Perguntas do paciente (49)

  • Tenho sentindo dor nas costas, dor no peito falta de ar , coração acelerado, já fui no médico tomei

    Tenho sentindo dor nas costas, dor no peito falta de ar , coração acelerado, já fui no médico tomei medicação mas não passa , tenho problema de ansiedade, isso que estou sentindo pode ser ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Cassiano Santana

    Os sintomas que você descreveu, dor nas costas, dor no peito, falta de ar e coração acelerado, realmente podem ocorrer em situações de ansiedade. A ansiedade pode provocar sensações físicas muito intensas, que às vezes se confundem com problemas cardíacos ou respiratórios.

    Porém, é essencial considerar que esses mesmos sintomas podem estar relacionados a outras condições de saúde que precisam de avaliação médica cuidadosa. Se você já foi ao médico, tomou a medicação orientada, mas os sintomas continuam, recomendo que volte a procurar atendimento, de preferência em um pronto atendimento, para reavaliar e afastar qualquer problema físico mais grave, especialmente se:
    • a dor no peito piorar ou mudar de característica
    • a falta de ar aumentar
    • surgirem suores frios, tontura, desmaio
    • houver sensação de desmaio iminente

    Mesmo sabendo que você tem ansiedade, nunca se deve presumir que todo sintoma vem apenas dela, principalmente quando envolve dor no peito e falta de ar.

    Se sentir piora repentina, procure atendimento de urgência imediatamente (como o pronto-socorro).

    Se quiser, posso te ajudar a entender melhor formas de controlar a ansiedade e identificar gatilhos, mas primeiro é fundamental garantir que está tudo bem fisicamente.
    Fico a disposição

    Um abraço


  • Quais alterações do pensamento podemos ter? .

    Quais alterações do pensamento podemos ter? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Cassiano Santana

    As alterações do pensamento estão ligadas ao inconsciente, que influencia ideias, associações e símbolos. Podem surgir pensamentos obsessivos, desvios de sentido, lapsos, ou mesmo delírios como tentativas de dar sentido a conflitos internos. O pensamento não é só lógico, mas atravessado por desejos e defesas psíquicas.

    Fico à disposição para esclarecer mais, se precisar.
    Um abraço


  • A aprendizagem depende do processo de desenvolvimento cognitivo?

    A aprendizagem depende do processo de desenvolvimento cognitivo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Cassiano Santana

    A aprendizagem depende não só de habilidades cognitivas, mas também de fatores emocionais e do modo como a pessoa lida, de forma muitas vezes inconsciente, com seus desejos, medos e conflitos. A relação com quem ensina, a curiosidade, a motivação e a possibilidade de elaborar frustrações são aspectos essenciais para que o conhecimento seja integrado. Assim, aprender envolve tanto a razão quanto afetos e processos internos profundos.

    Fico à disposição para seguir ajudando
    Um abraço


  • Relato de Relacionamento Abusivo Namoro há 7 meses uma mulher de 43 anos. Eu tenho 26. No início, e

    Relato de Relacionamento Abusivo
    Namoro há 7 meses uma mulher de 43 anos. Eu tenho 26. No início, ela me pareceu tudo o que alguém poderia desejar: inteligente, linda, engraçada e cativante. Me senti profundamente envolvido. Mas, com o tempo, o que parecia um grande encontro se transformou em um ciclo doloroso de controle, medo e desgaste emocional.

    Desde o começo, notei sinais de ciúmes e desconfiança em excesso. Tentei relevar, buscando compreender suas inseguranças e reconhecendo também minhas imperfeições. Mas situações simples viraram gatilhos para brigas intensas. Bastava eu não atender o telefone porque adormeci, que já era suficiente para gritos, xingamentos e descontrole. Para evitar novos atritos, cheguei ao ponto de fazer uma cópia da chave da minha casa para que ela pudesse entrar e "comprovar" que eu estava mesmo dormindo.

