Perguntas do paciente (44)

  • Terminei um relacionamento de forma inesperada e estou me sentindo desolada, sem vontade de comer, s

    Terminei um relacionamento de forma inesperada e estou me sentindo desolada, sem vontade de comer, só choro, perdi até a vontade de terminar a minha faculdade, me sinto rejeitada e descartada, e o que me deixa mais triste é que meu ex terminou e está seguindo muitas mulheres, isso está me deixando mais triste ainda, parece que a vida perdeu o sentido. Devo procurar ajuda de um profissional?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Denis Carvalho

    Sinto pelo motivo que você esteja passando por esse momento tão difícil. O término de um relacionamento, especialmente quando acontece de forma inesperada, pode causar uma dor profunda — e o que você está sentindo agora é um reflexo disso. Choro constante, falta de apetite, desânimo com os estudos e essa sensação de rejeição são sinais de que seu emocional está sobrecarregado e merece atenção.

    Sim, buscar ajuda profissional pode fazer toda a diferença. Um psicólogo pode te ajudar a compreender e processar essa dor, reconstruir sua autoestima e reencontrar sentido nas coisas que hoje parecem apagadas. Você não precisa passar por isso sozinha.


  • Boa noite. Tenho um filho de 16 anos que começou um namoro na escola com uma amiga da mesma classe.

    Boa noite. Tenho um filho de 16 anos que começou um namoro na escola com uma amiga da mesma classe. Começaram com um namoro há 2 anos, um namoro tranquilo bem infantil mesmo , eram da mesma sala, mandavam cartinha um para o outro nossas famílias se conheciam e até aí estava tudo bem. Com o passar do tempo esse namoro foi ficando cada vez mais tóxico, excessivo e doentio, meu filho já não tinha amigos, já não queria estar perto da família ( coisas que ele amava fazer) e a namorada disse que não gostava da família dele ( sem qualquer motivo) e se ele quisesse continuar o namoro teria que ser seguindo suas regras. A partir desse momento ele passou a se afastar cada vez mais de mim e do seu pai. Somos bons pais, orientamos, conversamos, aconselhamos e acolhemos quando por diversas vezes ela o deixa na pior (o que é cada vez mais frequente. Tenho a impressão que a menina tenha traços de narcisismo, o que tem deixado meu filho extremamente depressivo, ansioso, irreconhecível… Busquei ajuda, conversei com vários psicólogos, psiquiatras que me orientaram não intervir no namoro, deixar que ele consiga resolver. Tenho muito medo do término também, por ver que com certeza ele não está preparado. A única vez que isso ocorreu me deixou muito assustada. Medo de auto-extermínio. Não sei mais o que posso fazer. Vejo que existe a obsessão de ambos os lados e que realmente não está normal! Fico arrasada pois ele sempre foi um menino educado, alegre, amável e todos que o conhecem me perguntam o que está acontecendo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Denis Carvalho

    Mãe, entendo sua angústia e a preocupação com as mudanças no comportamento do seu filho. O que você descreve revela uma relação que está gerando sofrimento real, tanto emocional quanto social, e isso precisa ser olhado com atenção.

    Quando um vínculo afetivo passa a causar isolamento, perda de interesse por atividades importantes, afastamento da família e sintomas como ansiedade, tristeza intensa ou desesperança, o ideal é que ele tenha acompanhamento psicológico contínuo. Um profissional pode ajudá-lo a entender o que está vivendo, desenvolver recursos emocionais e, com o tempo, tomar decisões mais saudáveis.


  • Além dos sintomas depressivos e ansiosos, agora, sinto medo de sair de casa sozinha. E, este último

    Além dos sintomas depressivos e ansiosos, agora, sinto medo de sair de casa sozinha. E, este último começou após a morte do meu pai, porém antes do falecimento dele saia normalmente de casa. Quero saber o por que isto aconteceu e o que devo fazer para reverter este quadro???? Já estou em tratamento psiquiátrico, mas aguardando vaga para tratamento psicológico no SUS.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Denis Carvalho

    O medo de sair de casa, especialmente após o falecimento de seu pai, pode estar profundamente ligado ao luto e às mudanças emocionais subsequentes. A perda de um ente querido, especialmente um pai, pode provocar uma série de reações emocionais que afetam o comportamento e o bem-estar psicológico.

