Perguntas do paciente (22)
-
Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem experimentar sentimentos de vazio?
Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem experimentar sentimentos de vazio?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline frequentemente experimentam sentimentos de vazio, e isso é, inclusive, um dos sintomas mais característicos do transtorno.
Porém não é apenas “estar triste” ou entediado. Pacientes descrevem como uma sensação de estar “oca por dentro”; falta de propósito ou significado; sentir-se desconectado de si mesmo ou dos outros e até como um “nada” emocional difícil de explicar...
Esse sentimento pode melhorar com terapia. Me coloco à disposição.
-
O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ser diagnosticado em pessoas mais velhas?
O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ser diagnosticado em pessoas mais velhas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O TPB geralmente começa a se manifestar no fim da adolescência ou início da vida adulta, porém o diagnóstico pode acontecer mais tarde por vários motivos: Nunca foi identificado antes; a pessoa pode ter vivido anos com sintomas sem um diagnóstico claro e, os sinais podem ter sido confundidos com Transtorno de Ansiedade e Depressão.
Muitas pessoas só procuram tratamento após crises emocionais ou problemas em relacionamentos.
Para diagnosticar Transtorno de Personalidade Borderline, o profissional avalia o histórico de vida e não só o momento atual; padrões duradouros de comportamento e emoção. Ou seja, mesmo em alguém mais velho, o diagnóstico considera se esses padrões já existiam há muito tempo.
-
Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem ter dificuldades em regular suas emoç
Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem ter dificuldades em regular suas emoções?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, dificuldade em regular emoções é uma das características centrais do Transtorno de Personalidade Borderline, onde existe: Alta sensibilidade emocional; Resposta emocional mais intensa; Menor capacidade inicial de “frear” a reação.
A regulação emocional pode ser aprendida e melhorada com Psicoterapia; Técnicas de autocontrole e consciência emocional e, prática consistente ao longo do tempo.
Me coloco à disposição.
-
A pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ser capaz de manter relacionamentos d
A pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ser capaz de manter relacionamentos de longo prazo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, uma pessoa com TPB pode sim manter relacionamentos de longo prazo. Mas, na prática, isso pode exigir mais consciência, suporte e trabalho emocional ao longo do tempo. Os relacionamentos podem ser mais intensos, tanto nos momentos bons quanto nos difíceis
Mas muitas pessoas com TPB, especialmente em tratamento, conseguem construir relações estáveis, profundas e duradouras. Daí a importância de fazer psicoterapia par aprender a lidar com impulsividade e gatilhos. Me coloco à disposição.
-
O que é a "característica de perfeccionismo" em pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (
O que é a "característica de perfeccionismo" em pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O perfeccionismo em pessoas com TPB pode aparecer como um traço ligado à forma intensa como a pessoa lida com emoções, identidade e relações. Costuma ser diferente daquele mais clássico (como no TOC ou em traços obsessivos). No Transtorno de Personalidade Borderline, o perfeccionismo geralmente é: uma tentativa de evitar rejeição; alimentado por emoções intensas; Instável e ligado à autoimagem.
-
Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) têm dificuldades em manter a confiança nos
Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) têm dificuldades em manter a confiança nos outros?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pessoas com TPB frequentemente têm dificuldade em manter a confiança nos outros, especialmente em relações mais próximas. Isso geralmente acontece por medo de abandono, sensibilidade emocional elevada, mudanças rápidas na percepção do outro, experiencias anteriores de relações instáveis ou dolorosas.
É importante saber que não é “falta de caráter” ou escolha, mas um padrão emocional aprendido e reforçado ao longo do tempo que dá para melhorar com a Terapia. Me coloco à disposição.
-
O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ser confundido com Transtorno de Ansiedade e com
O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ser confundido com Transtorno de Ansiedade e com Transtorno Misto Ansioso e Depressivo (TMAD) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, o Transtorno de Personalidade Borderline pode ser facilmente confundido tanto com Transtorno de Ansiedade quanto com o Transtorno Misto Ansioso e Depressivo, especialmente no início da avaliação. Isso acontece porque há muitos sintomas em comum, mas também diferenças importantes. Uma pessoa com TPB também pode ter ansiedade ou depressão (comorbidade). O diagnóstico correto depende de avaliação clínica detalhada, geralmente feita por psiquiatra ou psicólogo.
