Perguntas do paciente (20)
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Estou tomando Fenazic para incontinência urinária, um médico psiquiatra me passou Amytril para ansie
Estou tomando Fenazic para incontinência urinária, um médico psiquiatra me passou Amytril para ansiedade, posso tomar de manhã Fenazic e a noite Amytril? Esqueci de perguntar pra ele.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível tomar o Fenazic (cloridrato de oxibutinina) pela manhã e o Amytril (amitriptilina) à noite, mas com algumas precauções, pois ambos os medicamentos podem ter efeitos colaterais semelhantes.
Possíveis Interações e Efeitos a Observar
Efeito anticolinérgico somado
Ambos os medicamentos possuem ação anticolinérgica, o que pode aumentar o risco de efeitos como:
Boca seca
Constipação intestinal
Visão embaçada
Tontura e sonolência
Retenção urinária (especialmente em doses altas de amitriptilina)
Como o Fenazic já atua na incontinência urinária, a amitriptilina pode potencializar esse efeito.
Sedação e sonolência
A amitriptilina pode causar bastante sonolência, por isso costuma ser indicada à noite.
O Fenazic pode, em algumas pessoas, causar tontura e confusão, então é bom evitar dirigir ou operar máquinas se sentir esses sintomas.
Efeito no coração
Ambos podem aumentar a frequência cardíaca (taquicardia) e, em casos raros, alterar a condução elétrica do coração.
Se você tem histórico de arritmias ou problemas cardíacos, avise seu médico.
Como tomar com segurança?
Tomar Fenazic de manhã e Amytril à noite pode reduzir a sobrecarga anticolinérgica.
Beber bastante água ao longo do dia para reduzir a boca seca e o risco de constipação.
Monitorar sintomas: se sentir retenção urinária, tontura intensa ou piora do humor, informe seu médico.
Evitar álcool e outros sedativos, pois podem potencializar os efeitos colaterais.
Se estiver se sentindo bem com essa combinação, não há problema em continuar. Mas, se perceber qualquer sintoma desconfortável, vale a pena relatar ao psiquiatra para ajustes.
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O Mal de Alzheimer pode afetar as emoções dos pacientes?
O Mal de Alzheimer pode afetar as emoções dos pacientes?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, o Mal de Alzheimer pode afetar profundamente as emoções e o comportamento dos pacientes. Além dos déficits cognitivos, a doença frequentemente causa alterações emocionais e de personalidade, que podem ser difíceis tanto para o paciente quanto para os cuidadores.
Principais alterações emocionais no Alzheimer
Mudanças bruscas de humor
O paciente pode alternar rapidamente entre estados de felicidade, tristeza, irritação ou apatia, sem motivo aparente.
Essas mudanças podem ser exacerbadas pela frustração com a perda de memória ou dificuldades para se expressar.
Ansiedade e agitação
Muitos pacientes com Alzheimer desenvolvem ansiedade, tornando-se inquietos e preocupados com coisas pequenas.
A agitação pode ocorrer especialmente no final do dia (fenômeno do "sundowning"), quando o paciente fica mais confuso e irritado ao entardecer.
Depressão e apatia
Sintomas depressivos são muito comuns e podem se manifestar como desinteresse por atividades antes prazerosas, retraimento social e falta de iniciativa.
Em alguns casos, a apatia pode ser confundida com depressão, pois o paciente pode parecer emocionalmente "desligado" ou indiferente.
Irritabilidade e agressividade
Pacientes podem apresentar explosões de raiva ou comportamento agressivo, muitas vezes sem razão aparente.
Isso pode ser resultado de frustração, dor não verbalizada ou da própria degeneração cerebral.
Desconfiança e delírios paranoides
O Alzheimer pode causar desconfiança exagerada, fazendo com que o paciente acredite que pessoas próximas estão roubando seus pertences ou conspirando contra ele.
Algumas pessoas desenvolvem delírios e alucinações, especialmente nas fases mais avançadas da doença.
Euforia ou comportamentos inadequados
Em alguns casos, o paciente pode se tornar excessivamente animado ou socialmente inadequado, fazendo comentários inapropriados ou agindo sem filtros.
Por que isso acontece?
O Alzheimer afeta regiões do cérebro responsáveis pelo controle emocional, como o córtex pré-frontal, amígdala e hipocampo. Com a degeneração dessas áreas, o paciente perde a capacidade de regular suas emoções e pode apresentar reações exageradas ou inesperadas.
Como lidar com essas mudanças emocionais?
Mantenha um ambiente calmo e previsível, evitando mudanças bruscas na rotina.
Evite confrontos diretos, pois discutir com o paciente pode aumentar a frustração.
Valide os sentimentos dele, mesmo que pareçam irracionais. Um tom de voz calmo pode ajudar.
Mantenha um acompanhamento médico, pois alguns casos podem se beneficiar de medicação para estabilizar o humor ou reduzir ansiedade/agitação.
Encoraje atividades prazerosas e socialização, sempre respeitando o ritmo do paciente.
Se o comportamento emocional do paciente estiver causando muito sofrimento ou dificultando os cuidados, é importante conversar com o médico para avaliar ajustes na abordagem ou no tratamento.
