a

    Olá, minha mãe vem enfrentando problemas de insônia e tremores nas mãos. Isso pode ser causado por ansiedade? Qual o profissional adequado para tratar esse tipo de problemas: Psiquiatra, psicólogo ou neurologista?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno M. Salles

    Olá, é possível que os sintomas de insônia e tremores nas mãos estejam relacionados à ansiedade. A ansiedade pode manifestar-se de diversas formas, e os sintomas físicos como insônia e tremores são comuns em quadros de ansiedade.

    No caso de sua mãe, seria recomendado procurar um profissional da área da saúde para uma avaliação mais precisa. Geralmente, o primeiro passo é marcar uma consulta com um médico clínico geral, que pode fazer uma avaliação inicial e, se necessário, encaminhar para um especialista específico.

    No caso de problemas relacionados à ansiedade, tanto o psiquiatra quanto o psicólogo podem ser profissionais adequados para tratar a questão. O psiquiatra é um médico especializado em saúde mental, que pode realizar uma avaliação diagnóstica e, se necessário, prescrever medicamentos para ajudar no controle dos sintomas. Já o psicólogo é um profissional que realiza acompanhamento psicoterapêutico, trabalhando com técnicas e abordagens terapêuticas para ajudar a lidar com a ansiedade e seus efeitos.

    Um neurologista também pode ser uma opção a considerar, principalmente se houver suspeita de outras condições neurológicas que possam estar contribuindo para os sintomas. O médico neurologista é especializado no diagnóstico e tratamento de doenças do sistema nervoso.

    Em resumo, para um diagnóstico preciso e um tratamento adequado, é recomendado iniciar com uma consulta a um médico clínico geral, que poderá avaliar a situação e encaminhar para o profissional mais apropriado, seja ele um psiquiatra, psicólogo ou neurologista, conforme a necessidade da sua mãe.


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  • Autoestima baixa pode significar depressão? Para aumentar a autoestima o que pode ser feito?

    Autoestima baixa pode significar depressão? Para aumentar a autoestima o que pode ser feito?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno M. Salles

    Uma baixa autoestima não é necessariamente um indicativo de depressão, mas pode estar associada a ela. A depressão é uma condição clínica mais complexa, caracterizada por uma profunda tristeza e perda de interesse em atividades. No entanto, a baixa autoestima pode contribuir para o desenvolvimento ou agravamento da depressão.

    Para aumentar a autoestima, é importante buscar estratégias e mudanças positivas em diferentes áreas da vida. Isso inclui conhecer-se melhor e reconhecer suas qualidades e pontos fortes, cuidar de si mesmo, tanto física como emocionalmente, estabelecer metas realistas e celebrar as conquistas, desenvolver habilidades e aprender coisas novas, desafiar e substituir pensamentos negativos por pensamentos mais realistas e positivos, construir relacionamentos saudáveis e buscar apoio social. Se necessário, buscar a ajuda de um profissional, como um psicólogo, que pode auxiliar no processo de fortalecimento da autoestima.

    É importante lembrar que cada pessoa é única, e o processo de fortalecimento da autoestima pode ser gradual e exigir tempo e dedicação. Não hesite em buscar apoio e cuidar de si mesmo durante esse processo.


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  • Dúvidas, insegurança, medos na terceira idade a quem recorrer?

    Dúvidas, insegurança, medos na terceira idade a quem recorrer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno M. Salles

    Na terceira idade, é comum surgirem dúvidas, inseguranças e medos relacionados a diversas áreas da vida, como saúde, finanças, relacionamentos, perda de entes queridos, entre outros. Se você está enfrentando essas questões e sente a necessidade de apoio, existem profissionais e recursos disponíveis para ajudá-lo.

    Um psicólogo é um profissional especializado em saúde mental que pode fornecer suporte emocional, orientação e estratégias para lidar com as preocupações e desafios da terceira idade. Eles podem ajudar a melhorar sua qualidade de vida, promover o autocuidado e auxiliar no fortalecimento emocional. Além disso, um assistente social pode ajudar a lidar com questões sociais, como a busca de recursos e serviços disponíveis para a terceira idade.

    Participar de grupos de apoio específicos para a terceira idade pode ser uma forma valiosa de compartilhar experiências, encontrar apoio mútuo e obter informações relevantes. Esses grupos oferecem um ambiente acolhedor onde você pode se conectar com outras pessoas que estão passando por situações semelhantes.