    Com o passar dos meses, fui me afastando de pessoas próximas. Amigos e amigas de anos se tornaram “ameaças” na visão dela. Um dos episódios mais difíceis envolveu uma amiga com quem continuei conversando, mesmo após ela ter pedido que eu cortasse o contato. Admito que errei por não ter sido mais firme, mas sempre deixei claro que era apenas amizade. A situação escalou até o ambiente profissional — ambos atuamos na área política — e ela passou a acreditar que essa amiga, junto com outro amigo meu, estavam conspirando para tirá-la do cargo que ocupa. Mesmo após eu interceder e resolver a questão com minha chefe, ela me acusou de traição, me agrediu fisicamente e quebrou meu celular. Antes disso, já havia gritado comigo em público, em frente à minha casa, me ofendendo.

    Um dos aspectos mais cruéis dessa relação foi o uso do preconceito como arma. Um dos meus melhores amigos é bissexual, e por conta disso ela passou a me acusar de ser gay, em tom ofensivo e homofóbico. Me chamava de “viado”, dizia que minha mãe queria nos separar por questões religiosas, e que meus amigos estavam “me levando pro outro lado”. Tudo isso sem qualquer fundamento. Eu, que sou heterossexual, vi minha sexualidade ser usada como forma de humilhação. Se eu não quisesse ir à casa dela em determinado dia, ela afirmava que eu estava escondendo algo ou saindo com outra pessoa. Nada disso era verdade.

    Tentei terminar o relacionamento várias vezes, por me sentir emocionalmente esgotado, com ansiedade constante e medo diário. Mas toda tentativa de rompimento foi recebida com ameaças. Ela dizia que iria até o meu trabalho, faculdade ou casa da minha mãe para brigar, Me acusava de agir “por baixo dos panos”, dizia que minha mãe manipulava minha cabeça, que meu amigo era, na verdade, meu amante. Eu negava, com respeito e clareza, mas ela insistia. Me chamava de covarde, distorcia tudo o que eu dizia e fazia para manter o controle sobre mim.

    As acusações vinham acompanhadas de gritos, humilhações verbais e vigilância constante. Passei a compartilhar minha localização em tempo real, saía mais cedo das aulas, me afastei de pessoas queridas. Tudo para tentar evitar conflitos e manter uma falsa paz. Mas toda tentativa de diálogo terminava da mesma forma: em gritos, culpa e chantagens.

    O que escrevo aqui não representa nem metade do que vivi. Muitas vezes, me sentia preso a essa relação apenas pelo sexo. E quando percebi isso e me afastei, ela usou isso contra mim: dizia que isso era a prova de que eu “não tinha tesão porque era viado”, que “homem de verdade não se importa com palavras, só com prazer”. Mas as coisas que ela dizia me destruíam por dentro. Eu era diminuído o tempo todo — nas minhas opiniões, nos meus sentimentos, no meu trabalho. Até quando comentei uma visão sobre um filme, ela disse que minha opinião era errada porque eu “não prestava”.

    Eu produzia vídeos sobre política, e ela dizia que não podia curtir nada meu porque poderia prejudicá-la profissionalmente. Me desvalorizava, me fazia sentir como se eu fosse um bosta. Na última briga, ela disse que, se eu não respondesse, viria até minha casa e “minha mãe ia ver só”. Tive uma crise de ansiedade. Ela percebeu que eu estava mal, mas em vez de acolher, disse que eu estava assim por causa dos meus amigos, e não por causa das coisas horríveis que ela me dizia. Falou coisas terríveis — e logo depois me pediu para apagar toda a nossa conversa. Alegou que era porque falávamos de sexo, mas no fundo eu sei que ela teve medo de que alguém visse as mensagens se algo grave acontecesse comigo.

    Toda vez que tento terminar, as ameaças voltam: de ir na minha casa, no meu trabalho, na minha faculdade, de espalhar mentiras. Eu me sinto em uma prisão invisível. Estou abalado, com vergonha, com medo, ja marquei psiquatra, mas nao sei como terminar.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Cassiano Santana

    Seu relato expõe uma dinâmica relacional marcada pela violência que vai além dos episódios específicos - há um padrão de repetição que merece ser olhado com cuidado. O que inicialmente se apresentou como paixão transformou-se numa espécie de prisão psíquica, onde sua liberdade de pensar e agir foi progressivamente confiscada. Como profissional, observo que você já reconhece os mecanismos desse aprisionamento: a vigilância constante, a distorção da realidade, a humilhação como forma de controle. São estratégias que não falam sobre você, mas sobre o funcionamento do outro - um funcionamento que precisa da sua anulação para existir.