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a fluoxicetina associada a lamotrigina evita a irritação e ansiedade?
a fluoxicetina associada a lamotrigina evita a irritação e ansiedade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A associação de fluoxetina e lamotrigina pode ajudar a reduzir irritação e ansiedade, dependendo do seu quadro clínico e da dose utilizada. Algumas pessoas podem sentir um aumento inicial na ansiedade com a fluoxetina, que costuma melhorar após algumas semanas.
Se a irritabilidade for muito intensa, pode ser necessário ajustar as doses ou adicionar outro estabilizador do humor.
O efeito completo da lamotrigina pode levar algumas semanas para ser sentido, pois sua titulação deve ser feita lentamente para evitar reações adversas (como a Síndrome de Stevens-Johnson).
Se sua irritabilidade e ansiedade não estiverem melhorando com essa combinação, pode valer a pena conversar com seu psiquiatra para avaliar um ajuste da dose ou considerar outras opções.
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Faço uso de litio 900mg e quetiapina 100mg, com o uso desses acabei ganhando uns quilos. O psiquiatr
Faço uso de litio 900mg e quetiapina 100mg, com o uso desses acabei ganhando uns quilos. O psiquiatra achou prudente receitar orlistat 3x ao dia. O orlistat influencia na absorção desses medicamentos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O orlistat pode interferir na absorção de algumas substâncias, mas no caso do lítio e da quetiapina, o impacto é mínimo ou inexistente
Conclusão: posso tomar os três juntos?
Sim, o orlistat pode ser usado junto com lítio e quetiapina, mas é importante:
Observar se há alterações gastrointestinais que possam interferir na absorção dos medicamentos.
Monitorar os níveis de lítio periodicamente, especialmente se houver episódios de diarreia.
Acompanhar mudanças no peso e metabolismo para possíveis ajustes na quetiapina.
Se perceber qualquer efeito incomum, vale conversar com seu psiquiatra para avaliar a necessidade de ajustes na medicação.
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Paroxetina pode aumentar os níveis de glicose no sangue?
Paroxetina pode aumentar os níveis de glicose no sangue?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a paroxetina pode aumentar os níveis de glicose no sangue em algumas pessoas, embora esse efeito não seja muito comum. Estudos sugerem que os inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS), como a paroxetina, podem influenciar o metabolismo da glicose, especialmente em pacientes com resistência à insulina, pré-diabetes ou diabetes tipo 2.
O que fazer?
Monitorar a glicose se houver histórico de diabetes ou resistência à insulina.
Fazer ajustes na alimentação e exercícios para minimizar o impacto no metabolismo.
Se notar aumento persistente na glicose, converse com seu médico para avaliar alternativas.
Se você está usando paroxetina e notou aumento da glicemia, vale a pena conversar com seu médico para avaliar se o medicamento pode estar influenciando esse quadro e se há necessidade de ajustes na medicação ou no estilo de vida.
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Quem toma ritalina pode tomar ozempic? ou não pode misturar os dois?
Quem toma ritalina pode tomar ozempic? ou não pode misturar os dois?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A Ritalina (metilfenidato) e o Ozempic (semaglutida) podem ser usados juntos, mas é necessário ter cautela e um acompanhamento médico próximo, pois a combinação pode causar alguns efeitos colaterais indesejados.
Possíveis interações e efeitos a serem observados:
Efeito sobre o apetite e perda de peso:
A Ritalina pode reduzir o apetite temporariamente devido ao seu efeito estimulante.
O Ozempic também reduz o apetite, retardando o esvaziamento gástrico e aumentando a saciedade.
A combinação pode levar a perda de peso acentuada, o que pode ser desejado ou problemático dependendo do seu caso.
Efeitos gastrointestinais (náusea, vômito, dor abdominal):
O Ozempic frequentemente causa náuseas, refluxo e desconforto abdominal, especialmente nas primeiras semanas.
A Ritalina pode agravar esses sintomas em algumas pessoas, pois pode irritar o estômago e aumentar a acidez gástrica.
Efeito sobre o sistema cardiovascular (frequência cardíaca e pressão arterial):
A Ritalina pode aumentar a frequência cardíaca e a pressão arterial.
O Ozempic normalmente não afeta diretamente a pressão arterial, mas a perda de peso pode reduzi-la.
Em pessoas predispostas, pode haver um risco aumentado de palpitações ou tontura.
Efeito no controle glicêmico:
A Ritalina pode aumentar os níveis de glicose devido ao seu efeito adrenérgico.
O Ozempic reduz os níveis de glicose, então o efeito combinado pode ser imprevisível.
Se você tem resistência à insulina ou diabetes, é essencial monitorar seus níveis de glicose com mais frequência.
Conclusão: Pode tomar os dois juntos?
Sim, não há uma contraindicação absoluta para o uso conjunto de Ritalina e Ozempic, mas é necessário monitoramento médico, especialmente se houver:
Perda de peso excessiva
Náuseas persistentes
Alterações na pressão arterial ou batimentos cardíacos
Sintomas de hipoglicemia (tontura, fraqueza, suor frio)
Se for iniciar o Ozempic enquanto já usa Ritalina, o ideal é começar com a dose mínima e observar os efeitos antes de aumentar. Se perceber qualquer sintoma incomum, o ideal é relatar ao seu médico para ajustes no tratamento.
