Perguntas do paciente (17)

  • Faz uns anos, que sinto uma carência em relação a relacionamento, eu me sinto muito sozinho, e tenho

    Faz uns anos, que sinto uma carência em relação a relacionamento, eu me sinto muito sozinho, e tenho 19 anos, ainda não trabalho, e não tive namoradas, eu tenho vontade mas não sei em qual lugar ir para conhecer pessoas novas, eu quase todo dia fico pensando nisso, eu sempre gostei de escutar músicas românticas, não sei se isso está me fazendo mal.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Fernanda de Sousa Silva

    Bom dia,
    Em primeiro lugar aconselho você a busca saber as coisas que gosta, pois assim vai ajudar ló a se inserir em grupos que tenha algo incomum a você. Se gosta de jogar, ler, esporte e etc....
    Segundo busque na internet esses locais isso vai fazer com que você conheça pessoas e que possa se relacionar.
    Em relação a musica isso ajuda você pensar mais no problema, mas não e a causa dele.
    uma dica importante
    Para se relacionar e preciso saber se relacionar com a você mesmo em primeiro lugar, antes de esta com alguém.

    A terapia e um espaço para isso. Busque ajuda


  • Estou passando por uma situação muito difícil em minha vida, sou homem casado com mulher a 6 anos e

    Estou passando por uma situação muito difícil em minha vida, sou homem casado com mulher a 6 anos e temos uma filha de 1 ano, mas acontece que eu tenho desejos sexuais com outros homens porem nunca tive nada com nenhum homem e sou viciado em porno gay e isso já está afetando minha vida sexual com ela tenho falhado muito na cama, a algum tempo atrás eu contei tudo para ela, mas decidimos continuar tentando salvar nosso casamento e disse que não veria mais pornografia, porém não consigo parar de ver, ela sempre me pergunta se estou bem e sempre falo que sim pois tenho vergonha de ficar a todo tempo falando desse assunto, mas sei que ela percebe e agora estamos passando por um momento muito difícil, penso sempre em me separar, mas o medo de perder meu casamento e de viver longe de minha filha é muito grande. Não sei o que fazer nem como resolver já tentei ajuda com o pastor de nossa igreja mas não resolveu, eu não consigo mudar.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Fernanda de Sousa Silva

    Olá! Antes de qualquer coisa, quero te acolher e dizer que é muito importante você ter a coragem de compartilhar algo tão íntimo e difícil. Só esse movimento já demonstra que você está buscando mudança e não quer permanecer nesse sofrimento sozinho.

    Percebo o quanto essa situação está te causando angústia, conflito interno e afetando diversas áreas importantes da sua vida: seu casamento, sua relação com sua esposa, sua paternidade e sua própria autoestima.

    Na Terapia Cognitivo-Comportamental, compreendemos que muitas vezes ficamos presos em padrões de pensamento, emoções e comportamentos que acabam se retroalimentando: quanto mais tenta evitar ou reprimir algo, mais forte parece que aquilo se torna, gerando culpa e alimentando a sensação de impotência.

    É importante entender que o seu comportamento de buscar pornografia, mesmo contra sua vontade, não significa que você é fraco ou que não quer mudar, mas que existem mecanismos automáticos — como o alívio temporário da ansiedade ou a tentativa de evitar entrar em contato com sentimentos difíceis — que acabam mantendo esse ciclo.

    Na terapia, você poderá, em um espaço seguro e sem julgamentos, aprender a:
    Reconhecer e compreender melhor os seus pensamentos, desejos e impulsos;
    Identificar os gatilhos que ativam esse comportamento;
    Desenvolver estratégias mais saudáveis para lidar com a ansiedade, o medo e a vergonha;
    Trabalhar questões relacionadas à sua identidade, sexualidade e valores, com clareza e respeito ao seu tempo.

    Além disso, poderá explorar novas formas de fortalecer o vínculo com sua esposa e cuidar da sua relação, se esse for um desejo de vocês.

    Não existe uma resposta única ou uma solução mágica, mas existe um caminho possível — de autoconhecimento, responsabilidade e acolhimento. Você não precisa passar por isso sozinho.

    Se sentir que é o momento, buscar ajuda terapêutica pode ser um grande passo. E, se quiser, estou aqui para te acompanhar nesse processo.


  • Quais são as diferenças entre angústia e ansiedade?

