Perguntas do paciente (23)

  • Por que o controle inibitório é um desafio no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ?

    Por que o controle inibitório é um desafio no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daiane de Oliveira

    O controle inibitório e um desafio no TOC pelo fato de que a pessoa não consegue parar/frear pensamentos e impulsos repetitivos, mesmo sabendo que são exagerados. Isso ocorre por falhas nos circuitos cerebrais que regulam a inibição, mantendo as situações de obsessões e compulsões.


  • O que é "roupagem psíquica" na psicanálise? .

    O que é "roupagem psíquica" na psicanálise? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daiane de Oliveira

    “roupagem psíquica” é como uma fantasia que a mente coloca em sentimentos ou desejos que não podem aparecer de forma direta. Dessa forma, eles surgem disfarçados em sonhos, sintomas, comportamentos ou até em coisas criativas, de um jeito mais aceitável e menos doloroso pra gente.


  • Quais ferramentas a neuropsicologia utiliza na reabilitação neuropsicológica?

    Quais ferramentas a neuropsicologia utiliza na reabilitação neuropsicológica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daiane de Oliveira

    Pode-se considerar ferramentas como exercícios pra memória e atenção, dicas práticas como usar agenda ou celular pra lembrar das coisas, treinos de atividades do dia a dia, além de tecnologia com jogos e aplicativos. Também faz parte conversar e orientar tanto o paciente quanto a família, oferecendo apoio emocional nesse processo.


  • Quais são os benefícios da interação terapêutica ? .

    Quais são os benefícios da interação terapêutica ? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daiane de Oliveira

    são inúmeros! uma interação terapêutica sincera traz vários benefícios, como o acolhimento e escuta qualificada, autoconhecimento, regulação emocional, construção de novos sentidos e crescimento pessoal.


  • Como lidar com a insegurança interpessoal? .

    Como lidar com a insegurança interpessoal? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daiane de Oliveira

    Você pode começar a lidar a partir do fortalecimento da autoestima, aprendendo a reconhecer suas qualidades e valor pessoal. Também é importante praticar uma comunicação mais clara, se permitir participar de interações mesmo com receios e dificuldades, aos poucos, ganhar confiança nas relações. Olhar para si com mais gentileza, em vez de se cobrar perfeição, faz muita diferença. E a psicoterapia pode ser um apoio muito importante nesse processo.


  • É verdade que a saúde física e psicológica das pessoas melhora quando elas falam ou escrevem a respe

    É verdade que a saúde física e psicológica das pessoas melhora quando elas falam ou escrevem a respeito de seus problemas ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daiane de Oliveira

    sim! a fala e a escrita são formas de externalizar o que acontece interiormente na pessoa, o que ajuda a organizar, nomear os sentimentos e auxiliar na resolução dos problemas. também pode aliviar a sobrecarga emocional e favorece a saúde fisica e psicológica como um todo.


  • O que é Isolamento emocional? .

    O que é Isolamento emocional? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daiane de Oliveira

    É quando alguém se afasta dos próprios sentimentos para não sentir dor ou sofrimento. Pode até estar perto de outras, mas sente dificuldade de se conectar de verdade ou de demonstrar seus sentimentos. É uma forma de se proteger, mas pode gerar solidão e dificultar os relacionamentos. Com atenção, cuidado, terapia, amizades saudaveis é possível aprender a reconhecer e expressar as emoções de forma mais saudável, construindo vínculos mais próximos e seguros.


  • O que pode ser feito para ajudar a desenvolver competências sociais?

    O que pode ser feito para ajudar a desenvolver competências sociais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daiane de Oliveira

    O desenvolvimento de competências sociais é um caminho que começa pelo autoconhecimento, ou seja, aprender a perceber como nos sentimos e como reagimos nas relações. A partir daí, podemos praticar uma comunicação mais clara, aprendendo a ouvir o outro com atenção e também a expressar nossas necessidades de forma assertiva. Exercitar a empatia e respeitar diferenças faz parte desse processo. Também ajuda muito se permitir participar de grupos, conviver em diferentes contextos e observar como as pessoas se relacionam. Pequenas atitudes no dia a dia já fazem diferença. Aos poucos, vamos ampliando esse repertório e construindo relações mais saudáveis e significativas.