    O fato de você ter mantido essa relação por meses, mesmo sofrendo, não é sinal de fraqueza, mas indica como esses vínculos abusivos se sustentam justamente na ambivalência entre dor e esperança. Há uma armadilha aqui: quanto mais você tenta provar sua lealdade ou corrigir 'erros' imaginários, mais o ciclo se perpetua. A violência, nesses casos, não é um descontrole momentâneo - é um método. E métodos exigem estratégias específicas para serem rompidos.

    Sua decisão de buscar ajuda psiquiátrica é importante, mas insuficiente se isolada. Você precisa criar, urgentemente, uma rede de proteção concreta (registro de ameaças, apoio jurídico) que permita o trabalho psicológico de reconstrução. Não se engane: terminar esse relacionamento será provavelmente o início de um processo complexo, não seu fim. O apego traumático que se estabelece nessas dinâmicas muitas vezes fala mais alto do que a razão. Por isso, além do medicamento, você precisará de um espaço analítico para compreender por que tolerou o intolerável - não para julgar-se, mas para libertar-se definitivamente.

    Não há atalhos nesse caminho, mas há saída. O primeiro passo você já deu ao escrever esse relato. O próximo exige coragem para transformar a consciência em ação - e nisso você não precisa estar sozinho. Se permita buscar ajuda especializada, tanto no campo jurídico quanto no terapêutico.
    Espero ter ajudado

    Um abraço!


  • Tudo bem? Queria saber o seguinte: eu e meu psicólogo já trocamos olhares antes mesmo da terapia, el

    Tudo bem? Queria saber o seguinte: eu e meu psicólogo já trocamos olhares antes mesmo da terapia, ele já me falou que se interessou por mim e eu já gostava dele também. Acabei que chamei ele pra ser meu psicólogo e ele aceitou, mais nunca falamos disso na terapia. Eu deveria entrar nesse assunto na terapia com ele? Porque as vezes acho constrangedor

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Cassiano Santana

    Se você e seu psicólogo já tinham uma conexão antes da terapia e isso nunca foi discutido no setting terapêutico, é importante refletir: esse silêncio pode estar prejudicando seu processo. A terapia é um espaço seguro para explorar sentimentos, inclusive os que envolvem o próprio terapeuta — e um profissional ético deveria ajudá-lo a trabalhar isso, sem julgamentos. Se for difícil abordar o assunto sozinho, tente começar com algo como: 'Às vezes penso no que sentimos antes da terapia e como isso interfere aqui'. Se perceber que o tema está sendo evitado ou que os limites estão confusos, considere buscar outro profissional. Lembre-se: a terapia existe para seu crescimento, e nada que seja relevante para você deve ficar fora dela.
    Espero ter ajudado

    Um abraço


  • Boa tarde! Tenho 52 anos e tenho observado meu comportamento.Quando estou em casa, só deito se tiver

    Boa tarde! Tenho 52 anos e tenho observado meu comportamento.Quando estou em casa, só deito se tiver um pano me cobrindo(uma parte do corpo), me sinto mais segura e confortável.Tenho dificuldade com textura, so consigo vestir roupa de algodão,malha de algodao tbm, tecido sintetico me incomoda.Isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Cassiano Santana

    Seu relato sobre a necessidade do pano e a preferência por tecidos de algodão revela uma relação muito particular entre seu corpo e o mundo exterior. Longe de ser apenas um 'hábito', isso parece funcionar como uma espécie de linguagem silenciosa - onde a textura certa acalenta, e o pano que cobre protege mais do que fisicamente. Muitas pessoas desenvolvem esses rituais de conforto como forma de criar estabilidade em um mundo que pode parecer excessivamente estimulante ou até invasivo.

