Perguntas do paciente (4)
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Tenho receio de mostrar certas qualidades minhas por medo da rejeição e por elas serem facilmente b
Tenho receio de mostrar certas qualidades minhas por medo da rejeição e por elas serem facilmente bem invejadas no contexto brasileiro como dedicação ao que me proponho a fazer, inteligência, detalhista, pragmático, direto e me preocupar em vestir bem e cuidar de aparência que é um tabu entre os homens. Como diminuir esse medo de rejeição e zombaria social que pode me acometer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Talvez você não precise se preocupar tanto em mostrar suas qualidades, mas em poder reconhecê-las e estar confortável com elas. Quando existe um medo intenso de rejeição ou de julgamento, podemos acabar escondendo partes de nós mesmos na tentativa de controlar a forma como seremos vistos pelo outro. Vale também se perguntar se essa rejeição de fato acontece ou se, em alguns momentos, ela é antecipada por você. Quanto mais conseguimos sustentar quem somos, nossos interesses e nossas escolhas, mais podemos perceber em quais relações existe espaço para sermos nós mesmos e quais vínculos talvez não façam mais sentido. A psicoterapia pode ajudar a compreender de onde vem esse medo do olhar do outro e por que ele ocupa um lugar tão importante.
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Como ser uma pessoa interessante e atraente pra mim mesmo e por consequência pros outros?
Como ser uma pessoa interessante e atraente pra mim mesmo e por consequência pros outros?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Muitas vezes ficamos tão preocupados com o olhar do outro que acabamos nos afastando daquilo que realmente gostamos, queremos e somos. Quando nos conhecemos melhor e conseguimos estar mais próximos dos nossos próprios desejos, interesses e daquilo que faz sentido para nós, nos sentimos mais integrados e verdadeiros conosco. Esse bem-estar se expressa na forma como nos relacionamos e nos posicionamos diante do outro. Ao reconhecermos melhor nossos desejos, necessidades e limites, podemos construir relações mais autênticas e nos aproximar de pessoas mais coerentes com quem somos. A psicoterapia pode ajudar nesse processo de se conhecer e construir uma relação mais autêntica consigo mesmo.
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Olá, boa noite. Eu tenho 18 anos, e ultimamente venho percebendo algumas coisas em mim mesmo que eu
Olá, boa noite.
Eu tenho 18 anos, e ultimamente venho percebendo algumas coisas em mim mesmo que eu não sei se é algo normal.
Por exemplo, depois de momentos felizes, mesmo tendo sido genuínos, eles parecem como se fossem uma espécie de "atuação" pra mim, como se às vezes não tivesse acontecido comigo.
Parece que tem um vazio dentro de mim que não passa, e quando parece que passa, só fica ali disfarçado, e quando volta eu fico sozinho com ele. Eu não fico com vontade de nada, o tempo fica passando e parece ser agonizante pra mim, porque eu não consigo ficar parado nele, e me assusta o que pode acontecer daqui algumas horas, dias ou anos, porque eu não tenho nada planejado e aí os pensamentos de só acabar com tudo aparecem, e o que eu tenho vontade de fazer parece muito distante e eu só aceito que talvez eu nunca realize o que eu quero.
Eu deveria procurar ajuda?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é importante buscar ajuda profissional. Essa sensação persistente de vazio, o distanciamento em relação a experiências que foram genuinamente felizes, a falta de vontade e, principalmente, os pensamentos de “acabar com tudo” merecem atenção e acolhimento.
Você não precisa passar por tudo isso sozinho. Em um processo psicoterapêutico, é possível encontrar um espaço de escuta para falar sobre essas experiências e, aos poucos, compreender melhor esse vazio, essa angústia diante do tempo e o que esses sentimentos representam para você.
Procurar ajuda pode ser um primeiro passo importante para cuidar do que você está vivendo.
Em momentos de angústia mais intensa, você também pode buscar apoio pelo CVV, através do número 188, disponível 24 horas.
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Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estam
Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estamos juntos há quase 3 anos e, ultimamente, sinto que não tenho mais aquela animação ou aquela sensação gostosa que sentia antes. Isso tem me deixado muito ansiosa, porque eu não quero machucá-lo e também não quero terminar. Ao mesmo tempo, não me sinto desconfortável ou presa ao lado dele. Quando conversamos, muitas vezes é bom e consigo ficar conversando até tarde. Eu reconheço que ele é uma pessoa que me ama, cuida de mim, se preocupa comigo e demonstra isso muito pelas atitudes.
Tenho me perguntado se ainda o amo ou se estou confundindo amor com carência, rotina ou ansiedade. Quero entender meus sentimentos e, se for possível, quero recuperar o carinho e a conexão que sinto que perdi. Não quero fingir nem obrigar meus sentimentos, só queria entender o que está acontecendo comigo e saber se é possível voltar a sentir amor e entusiasmo pela pessoa que amo.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que essa mudança nos sentimentos gere dúvidas e ansiedade, principalmente quando existe carinho e uma história construída na relação. Nem sempre deixar de sentir a mesma intensidade do início significa que o amor acabou. Os vínculos se transformam ao longo do tempo, e nem sempre é simples distinguir amor, desejo, carinho, rotina ou até o medo de perder uma relação importante.
Talvez, mais do que tentar encontrar rapidamente uma resposta para “ainda amo ou não amo?”, seja importante compreender o que mudou para você nessa relação e também em você ao longo desse período. A psicoterapia pode ajudar nesse processo, criando um espaço para compreender seus sentimentos e o lugar que essa relação ocupa hoje na sua vida.
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Perguntas frequentes
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Neném com nuca 2,5 d 12 semanas d gestação e normal esse valor?
A translucência nucal de 2,5 mm com 12 semanas não deve ser interpretada…