  • Como praticar atenção plena para lidar com pensamentos disfuncionais?

    Como praticar atenção plena para lidar com pensamentos disfuncionais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daiane de Oliveira

    Tente focar em outras coisas que não tenha ligação com esses pensamentos, pratique respiração profunda, faça coisas que te tragam para o aqui e agora. Com essa prática, aos poucos sua mente vai entendendo que é possível não focar somente no que te aflinge, mas a se conectar com outras experiências.


  • Como identificar os gatilhos de rejeição? .

    Como identificar os gatilhos de rejeição? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daiane de Oliveira

    Para identifica-los, observe comportamentos ou situações que fazem você sentir uma desvalorização ou exclusão de algum ambiente, grupo ou situação. Se atende as emoções e pensamentos que surgem e com o tempo você vai conseguir perceer padrões que despertam isso, e ter essa consciência é um primeiro passo para saber lidar de forma mais saudável.


  • O que fazer quando me sentir gatilhada por preconceito?

    O que fazer quando me sentir gatilhada por preconceito?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daiane de Oliveira

    Primeiramente, é importante reconhecer as suas emoções e não se julgar por senti-las. Pare um pouco, respire, se acolha e se afaste da situação em si, se possivel, até poder se recompor. Buscar ajuda de pessoas de confiança e profissional também ajuda a diminuir o impacto emocional e no fortalecimento da autoestima.


  • Quais são os sinais de obsessão por uma pessoa? .

    Quais são os sinais de obsessão por uma pessoa? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daiane de Oliveira

    Os sinais podem ser pensar excessivamente na pessoa, tentar controlar redes sociais e amizades, sentir ansiedade ou irritação quando não está perto, ciúmes e desconfianças, além de ter dificuldade de se desligar emocionalmente mesmo quando isso causa-lhe sofrimento.


  • Quais doenças autoimunes podem estar relacionadas à hipervigilância somática?

    Quais doenças autoimunes podem estar relacionadas à hipervigilância somática?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daiane de Oliveira

    Doenças autoimunes como lúpus, artrite reumatoide, esclerose múltipla, psoríase, doença celíaca e alterações da tireoide podem estar relacionadas com a hipervigilância somática. Ela não é a causa das doenças, mas pode intensificar o sofrimento físico e emocional. O acompanhamento psicológico ajuda a diferenciar os sintomas reais da ansiedade e a lidar melhor com o estresse.


  • Olá, nunca gostei de me socializar e fico desconfortável na presença de pessoas, ultimamente quando tenho contato com pessoas nao

    Olá, nunca gostei de me socializar e fico desconfortável na presença de pessoas, ultimamente quando tenho contato com pessoas nao consigo me comunicar bem e quando estou fora de casa fico agoniada andando de um lado pro outro e com muita ansiedade, aprece que estou surtando. As vezes corro pro banheiro do meu trabalho sento no chão tampo os ouvidos e só quero chorar, nao gosto de visitas e quando estou em casa faço de tudo pra abafar sons. Nao tenho energia pra nada (sempre fui assim) e quando tenho energia quero fazer tudo de uma vez e acabo nao fazendo nada. Já marquei varias consultas vom psicólogos, quando chega na hora da consulta ...Quem disse que tenho coragem de aparecer, simplesmente invento alguma desculpa e não vou, fico com medo ansiosa, sei lá. Queria muito me resolver...Nao sei o que faço.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daiane de Oliveira

    O que você está vivendo é desafiador, mas existe ajuda e é possível melhorar. Seus sintomas indicam um sofrimento emocional que pode estar ligado à ansiedade, depressão ou outros fatores, e é comum sentir medo de buscar ajuda. Começar com atendimentos online ou por mensagens pode facilitar esse processo. O importante é reconhecer que você não está sozinha e que, com apoio profissional, é possível encontrar alívio e caminhos para se sentir melhor.


  • Como a neuroplasticidade está relacionada ao luto?