    Análise do Medo de Sair de Casa:

    Luto e Ansiedade: A morte de seu pai pode ter desencadeado um aumento na ansiedade e no medo. O luto não apenas provoca tristeza, mas também pode aumentar a sensação de vulnerabilidade e insegurança. O medo de sair de casa pode refletir uma tentativa inconsciente de lidar com essas emoções e manter um senso de controle em um momento de grande instabilidade emocional.

    Mudança na Percepção de Segurança: O falecimento de seu pai pode ter alterado sua percepção de segurança e estabilidade. A sensação de perda pode fazer com que o ambiente externo pareça mais ameaçador e incontrolável, levando ao medo de situações onde você se sente menos protegida ou em perigo.

    Sintomas de Transtornos de Ansiedade: Após a perda de um familiar próximo, pode haver um aumento na predisposição a transtornos de ansiedade, como a agorafobia, que envolve medo de lugares ou situações onde escapar pode ser difícil ou embaraçoso. A ansiedade pode se manifestar em medo de sair de casa e enfrentar o mundo exterior.


  • Passei por Uma fase bem difícil na minha vida, de enfrentar traumas escondidos da adolescência que e

    Passei por Uma fase bem difícil na minha vida, de enfrentar traumas escondidos da adolescência que estavam afetando a minha vida como adulta.
    Na época não tinha condições de arcar com psicólogo, então, por um longo período, Fui superando com ajuda de familiares, Amigos já bem mais velhos, com mais experiência de vida, exercícios de meditação e de Deus (sou cristã) . Hoje sinto que finalmente estou conseguindo de fato superar e seguir em frente, com alegria e alívio. Mesmo assim devo me consultar com psicólogo pra tratar tudo isso de novo? Tenho medo de voltar a Estaca Zero, de revisitar essas memórias, e mesmo tendo ressignificado-as, aceitando o que aconteceu e agindo diferente, o psicólogo me fazer ter um olhar pior sobre o que aconteceu do que o que eu realmente enxergo hoje.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Denis Carvalho

    Olá!

    Primeiramente, gostaria de parabenizá-la pela força e resiliência que demonstrou ao enfrentar e superar esses desafios tão significativos em sua vida. É inspirador saber que você encontrou apoio em familiares, amigos, e na sua fé, e que esses recursos lhe ajudaram a ressignificar e seguir em frente.

    Sobre sua pergunta, a decisão de procurar um psicólogo mesmo após ter superado muitas dessas dificuldades pode ser muito benéfica. A terapia não se trata apenas de revisitar memórias dolorosas, mas sim de consolidar seu progresso, explorar novas formas de bem-estar, e desenvolver estratégias para lidar com possíveis desafios futuros.

    Entendo seu receio de revisitar o passado e voltar à estaca zero. Um bom psicólogo respeitará o seu ritmo e as suas conquistas. O objetivo será sempre fortalecer sua resiliência e proporcionar um espaço seguro para que você possa se expressar e continuar evoluindo, sem desconsiderar o que você já alcançou.

    Lembre-se de que a terapia é um processo colaborativo. Você terá controle sobre o que deseja explorar e os limites que gostaria de estabelecer. É totalmente possível focar em seu bem-estar atual e em suas metas futuras.

    Estou à disposição para ajudar, caso decida dar esse passo.


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  • Existem algumas emoções que só consigo sentir durante sonhos, quando a situação vivida durante o son

    Existem algumas emoções que só consigo sentir durante sonhos, quando a situação vivida durante o sonho desperta essas emoções como paixão, felicidade, entusiasmo, tristeza. No entanto, na vida real, desde a adolescência parece que eu vivo num constante estado de indiferença emocional onde não consigo sentir realmente alegria ou tristeza mesmo em casos extremos como perder alguém próximo. Pode ser característica de alguma doença?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Denis Carvalho

    O que você descreveu sobre sentir emoções intensas apenas durante os sonhos e se sentir emocionalmente indiferente na vida real é algo que merece atenção e compreensão.

    As emoções são complexas e podem ser influenciadas por muitos fatores, incluindo nossas experiências passadas e presentes, nossos pensamentos e como lidamos com nossas emoções. O fato de você estar percebendo essa diferença entre seus sonhos e sua vida cotidiana é um passo importante para entender melhor suas emoções.

    Conversar com um psicólogo pode ajudar a explorar essas experiências de forma mais profunda e encontrar maneiras de se reconectar com suas emoções no dia a dia. O objetivo da terapia é fornecer um espaço seguro para você expressar e entender suas emoções, além de desenvolver estratégias para lidar com elas de maneira saudável.