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Olá tomo pondera xr a 8 dias, uso 12 mg mas me sinto muito estranho e quero parar é possível que me
Olá tomo pondera xr a 8 dias, uso 12 mg, mas me sinto muito estranho e quero parar, é possível que me cause abstinência?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, boa noite, tudo bem? o Pondera (paroxetina) é um dos antidepressivos que podem causar a síndrome de retirada caso seja interrompido repentinamente. Um dos problemas atuais da retirada é um efeito de descontinuação (ou abstinência) da medicação, que pode demorar meses para passar. Alguns dos sintomas apresentados podem ser crises de ansiedade, insônia e uma sensação de “choque” no cérebro. Sugiro que você faça o desmame gradual, ou seja, abaixar para 6mg/dia por 02 semanas e depois para 3mg/dia por mais 02 semanas, assim depois você conseguiria suspender.
Referência Bibliográfica:
- Horowitz MA, Taylor D. Tapering of SSRI treatment to mitigate withdrawal symptoms. Lancet Psychiatry 2019 Published Online March 5, 2019.
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Posso tomar cloridrato de paroxetina e tomar histamina?
Posso tomar cloridrato de paroxetina e tomar histamina?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A paroxetina e a histamina (geralmente na forma de anti-histamínicos ou suplementos de histamina) podem ser usadas juntas, mas é importante observar alguns pontos:
1. Você se refere a anti-histamínicos ou suplementos de histamina?
Se for um anti-histamínico (como loratadina, cetirizina, fexofenadina, difenidramina, prometazina, etc.), geralmente não há interação grave, mas:
Anti-histamínicos sedativos (como difenidramina e prometazina) podem potencializar a sonolência causada pela paroxetina.
Os anti-histamínicos de segunda geração (loratadina, cetirizina, fexofenadina) não costumam causar sonolência e são mais seguros para uso conjunto.
Se for um suplemento de histamina, seu uso é mais raro e deve ser avaliado caso a caso. A paroxetina pode afetar a enzima DAO (diaminoxidase), que é responsável por metabolizar a histamina no organismo. Isso pode, em algumas pessoas, levar a um aumento dos níveis de histamina, resultando em sintomas como dor de cabeça, vermelhidão na pele e desconforto digestivo.
2. Possíveis Efeitos Colaterais da Associação
Se você tomar paroxetina + anti-histamínico sedativo, pode haver:
Aumento da sonolência e fadiga
Risco de tontura e dificuldade de concentração
Se for um suplemento de histamina, observe se há:
Alergias, coceira ou vermelhidão
Desconforto digestivo ou náusea
Conclusão: Pode tomar os dois juntos?
Sim, mas com cautela dependendo do tipo de histamina.
Prefira anti-histamínicos não sedativos se precisar tratar alergias.
Se estiver tomando um suplemento de histamina, observe possíveis efeitos adversos e consulte seu médico.
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Olá parei de tomar amitriptilina por três dias quando posso beber cerveja?
Olá parei de tomar amitriptilina por três dias quando posso beber cerveja?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Se você parou de tomar amitriptilina há três dias, pode beber cerveja, mas com cautela, pois ainda pode haver resíduos da medicação no seu organismo.
Quanto tempo esperar para beber álcool após parar a amitriptilina?
A meia-vida da amitriptilina varia entre 10 e 50 horas, dependendo da sua metabolização. Isso significa que, após três dias (72 horas), a maior parte da substância já saiu do seu corpo, mas alguns efeitos podem persistir.
Se você usava doses altas ou por um longo período, os efeitos podem demorar mais para desaparecer.
O que acontece se beber álcool logo após parar a amitriptilina?
Mesmo após três dias sem a medicação, podem ocorrer:
Sonolência aumentada
Diminuição dos reflexos e da coordenação
Maior chance de tontura ou queda da pressão arterial
Potencialização de efeitos depressivos no sistema nervoso central
Recomendação prática
Se já se passaram 72 horas ou mais, é provável que seja seguro beber moderadamente (exemplo: 1-2 latas de cerveja).
Evite beber grandes quantidades nas primeiras vezes, pois seu corpo pode ainda estar se ajustando.
Observe como se sente após a primeira dose. Se sentir tontura ou muito sono, pare de beber.
Se você tomou amitriptilina por muito tempo, é sempre bom conversar com seu médico antes de consumir álcool regularmente.
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Pra eu engravidar devo parar de tomar venlaxina e bromazepam? abracos
Pra eu engravidar devo parar de tomar venlaxina e bromazepam? abracos
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Se você está planejando engravidar, é essencial conversar com seu psiquiatra e obstetra antes de fazer qualquer mudança no uso da venlafaxina (Venlaxina) e do bromazepam, pois ambos podem ter efeitos na gestação.
