Perguntas do paciente (56)

  • Quais fatores emocionais devem ser considerados durante a avaliação neuropsicológica do Transtorno O

    Quais fatores emocionais devem ser considerados durante a avaliação neuropsicológica do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Eliane Malaquias

    Na avaliação neuropsicológica do TOC, é importante considerar fatores emocionais como ansiedade, medo, culpa, estresse, pensamentos intrusivos e o impacto dos sintomas na qualidade de vida.

    Esses aspectos ajudam a compreender melhor o funcionamento da pessoa e direcionar o tratamento.

    Se desejar, podemos conversar em uma sessão para entender melhor esse processo.


  • Como a motivação do paciente pode influenciar a avaliação neuropsicológica do Transtorno Obsessivo-C

    Como a motivação do paciente pode influenciar a avaliação neuropsicológica do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Eliane Malaquias

    A motivação do paciente influencia o envolvimento, a colaboração e o desempenho durante a avaliação neuropsicológica. Aspectos como interesse, disposição e compreensão do processo podem impactar a qualidade dos resultados.

    Um acompanhamento psicológico pode ajudar a compreender melhor esses fatores e suas relações com os sintomas do TOC.


  • Qual é a importância da avaliação funcional no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?

    Qual é a importância da avaliação funcional no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Eliane Malaquias

    A avaliação funcional é importante para compreender como o TOC interfere na rotina, nos relacionamentos, no trabalho e na qualidade de vida da pessoa.

    Ela ajuda a identificar os impactos dos sintomas e direcionar estratégias de tratamento mais adequadas.

    A psicoterapia pode auxiliar nesse processo de compreensão e manejo dos sintomas.


  • Como a avaliação neuropsicológica pode diferenciar alterações cognitivas decorrentes do Transtorno O

    Como a avaliação neuropsicológica pode diferenciar alterações cognitivas decorrentes do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) de outros transtornos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Eliane Malaquias

    A avaliação neuropsicológica ajuda a identificar padrões de funcionamento cognitivo, diferenciando dificuldades relacionadas ao TOC de alterações presentes em outros transtornos.

    Essa compreensão contribui para um diagnóstico mais preciso e para um tratamento mais direcionado.

    A avaliação psicológica pode ser um caminho importante para compreender melhor essas diferenças e necessidades individuais.


  • Qual é a importância da avaliação das habilidades visuoespaciais no Transtorno Obsessivo-Compulsivo

    Qual é a importância da avaliação das habilidades visuoespaciais no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Eliane Malaquias

    A avaliação das habilidades visuoespaciais ajuda a compreender o funcionamento cognitivo global da pessoa, identificando possíveis alterações que possam interferir na organização e execução de tarefas.

    Embora o TOC esteja mais relacionado a aspectos como ansiedade e pensamentos repetitivos, essa avaliação contribui para uma compreensão mais completa do funcionamento individual.

    A avaliação neuropsicológica pode auxiliar nesse entendimento de forma personalizada.


  • O que caracteriza o comprometimento das funções executivas no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?

    O que caracteriza o comprometimento das funções executivas no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Eliane Malaquias

    No TOC, alterações nas funções executivas podem se manifestar por rigidez cognitiva, dificuldade em interromper pensamentos repetitivos, tomar decisões e adaptar-se a novas situações.

    A avaliação neuropsicológica ajuda a compreender esses aspectos e seus impactos na vida diária.

    A psicoterapia pode auxiliar no desenvolvimento de estratégias para lidar melhor com esses padrões.


  • Sou casado há 8 anos com minha esposa, sou homem de 30 anos e estou enfrentando problema de ter rela

    Sou casado há 8 anos com minha esposa, sou homem de 30 anos e estou enfrentando problema de ter relação sexual com minha esposa. Tenho uma rotina corrida e temos uma filha pequena. O tempo que estamos juntos e sozinhos seria anoite quando nossa filha dorme e nos finais de semana sempre sobra um tempinho durante o dia. Porém vivo com sensação de cansaço. Temos pouca relação, minha esposa se queixa que não procuro ela para fazer amor. Nossa intimidade parece ter se "perdido" e ela está determinada a findar o casamento devido a esses motivos. Como todo casal, nós temos desavenças e acho que isso criou um tipo de "bloqueio" com ela. Tenho desejo de relacionar porem com ela sinto esse bloqueio e por esse motivo minha esposa está "fria" comigo. Irei no urologista para fazer exames e depois devo procurar um psicólogo. Alguém teria alguma orientação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Eliane Malaquias

    Você está no caminho certo ao buscar ajuda médica e psicológica. Além disso, algumas ações podem ajudar:
    1. Converse abertamente com sua esposa: Expresse como se sente, incluindo o cansaço e o desejo de reconectar emocional e fisicamente.
    2. Organize o tempo: Encontre formas de aliviar a rotina e criar momentos a dois, mesmo que sejam pequenos.
    3. Cuide da relação: Invista em gestos de carinho e reconquiste a confiança e a intimidade aos poucos.
    4. Procure ajuda de casal: Uma terapia de casal pode ser essencial para identificar e superar bloqueios.


