Perguntas do paciente (17)

  • Quais são as intervenções para o bullying? .

    Quais são as intervenções para o bullying? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Chacon

    O bullying é uma forma de violência que produz efeitos importantes na constituição psíquica, especialmente quando ocorre na infância e na adolescência. Do ponto de vista psicológico e psicanalítico, trabalhamos tanto com o sujeito que sofre quanto com o contexto que sustenta essa dinâmica.

    Uma intervenção essencial envolve oferecer à pessoa que vivencia o bullying um espaço de acolhimento e escuta, no qual seja possível nomear a dor, compreender o impacto emocional e reconstruir, pouco a pouco, a autoestima fragilizada. Esse espaço permite elaborar sentimentos como medo, vergonha, humilhação e isolamento, que muitas vezes permanecem silenciados.

    Também é importante intervir no ambiente onde a violência acontece. Escolas, famílias ou instituições precisam reconhecer a existência do problema e assumir responsabilidade por interromper as situações de agressão. O bullying não se sustenta apenas entre vítima e agressor; ele se mantém por um contexto que, consciente ou inconscientemente, permite que a violência se repita.

    O acompanhamento psicológico proporciona um espaço onde o sofrimento pode ser simbolizado, permitindo que a marca deixada pela violência seja trabalhada de modo mais profundo. É nesse processo que o sujeito pode recuperar sua potência, reorganizar sua relação consigo e reencontrar formas de se posicionar no mundo sem carregar o peso do que viveu.

    Se desejar aprofundar esse tema ou se identificar com alguma dessas situações, estou à disposição para acolhê-lo(a) em sessão.


  • Como os fatores biológicos, psicológicos e sociais afetam a saúde mental ?

    Como os fatores biológicos, psicológicos e sociais afetam a saúde mental ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Chacon

    A saúde mental é resultado de uma interação complexa entre fatores biológicos, psicológicos e sociais e nenhuma dessas dimensões age de forma isolada. Cada pessoa é marcada por uma combinação singular desses elementos, o que torna sua experiência emocional única.

    No âmbito biológico, podemos pensar os aspectos como predisposições genéticas, funcionamento neuroquímico e condições de saúde física. Na dimensão psicológica, entram em cena a história de vida, os modos de lidar com afetos, as experiências traumáticas, os vínculos estabelecidos com figuras importantes e a maneira como cada pessoa simboliza e dá sentido às próprias vivências. Já os fatores sociais dizem respeito ao ambiente no qual o sujeito está inserido: contexto familiar, condições socioeconômicas, cultura, relações de trabalho, vivências de violência ou exclusão, redes de apoio e a sociedade que vivemos.

    Considera-se o resultado dessas influências que se entrelaçam. Por isso, o cuidado psicológico busca compreender o sujeito em sua totalidade.

    Se sentir necessidade de aprofundar como esses fatores atuam especificamente em sua vida, esse tema pode ser trabalhado com cuidado em um processo terapêutico. Estou à disposição caso deseje agendar uma sessão.


  • Como posso promover o equilíbrio entre minha vida pessoal e profissional?

    Como posso promover o equilíbrio entre minha vida pessoal e profissional?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Chacon

    Agradeço pela sua pergunta. O equilíbrio entre vida pessoal e profissional não se estabelece apenas pela organização externa do tempo, mas também pela forma subjetiva como cada pessoa se relaciona com suas demandas, expectativas e limites.

    Do ponto de vista psicológico e psicanalítico, é importante considerar que o trabalho ocupa um lugar simbólico na vida de cada sujeito: ele pode representar reconhecimento, pertencimento, segurança ou, em alguns casos, tornar-se um espaço onde se depositam excessivas exigências internas. Quando isso acontece, a fronteira entre o que é do trabalho e o que é da vida íntima tende a se tornar difusa.

    Também é essencial refletir sobre a relação pessoal com a produtividade. Muitas vezes, sentimentos de culpa ou a sensação de que “nunca é suficiente” sustentam um ritmo que ultrapassa o que é suportável. Em terapia, é possível explorar essas motivações mais profundas e compreender o que está por trás dessa cobrança interna, permitindo construir um modo de viver que seja mais compatível com o bem-estar.

    Encontrar equilíbrio não significa dividir a vida em compartimentos rígidos, mas construir uma forma mais integrada de existir, na qual o trabalho tenha um lugar importante, sem ocupar todos os outros. Esse é um processo singular, que se transforma ao longo do tempo e que pode ser cuidado em um espaço terapêutico, caso deseje aprofundá-lo.