    Se sentir que essas emoções estão afetando sua qualidade de vida, procurar ajuda pode ser um passo valioso. Estou aqui para apoiar e ajudar você nesse processo, se decidir avançar.


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  • olá, atualmente conheci uma menina que me fez me sentir muito especial, foi a minha primeira, em tud

    olá, atualmente conheci uma menina que me fez me sentir muito especial, foi a minha primeira, em tudo, porém ela não teve a primeira fez dela comigo. Eu tenho 20 anos , ela tbm, mas eu nunca tive nunhuma mulher antes dela. Eu não consigo lidar bem com isso, me sentido o segundo, como se fosse alguém que sobrou, em bora ela diga que me escolheu.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Denis Carvalho

    É compreensível que você esteja lidando com emoções complexas em relação à sua primeira experiência romântica e íntima.

    Sentir-se especial e valorizado em um relacionamento é importante, e é natural que, sendo sua primeira experiência, você tenha expectativas e inseguranças. O fato de ela já ter tido experiências anteriores não diminui o valor da conexão que vocês estão construindo agora. Ela escolheu estar com você, e isso é significativo.

    É importante lembrar que cada pessoa tem sua própria história e passado. O que realmente importa é como vocês se sentem juntos no presente e como estão construindo um relacionamento baseado em respeito, carinho e compreensão.

    Conversar abertamente com sua parceira sobre seus sentimentos pode ajudar a fortalecer a confiança entre vocês. Além disso, procurar apoio profissional pode ser útil para explorar esses sentimentos e encontrar maneiras de lidar com eles de forma saudável.

    Se precisar de alguém para conversar ou de apoio para entender melhor essas emoções, estou aqui para ajudar.


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  • o TOC sexual pode distorcer a percepção entre desejo real ou não? fazendo o paciente acreditar que s

    o TOC sexual pode distorcer a percepção entre desejo real ou não? fazendo o paciente acreditar que sente real atração

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Denis Carvalho

    Sim, o TOC sexual pode distorcer a percepção entre desejo real e não real, fazendo a pessoa acreditar que sente atração verdadeira. Essas obsessões podem causar dúvidas e angústias, dificultando a distinção entre pensamentos intrusivos e desejos genuínos. O acompanhamento com um psicólogo é ideal para melhor compreender essa demanda e ajudá-lo(a) a lidar com suas preocupações.


  • Conheci meu noivo ele estava separado a 1 ano, tem dois filhos com a ex esposa, sao bem pequenos um

    Conheci meu noivo ele estava separado a 1 ano, tem dois filhos com a ex esposa, sao bem pequenos um de 3 e uma de 2 aninhos. Quando decidimos começar o relacionamento ele entrou oficialmente com o processo de separação e pensão. Sempre teve muita dificuldade em dialogar e ver as crianças. Eu conheci as crianças depois de um tempo, me dei muito bem com os dois, adoro e sempre brinco bastante quando vao a nossa casa. Mas tivemos uma situação que me chateou muito, a primeira quadrilha da neném. Ele foi convidado pela ex, e só me informou que iria, nao me chamou. Em determinado momento disse “eu nao quero que você vá”. Tive uma crise de choro depois disso, não conseguimos conversar. Ele acabou indo e na volta conversamos. Ele disse que conhece ele e que teria algum tipo de conflito quando ela me visse, e que ele nao queria isso na frente das crianças. Eu falei que ela tem que nos respeitar, porque vao ter muitos eventos ainda. Ele falou sim tem que respeitar mas se não acontecer? Eu falei eu me retiro e vou embora. Ele disse: e vai ficar indo? Eu respondi triste: não. Terminamos a conversa em um clima ruim. Nao sei o que fazer e o que dizer mas estou muito mal.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Denis Carvalho

    Situações envolvendo famílias reconstituídas podem ser complexas, especialmente quando se trata de eventos importantes para as crianças. A comunicação aberta entre você e seu noivo é crucial para lidar com esses desafios. É importante expressar como você se sente e ouvir as preocupações dele sobre possíveis conflitos. Trabalhar juntos para criar estratégias que minimizem o impacto negativo sobre as crianças é essencial. Compreender e respeitar os sentimentos de todos os envolvidos ajudará a construir uma dinâmica familiar saudável. Para explorar melhor essas questões, é recomendável buscar a ajuda de um psicólogo, que pode fornecer um espaço seguro para discutir e encontrar soluções adequadas.