  • Existe alguma ligação entre compulsão sexual e experiência vivida ao longo da vida?

    Existe alguma ligação entre compulsão sexual e experiência vivida ao longo da vida?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Eliane Malaquias

    Sim, de acordo com a psicanálise, a compulsão sexual pode estar relacionada a experiências vividas ao longo da vida, especialmente na infância. Traumas, repressões, conflitos inconscientes ou questões relacionadas às fases do desenvolvimento psicossexual podem influenciar comportamentos compulsivos. Esses atos muitas vezes funcionam como uma tentativa inconsciente de lidar com angústias internas ou preencher lacunas emocionais não resolvidas.


  • É possível ter Ereção do pênis no TOC sexual? Mesmo que vc não queira ou não goste do pensamento obs

    É possível ter Ereção do pênis no TOC sexual? Mesmo que vc não queira ou não goste do pensamento obsessivo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Eliane Malaquias

    Sim, é possível. O corpo pode reagir fisiologicamente a estímulos mesmo sem o consentimento ou o desejo consciente, já que o processo de ereção está ligado ao sistema nervoso autônomo, que pode funcionar independentemente da vontade ou das emoções.


  • As vezes eu escuto vozes mas depois de um tempo passa, pode passar anos e elas voltam de novo. O que

    As vezes eu escuto vozes mas depois de um tempo passa, pode passar anos e elas voltam de novo. O que pode ser?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Eliane Malaquias

    De acordo com a psicanálise, ouvir vozes pode estar relacionado a conteúdos inconscientes reprimidos que emergem em momentos específicos, geralmente associados a angústias ou conflitos internos não elaborados. Essas vozes podem ser expressões de partes psíquicas divididas ou um retorno do recalcado, funcionando como uma tentativa do inconsciente de trazer algo à consciência. É importante investigar o contexto emocional e histórico em que essas vozes aparecem para compreender seu significado.


  • Sempre tive dificuldades em relacionamentos amorosos, sou filha de mãe narcisista e as vezes acho qu

    Sempre tive dificuldades em relacionamentos amorosos, sou filha de mãe narcisista e as vezes acho que nunca vou conseguir amar ninguém. Estou namorando mas só consigo enxergar os defeitos do meu namorado. Não quero terminar com ele, mas estou muito infeliz. Sofri muito maus tratos por parte da minha mãe, será que isso pode ter alguma relação com a minha dificuldade em amar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Eliane Malaquias

    Sim, tanto a abordagem psicanálise quanto a abordagem sistêmica, sugerem que suas dificuldades nos relacionamentos amorosos podem estar relacionadas à dinâmica vivida com sua mãe.

    Na psicanálise, o vínculo com uma mãe narcisista pode gerar dificuldades em reconhecer o próprio valor e confiar no amor do outro, além de predispor a padrões de idealização ou crítica excessiva nos relacionamentos. Esse comportamento pode ser uma defesa inconsciente para evitar reviver dores emocionais ou rejeições do passado.

    Na abordagem sistêmica, o impacto das relações familiares é visto como parte de um padrão maior. Maus-tratos e um vínculo disfuncional com sua mãe podem ter influenciado sua visão do amor e seus comportamentos atuais. Sua dificuldade em enxergar o lado positivo do parceiro pode estar ligada a expectativas ou crenças aprendidas na família de origem.
    Sugira que ela explore, em terapia, essas questões para identificar como as experiências do passado afetam o presente. Trabalhar a autoaceitação e aprender a diferenciar o que é dela e o que vem do sistema familiar podem ajudá-la a criar vínculos mais saudáveis e satisfatórios.


  • Como lidar com baixa estima e ansiedade social?Não consigo criar conexões com as pessoas, acabo me a

    Como lidar com baixa estima e ansiedade social?Não consigo criar conexões com as pessoas, acabo me afastando e afastando elas de mim, não me divirto e tenho pensamentos negativos que afetam o lado profissional...isso me afeta muito, quase 22 anos

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Eliane Malaquias

    A baixa autoestima e a ansiedade social podem estar ligadas a experiências precoces de vida, onde o sujeito internalizou críticas, rejeições ou padrões de relação que reforçam sentimentos de inadequação. A dificuldade em criar conexões pode ser um reflexo de defesas psíquicas inconscientes que visam proteger o sujeito de possíveis rejeições ou sofrimentos.