-
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é a única abordagem eficaz para o Transtorno de Personalida
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é a única abordagem eficaz para o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não, a TCC não é a única abordagem eficaz para o TPB, porém a Terapia Comportamental Dialética é uma forma de psicoterapia criada especialmente para pessoas com dificuldades intensas de regulação emocional, como no Transtorno de Personalidade Borderline.
-
Eu posso ter uma vida significativa enquanto lido com o luto antecipatório?
Eu posso ter uma vida significativa enquanto lido com o luto antecipatório?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde,.
Sim, é possível ter qualidade de vida, apesar do sofrimento.
Para isso é importante o acompanhamento de um profissional.
Me coloco a disposição.
-
Como posso ajudar meus filhos a lidarem com o luto se eu for diagnosticado com linfoma?
Como posso ajudar meus filhos a lidarem com o luto se eu for diagnosticado com linfoma?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, boa tarde,
Imagino que esteja passando por um misto de sentimentos e a ansiedade acaba vindo à tona, neste momento eu acredito que o mais prudente seja aguardar se de fato este diagnóstico será confirmado, para que eles não sofram por antecipação. Em caso afirmativo, é importante avaliar primeiro a idade dos filhos, em cada fase do desenvolvimento o luto é trabalhado de maneira diferente, sendo importante o apoio de um profissional para ajudar neste processo.
Me coloco à disposição.
-
Um adulto escolher se mudar de casa 15 vezes em 2 anos é possivelmente uma característica de autismo
Um adulto escolher se mudar de casa 15 vezes em 2 anos é possivelmente uma característica de autismo ou há algumas outras condição que a princípio explica melhor isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, boa tarde,
A mudança de casa com tanta frequência não é, por si só, um indicativo específico de Transtorno do Espectro Autista. No TEA, é mais comum observar uma preferência por rotina, previsibilidade e estabilidade — o que, em muitos casos, tornaria mudanças frequentes mais difíceis ou até desconfortáveis.
Esse tipo de comportamento pode estar relacionado a diversos outros fatores, como questões emocionais, dificuldades de adaptação, impulsividade, instabilidade nas relações, questões financeiras ou até contextos de vida específicos (trabalho, família, etc.). Em alguns casos, pode aparecer associado a quadros como Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, Transtorno Bipolar ou dificuldades relacionadas à regulação emocional — mas isso não significa, necessariamente, que haja um transtorno.
Um acompanhamento psicológico pode ajudar bastante nesse processo de investigação, para compreender o contexto: o que motiva essas mudanças? Elas são planejadas ou impulsivas? Há sofrimento envolvido? Impactam a vida social, profissional ou emocional?
Fico à disposição
-
Estimados psicólogos e psicólogas, boa noite! Meu médico disse que as minhas tonturas frequentes são
Estimados psicólogos e psicólogas, boa noite! Meu médico disse que as minhas tonturas frequentes são uma doença pouco conhecida chamada Vertigem Fóbica. Nesse caso, devo procurar um psicólogo, psicanalista ou psiquiatra? Como será o tratamento desse doença no caso de recorrer a um psicólogo/a? Agradeço desde já pela atenção.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, boa tarde,
A “vertigem fóbica” costuma estar relacionada a fatores emocionais, como ansiedade, estresse ou até crises de pânico. Por isso, faz bastante sentido buscar acompanhamento psicológico.
O psicólogo pode te ajudar a identificar possíveis gatilhos emocionais, compreender como essas tonturas se relacionam com o seu estado psicológico e desenvolver estratégias para reduzir os sintomas. Abordagens como a terapia cognitivo-comportamental, por exemplo, têm bons resultados nesses casos, trabalhando pensamentos, emoções e reações físicas associadas à ansiedade.
Em alguns casos, pode ser interessante também uma avaliação com psiquiatra, especialmente se houver sintomas mais intensos de ansiedade, para verificar a necessidade (ou não) de medicação. Já a escolha entre psicólogo e psicanalista vai depender do tipo de abordagem com a qual você mais se identifica — ambos podem ajudar, mas com formas diferentes de conduzir o tratamento.