  • Meu filho tem 2 anos e 8 meses e é muito apegado à minha irmã e sua cachorrinha, porém ambas foram v

    Meu filho tem 2 anos e 8 meses e é muito apegado à minha irmã e sua cachorrinha, porém ambas foram viajar e ele não demonstrou sentir falta, nem saudade delas. É normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Denis Carvalho

    Sim, é normal. O apego, a saudade se manifestam de diferentes formas e pode variar conforme a idade e o desenvolvimento emocional da criança. Crianças pequenas, como seu filho de 2 anos e 8 meses, muitas vezes têm uma compreensão limitada do conceito de ausência prolongada e podem não expressar saudade da mesma maneira que adultos. Além disso, a capacidade de se distrair com novas atividades e a presença de outros cuidadores de confiança podem ajudar a minimizar a percepção da falta. Esse comportamento pode ser uma indicação de que ele se sente seguro e confiante no ambiente atual, o que é positivo para seu desenvolvimento emocional.


  • Minha filha de 2 anos está indo pra escolinha, meio período à tarde. Na primeira semana chorava pra

    Minha filha de 2 anos está indo pra escolinha, meio período à tarde. Na primeira semana chorava pra entra e depois passava. Ela ficou doente 15 dias, tive que começar a adaptação novamente. Estamos na segunda semana, entra triste mas não chora, passa o dia bem. Quando vou buscar e ela me vê, já vem chorando emocionada.
    Ela está muito relutante pra dormir a noite, e a soneca antes de ir pra escola. Chora desesperadamente pra dormir, uma luta! Não sei mais o que fazer.
    Fora que em casa só quer meu colo, não posso sair da vista dela que chora. Sempre foi muito grudada em mim, agora mais ainda

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Denis Carvalho

    A reação da sua filha de 2 anos à escolinha pode ser explicada considerando seu estágio de desenvolvimento. Crianças nessa idade frequentemente enfrentam desafios durante transições importantes, como começar na escolinha. A dificuldade para dormir e a necessidade constante de proximidade com você são sinais de que ela está procurando conforto e segurança em um momento de mudança. Manter uma rotina consistente, proporcionar um ambiente acolhedor e apoiar positivamente sua adaptação à escolinha pode ajudar. Buscar orientação de um psicólogo pode fornecer estratégias adicionais para facilitar esse processo.


  • Me sinto abandonada pela minha família. Minha irmã cinco anos mais velha que tem 22 anos sempre fez

    Me sinto abandonada pela minha família. Minha irmã cinco anos mais velha que tem 22 anos sempre fez bullying comigo a vida inteira, sempre me desprezou, me humilhou ou me diminuiu, mas na frente dos outros ela vira outra pessoa, até muda a voz, ela muda tudo. Meus pais enxergam que ela é uma pessoa egoísta mas nunca fazem nada, nunca. Ela sempre pega dinheiro deles e trata muito mal eles também. Não sei o que fazer, às vezes falo pra minha mãe que se eu morresse as coisas seriam melhores e ela fala que é coisa da minha cabeça. O que uma pessoa deve fazer quando se tem uma irmã ou irmão narcista e os pais não se preocupam?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Denis Carvalho

    Lidar com um relacionamento familiar difícil, onde há constantes conflitos e falta de apoio emocional dos pais, pode ser muito angustiante. A sensação de ser menosprezado, humilhado ou ignorado por um irmão mais velho pode afetar profundamente a autoestima e o bem-estar emocional. Nesses casos, é crucial priorizar o autocuidado e estabelecer limites claros para proteger sua própria saúde mental. Buscar apoio fora da família, como através da terapia individual, pode oferecer um espaço seguro para explorar esses sentimentos, desenvolver estratégias de enfrentamento e fortalecer a resiliência emocional diante das dificuldades familiares.


  • Tem como saber o que desencadeia uma crise de ansiedade? E porque ela acontece em momentos de descon

    Tem como saber o que desencadeia uma crise de ansiedade? E porque ela acontece em momentos de descontração, como um passeio? Ou então, ao sair, como passo bastante tempo em home office.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Denis Carvalho

    Sim, é possível identificar o que desencadeia uma crise de ansiedade, embora isso possa variar de pessoa para pessoa. As crises de ansiedade podem ser desencadeadas por uma combinação de fatores físicos, psicológicos e ambientais. Alguns gatilhos comuns incluem situações estressantes, eventos traumáticos passados, preocupações excessivas com o futuro, mudanças significativas na vida, como a transição para um ambiente desconhecido ou uma mudança de rotina, entre outros.