    Do ponto de vista psicológico, quando certas necessidades sensoriais se tornam condições absolutas para o bem-estar (como só conseguir deitar com o pano ou a rejeição intensa a tecidos sintéticos), estamos diante de algo que merece atenção - não porque seja 'anormal', mas porque pode estar sinalizando uma sensibilidade especial ou mesmo marcas de experiências passadas que seu corpo ainda guarda. O interessante é observar: quando isso começou? O que acontece quando você tenta ficar sem essas proteções? A ansiedade ou desconforto que surgem podem ser pistas importantes.

    Você não está sozinha nessa experiência. Muitas pessoas descobrem que suas preferências por determinadas texturas ou a necessidade de certos rituais de conforto falam muito sobre como elas se relacionam consigo mesmas e com o mundo. O importante não é julgar se isso é 'normal', mas entender se essas necessidades limitam sua liberdade ou causam sofrimento. Se sim, vale a pena explorar isso em psicoterapia - não para eliminar o que te conforta, mas para compreender suas raízes e, quem sabe, encontrar outras formas de se sentir segura.*

    *Sua pergunta já mostra um importante autoconhecimento. Continuar observando esses sinais do corpo com curiosidade e sem julgamento pode ser um caminho fértil para se entender melhor. Se esses traços forem acompanhados de outras dificuldades (como muita ansiedade ou limitações na vida social), um profissional poderá ajudar a tecer novas formas de conforto - sem perder o que já te acalenta, mas ampliando seus recursos internos.

    Espero ter ajudado
    Um abraço!


  • Quando me deito ao fechar os olhos tenho tipo sonho, porém estou acordado, devido isso não to conseg

    Quando me deito ao fechar os olhos tenho tipo sonho, porém estou acordado, devido isso não to conseguindo dormir direito

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Cassiano Santana

    Olá,
    Quando você fecha os olhos e começa a ter imagens ou sensações semelhantes a sonhos, mesmo estando acordado, pode estar lidando com um excesso de atividade psíquica. Isso pode estar relacionado a conteúdos inconscientes que insistem em se manifestar, seja por meio de pensamentos intrusivos, seja pela dificuldade de relaxar e entrar no estado de sono profundo.

    Esse fenômeno pode estar ligado a conflitos internos, ansiedade ou até mesmo a um mecanismo de defesa contra algo que sua mente tenta elaborar. O fato de isso estar afetando seu sono indica que há uma angústia que precisa ser escutada e trabalhada.

    O acompanhamento psicanalítico é essencial para compreender o que esses “sonhos acordados” querem comunicar. O tratamento contínuo permite elaborar esses conteúdos, reduzindo a carga psíquica e promovendo um sono mais tranquilo.

    Espero ter ajudado, é fundamental que procure ajuda profissional.

    Um abraço


  • olá, ultimamente tenho estado preocupada com minha irmã mais velha, de 26 anos, que sempre teve ansi

    olá, ultimamente tenho estado preocupada com minha irmã mais velha, de 26 anos, que sempre teve ansiedade forte, já passou e passa com psicólogos a anos e recebeu laudo de ansiedade "severa" que eu me lembre foi esse termo usado, não tenho certeza. Já foi indicada a passar com psiquiatra e nunca foi, se nega a ir, porem parece a única solução pra ajudar ela, já que sem ajuda de remédios ela esta tendo crises e sofrendo, estamos todos preocupados, mas ninguém consegue convencer ela a dar uma chance de passar com psiquiatra

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Cassiano Santana

    É compreensível a preocupação com sua irmã, ainda mais considerando que a ansiedade severa pode ser bastante debilitante. Na psicanálise, os sintomas ansiosos são vistos não apenas como algo a ser eliminado, mas como uma manifestação de algo mais profundo que precisa ser compreendido. A resistência dela em procurar um psiquiatra pode ter um sentido subjetivo, ou seja, pode estar ligada a um medo inconsciente, a uma crença pessoal ou até mesmo a uma posição psíquica em relação ao próprio sofrimento.

    Uma possibilidade dentro do tratamento psicanalítico é aumentar a frequência das sessões. O atendimento uma vez por semana pode ser insuficiente quando os sintomas estão muito intensos. Ir mais vezes pode permitir que ela elabore melhor as angústias e, quem sabe, possa se questionar sobre sua resistência ao tratamento psiquiátrico. Muitas vezes, o medo de perder o controle, de mudar ou até mesmo de se confrontar com aspectos difíceis da própria história podem estar por trás dessa recusa.