    Estou à disposição para acolhê-lo(a) em sessão, se sentir necessidade de explorar essas questões com mais profundidade.


  • Qual é a diferença entre Transtornos Mentais e de Personalidade ?

    Qual é a diferença entre Transtornos Mentais e de Personalidade ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Chacon

    Os Transtornos Mentais são amplos e englobam uma variedade de condições clínicas. Os Transtornos de Personalidade estão inseridos nos Transtornos Mentais e referem-se especificamente a um grupo de transtornos que envolvem a estrutura da personalidade, não apenas sintomas isolados. Exemplos incluem transtorno de personalidade borderline, narcisista e antissocial.

    Se você é um paciente, consulte um profissional de saúde mental para diagnóstico e tratamento personalizado, pois essas condições variam para cada sujeito.


  • Quais são os fatores que podem desencadear distúrbios mentais?

    Quais são os fatores que podem desencadear distúrbios mentais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Chacon

    Existem os fatores biológicos (genética, lesões ou doenças cerebrais), os fatores psicológicos (traumas precoces, estresse, padrões de pensamento), fatores ambientais e sociais (condições socioeconômicas, eventos de vida, uso de substâncias). Mas, os distúrbios mentais raramente resultam de um único fator isolado. Há uma interação biopsicossocial. É importante ressaltar que esses fatores não desencadeiam necessariamente distúrbios mentais em todos os casos, mas atuam como influências que podem aumentar o risco. Cada pessoa é única, e um diagnóstico profissional é essencial para entender o contexto pessoal.


  • A tecnologia digital pode substituir a interação social real?

    A tecnologia digital pode substituir a interação social real?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Chacon

    A tecnologia digital pode ampliar formas de comunicação, especialmente em situações nas quais a presença física não é possível. No entanto, a interação presencial envolve aspectos afetivos, corporais e sutilezas da comunicação não verbal que não podem ser plenamente reproduzidos pelas interfaces digitais.

    Na clínica, observamos que a presença física do outro, com sua complexidade emocional e sensorial, contribui para a constituição dos vínculos, para a experiência de reconhecimento e para a elaboração subjetiva. Assim, embora os recursos tecnológicos possam complementar as relações e até sustentar vínculos quando a presença não é possível, eles não substituem completamente a profundidade e a qualidade da interação humana direta.

    Se perceber que esse tema tem relação com questões emocionais, sociais ou afetivas que vêm lhe preocupando, ele pode ser explorado com mais profundidade em um processo terapêutico. Caso deseje, estou à disposição para orientá-lo(a) e acolhê-lo(a) em sessão.


  • O uso excessivo da internet e redes sociais piora a saúde mental de uma pessoa ?

    O uso excessivo da internet e redes sociais piora a saúde mental de uma pessoa ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Chacon

    De modo geral, o uso excessivo da internet e das redes sociais pode estar relacionado ao aumento de ansiedade, alterações de humor, dificuldades de concentração e impactos na qualidade do sono. Isso ocorre pela exposição contínua a estímulos, pela comparação social constante e pelo ritmo acelerado de informações, que podem gerar sobrecarga.

    Do ponto de vista clínico e psicanalítico, observamos também que o uso intensivo desses recursos pode funcionar como uma forma de evitar situações internas difíceis, o que pode reforçar padrões de sofrimento psíquico ao invés de elaborá-los. Contudo, é importante destacar que o impacto não é igual para todos: o modo como cada sujeito utiliza a tecnologia, suas necessidades emocionais e seu contexto de vida influenciam significativamente essa relação.

    Se você tem percebido efeitos negativos em seu bem-estar ou deseja compreender melhor como esse uso tem se articulado à sua vida emocional, esse tema pode ser aprofundado em um espaço terapêutico. Caso queira, estou à disposição para acolhê-lo(a) em sessão.


  • Quais são os transtornos emocionais que aparecem habitualmente durante a infância ou a adolescência

    Quais são os transtornos emocionais que aparecem habitualmente durante a infância ou a adolescência ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Chacon

    Durante a infância e a adolescência, podem surgir diferentes manifestações emocionais e comportamentais que, dependendo da intensidade, da duração e do impacto na vida cotidiana, podem ser compreendidas como transtornos. De forma geral, e sem qualquer intenção diagnóstica, alguns quadros frequentemente observados na prática clínica incluem Transtornos de ansiedade, Transtornos de humor, Transtornos do neurodesenvolvimento, Transtornos de comportamento e alterações relacionadas a situações traumáticas.

