Perguntas do paciente (36)

  • Tenho pedra nos rins, posso comer biscoito de polvilho?

    Tenho pedra nos rins, posso comer biscoito de polvilho?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Daniel Bolognese

    O biscoito de polvilho em si não costuma ser um problema direto para pessoas com pedras nos rins, desde que consumido com moderação. O principal fator a ser considerado para quem tem cálculos renais é a dieta rica em sódio ou em oxalato, substâncias que podem agravar a formação de pedras.

    O biscoito de polvilho tem baixo teor de oxalato, então ele não é uma preocupação imediata para a formação de cálculos de oxalato de cálcio. No entanto, se o biscoito for muito salgado, pode contribuir para um consumo excessivo de sódio, o que pode prejudicar a função renal e aumentar o risco de cálculos.

    O que é importante:
    Evite biscoitos excessivamente salgados. Prefira versões com baixo teor de sódio, se possível.
    Hidratação: Beba bastante água para ajudar a prevenir a formação de pedras.
    Atenção ao restante da dieta: Consulte seu médico ou nutricionista para orientações específicas, especialmente se os cálculos forem de oxalato de cálcio.
    Se você tiver alguma condição medica específica, o ideal é seguir as recomendações do seu médico.


  • Estou com paralisia facial recorrente, o neuro passou carbamazepina mas estou amamentando, bebê de 6

    Estou com paralisia facial recorrente, o neuro passou carbamazepina mas estou amamentando, bebê de 6 meses. Tem algum problema?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Daniel Bolognese

    Impactos da Carbamazepina no Bebê Amamentado
    Segurança Geral:

    A carbamazepina é considerada compatível com a amamentação em muitos casos, pois os efeitos adversos graves no lactente são raros.
    No entanto, bebês expostos podem apresentar sintomas como:
    Sedação ou sonolência excessiva.
    Dificuldade para mamar.
    Irritabilidade.
    Possíveis reações hematológicas, como leucopenia (queda de glóbulos brancos), embora isso seja raro.
    Monitoramento do Bebê:

    Se você optar por continuar amamentando enquanto usa carbamazepina, é essencial monitorar o bebê quanto a:
    Alterações no padrão de sono ou comportamento.
    Sinais de icterícia (pele ou olhos amarelados).
    Ganho de peso adequado e desenvolvimento normal.
    Recomendações
    Avaliação de risco-benefício:

    É crucial discutir com seu neurologista e pediatra a gravidade da paralisia facial e a necessidade do uso da carbamazepina. Dependendo da situação, podem ser consideradas alternativas terapêuticas.
    Dose mínima eficaz:

    Se o uso da carbamazepina for indispensável, use a menor dose eficaz para minimizar a excreção no leite materno.
    Monitoramento laboratorial:

    Em alguns casos, o pediatra pode solicitar exames de sangue do bebê para monitorar os níveis de carbamazepina e verificar possíveis efeitos colaterais.
    Opção de interrupção temporária da amamentação:

    Caso os riscos sejam considerados significativos, você pode optar por interromper a amamentação enquanto estiver em tratamento. Durante esse período, você pode:
    Usar fórmula infantil apropriada.
    Manter a produção de leite com extração regular (descartando o leite enquanto estiver em uso da medicação) para retomar a amamentação após o término do tratamento.
    Alternativas terapêuticas:

    Discuta com seu médico se outros medicamentos ou abordagens, como corticoides, antivirais ou medidas de reabilitação (como fisioterapia), podem ser eficazes no manejo da paralisia facial, reduzindo a necessidade de carbamazepina.


  • Sou transplantado do ris a 8 anos posso tomar maca peruana

    Sou transplantado do ris a 8 anos posso tomar maca peruana

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Daniel Bolognese

    Como transplantado renal, é importante ter cautela ao tomar suplementos, incluindo a maca peruana, pois eles podem interagir com os medicamentos imunossupressores ou afetar a função renal de maneira inesperada.