    Talvez uma conversa com ela, sem pressão, ajudando-a a pensar sobre os próprios motivos para evitar o psiquiatra, possa ser um caminho. Em alguns casos, perceber que há um sofrimento excessivo pode ajudá-la a considerar novas possibilidades. Se o receio for sobre o uso de medicação, um bom psiquiatra pode explicar melhor as opções e ajudá-la a ter mais segurança no processo.

    Espero ter ajudado,
    Abraços!


  • Olá. Sabe-se que autistas possuem sensibilidade ao toque físico. Existe algum transtorno ou outra de

    Olá. Sabe-se que autistas possuem sensibilidade ao toque físico. Existe algum transtorno ou outra deficiência que cause esse tipo de sensibilidade também?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Cassiano Santana

    Olá, que bom que você já não “enquadrou” com autista. Até porque um traço, não define um diagnóstico. O tema parece ser mais amplo do que você pensa. Sim, tem outros transtornos, que causam esse sintoma, assim como outras situações também podem causar. O importante é buscar uma avaliação adequada e posteriormente um tratamento. Algumas pessoas podem desenvolver sintomas, devido a um episódio traumático, por exemplo.
    Espero ter ajudado.

    Um abraço


  • Olá! Tenho um filho de 5 anos e está na creche. Em casa, ele não dá trabalho, aprende tudo, come bem

    Olá! Tenho um filho de 5 anos e está na creche. Em casa, ele não dá trabalho, aprende tudo, come bem, mas na creche ele dá trabalho, não quer fazer as tarefas, faz birra. Não sei mais o que fazer pra ele mudar.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Cassiano Santana

    Olá, é comum algumas crianças se comportarem de maneiras diferentes conforme o ambiente. O importante é ter consciência que na escola há problemas e assim buscar uma solução. É importante considerar, se a criança ainda está se adaptando ao ambiente escolar, outro ponto é refletir como o ingresso dela na escolinha afeta os pais. Cada criança é única, esse olhar singular pode ajudar para um planejamento específico para o seu filho, incluindo a ajuda da escola nesse processo. Um profissional irá auxiliar bastante, um psicólogo pode muito bem ajudar a família a conduzir melhor esse situação


  • Eu gostaria de saber se os pensamentos intrusivos sexuais podem trazer prazer sexual. Por exemplo,

    Eu gostaria de saber se os pensamentos intrusivos sexuais podem trazer prazer sexual.
    Por exemplo, sei que existe o TOC sexual, normalmente os pensamentos são incontroláveis e são contra aos princípios da pessoa. Eu tenho tudo isso, e isso me causa muito nojo e tristeza, porém eu realmente sinto prazer sexual com esses pensamentos. Traz muita culpa e dor, e eu sofro com isso desde criança. Eu não tenho nenhum comportamento obsessivo quanto a isso também. Mas me causa muito sofrimento.
    Já fui diagnosticada com TOC por outras coisas há anos atrás, mas nunca contei essa questão sexual para ninguém. Na minha família também tem histórico de ansiedade e TOC.
    Isso que eu tenho seria um toc sexual, mesmo que eu realmente sinta prazer quanto a isso e justamente o prazer me cause muita culpa ? Ou seria só pensamentos sexuais intrusivos ?.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Cassiano Santana

    Olá! Independente de qualquer diagnóstico, essas questões são muito íntimas. É recomendável que você procure um profissional da saúde que lhe auxilia a lidar com seus sintomas. Assim, você pode olhar e aprender a lidar com eles, sem pagar um preço tão alto, com tanta angustia. Fazer um tratamento que olhe para a sua singularidade é o melhor caminho.

    Espero ter ajudado
    Um abraço.


