Perguntas do paciente (13)

  • Eu posso ter uma vida significativa enquanto lido com o luto antecipatório?

    Eu posso ter uma vida significativa enquanto lido com o luto antecipatório?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Eugenia Coelho

    Sim, é possível ter uma vida significativa mesmo diante do luto antecipatório. Como lembra Ana Claudia Quintana Arantes em A morte é um dia que vale a pena ser vivido: “saber perder é a arte de quem conseguiu viver plenamente o que ganhou um dia”. O luto pode ser doloroso, mas também traz a oportunidade de reconhecer o que foi vivido de bom, de perdoar e de perceber que deixamos marcas e aprendizados. É nesse movimento que a vida continua significativa, mesmo em meio à perda.


  • Como posso lidar com a ansiedade em relação ao futuro, especialmente com relação ao tratamento e à i

    Como posso lidar com a ansiedade em relação ao futuro, especialmente com relação ao tratamento e à incerteza sobre a cura do linfoma ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Eugenia Coelho

    A ansiedade em relação ao futuro e à incerteza sobre a cura do linfoma é compreensível. O que pode ajudar é lembrar que não temos controle sobre o amanhã, mas podemos escolher viver o hoje com mais presença e significado. Cada etapa do tratamento traz aprendizados e transformações, e é nesse caminho que se encontra força e esperança para atravessar o processo com mais leveza.


  • Por que o acompanhamento psicológico é importante para pessoas com linfoma?

    Por que o acompanhamento psicológico é importante para pessoas com linfoma?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Eugenia Coelho

    A psicoterapia contribui em auxiliar o paciente elaborar as incertezas, lidar com recaídas e manter motivação ao longo de ciclos de quimioterapia ou outros tratamentos.


  • Meu esposo não me trai não apronta comigo,tenho acesso ao celular dele,mais não consigo confiar nele

    Meu esposo não me trai não apronta comigo,tenho acesso ao celular dele,mais não consigo confiar nele,por um trauma que eu levo do casamento anterior,e isso tá afetando demais meu novo casamento. Me ajuda por favor a confiar no meu esposo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Eugenia Coelho

    Se possível, busque apoio psicológico, na terapia pode encontrar recursos para ajudar a elaborar esse trauma e libertar você da repetição.
    O relacionamento poderá ficar mais leve quando começar a diferenciar o que é do passado e o que é do presente.


  • Como a neuroplasticidade pode ajudar a reverter problemas nas funções executivas?

    Como a neuroplasticidade pode ajudar a reverter problemas nas funções executivas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Eugenia Coelho

    Em uma linguagem psicanalítica, podemos pensar a neuroplasticidade como a capacidade do sujeito de criar novas formas de simbolização e de elaborar suas experiências.

    Quando há dificuldades nas funções executivas — como atenção, planejamento, controle de impulsos ou tomada de decisão — isso pode ser entendido como um entrave nos modos de ligação e de representação. A neuroplasticidade, nesse sentido, abre espaço para que o sujeito encontre novos caminhos de expressão e de construção de sentido, reorganizando sua forma de se relacionar com o mundo interno e externo.


  • meu esposo falou uma vez pra mim que não queria saber da ex mulher do filho dele não queria abri con

    meu esposo falou uma vez pra mim que não queria saber da ex mulher do filho dele não queria abri conversas sobre assunto q não levava ao assunto do filho a ex dele postou uma foto do filho e ele comentou q parece com ele e ela respondeu com sim e ele reagiu com um coração pra ela.... fiquei pensando se ele não quer assunto com ela então pq ele comentou na foto pq a criança só tem 5 anos ela não vai olha o comentário e também já q ele não quer saber dela pq ele tem salvo o contato dela. Como lidar com isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Eugenia Coelho

    Conversar com ele pode ser importante, mas não apenas sobre o gesto em si — e sim sobre como você se sentiu. A escuta mútua pode fortalecer o vínculo e abrir espaço para que ambos se sintam mais compreendidos.


  • Como lidar com.filha de 4 anos que nao entende que eu e o pai estamos separados?ele nos fez mal e me

    Como lidar com.filha de 4 anos que nao entende que eu e o pai estamos separados?ele nos fez mal e mesmo assim ela chora muito ao vim embora da casa dele(ela presenciou violência dele comigo 2x)

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Eugenia Coelho

    O mundo emocional da criança nessa idade ainda está em formação, é normal que ela tenha dificuldades para distinguir essas relações, mesmo que esses vínculos tenham sido marcados por dor.
    Por isso, é essencial que você também se cuide emocionalmente.
    A forma como você elabora essa separação e os traumas vividos vai influenciar diretamente na forma como sua filha vai lidar com tudo isso.
    A terapia pode ser um espaço seguro para você fortalecer sua posição como mãe, ressignificar essa dor e construir recursos internos para acolher sua filha com mais leveza e firmeza.