    Embora a maca peruana seja geralmente considerada segura para a maioria das pessoas, ela pode ter efeitos hormonais e impactar a pressão arterial ou outros processos biológicos, o que precisa ser monitorado em pacientes transplantados.

    Recomendações:

    Consulte seu médico: Sempre informe seu nefrologista ou médico responsável antes de iniciar qualquer suplemento.
    Monitoramento: O uso de suplementos deve ser acompanhado de perto, especialmente se houver alterações nos exames de função renal ou pressão arterial.
    Em resumo, consulte seu médico para avaliar se a maca peruana é segura para o seu caso específico, levando em conta o histórico do transplante e os medicamentos que você usa.


  • Estou tomando comprimidos de licopeno, posso tomar cerveja? Obrigado!

    Estou tomando comprimidos de licopeno, posso tomar cerveja? Obrigado!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Daniel Bolognese

    Não há interações diretas entre o licopeno (um antioxidante presente em alimentos como o tomate) e a cerveja, mas alguns pontos devem ser considerados:

    Cerveja e função hepática: O consumo de álcool, especialmente em grandes quantidades, pode sobrecarregar o fígado, que também é responsável pelo metabolismo de medicamentos e suplementos. Embora o licopeno não tenha contraindicações claras com a cerveja, o álcool pode impactar a absorção e o efeito de outros suplementos ou medicamentos.

    Efeitos na saúde geral: O consumo excessivo de álcool pode afetar sua saúde geral, reduzindo os benefícios de antioxidantes como o licopeno.

    Portanto, consumir uma quantidade moderada de cerveja não deve interferir significativamente com o licopeno, mas sempre é bom manter um consumo responsável e monitorar a saúde de forma geral. Se tiver alguma preocupação específica, consulte seu médico.


  • Bom dia, Meu filho tem 16 anos e toma trileptal a 01 ano. Teve uma crise convulsiva e a médica pass

    Bom dia,
    Meu filho tem 16 anos e toma trileptal a 01 ano. Teve uma crise convulsiva e a médica passou trileptal por 02 anos, mesmo com os exames todos normais. Esse tempo de uso pode prejudicar meu filho? Será que pode suspender, ou ficará dependente desse medicamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Daniel Bolognese

    Bom dia! O uso do Trileptal (oxcarbazepina) em um adolescente como o seu filho, mesmo após exames normais, é uma abordagem comum e geralmente recomendada em casos de crises convulsivas. Vamos analisar os principais pontos da sua dúvida:

    Por que o uso do Trileptal por dois anos?
    Prevenção de novas crises:

    Mesmo com exames normais, uma convulsão pode indicar uma predisposição para crises futuras.
    Estudos mostram que o risco de recorrência é maior nos dois primeiros anos após uma crise inicial. Por isso, a médica provavelmente optou por tratar de forma profilática.
    Abordagem padrão:

    Após um período sem crises (geralmente 2 anos), é possível considerar a retirada gradual da medicação, desde que o risco de recorrência seja baixo e o acompanhamento médico seja contínuo.
    Personalização do tratamento:

    A decisão de iniciar e manter o medicamento depende de fatores como a idade, histórico familiar de epilepsia, tipo de crise e a causa subjacente (mesmo que os exames não tenham mostrado alterações).
    O uso prolongado pode prejudicar?
    Efeitos colaterais:

    A oxcarbazepina é geralmente bem tolerada, mas pode causar:
    Sonolência, tontura ou fadiga.
    Alterações de humor (irritabilidade ou ansiedade).
    Diminuição dos níveis de sódio no sangue (hiponatremia), especialmente com uso prolongado.
    É importante monitorar esses efeitos e realizar exames laboratoriais regularmente.
    Desenvolvimento a longo prazo:

    Estudos não indicam que o uso de Trileptal prejudique o desenvolvimento cognitivo ou físico, especialmente se os exames e monitoramentos forem adequados.
    Dependência ao medicamento:

    Não há dependência química ou psicológica em relação ao Trileptal. O cérebro não "fica dependente" da medicação, mas a retirada abrupta pode desencadear crises. Por isso, a suspensão deve ser feita gradualmente e sob supervisão médica.
    A suspensão pode ser considerada?
    Quando pode ser feita:

    Após 2 anos sem crises e com exames normais, a suspensão pode ser discutida com o médico.
    O processo é sempre gradual para evitar o risco de crises de rebote.
    Risco de recorrência:

    Mesmo após a suspensão, existe um pequeno risco de crises futuras. Por isso, é fundamental o acompanhamento neurológico e a orientação sobre possíveis desencadeantes (falta de sono, estresse, álcool, etc.).
    O que você pode fazer?
    Converse com a médica:

    Pergunte sobre o plano para reavaliar o uso do Trileptal ao final dos dois anos.
    Peça para discutir o risco de recorrência com base no histórico do seu filho.
    Monitore seu filho:

    Observe se ele apresenta efeitos colaterais ou mudanças de comportamento.
    Certifique-se de que ele siga corretamente as orientações médicas.
    Reforce hábitos saudáveis:

    Um estilo de vida com sono adequado, alimentação equilibrada e manejo do estresse pode ajudar a reduzir o risco de crises.
    Conclusão: O uso do Trileptal por dois anos é uma abordagem comum e segura para prevenir novas crises convulsivas. Ele não causará dependência, e a suspensão pode ser considerada no momento apropriado, dependendo da avaliação médica e do quadro clínico do seu filho. Continue acompanhando com a médica e tirando dúvidas para garantir a melhor decisão para ele


  • Faço tratamento com xarolto 20mg e hidantal posso tomar chá de banana com cravo da Índia

    Faço tratamento com xarolto 20mg e hidantal posso tomar chá de banana com cravo da Índia

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Daniel Bolognese

    Quando você está em tratamento com Xarelto (rivaroxabana), que é um anticoagulante, e Hidantal (fenitoína), que é um anticonvulsivante, é importante ter cautela ao tomar chás ou outros suplementos, pois alguns ingredientes podem afetar a eficácia ou causar interações.

    Chá de banana com cravo da Índia:
    Banana: Não há evidência que sugira que o consumo de banana interferirá diretamente com o Xarelto ou o Hidantal. Ela é uma fonte de potássio e pode ter benefícios, como ajudar a regular a pressão arterial.

    Cravo da Índia: O cravo contém eugenol, um composto que pode ter propriedades anticoagulantes leves. Isso pode ser uma preocupação quando combinado com medicamentos como o Xarelto, que já tem esse efeito anticoagulante. O consumo em grandes quantidades pode potencialmente aumentar o risco de sangramentos, embora o uso de cravo em pequenas quantidades como tempero ou em chás seja geralmente considerado seguro.

    Considerações:
    Moderação: Em pequenas quantidades, o chá de banana com cravo da Índia provavelmente não causará problemas, mas é importante evitar excessos.
    Interações: Não há interação conhecida entre Hidantal e os ingredientes do chá, mas o cravo pode ter algum efeito anticoagulante, que pode ser relevante para pacientes em uso de Xarelto.
    Orientação médica: É sempre aconselhável consultar seu médico antes de adicionar qualquer chá ou suplemento à sua rotina, especialmente considerando o uso de medicamentos anticoagulantes como o Xarelto.
    Em resumo, o chá com esses ingredientes em quantidades moderadas não deve causar problemas, mas é essencial discutir com seu médico para garantir a segurança.


  • Hidrocefalia passa de mãe para filho? Se a mãe tem, qual a possibilidade do filho ter?