  • Tenho dificuldade de aprendizagem,fiz uma avaliação neuropsicológica que deu QI de 95 pelo WAI III q

    Tenho dificuldade de aprendizagem,fiz uma avaliação neuropsicológica que deu QI de 95 pelo WAI III que me deixou mais ainda sem esperança,pois achava que minha inteligência seria pelo menos de 100,uma média exata, sinto uma tristeza profunda,vontade de morrer,com 36 anos ainda não sei fazer nada, nenhuma profissão, tenho que fazer sub trabalhos, braçais,me sinto humilhado,burro,me acho incapaz de realizar meus sonhos de ser um eletricista. Pra piorar tenho uma timidez excessiva, fico desesperado quando estou perto das pessoas ,sinto muita vergonha,me sinto um lixo,se eu pudesse me trancaria e nunca mais sairia de lá.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Cassiano Santana

    Olá, É importante buscar ajuda para que se sinta melhor. Independente de testes, na própria forma que descreveu é possível de se identificar outros pontos que necessitam atenção. Se questionar sobre o que pode estar travando você, mas isso leva tempo e exige investimento psíquico. Um profissional adequado poderá auxiliar.

    Um abraço,


  • Uma criança com 11 anos de idade começou apresentar pensamentos repetitivos de aspecto sexual, dizen

    Uma criança com 11 anos de idade começou apresentar pensamentos repetitivos de aspecto sexual, dizendo pensa tendo relações sexuais com pessoas estranhas, com imagens... ao sair na rua e ver uma pessoa logo vem à mente tais pensamentos.
    Há duas semanas, vem sempre me relatando esses episódios.
    Qual a melhor saída?
    Como posso buscar ajuda?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Cassiano Santana

    Olá, esse comportamento é comum e pode ser desencadeado por diversos fatores, o cuidado com as telas se faz fundamental nos dias atuais . É muito importante a ajuda de um profissional da saúde para auxiliar nesse momento. Um acompanhamento psicológico irá ajudar


  • Em qualquer nível de ansiedade social é possível tratamento com psicoterapia? E quando e necessário

    Em qualquer nível de ansiedade social é possível tratamento com psicoterapia? E quando e necessário tratamento medicamentoso ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Cassiano Santana

    Sim, inclusive é recomendado a psicoterapia, pois tem resultados efetivos. Sobre o tratamento medicamentoso é importante a análise individual. Em alguns casos são recomendados, já em outros não é preciso, apenas a psicoterapia é suficiente


  • Olá bom dia,estou a um tempo convivendo com isso,mais c intencificou muito nos últimos meses,eu não

    Olá bom dia,estou a um tempo convivendo com isso,mais c intencificou muito nos últimos meses,eu não suporto ser tocada em serras áreas do meu corpo,de forma a dar repúdio instantâneo,nada abusivo,e até mesmo gestos sem sentindo quando feitos em mim me dão agonia,isso acontece principalmente com meu filho ele tem apenas 5 anos e quando me toca eu me descontrolo,grito empurro etc, gostaria de uma ajuda por favor,pq eu sou uma boa mãe e isso está abalando meu filho e quero saber como posso me ajudar pra não acontecer mais isso.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Cassiano Santana

    Olá, é importante entrar em contato com um profissional que possa auxiliar a entender a origem desses fatos, para poder ajudar nessas situações, principalmente com relação ao seu filho, parece que isso é o que lhe causa mais angústia. Um tratamento psicológico pode ser muito importante nesse momento. Irá olhar as singularidades da situação, relacionando a sua história de vida. Esses comportamentos são muito sigilares e precisam ser tratados caso a caso.


  • Meu namorado è esquizofrenico, mais quando esta comigo se comporta como adulto.Mais quando esta na p

    Meu namorado è esquizofrenico, mais quando esta comigo se comporta como adulto.Mais quando esta na presenta dos pais ou de pessoas, se comporta como criança.Eu não entendo essa atitude dele e ele já tem 30 anos.È normal esse comportando diante das pessoas por causa dessa doença.Fica infantilizado na presença dos pais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Cassiano Santana

    Olá,
    O comportamento infantilizado na presença dos pais pode ser interpretado como uma forma de regressão, um retorno a estados mais primitivos de desenvolvimento quando a pessoa se sente em um ambiente que evoca segurança ou conflitos não resolvidos. No caso de indivíduos com esquizofrenia, essa dinâmica pode ocorrer porque os vínculos familiares podem reativar questões emocionais profundas, fazendo com que, em certos contextos, o paciente recorra a comportamentos que lembram fases anteriores da vida, onde essas relações eram fundamentais para sua identidade e segurança.