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É normal acelerar o coração depois de 15 dias de tratamento com Pondera e Carbolitium? Detalhe não t
É normal acelerar o coração depois de 15 dias de tratamento com Pondera e Carbolitium? Detalhe não tenho problemas cardiacos fiz exames recentemente.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível que o Pondera (paroxetina) e o Carbolitium (carbonato de lítio) causem aceleração dos batimentos cardíacos (taquicardia), mesmo após 15 dias de tratamento. Como você não tem problemas cardíacos e seus exames recentes estão normais, é provável que essa alteração seja um efeito colateral do medicamento. Vou explicar como cada um pode estar influenciando isso.
1. Paroxetina (Pondera) e taquicardia
A paroxetina pode causar aumento da frequência cardíaca em algumas pessoas, principalmente no início do tratamento.
Isso acontece porque os ISRS (inibidores seletivos da recaptação de serotonina) podem aumentar a ativação do sistema nervoso simpático.
Além disso, pode ocorrer um leve aumento na pressão arterial, embora isso seja mais raro.
2. Lítio (Carbolitium) e efeitos no coração
O lítio pode afetar o ritmo cardíaco, causando tanto bradicardia (coração mais lento) quanto, em alguns casos, taquicardia.
Se os níveis de lítio estiverem muito altos, podem ocorrer efeitos adversos cardiovasculares, como tremores, palpitações ou arritmias.
Monitorar os níveis sanguíneos de lítio é essencial para evitar intoxicação.
É normal sentir o coração acelerado após 15 dias?
Se a taquicardia for leve e ocasional, pode ser apenas um efeito transitório do corpo se ajustando à medicação.
Se for persistente, forte ou acompanhada de outros sintomas (como tontura, falta de ar ou sensação de desmaio), é importante relatar ao médico.
Se houver associação com ansiedade, a paroxetina pode, paradoxalmente, aumentar a agitação nas primeiras semanas antes de começar a ter seu efeito ansiolítico pleno.
O que fazer?
Observar se os sintomas melhoram nas próximas semanas. Se forem leves, podem desaparecer com o tempo.
Monitorar a pressão arterial e a frequência cardíaca.
Fazer um exame de litemia (nível de lítio no sangue) para garantir que a dosagem não esteja alta demais.
Evitar cafeína e estimulantes, pois podem piorar a taquicardia.
Se os sintomas forem muito incômodos ou persistirem, converse com seu médico, pois ele pode ajustar a dose ou mudar o tratamento.
Se sentir palpitações muito fortes, dor no peito ou sensação de desmaio, procure atendimento médico imediatamente.
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Oi boa estou tomando Paroxetina Ja tem um mes e nao estou vendo resultado Ele pode causar dormenci
Oi boa estou tomando Paroxetina
Ja tem um mes e nao estou vendo resultado
Ele pode causar dormencia nas pernas e queimacoes pelo corpo?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi! Se você já está tomando paroxetina há um mês e ainda não sente melhora, isso pode indicar que:
A dose pode precisar de ajuste – Algumas pessoas necessitam de uma dose maior para obter efeito completo.
O tempo de resposta pode ser mais lento – Os ISRS (inibidores seletivos da recaptação de serotonina) podem levar 4 a 6 semanas para fazer efeito pleno, e em alguns casos, até mais.
Talvez esse não seja o melhor antidepressivo para você – Algumas pessoas não respondem bem à paroxetina e podem se beneficiar de outro ISRS ou classe de medicamento.
Dormência e queimação no corpo podem ser causadas pela paroxetina?
Sim, esses sintomas podem ocorrer, embora não sejam muito comuns. Possíveis explicações:
Efeitos neurológicos da paroxetina
Algumas pessoas relatam parestesias (formigamento, dormência, sensação de queimação), especialmente no início do tratamento ou em ajustes de dose.
Isso pode estar relacionado a mudanças na neurotransmissão da serotonina e na condução nervosa periférica.
Ansiedade e sintomas psicossomáticos
Se a ansiedade ainda não está bem controlada, pode haver sintomas como sensação de queimação, formigamento ou tensão muscular.
Isso ocorre porque o sistema nervoso autônomo ainda está hiperativado.
Deficiência de vitaminas ou outros problemas de saúde
Se os sintomas persistirem, pode valer a pena verificar níveis de B12, ferro e eletrólitos, pois deficiências podem causar sintomas semelhantes.
O que fazer?
Converse com seu médico sobre a persistência dos sintomas e a necessidade de ajuste da dose ou troca do medicamento.
Observe se os sintomas acontecem em momentos específicos, como após tomar o remédio, ou se são constantes.
Se houver piora progressiva, procure avaliação para descartar outras causas neurológicas ou metabólicas.
Se precisar de mais ajuda, me avise!
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Depois de 12 horas da ingestão do Rivotril posso tomar cerveja?
Depois de 12 horas da ingestão do Rivotril posso tomar cerveja?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O ideal é evitar o consumo de álcool enquanto estiver usando Rivotril (clonazepam), mesmo que tenham se passado 12 horas desde a última dose. Vou explicar o porquê.
1. O Rivotril ainda pode estar no seu organismo
O clonazepam tem uma meia-vida longa, entre 18 e 50 horas em média. Isso significa que, mesmo depois de 12 horas, ainda há uma quantidade significativa da substância no seu corpo.