    A ocorrência de uma crise de ansiedade em momentos de descontração, como um passeio, pode ocorrer devido a uma série de razões. Por exemplo, quando nos permitimos relaxar após períodos intensos de trabalho ou stress, é comum que a mente e o corpo reajam de maneiras imprevisíveis, às vezes manifestando sintomas de ansiedade que estavam suprimidos anteriormente. Além disso, sair de um ambiente familiar como o home office para um ambiente social pode ser um desafio para algumas pessoas, especialmente se houver preocupações sobre desempenho social ou expectativas.

    É importante lembrar que a ansiedade pode ser influenciada por diversos fatores, e cada pessoa pode ter seus próprios gatilhos específicos. Identificar esses gatilhos pode envolver auto-observação, reflexão sobre padrões de pensamento e emoções, e muitas vezes pode beneficiar-se da orientação de um psicólogo ou profissional de saúde mental. Um psicólogo pode ajudar a entender melhor esses gatilhos, desenvolver estratégias para gerenciar a ansiedade e promover o bem-estar emocional.


  • Descobri uma traição do meu namorado a dois anos atrás,doeu muito,mas conversamos e decidi perdoar,m

    Descobri uma traição do meu namorado a dois anos atrás,doeu muito,mas conversamos e decidi perdoar,mas de lá pra cá eu vivo inseguro,sinto que ele continua me escondedo as coisas,não sei o que fazer,meu psicológico está a ser afectado,vivo tendo pesadelo com a pessoa que na qual fui traida,me dizendo que ele continua procurando-a.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Denis Carvalho

    É normal que a descoberta de uma traição cause feridas emocionais profundas, levando a sentimentos de insegurança e desconfiança duradouros. Após dois anos desde a traição, é importante reconhecer e validar esses sentimentos, enquanto busca uma comunicação aberta e honesta com seu parceiro. Priorize o autocuidado e a reconstrução da autoestima, considerando a possibilidade de terapia individual ou de casal para trabalhar as questões de confiança e reconstruir o relacionamento de maneira saudável, se assim você desejar.


  • É possível que a ansiedade cause dificuldade para andar ?

    É possível que a ansiedade cause dificuldade para andar ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Denis Carvalho

    Sim, a ansiedade pode causar uma variedade de sintomas físicos, incluindo dificuldade para andar ou sensação de fraqueza nas pernas. Quando alguém está ansioso, o corpo entra em um estado de alerta, ativando o sistema nervoso simpático, que é responsável pela resposta de "lutar ou fugir". Essa resposta pode levar a uma série de sensações físicas, como tensão muscular, tremores, respiração rápida e superficial e até mesmo sensação de fraqueza nas pernas.


  • É possível uma pessoa conseguir diferenciar uma queda de pressão com crise de ansiedade? Uma pessoa

    É possível uma pessoa conseguir diferenciar uma queda de pressão com crise de ansiedade?
    Uma pessoa que sofre dos dois problemas consegue saber a diferença já que os sintomas tendem a ser muito parecidos

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Denis Carvalho

    Uma crise de ansiedade pode apresentar sintomas como palpitações, sensação de falta de ar, tremores, sudorese, tensão muscular, preocupação intensa e medo excessivo. Embora alguns sintomas possam se sobrepor, como palpitações e sudorese, a ansiedade geralmente é acompanhada por um estado emocional de apreensão ou medo, enquanto a queda de pressão geralmente não envolve esses componentes emocionais.

    Pessoas que sofrem tanto de hipotensão quanto de ansiedade podem aprender a distinguir entre os dois tipos de episódios ao longo do tempo, baseando-se na experiência dos sintomas e nos contextos em que ocorrem. É sempre recomendável consultar um profissional de saúde para um diagnóstico adequado e para aprender estratégias de manejo para ambos os problemas de saúde.


  • Posso pedir pra minha psicóloga me encaminhar pro psiquiatra? Ela nunca tocou no assunto de diagnóst

    Posso pedir pra minha psicóloga me encaminhar pro psiquiatra? Ela nunca tocou no assunto de diagnóstico, mas me sinto pra baixo e estou numa situação da minha vida onde estou sem energia e vazia por dentro, sinto que apenas a terapia não ajudaria o suficiente

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Denis Carvalho

    É fundamental compartilhar seus sentimentos e preocupações com sua psicóloga. Ao fazê-lo, vocês podem colaborar para construir um plano de tratamento que atenda às suas necessidades. Se necessário, sua psicóloga pode oferecer um encaminhamento para um psiquiatra, que pode auxiliar na avaliação de sua situação e discutir opções de tratamento adicionais, incluindo a possibilidade de medicação. Trabalhar em conjunto com sua psicóloga e, se aplicável, com um psiquiatra, pode proporcionar o suporte necessário para ajudá-la a superar os desafios que está enfrentando e melhorar sua saúde mental.
    Registro que esta é uma visão geral e que respeito a conduta da minha colega, ao mesmo tempo que solidarizo com seu sentimento.


