Perguntas do paciente (4)
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As compulsões mentais (ruminação) são uma forma de visão de túnel mental?
As compulsões mentais (ruminação) são uma forma de visão de túnel mental?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá :)
Sim, podemos dizer que as compulsões mentais — como a ruminação — são uma forma de “visão de túnel” interna.
Nesses momentos, a pessoa fica presa em um fluxo contínuo de pensamentos, tentando resolver, neutralizar ou encontrar uma certeza que alivie a ansiedade. É como se a mente ficasse girando em torno de um único ponto, com dificuldade de se desconectar ou enxergar o todo.
Assim como nas compulsões comportamentais (lavar as mãos, checar algo, repetir ações), a ruminação também serve para reduzir o desconforto — mas acaba alimentando o próprio ciclo do TOC. A terapia e as práticas de mindfulness ajudam justamente a interromper esse ciclo, ensinando a reconhecer quando o pensamento começa a se fechar em torno de si mesmo e a voltar, aos poucos, para o presente e para o que realmente importa.
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O que acontece quando alguém com Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) está em "visão de túnel"?
O que acontece quando alguém com Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) está em "visão de túnel"?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá :)
Quando alguém com Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) está em “visão de túnel”, significa que a ansiedade tomou conta a ponto de a pessoa ficar completamente focada em uma preocupação específica — como se todo o resto deixasse de existir.
Nesse momento, os pensamentos obsessivos se tornam muito intensos e é difícil pensar em outra coisa ou avaliar a situação com clareza. O corpo e a mente entram em um estado de alerta, e a pessoa sente uma necessidade urgente de realizar algum ritual ou checar algo repetidas vezes para aliviar a angústia.
A terapia pode ajudar a compreender o funcionamento dos pensamentos obsessivos e como os rituais, apesar de oferecerem alívio momentâneo, reforçam o ciclo da ansiedade. Da mesma forma, as práticas de mindfulness e atenção plena podem desenvolver a sensibilidade de perceber a ansiedade chegando sem precisar entrar na “visão de túnel”, aceitando as emoções ao invés de brigar com elas. É um treino de presença, aceitação e autocompaixão — elementos fundamentais para quebrar o ciclo do TOC.
Se você quiser entender melhor como isso funciona na prática e conhecer exercícios que podem ajudar no dia a dia, no perfil @vexa.psi compartilho conteúdos sobre saúde mental e estratégias terapêuticas acessíveis para quem busca viver com mais leveza e consciência.
Espero ter ajudado.
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Qual é a qualidade de vida e das habilidades sociais em crianças e adolescentes com Transtorno Obses
Qual é a qualidade de vida e das habilidades sociais em crianças e adolescentes com Transtorno Obsessivo Compulsivo ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, Crianças e adolescentes com Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) frequentemente apresentam prejuízos na qualidade de vida e nas habilidades sociais devido à intensidade dos sintomas e ao impacto no funcionamento diário, tendo maiores dificuldades de aprendizagem, interação social e rigidez comportamental. Importante salientar que cada caso é um caso e o acompanhamento precoce junto a um profissional de referência é importantíssimo para mitigar essas dificuldades. Atualmente, os tratamentos por meio da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), têm apresentado resultados significativos, promovendo uma melhor adaptação social e emocional. Mas outras abordagens também podem ajudar.
Esperto ter ajudado e boa sorte!
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Após três anos em terapia sistêmica, eu e minha terapeuta concordamos que seria interessante buscar
Após três anos em terapia sistêmica, eu e minha terapeuta concordamos que seria interessante buscar outro profissional com uma abordagem mais adequada, como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Apesar do bom vínculo terapêutico com o psicólogo atual, sinto uma certa resistência em relação à remissão dos sintomas. Como posso conduzir melhor essa transição e otimizar o tratamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá.
A transição para atendimento em uma nova abordagem pode ser um pouco difícil mesmo e requer confiança no novo profissional. Questione à sua terapeuta se ela conhece algum colega de confiança que possa assumir o trabalho terapêutico e compartilhar as linhas gerais que vocês têm trabalhado (importante pq aí você não sente como se estivesse "começando do zero") ou mesmo pesquise algum profissional com experiência e que atenda às demandas que você tem atualmente aqui no Doctoralia, mesmo.
Esperto ter ajudado e boa sorte na transição.
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Perguntas frequentes
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