Perguntas do paciente (3)
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Tenho vontade de fazer caminhada e correr, mas devido e TAG desenvolvi certos gatilhos que quando es
Tenho vontade de fazer caminhada e correr, mas devido e TAG desenvolvi certos gatilhos que quando estou caminhando me fazem pensar um monte coisas e drenam a minha capacidade física. Interessante que ontem mesmo senti isso ao sair de casa até um restaurante. Não conseguia me desligar dos sintomas e já estava ficando cansado. Na volta, que era a mesma distância, vinha conversando com uma pessoa e nem percebi quando terminei o percurso. Não senti qualquer cansaço. Isso aponta para ansiedade? Ainda não fiz exames médicos.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pelo que você relata, me parece que a presença dessa pessoa pode ter proporcionado uma sensação de segurança e acolhimento. Enquanto estava sozinho, sua atenção parecia muito voltada para os sintomas e para as preocupações, o que pode ter aumentado a sensação de cansaço e desconforto.
Já durante a conversa, talvez você tenha conseguido se desligar um pouco dessa vigilância constante sobre si mesmo. Além da distração, a companhia de alguém pode funcionar como uma fonte de apoio emocional, trazendo uma sensação de amparo e sustentação. Quando nos sentimos mais seguros, a tendência é que a ansiedade diminua, e com ela também o foco excessivo nos sintomas.
Isso nos leva a refletir sobre o quanto a sua experiência pode estar relacionada não apenas ao esforço físico da caminhada, mas também à forma como a ansiedade se manifesta quando você está sozinho com suas preocupações.
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Quais fatores aumentam o risco de comportamento suicida em pacientes com transtorno de personalidade
Quais fatores aumentam o risco de comportamento suicida em pacientes com transtorno de personalidade borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os fatores que aumentam o risco de comportamento suicida em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) incluem a presença de ideação suicida, histórico de tentativas anteriores e episódios de automutilação. Também estão associados ao aumento do risco transtornos psiquiátricos concomitantes, como depressão, transtorno bipolar e transtornos relacionados ao uso de substâncias, além da interrupção de medicamentos sem orientação médica.
Outros fatores importantes são eventos traumáticos, perdas significativas, conflitos afetivos intensos, rompimentos amorosos, sentimentos de rejeição, abandono ou exclusão, bem como uma rede de apoio fragilizada. Sinais como desesperança intensa, instabilidade emocional acentuada, agravamento da automutilação, falas sobre a morte ou desejo de não viver e relatos de planejamento suicida também indicam maior risco e exigem atenção clínica.
A presença de transtornos psiquiátricos concomitantes, como depressão, transtornos por uso de substâncias e transtornos de bipolaridade, pode aumentar o risco. Além disso, situações como a interrupção de medicamentos sem orientação médica.
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Se eu estou fazendo terapia com um psicólogo e vou começar a ir pra outro,o que eu deveria fazer?
Se eu estou fazendo terapia com um psicólogo e vou começar a ir pra outro,o que eu deveria fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Primeiramente, considerando o vínculo que você construiu com seu psicólogo atual, é importante comunicar a ele sua decisão de encerrar o processo terapêutico, informando que deseja iniciar um acompanhamento com outro profissional. Dessa forma, vocês podem concluir esse percurso de maneira respeitosa e ética, possibilitando um encerramento adequado para ambas as partes.
Perguntas frequentes
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Estou querendo tomar chá de unha de gato e uxi amarelo porem tomo sertralina. Posso tomar ?
Não existem estudos clínicos de boa qualidade que garantam a segurança da…