    Hidrocefalia passa de mãe para filho? Se a mãe tem, qual a possibilidade do filho ter?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Daniel Bolognese

    A hidrocefalia não é uma condição hereditária na maioria dos casos, mas existem formas raras e específicas que podem ser transmitidas geneticamente. Vamos explorar isso em detalhes:

    1. Hidrocefalia não hereditária (mais comum):
    Na maioria das vezes, a hidrocefalia é causada por fatores adquiridos, como:

    Infecções (meningite, encefalite).
    Hemorragias cerebrais (durante o parto ou por trauma).
    Malformações congênitas esporádicas (não relacionadas à genética).
    Esses casos geralmente não têm um componente hereditário, e o risco de ser transmitido de mãe para filho é muito baixo.

    2. Hidrocefalia hereditária (mais rara):
    Algumas formas específicas de hidrocefalia são geneticamente determinadas. Por exemplo:

    Hidrocefalia ligada ao cromossomo X (XLH):

    É a forma mais conhecida de hidrocefalia hereditária.
    Ocorre devido a mutações no gene L1CAM no cromossomo X.
    Afeta principalmente os meninos, já que eles possuem apenas um cromossomo X.
    As mulheres portadoras podem ou não ter sintomas leves.
    Síndromes genéticas associadas à hidrocefalia:

    Algumas síndromes raras incluem hidrocefalia como um de seus sintomas (ex.: síndrome de Dandy-Walker).
    3. Qual é o risco para o filho?
    O risco depende do tipo de hidrocefalia que a mãe possui:

    Hidrocefalia adquirida ou esporádica:
    O risco de transmissão é muito baixo, praticamente igual ao da população geral.
    Hidrocefalia genética (confirmada por teste genético):
    Se a mãe for portadora de uma mutação como a do gene L1CAM, há risco de transmissão:
    50% de chance de passar o gene para cada filho.
    Se o filho for menino, ele pode ter sintomas graves.
    Se for menina, ela pode ser portadora sem sintomas ou apresentar sinais leves.
    4. O que pode ser feito?
    Histórico médico familiar:

    Avaliar se há outros casos de hidrocefalia ou malformações neurológicas na família.
    Consulta com um geneticista:

    Se houver suspeita de forma hereditária, um especialista pode pedir exames genéticos para avaliar o risco de transmissão.
    Acompanhamento pré-natal:

    Ultrassonografias obstétricas detalhadas podem identificar sinais de hidrocefalia fetal durante a gravidez.
    Conclusão:
    Se a mãe tem hidrocefalia, o risco de passar para o filho é geralmente baixo, a menos que se trate de uma forma genética rara. Uma avaliação genética é recomendada se houver dúvidas sobre o tipo de hidrocefalia ou histórico familiar relevante.


  • Quem tem diabetes tem mas probabilidade do adenoma crescer mais que o norma?

    Quem tem diabetes tem mas probabilidade do adenoma crescer mais que o normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Daniel Bolognese

    O adenoma de células hepáticas (hepatocellular adenoma) é uma lesão benigna do fígado, cuja evolução pode ser influenciada por fatores metabólicos e hormonais. A relação entre diabetes e o crescimento do adenoma hepático é indireta, mas existem algumas conexões relevantes:

    Fatores que Ligam Diabetes e Adenomas Hepáticos
    Associação com Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica (DHGNA):

    Pessoas com diabetes tipo 2 frequentemente têm esteatose hepática (gordura no fígado), que pode estar associada a adenomas hepáticos.
    A inflamação crônica e o estresse metabólico no fígado podem potencialmente contribuir para o crescimento dos adenomas.
    Alterações Metabólicas:

    A resistência à insulina e os altos níveis de glicose no sangue, comuns no diabetes, podem levar a um ambiente metabólico que favorece o crescimento celular anormal, incluindo adenomas hepáticos.
    Uso de Medicamentos:

    Em alguns casos, medicamentos utilizados no manejo do diabetes, como o pioglitazona (da classe das tiazolidinedionas), podem ter impacto na saúde hepática e teoricamente influenciar lesões hepáticas.
    Risco de Malignização:

    Embora raro, adenomas maiores (especialmente acima de 5 cm) têm um risco aumentado de malignização. Diabetes e obesidade podem contribuir indiretamente para alterações celulares.
    O Adenoma Cresce Mais Rápido em Quem Tem Diabetes?
    Não há evidências diretas de que o diabetes isoladamente cause o crescimento acelerado de adenomas hepáticos. Contudo, as condições associadas ao diabetes, como obesidade, inflamação crônica, e DHGNA, podem criar um ambiente propício para o crescimento de lesões hepáticas.