Dependendo do seu metabolismo, dose e tempo de uso, os efeitos sedativos podem ainda estar ativos, aumentando os riscos da interação com o álcool.
2. O álcool potencializa os efeitos do Rivotril
Ambos deprimem o sistema nervoso central, o que pode causar:
Sonolência excessiva
Tontura
Reflexos lentos
Dificuldade para pensar ou tomar decisões
Risco aumentado de quedas e acidentes
Depressão respiratória (em doses mais altas)
3. O risco varia de acordo com a dose e frequência de uso
Se você tomou uma dose única e baixa de Rivotril (ex.: 0,25 mg ou 0,5 mg), os efeitos podem estar mais fracos após 12 horas, mas ainda há um risco leve de interação.
Se você usa Rivotril regularmente ou em doses mais altas (ex.: 1 mg ou mais), o risco de interação com o álcool aumenta.
O que fazer?
Se for consumir álcool, espere pelo menos 24 horas após a última dose para reduzir o risco de interação.
Se for beber depois de 12 horas, limite-se a uma quantidade pequena (ex.: uma taça de vinho ou uma lata de cerveja) e veja como seu corpo reage.
Evite dirigir ou operar máquinas, pois sua coordenação e reflexos podem estar alterados.
Se você precisa do Rivotril todos os dias, o consumo regular de álcool pode aumentar o risco de tolerância, dependência e efeitos colaterais.
Se tiver dúvidas ou sentir qualquer reação estranha, o ideal é conversar com seu médico.
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Tenho transtorno de ansiedade generalizada e não consigo fazer uso de antidepressivo passo muito mal
Tenho transtorno de ansiedade generalizada e não consigo fazer uso de antidepressivo passo muito mal, estou tomando só Alprazolam.
Posso tratar a TAG sem antidepressivos?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, há alternativas para tratar o TAG sem antidepressivos, mas isso requer um acompanhamento adequado, pois é preciso entender a gravidade dos sintomas, em casos de TAG leve torna-se possível a tratar sem antidepressivos.
O papel da psicoterapia e das intervenções não farmacológicas (como exercícios físicos e técnicas de relaxamento) é fundamental e pode ajudar muito, seja como tratamento principal ou complementar.
Se você não está se adaptando bem às medicações tradicionais, converse com um(a) psiquiatra sobre outras opções e assegure-se de realizar um acompanhamento regular.
Lembre-se de que cada pessoa é diferente, e o mais importante é encontrar uma estratégia de tratamento segura e eficaz para o seu caso.
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Comecei a tomar Fluoxetina a 5 dias e percebo mais fome, é normal? Pois minha medica disse que perde
Comecei a tomar Fluoxetina a 5 dias e percebo mais fome, é normal? Pois minha medica disse que perde o apetite com o tempo.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É comum que os efeitos colaterais de antidepressivos, inclusive a fluoxetina, variem muito de pessoa para pessoa. Embora seja mais frequente que a fluoxetina reduza o apetite em algumas pessoas (levando até a perda de peso ao longo do tratamento), também existem casos em que pode ocorrer o contrário, principalmente nas primeiras semanas.
Possíveis motivos para o aumento do apetite
Adaptação inicial: Nos primeiros dias ou semanas, o organismo ainda está se adaptando à medicação. Podem ocorrer oscilações no apetite, no sono e no humor.
Ansiedade ou alteração emocional: Alguns pacientes relatam que, no início do uso de antidepressivos, ocorre um leve aumento de ansiedade ou mudanças na forma como percebem o apetite. Em algumas pessoas, isso pode se traduzir em comer mais.
Interação com outros fatores: Rotina, alimentação, atividade física e até o uso de outros medicamentos podem influenciar na fome durante o tratamento.
O que fazer?
Registre os sintomas: Anote como está seu apetite diariamente, incluindo horários e intensidade de fome. Dessa forma, você terá informações mais precisas para relatar à sua médica.
Mantenha diálogo aberto: Se o aumento do apetite persistir ou se tornar incômodo, vale relatar isso à sua médica. Ela pode avaliar se é algo temporário ou se é necessário algum ajuste na dose ou no tratamento.
Aposte em hábitos saudáveis: Uma alimentação equilibrada e exercícios físicos regulares podem ajudar a controlar o apetite e reduzir a ansiedade.
Seja paciente: Muitos efeitos colaterais iniciais dos antidepressivos tendem a melhorar com algumas semanas de uso, quando o corpo se adapta ao medicamento.
Conclusão: Sim, é possível perceber mais fome no início do uso de fluoxetina, mesmo que o efeito esperado seja redução ou controle do apetite ao longo do tratamento. Se isso estiver te incomodando, converse com sua médica; ela poderá orientar se é uma fase temporária ou se deve fazer algum ajuste no tratamento.
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Tomo topiramato de 25 mg e fluoxetina de 20 mg ,sinto dormencia na lingua é como se tivesse queimado
Tomo topiramato de 25 mg e fluoxetina de 20 mg ,sinto dormencia na lingua é como se tivesse queimado com algo quente , tem algo a ver?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O topiramato é conhecido por causar algumas sensações de dormência ou formigamento (parestesia) em várias partes do corpo, incluindo mãos, pés, rosto e, em alguns casos, língua ou boca. Esse efeito está entre os mais relatados por quem utiliza o medicamento. A fluoxetina pode trazer outros efeitos colaterais, mas a dormência na língua é mais comumente associada ao topiramato.