    É importante destacar que cada criança ou adolescente expressa seu mundo interno de maneiras muito singulares, e nem toda manifestação de sofrimento corresponde a um transtorno. A avaliação clínica cuidadosa, em um espaço protegido, é fundamental para compreender o que está em jogo para aquele sujeito em sua história e em seu contexto.

    Caso haja preocupação com algum sintoma ou mudança emocional significativa, um acompanhamento psicológico pode oferecer um espaço de escuta e investigação, permitindo compreender melhor o que está acontecendo. Estou à disposição caso deseje agendar uma sessão.


  • Como posso conviver de forma saudável com as doenças crônicas mentais ?

    Como posso conviver de forma saudável com as doenças crônicas mentais ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Chacon

    Conviver com um quadro crônico de saúde mental é um processo contínuo, que exige cuidado, acompanhamento e um olhar sensível para as próprias necessidades. Embora cada pessoa vivencie essa experiência de maneira única, alguns aspectos costumam ser importantes nesse percurso como: acompanhamento psicológico, práticas e hábitos de cuidado, rede de apoio e, em alguns casos, um acompanhamento com outros profissionais da saúde.

    Se você percebe a necessidade de aprofundar essas questões ou deseja compreender como sua experiência específica pode ser trabalhada ao longo de um processo terapêutico, estou à disposição para acolhê-lo(a) e orientá-lo(a) em sessão.


  • O objetivo do psicologo(a) e mudar a forma de pensar do paciente ou tem nada ver ?

    O objetivo do psicologo(a) e mudar a forma de pensar do paciente ou tem nada ver ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Chacon

    Ótima pergunta!

    O objetivo do profissional da Psicologia não é mudar quem você é nem impor uma forma de pensar. O trabalho te ajudar a compreender melhor seus pensamentos, emoções e comportamentos, entender de onde vêm e como influenciam sua vida.

    Ao longo do processo, você aprende a reconhecer padrões que podem estar causando sofrimento e, a partir disso, desenvolver novas formas de lidar com as situações, com mais consciência e autonomia. A mudança acontece no seu tempo e a partir das suas escolhas, não por imposição do profissional.

    A terapia é um espaço de escuta, acolhimento e construção conjunta.


  • Olá, posso ir no psicólogo sozinho com 14 anos ? Estou precisando muito.

    Olá, posso ir no psicólogo sozinho com 14 anos ? Estou precisando muito.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Chacon

    Olá! Você pode sim procurar um psicólogo aos 14 anos, e é muito importante levar a sério o fato de você sentir que está precisando de ajuda.

    Em geral, para dar continuidade ao acompanhamento, é necessário que um responsável legal seja comunicado e autorize o tratamento, mas isso pode ser feito com cuidado e diálogo, respeitando o seu momento.

    Pedir ajuda é um sinal de coragem.


  • Ansiedade

    Quem tem ansiedade pode se isolar, se afastar das pessoas e evitar sair de casa?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Chacon

    Pessoas que vivem com ansiedade podem sim se isolar, se afastar das pessoas e evitar sair de casa. Isso acontece porque a ansiedade gera medo, desconforto e antecipação, fazendo com que a pessoa tente evitar situações que acredita que vão piorar os sintomas.

    No curto prazo, o isolamento pode parecer um alívio, mas com o tempo tende a manter ou intensificar a ansiedade, além de aumentar sentimentos de tristeza, solidão e culpa.

    Por isso, é importante olhar para esses sinais com atenção. Com acompanhamento psicológico, é possível entender os comportamentos e encontrar formas mais saudáveis de lidar com a ansiedade, no ritmo de cada pessoa.


  • Qual é o tipo de psicólogo que devo procurar para tratar o desânimo o choro e a falta de vontade faz

    Qual é o tipo de psicólogo que devo procurar para tratar o desânimo o choro e a falta de vontade fazer nada ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Chacon

    O mais importante é procurar um psicólogo que trabalhe com psicoterapia.

    Mais do que a abordagem específica, é fundamental que você consiga criar um vínculo, se sentir acolhido e confiar no profissional. A terapia acontece a partir dessa relação, onde você pode falar com liberdade e segurança sobre o que está sentindo.

    Ao longo do processo, o psicólogo vai ajudar a compreender seus sintomas e encontrar formas mais saudáveis de lidar com eles. Buscar esse cuidado já é um passo muito importante.