    Como a neuroplasticidade está relacionada ao luto?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daiane de Oliveira

    A neuroplacidade acontece em todas as fases da vida, sendo possível desenvolver novos caminhos de enfrentamento e ressignificação, independentemente da idade. Ou seja, ao viver um processo de luto, com ela o cérebro consegue se reorganizar e criar novas conexões, nesse caso, ajudando a enfrentar a ausência e a dor de quem ou o que perdeu.


  • Boa tarde estou há dois anos com sintoma de Desrealização,da pra melhorar ? Tenho transtorno de ansi

    Boa tarde estou há dois anos com sintoma de Desrealização,da pra melhorar ? Tenho transtorno de ansiedade generalizada!!!!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daiane de Oliveira

    Sim, é possível melhorar os sintomas de desrealização, especialmente quando estão ligados ao transtorno de ansiedade generalizada. Esse sintoma é uma resposta comum ao estresse intenso e pode ser tratado com psicoterapia, que ajudam a identificar gatilhos e regular a ansiedade. Em alguns casos, o acompanhamento psiquiátrico com medicação também pode ser necessário. Com o tratamento adequado, muitas pessoas conseguem reduzir ou eliminar esses episódios e recuperar sua qualidade de vida.


  • Olá, minha namorada sofreu abuso sexual pelo próprio irmão quando tinha 8 anos, nosso relacionamento

    Olá, minha namorada sofreu abuso sexual pelo próprio irmão quando tinha 8 anos, nosso relacionamento é bem complicado pois o abuso fez com que ela criasse uma visão de mundo errada sobre ela, sobre os homens e sobre a vida, queremos muito superar essa situação, como começamos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daiane de Oliveira

    O primeiro passo importante é que sua namorada busque acompanhamento psicológico especializado para trabalhar o trauma do abuso. Para o relacionamento, é fundamental que vocês criem um espaço seguro de diálogo, com paciência e respeito, evitando cobranças. Você também pode buscar apoio para entender melhor o impacto do trauma e aprender como apoiá-la de forma saudável. O processo de superação leva tempo, mas com ajuda profissional e apoio mútuo, é possível construir uma relação mais saudável.


  • Como posso ajudar alguém a superar o trama de abuso? Está inteferendo no relacionamento

    Como posso ajudar alguém a superar o trama de abuso?
    Está inteferendo no relacionamento

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daiane de Oliveira

    É fundamental que vocês criem um espaço seguro de diálogo, com paciência e respeito, evitando cobranças. E com muita prioridade, auxiliar a vítima a buscar ajuda com profissional.


  • Olá Boa noite Fui abusada qua do criança, pelo meu irmão, não lembro a intensidade,nunca contei a

    Olá
    Boa noite
    Fui abusada qua do criança, pelo meu irmão, não lembro a intensidade,nunca contei a ninguém sempre lembro pois depois de adulta vim,ter noção da gravidade,e depois comecei a mim relacionar cedo,agora recentemente peguei meu filho de 15 anos fazendo gestos no ir.ao de 8 anos,estou desesperada penso que as vezes de tanto pensar vou ficar louca ou morrer,o de 8 anos já faz acompanhamento psicológico e já contei a psicóloga o que houve,porém estou com vários sentimentos que não sei o que fazer! Não posso conversar com ninguém da família!!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daiane de Oliveira

    É muito importante que você busque apoio profissional para te auxiliar em todo esse processo delicado, pois lidar com esses sentimentos sozinha é muito difícil. Um psicólogo pode ajudar a organizar suas emoções, dar suporte e orientar sobre como agir diante da situação do seu filho. Também é essencial proteger a segurança das crianças envolvidas e manter o acompanhamento terapêutico delas.


  • Após terapia, é normal falar do abuso sexual que sofri na infância em um ambiente seguro? Passei a

    Após terapia, é normal falar do abuso sexual que sofri na infância em um ambiente seguro?
    Passei a falar com amigos próximos, mas durante uma palestra, ouvi que isso dá a entender que não estou falando a verdade.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daiane de Oliveira

    Sim, é normal e saudável falar sobre o abuso sexual em ambientes seguros. Compartilhar sua experiência faz parte do processo de cura e não significa que você está duvidando da sua própria história. Cada pessoa tem seu tempo para se abrir, e isso não invalida a verdade do que aconteceu.


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