Possíveis causas
Parestesia (efeito colateral do topiramato)
O topiramato pode alterar a forma como os nervos transmitem sinais, causando a sensação de dormência ou formigamento.
Interação ou sensibilização
Às vezes, a combinação de medicamentos pode potencializar sensações desconfortáveis ou efeitos colaterais, embora a dormência na língua seja mais característica do topiramato.
O que você pode fazer
Informe seu médico: Se a sensação de dormência for muito incômoda, persistente ou estiver piorando, relate ao profissional que prescreveu os medicamentos. Ele pode avaliar se há necessidade de ajuste de dose ou mudança de terapia.
Mantenha-se hidratada(o): A falta de hidratação pode contribuir para a sensação de secura ou irritação na língua.
Cuide da saúde bucal: Técnicas como bochechos com água fria, uso de enxaguantes bucais suaves e escovação adequada podem melhorar um pouco o desconforto.
Monitore outros sintomas: Fique atenta(o) a outros sinais como alteração do paladar, maior sensibilidade dentária ou dor. Isso pode ajudar o médico a entender a intensidade do efeito colateral.
Conclusão
A dormência na língua, parecendo uma “queimadura” leve, pode sim estar relacionada ao uso do topiramato, pois é um efeito colateral relativamente comum (parestesia). Caso esteja atrapalhando sua qualidade de vida, vale conversar com seu médico para verificar se há necessidade de ajustar a dose ou avaliar outras opções de tratamento.
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Fui medicada com diazepam intramuscular há 2 dias e ainda me sinto grogue. Isso é normal?
Fui medicada com diazepam intramuscular há 2 dias e ainda me sinto grogue. Isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O diazepam é uma benzodiazepina com meia-vida longa e também possui metabólitos (substâncias formadas durante sua metabolização) que podem prolongar seu efeito sedativo. É relativamente comum que algumas pessoas ainda sintam sonolência, cansaço ou sensação de “cabeça pesada” (grogginess) por um ou dois dias após uma dose, sobretudo quando administrada por via intramuscular ou endovenosa.
Fatores que podem influenciar o tempo de duração do efeito incluem:
Metabolismo individual: Cada pessoa processa o medicamento de maneira diferente.
Dosagem administrada: Doses mais altas podem prolongar os efeitos.
Sensibilidade individual: Algumas pessoas são mais sensíveis a benzodiazepinas e sentem o efeito sedativo por mais tempo.
Uso concomitante de outros medicamentos ou substâncias: Por exemplo, álcool ou outros remédios sedativos podem potencializar o efeito.
Idade e estado de saúde geral: Pessoas com problemas hepáticos ou mais idosas podem demorar mais para eliminar o fármaco.
Sentir-se grogue por até 2-3 dias pode acontecer, mas se os sintomas persistirem além disso ou se forem muito intensos (por exemplo, dificuldade em ficar acordada, tontura constante, confusão, desmaios, etc.), é importante conversar com um médico. Além disso, se você tiver qualquer sintoma incomum, piora do quadro ou preocupação em relação à sua segurança (por exemplo, ao dirigir ou operar máquinas), deve procurar orientação profissional.
Resumo:
É relativamente comum ainda estar sentindo-se sonolenta ou cansada 2 dias após uma injeção de diazepam.
Caso os efeitos persistam por muito tempo, piorem ou venham acompanhados de outros sintomas, converse com um médico.
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Olá, estou com crise de ansiedade e tive um ataque de pânico. O médico me receitou Sertralina 50mg
Olá, estou com crise de ansiedade e tive um ataque de pânico.
O médico me receitou Sertralina 50mg e Alprazolan 0.5mg.
Tomei 3 dias Sertralina 25mg e hoje faz 6 dias que estou tomando 50mg.
Ontem tive uma piorada minha ansiedade aumentou, palpitação, pressão e dor na cabeça.
Pode ser efeito colateral da medicação?
Pq eu estava melhorado de repente eu pioreiRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É relativamente comum que, ao iniciar o tratamento com um antidepressivo do tipo ISRS (Inibidor Seletivo de Recaptação de Serotonina), como a sertralina, haja um período inicial em que podem ocorrer efeitos colaterais — incluindo aumento temporário da ansiedade, agitação, palpitações e dores de cabeça. Isso é conhecido como “síndrome de ativação” e costuma acontecer principalmente nas primeiras semanas do tratamento.
Por que isso acontece?
Ajuste do organismo: O corpo está se adaptando à nova medicação, e esse processo pode provocar oscilações no humor e sintomas físicos.
Aumento temporário de serotonina: As mudanças químicas no cérebro, antes de se estabilizarem, podem levar a um breve aumento de ansiedade ou até ataques de pânico.
O que observar
Duração dos sintomas: Muitos desses efeitos colaterais tendem a diminuir após as primeiras semanas (geralmente de 2 a 4 semanas).