    Sugira algo como:
    “Esses pensamentos negativos e a dificuldade em se conectar com as pessoas podem estar relacionados a experiências e crenças inconscientes que você carrega desde a infância. Na psicanálise, exploramos como essas vivências podem estar moldando suas atitudes e emoções atuais. A partir dessa investigação, é possível ressignificar essas experiências e construir uma relação mais saudável consigo mesmo e com os outros. Com 22 anos, você está em um momento importante para iniciar esse processo e buscar mudanças mais profundas.”

    Isso o incentiva a iniciar um trabalho terapêutico sem impor pressões imediatas.


  • Desde que tive episódios de alucinações há uns 4 anos (as vezes eu acho que está ligada à morte do m

    Desde que tive episódios de alucinações há uns 4 anos (as vezes eu acho que está ligada à morte do meu pai, já tem 8 anos que ele se foi) eu não consigo dormir sozinha mesmo com sono, nesses casos o cansaço que me vence quando já está amanhecendo. O que posso fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Eliane Malaquias

    De acordo com a psicanálise, experiências como alucinações na infância e dificuldades atuais para dormir sozinha podem estar relacionadas a conflitos inconscientes e à elaboração do luto pela perda do pai. A morte de uma figura tão importante pode ter despertado angústias profundas, que se manifestam de diferentes formas ao longo da vida. Sugira que ela explore esses conteúdos em análise, pois o trabalho de elaborar esses sentimentos e entender os significados inconscientes pode trazer alívio. Além disso, acolha sua dificuldade e ressalte que enfrentar esses medos no espaço terapêutico é um caminho importante para transformação.


  • Meu marido não me procura dorme em outro quarto ,tenho certeza que está viciado em pornografia pois

    Meu marido não me procura dorme em outro quarto ,tenho certeza que está viciado em pornografia pois já peguei a um tempo atrás até um fake tinha ,vive de mal humor não tem um pingo de paciência e pelo que vejo já não sente falta de mim..ainda sofro com isso pois já tentei de tudo pra ele voltar para cama ...hoje me tornei sem paciência,engordei vivo em crise de ansiedade como melhorar ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Eliane Malaquias

    De acordo com a abordagem sistêmica familiar, essa situação pode refletir padrões de interação e dinâmicas que precisam ser compreendidos no contexto do relacionamento. É importante observar como cada parceiro está contribuindo para o ciclo atual e como os papéis foram moldados ao longo do tempo.

    Sugira:
    “Para melhorar, é essencial olhar para essa relação como um sistema. Que padrões estão sendo repetidos? Que mensagens estão sendo enviadas, direta ou indiretamente, entre vocês? É importante também cuidar de você mesma: como está sua autoestima e autocuidado fora da relação? Buscar um espaço terapêutico conjunto pode ajudar vocês a identificar e ressignificar esses comportamentos, além de abrir caminhos para o diálogo e possíveis reconexões.”

    Isso traz a responsabilidade para ambos e sugere um espaço de escuta ativa e mudanças mútuas.


  • O que faz ter tipo de euforia e logo em seguida crise de choro? Algo emocional?

    O que faz ter tipo de euforia e logo em seguida crise de choro? Algo emocional?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Eliane Malaquias

    Essa oscilação entre euforia e crise de choro pode estar relacionada a conflitos emocionais inconscientes. A euforia pode ser uma forma de defesa psíquica, uma tentativa de mascarar ou afastar sentimentos de angústia ou sofrimento que, no entanto, acabam emergindo em seguida na forma de choro.

    Essas mudanças de humor podem indicar que o aparelho psíquico está lidando com tensões internas não resolvidas, como desejos reprimidos, traumas ou sentimentos contraditórios. O choro, por sua vez, pode ser uma expressão do inconsciente buscando aliviar essas pressões.

    Sugira que o paciente observe os contextos em que essas oscilações ocorrem e explore esses episódios em análise, pois isso permitirá acessar os significados profundos dessas emoções e trabalhar para encontrar um equilíbrio emocional mais duradouro.


  • Eu me vejo chorando na maior parte do tempo, eu não sei o que sinto, ao mesmo temp que eu sinto tudo

    Eu me vejo chorando na maior parte do tempo, eu não sei o que sinto, ao mesmo temp que eu sinto tudo, eu não sinto nada. Isso é algum trastorno? Depressão?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Eliane Malaquias

    O que você está sentindo pode ser sinal de algo importante, mas apenas um profissional pode dar um diagnóstico. É essencial procurar um psicólogo ou psiquiatra para entender melhor suas emoções e receber o suporte necessário. Não ignore o que está sentindo, você merece cuidado e atenção.


Autor

Psicólogo, Psicanalista, Terapeuta complementar

Perguntas frequentes

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.