Perguntas do paciente (7)
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Quando as fezes estão escura devido ao tratamento via oral do ferro, devo diminuir a dose para que h
Quando as fezes estão escura devido ao tratamento via oral do ferro, devo diminuir a dose para que haja um melhor aproveitamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O escurecimento das fezes durante a suplementação com ferro é um efeito natural e inofensivo, acontece por causa da oxidação do ferro não absorvido no trato gastrointestinal.
Esta alteração na coloração não indica problemas como má absorção, toxicidade ou qualquer complicação. É simplesmente parte do processo fisiológico normal do tratamento, e você pode ficar tranquilo(a) quanto a isso.
A absorção intestinal do ferro possui limites fisiológicos naturais. Aumentar a dose não resulta em maior aproveitamento pelo organismo - pelo contrário, pode intensificar alguns efeitos adversos como desconforto abdominal, náuseas e mal-estar, constipação ou diarreia e intolerância gastrointestinal. Para esse tipo de problema, aí sim temos estudos que mostram que doses menores ou administração em dias alternados frequentemente proporcionam melhor absorção e tolerabilidade, otimizando os resultados terapêuticos.
Importante: O escurecimento das fezes, isoladamente, nunca é indicação para ajuste de dose.
Para qualquer dúvida sobre seu tratamento ou necessidade de reavaliação, é fundamental manter diálogo aberto com seu médico assistente, que poderá personalizar a abordagem terapêutica conforme suas necessidades individuais.
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Idoso diabético, hipertenso, histórico de risco cardiovascular, com uso diário de mais de 9 medicaçõ
Idoso diabético, hipertenso, histórico de risco cardiovascular, com uso diário de mais de 9 medicações. Único exame alterado foi de diabetes (nas alturas). Sem apetite, abatido, “grogue”, não evacua direito. Pode ser polifarmácia ou é a diabetes? (Toma remedio pra apetite, pra urinar, hiperproteico etc)
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os sintomas podem estar relacionados tanto ao descontrole do diabetes quanto ao uso de muitos medicamentos (polifarmácia). É essencial investigar cuidadosamente ambas as possibilidades, pois elas podem ocorrer simultaneamente e até se agravar mutuamente. Além disso, é importante descartar outras condições médicas que possam estar contribuindo para o quadro.
O ideal seria revisar a lista de medicamentos, analisando cada um em relação ao início e à evolução dos sintomas, para identificar possíveis interações ou efeitos adversos. Também é necessário avaliar como o diabetes e outras condições clínicas podem estar impactando o estado geral do paciente.
Abaixo, apresento algumas possibilidades que podem explicar os sintomas:
1. Polifarmácia e reações adversas a medicamentos. A polifarmácia é uma das principais causas de sintomas inespecíficos em idosos, como a sensação de estar “grogue” e a constipação.
2. Quando o diabetes está descompensado, pode causar cansaço extremo, apatia, desidratação e, em casos mais graves, alterações no estado mental. Em idosos, os sintomas clássicos podem ser menos evidentes, e sinais como abatimento e confusão podem predominar. No entanto, sintomas como constipação e sensação de estar “grogue” são menos comuns como sinais exclusivos do descontrole glicêmico.
3. Medicamentos como antidepressivos, anticolinérgicos e opiáceos, frequentemente usados por idosos, podem causar constipação. Suplementos hiperproteicos também podem agravar o problema.
4. A apatia e o abatimento podem ser sinais de depressão em idosos, especialmente em pessoas que convivem com doenças crônicas e fazem uso de muitos medicamentos.
5. Estado hiperglicêmico hiperosmolar é uma complicação grave do diabetes que pode causar confusão, abatimento e desidratação. É importante descartar essa condição urgentemente, pois ela pode evoluir rapidamente para um quadro mais sério, como o coma.
6. Constipação grave e o uso de muitos medicamentos podem mascarar sinais de obstrução intestinal. Em casos suspeitos, exames como tomografia computadorizada do abdômen podem ser necessários para confirmar o diagnóstico.
7. Em idosos, sintomas como abatimento e sensação de mal-estar podem ser sinais atípicos de problemas cardíacos, como isquemia. Avaliações como eletrocardiograma (ECG) e exames de troponina podem ajudar a identificar essa condição.
É importante que o paciente passe por uma avaliação detalhada com um médico especialista, que possa revisar os medicamentos, investigar as causas dos sintomas e propor um plano de cuidado personalizado. Essa abordagem cuidadosa pode ajudar a identificar e tratar a causa principal, melhorando a qualidade de vida do paciente.