Intensidade dos sintomas: Se ficarem muito intensos ou insuportáveis, é importante comunicar ao médico para avaliar a dose, possível uso de ansiolíticos de apoio (como Alprazolam, que você já está tomando) ou outras estratégias.
Evolução geral: Alguns dias podem ser melhores, outros piores, especialmente no início do tratamento. Tente observar uma tendência de melhora ao longo das semanas, não apenas dia a dia.
Estratégias que podem ajudar
Mantenha o contato com seu médico: Relate exatamente o que está acontecendo, a intensidade, horários em que piora, se há alguma relação com a dose ou com o período do dia.
Pratique técnicas de relaxamento: Exercícios de respiração, mindfulness, meditação guiada ou relaxamento muscular progressivo podem amenizar crises de ansiedade.
Rotina saudável: Manter uma boa higiene do sono, praticar atividade física regular (quando possível), evitar estimulantes (café, chá preto, energético), álcool e outras substâncias que possam agravar a ansiedade.
Apoio psicológico: Considerar psicoterapia (por exemplo, Terapia Cognitivo-Comportamental) para lidar com os sintomas e aprender estratégias de enfrentamento da ansiedade.
Conclusão
É possível que esses sintomas (piora repentina da ansiedade, palpitação, dor de cabeça) sejam efeitos colaterais temporários da sertralina, especialmente considerando que você ainda está na fase inicial de tratamento.
É importante conversar com seu médico sobre essa piora, para que ele(a) avalie se é adequado manter a dose, ajustar a medicação ou fornecer suporte adicional (como estender um pouco mais o uso de Alprazolam ou orientar outras medidas).
Geralmente, com o passar das semanas e o seguimento adequado, os sintomas tendem a estabilizar e a medicação pode começar a mostrar seu efeito terapêutico.
Se seus sintomas se agravarem ou se tornarem insuportáveis, não hesite em buscar atendimento médico.
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Tomo Sertralina 50 mg e a 2 anos e agr o medico aumentou pra 100mg , estou com medo de aumentar a do
Tomo Sertralina 50 mg e a 2 anos e agr o medico aumentou pra 100mg , estou com medo de aumentar a dosagem e depois nao conseguir diminuir , posso ter algum efeito colateral no aumento da dosagem ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É bastante comum que, com o tempo, o médico ajuste a dose de um antidepressivo (como a sertralina) quando a resposta ao tratamento ainda não está ideal.
A dose máxima recomendada de sertralina para adultos pode chegar até 200 mg/dia (dependendo do caso), portanto, 100 mg/dia ainda é considerada uma dosagem dentro de uma faixa usual.
2. Possíveis efeitos colaterais ao aumentar a dose
Assim como quando se inicia a medicação, o corpo pode precisar de um período de adaptação. Podem ocorrer (mas não necessariamente em todos os casos):
Aumento temporário de ansiedade ou agitação
Náuseas, desconforto gastrointestinal
Dor de cabeça
Tontura
Alterações no sono (insônia ou sonolência)
Esses sintomas, quando aparecem, tendem a ser transitórios, geralmente melhorando após algumas semanas. Caso se tornem intensos ou persistentes, vale reportar ao médico para avaliar um ajuste na dose ou outras estratégias.
3. Medo de não conseguir voltar a reduzir a dose
É possível reduzir a dose no futuro, sim, desde que seja feito gradualmente, sob orientação médica. Geralmente, o psiquiatra ou clínico sugere um “desmame” (diminuição progressiva da dose) para evitar sintomas de descontinuação.
Não é regra que, ao aumentar a dose agora, você vá precisar ficar nesse nível para sempre. A permanência na dose depende de vários fatores: resposta ao tratamento, gravidade do quadro, histórico de recaídas etc.
4. Converse com seu médico
Se o medo de aumentar a dose está gerando muita ansiedade, é importante conversar abertamente com quem receitou o medicamento.
Pergunte sobre quanto tempo pretende-se manter a dose de 100 mg, como será feita a reavaliação, quais sinais acompanhar para ver se a dose está funcionando ou se traz efeitos indesejados.
5. Dicas para lidar com a transição
Acompanhe seus sintomas: Faça anotações diárias sobre como está se sentindo (ansiedade, humor, efeitos colaterais), para levar informações concretas nas próximas consultas.
Cuide do sono e alimentação: Manter boa higiene do sono e uma alimentação saudável pode minimizar alguns efeitos colaterais.
Pratique técnicas de relaxamento: Exercícios de respiração, meditação e atividades físicas leves podem ajudar a reduzir ansiedade e melhorar o bem-estar geral.
Busque suporte: Se possível, associe psicoterapia. A combinação de medicação com terapia costuma trazer resultados mais sólidos.
Conclusão
Aumento de dose de sertralina de 50 mg para 100 mg é uma prática comum quando ainda não se obteve a melhora desejada.
Podem ocorrer efeitos colaterais iniciais, mas costumam ser transitórios.
É perfeitamente possível reduzir a dose no futuro, de forma gradual, se e quando o médico julgar adequado.