O mais importante é não ignorar os sintomas e buscar um acompanhamento adequado, já que há sim tratamento e melhora significativa na qualidade de vida
Fico à disposição!
-
Ultimamente to sentindo muita sensação de incapacidade sinto que nunca vou ser capaz ou suficiente p
Ultimamente to sentindo muita sensação de incapacidade sinto que nunca vou ser capaz ou suficiente pra nada na vida, e isso me gera crises de ansiedade, nunca fiz nada comigo , mais meus pensamentos são muito intenso quando penso essas coisas, querendo ser outras pessoas pra não ter que sofrer com nada na vida, crises de choro desespero tudo de ruim, e uma sensação que isso nunca vai parar ou mudar me sinto angustiada ansiosa por tudo todos os dias é uma luta mental, tenho ansiedade generalizada e acho que posso tá tendo depressao associado a ansiedade muito forte para eu ter esses pensamentos ruins o que isso poderia ser ? (Tomo medicação também antidepressivo e ansiolítico já faz 1)
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, boa tarde,
No momento você só faz tratamento medicamentoso?
A terapia irá lhe ajudar bastante no processo de fortalecimento emocional, você tem sintomas depressivos por isso de tantos pensamentos negativos.
Te aconselho a procurar um psicólogo que irá ajudá-lo (a) com algumas técnicas. A terapia pode ajudar muito nesse tipo de situação porque ela trabalha diretamente com esses pensamentos e sentimentos que estão causando tanto sofrimento. A terapia ajuda a entender melhor as emoções, a lidar com as crises de ansiedade e a desenvolver estratégias práticas para momentos de desespero, organização dos pensamentos e formas de reduzir a intensidade das crises.
Outro ponto importante é que a terapia oferece um espaço seguro para a pessoa falar sobre o que está sentindo sem julgamento, o que por si só já reduz muito a carga emocional.
Quando associada à medicação, a terapia costuma potencializar os resultados, ajudando não só a aliviar os sintomas, mas também a tratar a raiz do problema.”
Me coloco à disposição.
-
Minha casa caio em uma tempestade muito forte...não aconteceu nada comigo mas eu tinha 10 anos de id
Minha casa caio em uma tempestade muito forte...não aconteceu nada comigo mas eu tinha 10 anos de idade
Minha mãe teve as pernas quebrada por esse motivo tenho medo de tempestade quando estou sozinha pior ainda quando o céu começa escurecer fico já com muito medo e começa dar vontade de ir ao banheiro fazer o número 2 e faço. Tem alguma explicação? Devo buscar um profissional? Qual?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, boa tarde,
Primeiramente, sinto muito por essa experiência que você viveu — passar por uma situação tão intensa na infância, como a sua casa cair durante uma tempestade e ver sua mãe se machucar, pode realmente deixar marcas emocionais importantes.
O que você descreve hoje tem bastante relação com uma resposta de medo associada a esse evento passado. Situações como essa podem levar ao desenvolvimento de uma fobia específica (no caso, relacionada a tempestades) ou até a sintomas ligados ao Transtorno de Estresse Pós-Traumático, especialmente quando o corpo reage como se o perigo ainda estivesse presente.
Essas reações físicas — como o medo intenso, a ansiedade e até a vontade urgente de ir ao banheiro — são respostas naturais do organismo diante de uma percepção de ameaça. O corpo entra em estado de alerta, o que pode ativar o funcionamento intestinal, por exemplo.
Sim, é muito recomendável buscar um profissional. Neste caso, um psicólogo pode te ajudar a trabalhar esse medo de forma gradual e segura, ressignificando essa experiência e reduzindo as reações físicas e emocionais.
Se os sintomas forem muito intensos, um psiquiatra também pode ser avaliado como apoio, mas muitas vezes a psicoterapia já traz melhorias significativas.
Você não precisa lidar com isso sozinho (a) — existe tratamento e é possível recuperar a sensação de segurança
Fico à disposição!