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Eu gostaria de orientação para colchão para idoso com excesso de peso e com artrose no joelho, assim
Eu gostaria de orientação para colchão para idoso com excesso de peso e com artrose no joelho, assim como as características da cama que devo mandar fazer.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O excesso de peso pode aumentar a pressão sobre as articulações, agravando dores e limitações causadas pela artrose, além de impactar a qualidade do sono e a mobilidade.
A artrose no joelho, especialmente em pessoas com excesso de peso, pode causar dor, fadiga e dificuldade de movimentação. Além disso, idosos com essas condições têm maior risco de quedas, o que torna fundamental criar um ambiente seguro e funcional. A escolha do colchão e da cama deve ser personalizada, levando em conta as necessidades específicas do idoso, como limitações de mobilidade, conforto e segurança.
Colchões com firmeza intermediária a elevada ajudam a distribuir melhor o peso do corpo, reduzindo pontos de pressão dolorosos e oferecendo suporte adequado às articulações. Também facilita movimentação na cama ou levantar-se.
A cama deve ter uma altura que permita ao idoso sentar-se com os pés apoiados no chão, facilitando o movimento de levantar-se com segurança. Barras laterais ou dispositivos de apoio pode ajudar na prevenção de quedas.
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Quanto reduz a imunidade da vacina AstraZeneca se tomar inflamatório
Quanto reduz a imunidade da vacina AstraZeneca se tomar inflamatório
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
segundo o conhecimento atual baseado em estudos mais bem conduzidos, o uso ocasional de anti-inflamatório (do tipo não hormonal) para controle de sintomas pós-vacinais não contraindica nem compromete a resposta imunológica à vacina AstraZeneca (Vaxzevria) .
Mas é importante lembrar que uso frequente ou prolongado desse tipo de medicamento deve ser desencorajado, a não ser quando a decisão foi individualizada com o seu médico de confiança.
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Tomei Ivermectina. Quantos dias após ter tomado a ivermectina,posso tomar a primeira dose da vacina
Tomei Ivermectina. Quantos dias após ter tomado a ivermectina,posso tomar a primeira dose da vacina da Covid19?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
olá, tudo bem?
o uso da ivermectina não interfere na indicação das vacinas disponíveis para imunização contra o coronavírus.
a literatura clínica atual e as recomendações de sociedades médicas e agências regulatórias, como a FDA nos Estados Unidos, não identificam qualquer interação relevante entre ivermectina e as vacinas contra COVID-19, seja em termos de eficácia, segurança ou resposta imunológica
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Boa tarde . Tomo ivermectina de 15 em 15 dias. Agora vou ter q tomar 2 dias após a segunda dose da v
Boa tarde . Tomo ivermectina de 15 em 15 dias. Agora vou ter q tomar 2 dias após a segunda dose da vacina. Há problemas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
olá, tudo bem?
o uso de ivermectina não interfere na indicação das vacinas disponíveis para imunização contra o coronavírus.
a literatura clínica atual e as recomendações de sociedades médicas e agências regulatórias, como a FDA nos Estados Unidos, não identificam qualquer interação relevante entre ivermectina e as vacinas contra COVID-19, seja em termos de eficácia, segurança ou resposta imunológica
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O HG-3 (de Ana Aslan) é realmente confiável? Ajuda a combater a senilidade e a oferecer uma melhor q
O HG-3 (de Ana Aslan) é realmente confiável? Ajuda a combater a senilidade e a oferecer uma melhor qualidade de vida aos idosos? Obrigado pela atenção.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudobem? sua pergunta é muito interessnate!
Embora na época em que a dra Ana Aslan falou do Gerovital H3 (GH3) tenha despertado a curiosidade da comunidade, atualmente, as evidências científicas sobre o uso do Gerovital são limitadas.
Alguns estudos exploraram seus possíveis benefícios, mas os resultados ainda não são suficientes para recomendar seu uso como tratamento clínico. Na verdade, quanto mais bem estruturado o método do estudo, mais se confirma falta de benefícios.
Até o momento, não é recomendado por sociedades médicas reconhecidas e não possui aprovação pela FDA (Food and Drug Administration) nos Estados Unidos para uso clínico.
Isso significa que não há evidências robustas que justifiquem seu uso como terapia para envelhecimento, qualidade de vida, sintomas psiquiátricos ou proteção contra danos ao DNA.
Perguntas frequentes
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Posso tomar diclofenaco em comprimido e passar o gel diclofenaco?
Em algumas situações, sim, mas essa associação deve ser orientada por um…