  • Tenho Sturge-Weber na forma mais leve da doença, nunca tive outros sintomas a não ser glaucoma( perd

    Tenho Sturge-Weber na forma mais leve da doença, nunca tive outros sintomas a não ser glaucoma( perdi o olho esquerdo), tenho 23 e nunca tive nada os outros sintomas podem aparecer com o decorrer da idade ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Daniel Bolognese

    A síndrome de Sturge-Weber (SSW) é uma condição rara, congênita, causada por mutações no gene GNAQ que afetam o desenvolvimento vascular. Sua apresentação varia amplamente, desde formas leves, como a que você descreve, até manifestações mais graves. No seu caso, com 23 anos e apenas glaucoma como manifestação, as chances de sintomas adicionais aparecerem ao longo da vida são reduzidas, mas não totalmente inexistentes.

    Possibilidade de Novos Sintomas na SSW
    Glaucoma:

    Você já teve glaucoma, que é uma das manifestações mais comuns da SSW.
    É importante continuar monitorando a saúde do olho direito, já que o risco de desenvolvimento de glaucoma no outro olho, embora menor, pode existir.
    Convulsões:

    Na maioria dos casos, as crises epilépticas aparecem na infância e raramente iniciam na vida adulta.
    Se você nunca teve convulsões e não apresenta sinais neurológicos, o risco de desenvolver esse sintoma mais tarde é baixo.
    Mancha em Vinho do Porto:

    As manchas cutâneas características, caso presentes, não costumam evoluir, mas devem ser monitoradas para evitar complicações locais, como infecções.
    Comprometimento Neurológico:

    Na forma leve, como você descreve, o risco de problemas neurológicos significativos, como dificuldades cognitivas ou paralisias, é muito baixo. Essas manifestações geralmente estão associadas a formas mais graves da doença.
    Complicações Vasculares:

    Em alguns casos, anomalias vasculares relacionadas à SSW podem causar dores de cabeça, déficit neurológico transitório ou outros sintomas ao longo do tempo. Esses sintomas são raros e, novamente, mais frequentes em casos graves.
    O que Fazer para Reduzir Riscos?
    Acompanhamento Oftalmológico:

    Manter consultas regulares com o oftalmologista para monitorar a pressão ocular e prevenir complicações no olho saudável.
    Avaliação Neurológica Periódica:

    Mesmo sem sintomas, manter acompanhamento com um neurologista pode ajudar a identificar precocemente qualquer alteração.
    Exames de Imagem:

    Se ainda não foi feito ou caso surjam sintomas, exames como ressonância magnética (com contraste) podem avaliar possíveis anomalias vasculares no cérebro.
    Estilo de Vida Saudável:

    Evitar tabaco, álcool em excesso e situações de estresse extremo pode ajudar a reduzir o impacto de possíveis complicações vasculares.
    Conclusão
    Com a forma leve da síndrome de Sturge-Weber, a probabilidade de novos sintomas aparecerem na idade adulta é baixa, especialmente se não houve manifestações neurológicas ou cutâneas significativas na infância. No entanto, o acompanhamento médico regular é essencial para preservar sua saúde ocular e geral.


  • Boa tarde a pessoa q toma stabil pode tomar cerveja?