    Além disso, é importante manter contato regular com seus profissionais de saúde, como médicos e geriatras. Eles podem monitorar sua saúde geral, fornecer orientações específicas sobre seu bem-estar físico e mental, e encaminhá-lo a outros profissionais, se necessário.

    Não subestime o poder do apoio social. Conversar com familiares e amigos próximos sobre suas preocupações e medos pode ser reconfortante. Eles podem oferecer suporte emocional, compartilhar experiências e ajudar na busca de soluções práticas.

    Lembre-se de que cada pessoa é única e pode ter necessidades diferentes. É importante encontrar a abordagem e o profissional que se adequem melhor a você. Não hesite em procurar ajuda e compartilhar suas preocupações com alguém em quem confie.


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  • Tenho apresentado uma irritablidade, impaciência, falta de vontade de trabalhar e até sair para algu

    Tenho apresentado uma irritablidade, impaciência, falta de vontade de trabalhar e até sair para algumas ocasiões festivas com amigos. Estou no período da menopausa e por vezes sinto vontade de me isolar. A leitura me distrai e muitas vezes exagero no tempo dedicado a ela.
    Isso é um problema neurológico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno M. Salles

    Os sintomas que você menciona, como irritabilidade, impaciência, falta de vontade de trabalhar, isolamento social e exagero no tempo dedicado à leitura, podem ser influenciados pelo período da menopausa. Durante essa fase, é comum ocorrerem alterações hormonais que podem afetar o humor, o comportamento e o bem-estar emocional das mulheres.

    Embora esses sintomas possam ser atribuídos à menopausa, é importante considerar que cada pessoa é única e pode ter experiências diferentes. Não sou um profissional médico, mas é importante destacar que esses sintomas não necessariamente indicam um problema neurológico.

    No entanto, se você está preocupada com seus sintomas ou se eles estão impactando significativamente sua vida diária, é recomendável buscar orientação de um profissional de saúde, como um ginecologista ou um médico especializado em saúde da mulher. Esses profissionais poderão avaliar sua situação de forma mais abrangente, considerando seus sintomas, histórico médico e outros fatores relevantes.

    Eles podem fornecer informações, diagnóstico e opções de tratamento adequadas, como terapia hormonal ou outras intervenções que possam ajudar a aliviar os sintomas relacionados à menopausa. Não hesite em agendar uma consulta para discutir suas preocupações e obter o suporte necessário para lidar com essas mudanças em seu corpo e emoções durante a menopausa.


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  • não consigo conversar com a minha mulher, parece que não tenho assunto, e quando ela fala eu estou n

    não consigo conversar com a minha mulher, parece que não tenho assunto, e quando ela fala eu estou no mundo da lua e sempre falo algo que não tem nada a ver com oque que ele falou ou mudo de assunto ou fico desligado do mundo. que posso fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Bruno M. Salles

    Claro, entendo o que você está passando. Se você está tendo dificuldades em se comunicar com sua esposa e sente que não tem assunto para conversar, é importante buscar maneiras de melhorar essa situação. Aqui estão algumas sugestões:

    Esteja presente: Quando estiver conversando com sua esposa, tente se concentrar totalmente na conversa. Evite distrações e faça um esforço consciente para ouvir atentamente o que ela está dizendo.

    Mostre interesse genuíno: Faça perguntas abertas para demonstrar interesse pelo que ela está dizendo. Isso pode ajudar a incentivar a continuidade da conversa e mostrar que você se importa com o que ela tem a dizer.

    Pratique a empatia: Tente se colocar no lugar dela e compreender suas perspectivas e sentimentos. Isso pode ajudar a criar um ambiente de compreensão mútua e fortalecer o vínculo entre vocês.

    Seja claro e direto: Ao expressar seus pensamentos e sentimentos, procure ser claro e direto. Evite usar linguagem ambígua ou deixar as coisas subentendidas para evitar mal-entendidos.

    Busque ajuda profissional, se necessário: Se as dificuldades de comunicação persistirem ou se tornarem mais graves, considerar a busca de ajuda profissional pode ser uma opção. Um terapeuta ou conselheiro matrimonial pode auxiliar você e sua esposa a desenvolverem habilidades de comunicação mais eficazes.

    Lembre-se de que cada situação é única, portanto, é importante adaptar essas sugestões às suas necessidades e circunstâncias específicas.


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Perguntas frequentes

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