Mantenha um diálogo aberto com seu médico sobre seus receios e observe como seu corpo reage ao novo ajuste, para que possam encontrar a melhor estratégia de tratamento para você.
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Tenho um irmão que há 24 anos faz uso de medicamentos para sindrome do panico e depressão.De um ano
Tenho um irmão que há 24 anos faz uso de medicamentos para sindrome do panico e depressão.De um ano e meio pra cá ele fica o dia todo se balançando.Não senta o dia todo.Tem dores na nuca, ânsia e a cabeça aérea, anda devagarinho , fica com o passo de amassa barro.O psiquiatra que o levei tirou aos poucos a medicação que ele usava e está introduzindo outras.O médico disse que ele tem acatisia. Preciso saber se isso tem cura porque morro de pena em vê-lo assim.Ele diz que não aguenta mais essa situação.Que gostaria de melhorar.Está fazendo fisioterapia e acompanhamento psicológico.Como podemos ajudá-lo.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A acatisia é uma condição caracterizada por uma intensa sensação de inquietação interna, que faz com que a pessoa não consiga ficar parada, sentada ou em repouso. Ela é frequentemente associada ao uso de certos medicamentos psiquiátricos, principalmente antipsicóticos, mas também pode ocorrer com alguns antidepressivos e outras classes de remédios.
As principais manifestações da acatisia podem incluir:
Incapacidade de ficar sentado ou parado, com necessidade de movimentar-se constantemente (balançar o corpo, andar de um lado para outro);
Sensação de angústia, inquietação, “ansiedade corporal”;
Desconforto físico e/ou mental que melhora temporariamente ao se movimentar.
A acatisia costuma melhorar ou até desaparecer quando se faz o ajuste adequado na medicação que a causou. No entanto, cada caso é único:
Em alguns casos, basta reduzir a dose ou trocar a medicação que está contribuindo para a acatisia.
Em outros, é necessário associar medicamentos específicos que ajudem a controlar a inquietação (por exemplo, beta-bloqueadores, como o propranolol, ou outros remédios usados para mitigar sintomas extrapiramidais).
É importante ter paciência e manter um acompanhamento próximo com o psiquiatra para encontrar a melhor estratégia, pois pode exigir testes e ajustes ao longo do tempo.
Como a família pode ajudar?
Apoio emocional: A acatisia pode gerar muito sofrimento. É importante que seu irmão se sinta acolhido, compreendido e não culpado pela condição. Demonstrem compreensão de que ele não está simplesmente “inquieto”, mas sim lidando com um desconforto intenso e involuntário.
Comunicação constante com o médico: Registrem as observações do dia a dia (quantas horas ele fica se balançando, se piora em certos horários, se melhorou ou piorou após alguma mudança na medicação etc.). Entregar esse feedback detalhado ao psiquiatra ajuda bastante.
Continuar com a fisioterapia e a psicoterapia:
A fisioterapia pode ajudar com exercícios de alongamento, relaxamento muscular, diminuição de dores e melhoria da postura.
A psicoterapia pode auxiliar no manejo da ansiedade, do estresse e no enfrentamento da situação, além de ensiná-lo a lidar com possíveis sentimentos de desesperança.
Rotina de atividades leves: Algumas pessoas com acatisia relatam melhora quando conseguem caminhar em curtos intervalos, fazer pausas para alongar o corpo ou realizar atividades que distraiam a mente (por exemplo, atividades artísticas ou manuais). Sempre respeitem os limites dele.
Evitar julgamentos e pressões: A acatisia não é algo que se resolve simplesmente “tendo força de vontade”. Evitem frases como “tente se acalmar” ou “pare de se balançar”. Lembrem que é uma reação física e mental ao medicamento, ou a um conjunto de fatores.
Fique atento a sinais de piora
Se as dores e a sensação de inquietude aumentarem significativamente ou se surgirem ideias suicidas, confusões, reações mais graves, é fundamental buscar ajuda médica imediata.
Ajustes no tratamento não podem ser feitos de forma abrupta ou sem orientação profissional, pois isso pode trazer novos riscos ou efeitos colaterais.
Conclusão
A acatisia pode ser controlada e em muitos casos, melhora muito com a adequação dos medicamentos e o uso de medicações complementares que atenuem seus sintomas.
O fato de o psiquiatra ter reconhecido a acatisia e estar ajustando a medicação já é um passo importante.
Mantenham um acompanhamento próximo com o médico, compartilhando qualquer mudança ou persistência intensa dos sintomas.
Ofereçam suporte emocional ao seu irmão, incentivando-o a continuar com as terapias (psicológica e fisioterápica) e mantendo uma rotina que ajude a reduzir o desconforto.
Esperamos que, com o tempo e o tratamento adequado, seu irmão consiga encontrar alívio para esses sintomas e retomar uma qualidade de vida melhor. Não hesite em procurar outra opinião médica se sentirem necessidade ou se não estiver havendo melhora. Vocês não estão sozinhos nesse processo e há caminhos para superar essa situação.
Perguntas frequentes
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roacutan pode ser tomado juntamente com o litio, usado para tratamento da bipolaridade?
A associação entre isotretinoína (Roacutan) e lítio não deve ser feita sem…