  • A psicoterapia pode ajudar a lidar com gatilhos emocionais relacionados ao preconceito?

    A psicoterapia pode ajudar a lidar com gatilhos emocionais relacionados ao preconceito?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Eugenia Coelho

    Sim, a psicoterapia pode ajudar de forma significativa a lidar com gatilhos emocionais relacionados ao preconceito. Esses gatilhos costumam despertar sentimentos de exclusão, desvalorização e dor psíquica, e o espaço terapêutico oferece condições para que o sujeito possa reconhecer, elaborar e ressignificar essas experiências.


  • É possível evitar completamente os gatilhos emocionais? .

    É possível evitar completamente os gatilhos emocionais? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Eugenia Coelho

    Não é possível evitar completamente os gatilhos emocionais, porque eles fazem parte da vida e estão ligados às nossas experiências, memórias e relações. O que podemos fazer é aprender a reconhecê-los, compreendê-los e manejá-los de forma mais saudável, reduzindo o impacto que causam no bem-estar e prevenindo que se transformem em sofrimento intenso.


  • Como o preconceito afeta a saúde mental? .

    Como o preconceito afeta a saúde mental? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Eugenia Coelho

    O preconceito não é apenas uma questão social — ele também compromete a saúde mental. Ao desvalorizar e excluir, fragiliza a percepção de si como sujeito de valor, intensifica sofrimentos psíquicos e pode evoluir para quadros mais graves quando não há suporte adequado, gerando ansiedade, depressão, baixa autoestima, isolamento social e estresse crônico, além de dificultar a expressão e a elaboração das próprias experiências.


  • Olá, nunca gostei de me socializar e fico desconfortável na presença de pessoas, ultimamente quando tenho contato com pessoas nao

    Olá, nunca gostei de me socializar e fico desconfortável na presença de pessoas, ultimamente quando tenho contato com pessoas nao consigo me comunicar bem e quando estou fora de casa fico agoniada andando de um lado pro outro e com muita ansiedade, aprece que estou surtando. As vezes corro pro banheiro do meu trabalho sento no chão tampo os ouvidos e só quero chorar, nao gosto de visitas e quando estou em casa faço de tudo pra abafar sons. Nao tenho energia pra nada (sempre fui assim) e quando tenho energia quero fazer tudo de uma vez e acabo nao fazendo nada. Já marquei varias consultas vom psicólogos, quando chega na hora da consulta ...Quem disse que tenho coragem de aparecer, simplesmente invento alguma desculpa e não vou, fico com medo ansiosa, sei lá. Queria muito me resolver...Nao sei o que faço.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Eugenia Coelho

    A escuta analítica pode ser o espaço onde, aos poucos, você vai poder nomear esse caos, entender suas angústias e construir um lugar mais possível para existir.
    Mesmo com medo e resistência, existe um desejo de se reencontrar.
    Você não precisa estar pronta — só precisa começar.


  • O que fazer quando nenhum medicamento não consegue ser eficaz contra a depressão e transtorno de ans

    O que fazer quando nenhum medicamento não consegue ser eficaz contra a depressão e transtorno de ansiedade? Ir tb no psicologo

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Eugenia Coelho

    O tratamento da ansiedade pode envolver tanto o acompanhamento médico quanto o psicológico.
    Enquanto o médico atua nos sintomas com medicação, o psicólogo — ajuda a escutar e compreender as causas mais profundas do sofrimento.
    A combinação dos dois cuidados permite não só aliviar os sintomas, mas também transformar a relação que a pessoa tem com sua própria história e com o que sente.


  • não consigo conversar com a minha mulher, parece que não tenho assunto, e quando ela fala eu estou n

    não consigo conversar com a minha mulher, parece que não tenho assunto, e quando ela fala eu estou no mundo da lua e sempre falo algo que não tem nada a ver com oque que ele falou ou mudo de assunto ou fico desligado do mundo. que posso fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Eugenia Coelho

    A psicoterapia pode te ajudar a entender o que está por trás desse afastamento, e a construir caminhos para se comunicar com mais clareza e afeto.
    Reconhecer essa dificuldade já é um primeiro passo importante.


Perguntas frequentes

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