  • Eu fui diagnosticado com asperger, mas possuo muita capacidade de sociabilização, apesar de algumas

    Eu fui diagnosticado com asperger, mas possuo muita capacidade de sociabilização, apesar de algumas vezes eu demorar um pouco pra entender piadas (falta de atenção). Isso é possível? Tem como uma pessoa com asperger ter raras dificuldade sociais?(Mas lembrando que tenho um hiperfoco exarcebado e alguns pensamentos super repetitivos. Ah, eu tinha dificuldade de me socializar só na infância msm, mas eu aprendi sozinho a desenvolver amizades e ser extrovertido).

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Chacon

    Sim, é possível! O TEA é heterogêneo. Muitos com esse diagnóstico têm habilidades sociais fortes, especialmente se aprenderam a compensar desde a infância. Você conta suas dificuldades na infância e como aprendeu sozinho a desenvolver amizades e ser extrovertido, e isso é totalmente possível e até comum. Nem todos com o mesmo diagnóstico terão os mesmos desafios. Converse com um profissional para te ajudar de maneira mais singular, onde compreenderá sua demanda e seu contexto de vida.


  • Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse

    Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse. Como faço para fazer uma avaliação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Chacon

    Boa tarde! A ansiedade e estresse realmente podem se parecer muito, e muitas vezes eles até acontecem juntos.

    Para fazer uma avaliação adequada, é importante observar alguns pontos: quando os sintomas começaram, em quais situações eles aparecem, com que frequência acontecem e como impactam sua rotina, sono, corpo e emoções.

    A melhor forma de diferenciar e entender o que está acontecendo é por meio de uma avaliação profissional, feita em consulta, onde conversamos com mais calma sobre seus sintomas, histórico e contexto de vida.

    O mais importante é saber que existe tratamento e que você não precisa passar por isso sozinho. Buscar ajuda já é um passo muito importante.


  • Desânimo, dormir e quando acordar se sentir mais cansado de quando se deitou, irritabilidade, vontad

    Desânimo, dormir e quando acordar se sentir mais cansado de quando se deitou, irritabilidade, vontade de se isolar das pessoas e só dormir, sentir muito medo, isso pode ser diagnosticado como depressão?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Chacon

    Esses sinais que você descreve podem estar presentes na depressão, mas também aparecem em outros quadros. Por isso, um diagnóstico não é feito apenas pelos sintomas isolados, mas pela avaliação da duração, intensidade, frequência e do impacto na sua vida, além de uma escuta cuidadosa da sua história.

    O mais indicado é passar por uma avaliação com um psicólogo e, se necessário, com um médico psiquiatra, para entender melhor o que está acontecendo e definir o melhor cuidado.

    O mais importante é não ignorar esses sinais. Buscar ajuda é um passo fundamental, e existe tratamento.


  • Tive uma crise de ansiedade em novembro e procurei um psiquiatra que desde então me passou Sertralin

    Tive uma crise de ansiedade em novembro e procurei um psiquiatra que desde então me passou Sertralina pela manha e Rivotril à noite. Me dei bem logo de início, sem efeitos colaterais. Mas, em dezembro a minha mãe tentou suicídio e eu consegui evitar. Lidei bem com a situação até duas semanas atrás. De duas semanas para cá, não tenho ânimo para fazer nada, estou muito para baixo e confusa. Voltei ao Psiquiatra e ele me indicou fazer terapia...confesso que não tenho vontade alguma. Não tive experiências boas com terapeutas passados...então, não sei o que fazer, porque a medicação não está me ajudando mais...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Chacon

    Sinto muito por tudo o que você passou. Você vivenciou uma situação extremamente difícil e impactante, e é compreensível que o seu corpo e suas emoções tenham sentido isso algum tempo depois.

    Sobre a terapia, é importante dizer que não ter vontade agora e ter receio por experiências passadas ruins é totalmente compreensível. Isso não significa que você não queira melhorar ou que a terapia “não funcione para você”. Cada profissional é diferente, e o vínculo faz toda a diferença no processo.

    A medicação pode ajudar muito, mas em muitas situações, ela sozinha não é capaz de tratar a causa do sintoma, podendo elaborar o trauma, o medo e o desgaste emocional acumulado. A psicoterapia não é um espaço de cobrança, e sim de acolhimento, onde você pode ir no seu ritmo, inclusive falando sobre a falta de vontade de estar ali.

    Talvez, neste momento seja apenas permitir-se uma primeira conversa com um psicólogo com quem você sinta segurança. Isso já é cuidado.

    Você passou por algo muito sério e não precisa enfrentar tudo sozinha. O fato de perceber que algo não está bem e buscar ajuda já mostra muita força.


Perguntas frequentes

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