  • O que devo fazer já que tenho medo social ? Devo arrumar um trabalho primeiro ou procurar um profiss

    O que devo fazer já que tenho medo social ? Devo arrumar um trabalho primeiro ou procurar um profissional para depois tentar arrumar um trabalho?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Denis Carvalho

    Esta é uma pergunta que seria melhor respondida com um acompanhamento terapêutico. No entanto, de forma geral, depende em grande parte da gravidade do seu medo, do impacto que está tendo em sua vida e de suas circunstâncias pessoais. Recomendaria considerar uma avaliação profissional para entender melhor suas necessidades e obter orientação personalizada sobre como lidar com o medo social. Um acompanhamento psicológico pode fornecer suporte emocional, estratégias eficazes de enfrentamento e um espaço seguro para explorar suas preocupações e desafios específicos relacionados ao medo social.


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  • Minha namorada se sente inferior, como se ela não fosse "boa o suficiente" pra estar comigo. Ela diz

    Minha namorada se sente inferior, como se ela não fosse "boa o suficiente" pra estar comigo. Ela diz que se sente me privando de um relacionamento bom, e que estou acorrentado a ela, que é "doente"
    Já tentei dizer pra ela começar acompanhamento psicológico mas ela diz que isso não vai resolver e que esse pensamento não vai mudar.
    O que eu posso fazer pra resolver essa situação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Denis Carvalho

    Entendo sua preocupação com a situação de sua namorada. É importante reconhecer que os sentimentos de inferioridade e inadequação podem ser desafiadores de lidar sozinhos e podem se beneficiar de apoio profissional. Deixo aqui uma maneira de você abordar a necessidade de sua namorada procurar um psicólogo:

    "Querida, eu entendo como você se sente e é difícil lidar com esses sentimentos sozinha. Eu realmente me preocupo com você e quero que você se sinta melhor. Às vezes, nossos pensamentos e emoções podem ser difíceis de enfrentar sozinhos, e é por isso que sugeri procurar a ajuda de um psicólogo. Um psicólogo é treinado para ajudar a entender e superar esses sentimentos, e pode fornecer ferramentas e apoio para que você possa se sentir melhor consigo mesma. Não estou sugerindo isso porque acho que você está "doente", mas sim porque acredito que todos nós podemos nos beneficiar de uma ajuda extra de vez em quando para lidar com nossos desafios emocionais. Estou aqui para apoiá-la em qualquer decisão que você tomar, e espero que você considere dar uma chance ao acompanhamento psicológico".


  • Tenho dificuldade de decidir minha vida deixar uma pessoa ele perto naobgosto ele longe sinto falta

    Tenho dificuldade de decidir minha vida deixar uma pessoa ele perto naobgosto ele longe sinto falta e isso ele me calsa problemas porque não consigo ficar quieta num lugar

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Denis Carvalho

    É comum sentir dificuldade em tomar decisões quando há conflitos emocionais envolvidos, como no seu caso. A oscilação entre querer alguém por perto e depois sentir desconforto pode refletir uma ambivalência emocional, possivelmente relacionada a questões de apego e autoestima. Explorar esses sentimentos mais profundamente em terapia pode ajudá-lo a compreender melhor suas necessidades emocionais e a desenvolver estratégias para lidar com a indecisão e os problemas que isso pode causar em sua vida.


  • Os formigamentos provocados pela ansiedade podem ter periodos em que desaparecem e depois voltam?

    Os formigamentos provocados pela ansiedade podem ter periodos em que desaparecem e depois voltam?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Denis Carvalho

    Sim, os formigamentos provocados pela ansiedade podem apresentar períodos de desaparecimento e retorno. Esses sintomas podem ser intermitentes, variando em intensidade e frequência de acordo com os níveis de ansiedade da pessoa. Fatores como estresse, preocupações, e eventos desencadeadores podem influenciar a reocorrência dos formigamentos. É importante procurar um profissional de saúde, como um psicólogo ou médico, para uma avaliação adequada e orientação.


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Perguntas frequentes

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