    Boa tarde a pessoa q toma stabil pode tomar cerveja?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Daniel Bolognese

    Stabil é o nome comercial da amantadina, um medicamento utilizado em algumas condições neurológicas, incluindo a Doença de Parkinson. Quanto à ingestão de álcool, é importante considerar os seguintes pontos:

    Riscos de Combinar Amantadina e Álcool:
    Efeitos no Sistema Nervoso Central:

    Tanto a amantadina quanto o álcool podem afetar o sistema nervoso central, causando sonolência, tontura e comprometimento cognitivo. Quando combinados, esses efeitos podem ser potencializados, aumentando o risco de quedas e acidentes.
    Interferência na Eficácia do Medicamento:

    O álcool pode interferir na eficácia do tratamento da Doença de Parkinson, dificultando o controle dos sintomas motores e não motores.
    Agravamento de Efeitos Colaterais:

    A amantadina pode causar efeitos colaterais como confusão mental, alterações no humor e dificuldade de concentração. O álcool pode piorar esses sintomas.
    Risco Cardiovascular:

    Tanto o álcool quanto a amantadina podem causar alterações na pressão arterial. O consumo de álcool pode aumentar esse risco, especialmente em pessoas com doenças cardiovasculares associadas.
    Pode Tomar Cerveja?
    Em pequenas quantidades e ocasionalmente: Uma dose pequena (como uma lata de cerveja) geralmente não é um problema grave para a maioria das pessoas que utilizam amantadina.
    Evitar excessos: Grandes quantidades de álcool aumentam os riscos mencionados acima.
    Recomendações Práticas:

    Monitore os sintomas: Caso opte por consumir, observe se há aumento de tontura, sonolência ou outros sintomas após o uso.
    Evite dirigir ou realizar atividades perigosas: Após consumir álcool, especialmente se estiver tomando medicamentos que afetam o sistema nervoso.


  • Minha mãe tomava carbamazepina aumentaram lamotrigina pode associar esses dois medicamentos juntos?

    Minha mãe tomava carbamazepina aumentaram lamotrigina pode associar esses dois medicamentos juntos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Daniel Bolognese

    Sim, carbamazepina e lamotrigina podem ser associados, mas exigem cuidado. A carbamazepina pode reduzir os níveis da lamotrigina no sangue, exigindo ajustes na dose. Essa combinação deve ser monitorada de perto pelo seu médico para evitar efeitos colaterais ou redução da eficácia.


  • Por que a administração da lidocaína com a Benzetacil é desaconselhada?

    Por que a administração da lidocaína com a Benzetacil é desaconselhada?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Daniel Bolognese

    A administração de lidocaína junto com Benzetacil (penicilina benzatina) é uma prática que exige cautela e algumas considerações importantes. A lidocaína pode ser utilizada para reduzir a dor da injeção intramuscular da Benzetacil, mas há motivos pelos quais essa combinação pode ser desaconselhada em algumas situações:

    Razões para Desaconselho em Algumas Circunstâncias
    Risco de Reações Alérgicas ou Adversas:

    Tanto a penicilina quanto a lidocaína podem causar reações alérgicas. A combinação dos dois pode dificultar a identificação do agente causador, caso ocorra uma reação.
    A lidocaína também pode causar efeitos adversos, como tontura, palpitações e, em casos raros, toxicidade sistêmica.
    Compatibilidade Farmacológica:

    A mistura da Benzetacil com lidocaína deve ser feita adequadamente para evitar problemas de estabilidade ou alteração na eficácia do antibiótico.
    Redução do Volume de Injeção:

    Adicionar lidocaína ao volume da Benzetacil pode aumentar o volume total a ser injetado, o que pode ser desconfortável ou dificultar a administração intramuscular profunda.
    Prevenção de Más Interpretações:

    A dor no local da aplicação é um indicativo da correta administração intramuscular. A lidocaína pode mascarar o desconforto, o que, em algumas situações, pode levar a erros técnicos, como injeção inadequada.
    Risco de Toxicidade Sistêmica:

    Se a lidocaína for inadvertidamente injetada em um vaso sanguíneo em vez de no músculo, pode causar toxicidade, resultando em sintomas como convulsões ou arritmias cardíacas.
    Situações em Que a Lidocaína é Mais Aceita
    Quando a administração de Benzetacil é extremamente dolorosa, o uso de lidocaína pode ser indicado, desde que realizado por um profissional habilitado, com precauções para evitar complicações.
    A lidocaína 1% sem vasoconstritor é geralmente a escolha preferida, e a mistura deve ser feita imediatamente antes da aplicação.
    Recomendações Gerais
    Sempre consultar o médico: Avaliar a necessidade e os riscos da adição de lidocaína.
    Realizar o teste de alergia: Tanto para penicilina quanto para lidocaína, caso haja histórico de alergias.
    Técnica correta de administração: Garantir que a aplicação intramuscular seja feita adequadamente para minimizar a dor sem comprometer a eficácia.


  • Tô tomando depakote 500 mais continua com enxaqueca, com quantos dias que eu vou sentir melhoras?

    Tô tomando depakote 500 mais continua com enxaqueca, com quantos dias que eu vou sentir melhoras?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Daniel Bolognese


    O Depakote (valproato de sódio) é um medicamento usado para o tratamento de várias condições, incluindo a enxaqueca crônica como prevenção. No entanto, ele não alivia uma crise de enxaqueca que já começou; seu efeito é preventivo e pode levar algum tempo para começar a fazer efeito.

    Quando Esperar Melhoras?
    Início de Ação:

    Geralmente, o efeito preventivo começa a ser percebido após 7 a 14 dias de uso regular.
    A resposta completa pode levar até 4 a 6 semanas, dependendo da dose ajustada e da resposta do organismo.
    Adaptação Individual:

    Algumas pessoas respondem mais rapidamente, enquanto outras podem demorar mais para notar benefícios, especialmente se a dose ainda estiver sendo ajustada.
    Por Que Pode Demorar?
    O Depakote age regulando os neurotransmissores e estabilizando a atividade elétrica do cérebro. Esses mecanismos levam tempo para surtir efeito e prevenir os episódios de enxaqueca.
    O Que Fazer Enquanto Isso?
    Controle de Crises:

    Para alívio imediato de uma crise de enxaqueca, medicamentos específicos, como triptanos, analgésicos ou anti-inflamatórios, podem ser necessários. Consulte seu médico sobre as opções para crises agudas.
    Siga a Prescrição Rigorosamente:

    Tome o Depakote exatamente conforme indicado, sem pular doses. A consistência é essencial para que ele funcione.
    Identifique e Controle os Desencadeantes:

    Certos fatores, como estresse, falta de sono, jejum prolongado, alimentos específicos e luzes fortes, podem desencadear crises de enxaqueca. Reduzir a exposição a esses fatores pode ajudar.
    Acompanhamento Médico:

    Se, após 4 a 6 semanas, as crises não reduzirem em frequência ou intensidade, converse com seu médico. Ele pode ajustar a dose ou considerar outra opção de tratamento preventivo.


  • Oi estou tomando 1 depakene a noite posso amamenta.obg

    Oi estou tomando 1 depakene a noite posso amamenta.obg

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Daniel Bolognese


    Olá! Sim, a amamentação durante o uso de Depakene (valproato de sódio) é geralmente permitida, mas requer acompanhamento médico cuidadoso. Aqui estão os pontos importantes a considerar:

    Segurança do Valproato na Amamentação
    Passagem para o Leite Materno:

    O valproato é excretado no leite materno, mas em concentrações muito baixas (aproximadamente 1% a 10% da dose materna ajustada pelo peso).
    Essas quantidades geralmente são consideradas seguras para o bebê.
    Efeitos no Bebê:

    A maioria dos bebês amamentados por mães que tomam valproato não apresenta efeitos adversos.
    Casos raros podem envolver sonolência, irritabilidade ou dificuldades na alimentação.
    Benefício-Risco:

    Amamentar é altamente benéfico para o bebê e, em muitos casos, supera os riscos potenciais de exposição ao valproato no leite.
    Cuidados Importantes
    Acompanhamento Pediátrico:

    O pediatra deve estar ciente do uso de Depakene para monitorar o desenvolvimento do bebê e observar possíveis sinais de efeitos colaterais.
    Monitoração do Bebê:

    Fique atenta a sinais como:
    Letargia (sono excessivo).
    Irritabilidade incomum.
    Dificuldade em ganhar peso.
    Caso note algo diferente, informe o pediatra imediatamente.
    Dose e Ajustes:

    Certifique-se de que a dose do medicamento foi ajustada corretamente pelo seu médico. Doses mais altas podem aumentar a quantidade transferida para o leite.
    Avalie Alternativas:

    Se houver preocupações significativas, seu médico pode sugerir outras estratégias de tratamento ou opções para equilibrar o controle da condição e a amamentação.


  • Minha mãe usa Reconter 10 mg receitado por uma Neurologista , pois ela teve um AVC isquêmico. Desde

    Minha mãe usa Reconter 10 mg receitado por uma Neurologista , pois ela teve um AVC isquêmico. Desde que começou a usar ela fica com prisão de ventre , pode ser um efeito colateral deste medicamento?
    Desde já, agradeço.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Daniel Bolognese

    Sim, a prisão de ventre (constipação intestinal) pode ser um efeito colateral do Reconter (escitalopram). O escitalopram é um antidepressivo da classe dos inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS), frequentemente utilizado para tratar sintomas depressivos ou ansiosos, incluindo aqueles associados a eventos como um AVC isquêmico.

    Como o Escitalopram Pode Causar Constipação?
    Alteração da Motilidade Intestinal:

    A serotonina desempenha um papel importante no movimento do trato gastrointestinal. Alterações na recaptação de serotonina devido ao escitalopram podem reduzir a motilidade intestinal, resultando em constipação.
    Efeito Secundário Comum:

    Embora menos comum do que outros efeitos colaterais como náusea ou sonolência, a constipação está listada como um possível efeito adverso do escitalopram.
    Mudanças na Alimentação ou Mobilidade:

    Após um AVC, mudanças nos hábitos alimentares, na ingestão de líquidos ou na mobilidade também podem contribuir para a constipação, agravando o problema causado pelo medicamento.
    O Que Fazer?
    Medidas Não Medicamentosas:

    Hidratação: Incentive sua mãe a beber bastante água, salvo contraindicações médicas.
    Alimentação Rica em Fibras: Inclua frutas, vegetais e grãos integrais na dieta.
    Atividade Física: Promova movimentos leves e caminhadas, se possível, para estimular o funcionamento do intestino.
    Uso de Laxantes ou Suplementos de Fibras:

    Se necessário, pode-se usar laxantes suaves ou suplementos de fibras, mas isso deve ser feito sob orientação médica.
    Acompanhamento Médico:

    Informe a neurologista sobre a constipação. Em alguns casos, pode ser necessário ajustar a dose do Reconter ou considerar outra medicação, dependendo da gravidade do efeito colateral e da necessidade do medicamento para a saúde mental de sua mãe.
    Avaliação de Outras Causas:

    A constipação pode ter várias causas, como dieta pobre em fibras, imobilidade, outros medicamentos ou alterações associadas ao AVC. Um médico poderá avaliar o quadro completo.
    Quando Procurar Ajuda?
    Se a constipação for severa, com sintomas como dor abdominal intensa, vômitos ou ausência total de evacuações por vários dias.
    Caso medidas simples não melhorem o quadro.


  • tomo Tegretol, mas mas devido a insonia me receitaram Ritmoneuran . sera que posso tomar eles juntos

    tomo Tegretol, mas mas devido a insonia me receitaram Ritmoneuran . sera que posso tomar eles juntos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Daniel Bolognese

    Sim, Tegretol (carbamazepina) e Ritmoneuran podem ser usados juntos, mas é importante acompanhamento médico, pois a carbamazepina pode interagir com outros medicamentos. Informe seu médico sobre qualquer efeito adverso.


Perguntas frequentes

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