-
O hiperfoco no Funcionamento Intelectual Limítrofe (FIL) é o mesmo que no Transtorno do Espectro Aut
O hiperfoco no Funcionamento Intelectual Limítrofe (FIL) é o mesmo que no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Embora possam parecer semelhantes em alguns casos, não é o mesmo.
No TEA, o hiperfoco costuma ser uma característica mais típica, relacionada a interesses restritos e intensos. A pessoa pode se concentrar profundamente em um tema específico, com grande envolvimento e até dificuldade de mudar de atividade.
Já no FIL, o que pode acontecer não é exatamente um “hiperfoco” no mesmo sentido clínico, mas sim uma tendência a se prender a certos pensamentos ou atividades, muitas vezes por dificuldade cognitiva, insegurança ou rigidez no pensamento. Isso pode parecer foco intenso, mas tem uma origem diferente.
Ou seja, apesar de poderem se manifestar de forma parecida externamente, o mecanismo por trás e o contexto clínico são distintos. Por isso, é importante avaliar cada caso de forma individual para entender a causa desse padrão.”
-
Quais são os sintomas de "crises nervosas" em adultos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
Quais são os sintomas de "crises nervosas" em adultos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Em adultos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), as chamadas “crises nervosas” geralmente estão relacionadas à sobrecarga emocional ou sensorial.
Elas podem se manifestar como: * meltdown: explosões emocionais, choro, irritação e perda de controle
* shutdown: isolamento, dificuldade de se comunicar e sensação de “desligamento”
Também podem ocorrer sinais como ansiedade intensa, irritabilidade e dificuldade de concentração. Essas crises costumam surgir quando há excesso de estímulos ou estresse.
-
O que é teoria da mente no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
O que é teoria da mente no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde,
Teoria da Mente no Transtorno do Espectro Austista é uma habilidade da cognição social que permite entender que outras pessoas têm pensamentos, sentimentos, crenças e intenções diferentes dos nossos.
No Transtorno do Espectro Autista, muitas pessoas têm dificuldade nessa habilidade, especialmente de forma intuitiva. A teoria da mente é essencial para fazer amizades, conversar de forma natural, entender regras sociais, resolver conflitos e, ter empatia.
É importante saber que nem todas as pessoas com TEA têm o mesmo nível de dificuldade; essa habilidade pode ser desenvolvida com intervenção e treino e, muitas pessoas com TEA aprendem estratégias cognitivas para compensar essa dificuldade.
Me coloco à disposição.
-
Quais as estratégias para trabalhar a cognição social no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
Quais as estratégias para trabalhar a cognição social no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa Tarde,
Trabalhar a cognição social no Transtorno do Espectro Autista (TEA) envolve ajudar a pessoa a entender melhor emoções, intenções, regras sociais e perspectivas dos outros.
É importante lembrar que cada pessoa com TEA é única. Portanto, o ideal é adaptar as técnicas ao nível cognitivo e idade, respeitar o tempo e o perfil sensorial e, trabalhar de forma interdisciplinar (psicólogo, fono, terapeuta ocupacional).
Me coloco à disposição.
-
Por que a socialização é difícil no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
Por que a socialização é difícil no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa Tarde,
A socialização pode ser difícil no Transtorno do Espectro Autista porque envolve várias habilidades que, nesse transtorno, costumam se desenvolver de forma diferente, como uma forma diferente de perceber e processar o mundo social.
A pessoa pode ter mais dificuldade para entender emoções e expressões faciais, interpretar linguagem corporal e perceber “regras invisíveis” da interação.
A socialização é difícil no TEA porque envolve interpretar sinais sociais, entender o outro, se comunicar de forma flexível e lidar com estímulos do ambiente; e tudo isso pode funcionar de maneira diferente no cérebro autista.
Me coloco à disposição.
-
Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse
Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse. Como faço para fazer uma avaliação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde, seria importante agendar um atendimento psicológico para investigarmos se os sintomas estão relacionados a fatores estressantes ou de fato a uma patologia de base.
Autor
Perguntas frequentes
-
roacutan pode ser tomado juntamente com o litio, usado para tratamento da bipolaridade?
A associação entre isotretinoína (Roacutan) e lítio não deve ser feita sem…