    Mesmo que seu namorado se comporte de forma mais adulta com você, a presença dos pais pode desencadear essa resposta emocional intensa e inconsciente, onde ele se vê numa posição de dependência ou busca por acolhimento. Esse fenômeno não é incomum, mas indica que há conflitos internos que precisam ser trabalhados.

    Por isso, é fundamental que ele, e o casal, considerem a continuidade de um tratamento, que pode incluir acompanhamento psiquiátrico e psicoterapêutico, para que essas questões sejam exploradas e integradas de maneira saudável. Um tratamento contínuo auxilia não apenas no manejo dos sintomas da esquizofrenia, mas também na compreensão e elaboração dos processos emocionais que influenciam seu comportamento em diferentes contextos, promovendo uma maior autonomia e equilíbrio emocional.

    Espero ter ajudado de alguma forma.
    Um abraço


  • Ola, tenho 22 anos, quando era criança sofri abuso sexual de pessoas ao meu redor outros homens, des

    Ola, tenho 22 anos, quando era criança sofri abuso sexual de pessoas ao meu redor outros homens, desde então eu não me acho suficiente para uma mulher e continue a fazer atos com outro homem, hoje sou ativo mas quando era abusado já fui pss, mas toda que faço esse atos me vem um remorço muito grande! Mas é difícil sair desse vicio, oque eu posso fazer!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Cassiano Santana

    Olá, a situação que passou foi dura, deixou marcas e precisa ser tratada, entre outras questões da sua vida que talvez você nem saiba. De qualquer forma com uma ajuda profissional você poderá fazer suas escolhas de uma forma mais saudável, sem que elas estejam tão ligadas aos seus traumas. Um tratamento adequado pode lhe dar a liberdade de escolhas.
    Boa sorte nessa jornada

    Um abraço


  • acho q tenho TOC sexual e mesmo q tente convencer minha mente de q não aquilo não é real não consigo

    acho q tenho TOC sexual e mesmo q tente convencer minha mente de q não aquilo não é real não consigo. Não estou conseguindo dormi nem comer e tenho muita vontade de sumi, choro muito pois não tenho esperança de que vou sair desse fundo do poço, pois os pensamentos são muito perturbadores e as vezes tenho até mesmo reações mesmo com nojo! Qual tipo de ajuda devo procurar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Cassiano Santana

    Olá, um psicólogo irá ajudar você a avaliar essas questões, entender de onde isso vem. É muito importante olhar para esses sintomas e tratá-los. Assim terás chance de poder significar essas questões


  • Fui identificado pela minha psicóloga como tendo um “leve espectro asperger”. O que isso implica no

    Fui identificado pela minha psicóloga como tendo um “leve espectro asperger”. O que isso implica no meu funcionamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Cassiano Santana

    Olá
    O mais importante é que está tendo acompanhamento, fique a vontade para perguntar a psicologa sobre suas dúvidas, até porque existem questões singulares de cada indivíduo, somos todos diferentes e o trabalho singular é fundamental. Se achares necessário poderá conversar com ela sobre um olhar de outro profissional da área para complementar o seu tratamento.

    Um abraço


  • OLá boa tarde !!! Meu filho de 5 anos fica nervoso com muita facilidade, nao aceita comandos e nao

    OLá boa tarde !!!
    Meu filho de 5 anos fica nervoso com muita facilidade, nao aceita comandos e nao gosta de ouvir o nao , muito desobediente, so quer fazer o que ele quer . Nao quer ir para a escola ....
    Me ajude como devo proceder

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Cassiano Santana

    Olá, o limite é muito importante na nossa vida, nos auxilia a suportar as frustrações e desafios futuros. Talvez seja importante você buscar uma ajuda profissional para o se filho. Assim você terá mais um suporte e ele estará sendo assistido em seu desenvolvimento, a interação entre profissional, pais e escola muitas vezes é fundamental para auxiliar uma criança.

    Um abraço


Perguntas frequentes

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