    Quais são as diferenças entre angústia e ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Fernanda de Sousa Silva

    Ansiedade é uma emoção que aparece principalmente quando nossa mente percebe uma ameaça ou perigo — muitas vezes antecipando situações que podem nem acontecer. É marcada por pensamentos de preocupação, medo do futuro, aceleração mental, além de sintomas físicos como tensão muscular, falta de ar, palpitações. A ansiedade, portanto, costuma estar muito ligada ao excesso de antecipação e necessidade de controle.
    Angústia, por outro lado, é uma sensação emocional mais difusa, muitas vezes difícil até de nomear. Pode surgir como um aperto no peito, uma inquietação, um incômodo interno, sem necessariamente ter um objeto claro ou um pensamento específico associado. Na TCC, entendemos a angústia como uma resposta emocional intensa a situações de incerteza, perda, ou conflitos internos, muitas vezes acompanhada de sensação de impotência.

    Enquanto a ansiedade tende a mobilizar comportamentos de fuga, evitação ou hipercontrole, a angústia pode gerar uma sensação de paralisia, vazio ou sofrimento existencial.

    Imagina que você está andando por uma estrada…

    De repente, vê uma curva fechada lá na frente, começa a imaginar que pode ter um buraco, um animal atravessando ou até que vai se perder…
    Seu coração acelera, sua respiração fica mais rápida, você quer logo evitar ou se preparar pra qualquer perigo.
    Isso é ansiedade: é a sua mente te alertando, criando cenários futuros pra tentar te proteger, mesmo que o perigo ainda nem exista.

    Agora imagina que você segue andando… a estrada está vazia, silenciosa… mas, de repente, você sente um aperto no peito, um nó na garganta…
    Não sabe explicar direito o motivo, só sente um desconforto, uma inquietação… como se faltasse algo ou estivesse perdido, mesmo sem ter um perigo concreto.
    Isso é angústia: é uma sensação mais vaga, mais existencial, difícil de nomear… um incômodo que vem de dentro, não necessariamente ligado a uma situação específica.
    Ambas são emoções humanas e importantes… mas, quando aparecem com muita força ou frequência, podem nos paralisar ou nos fazer sofrer.

    Na terapia, aprendemos a ouvir o que elas querem nos dizer, e a cuidar de nós mesmos com mais acolhimento e leveza.


  • É normal eu me sentir triste na maioria do tempo? , em momentos legais fico feliz, mas logo no outro

    É normal eu me sentir triste na maioria do tempo? , em momentos legais fico feliz, mas logo no outro dia a tristeza volta.
    Passo a maior parte do tempo neutra e não consigo achar um modo de me sentir mais alegre no dia a dia, já vi muitas brigas dentro da minha própria casa e isso me persegue até hoje.
    (Isso vem me atormentando, porque imagino meu futuro sendo algo ruim)

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Fernanda de Sousa Silva

    Olá!

    Sinto muito por você estar passando por isso. O que você está sentindo é compreensível, especialmente quando há um histórico de vivências difíceis, como brigas em casa. Essas experiências podem, sim, deixar marcas emocionais que afetam nosso humor, nossa visão de futuro e a maneira como vivemos o presente.

    Na TCC, entendemos que a tristeza persistente pode estar ligada a padrões de pensamentos negativos e emoções não elaboradas. O fato de você conseguir sentir alegria em alguns momentos mostra que a sua capacidade de sentir prazer está preservada, o que é muito importante.

    Com a ajuda certa, é possível compreender melhor esses sentimentos, cuidar dessas feridas e desenvolver formas de tornar o seu dia a dia mais leve. Você não precisa passar por isso sozinha — existe acolhimento, apoio e caminhos para se sentir melhor.

    Quando quiser, podemos conversar mais sobre isso. Estou aqui com você!


  • Bom, não sei muito bem como explicar minha situação, porque até criar um simples texto pra mim virou

    Bom, não sei muito bem como explicar minha situação, porque até criar um simples texto pra mim virou uma dificuldade. Ah uns 4 anos, vivia uma vida normal, me entendia muito bem, era sociável, tinha minhas peculiaridades de personalidade, uma pessoa considerada brava, mas nada fora do normal. Fazia amizades tranquilamente, conversava muito bem e tudo mais, a vida era boa! Em 2020 entrei em um trabalho, e desde então tudo mudou, nesse trabalho fiquei 1 ano, mas desde o primeiro dia senti um desconforto fora do normal, mas não sabia o porque, trabalhava como caixa de supermercado, não sei se era estresse, mas desde o primeiro dia foi assim, logo na primeira semana não conseguia dormir direito, acordava várias vezes a noite sonhando que estava trabalhando, e assim foi, fui tentando levar o máximo que pude pois precisava do trabalho, nisso eu tinha 19 anos. Com o tempo as coisas foram mudando, minha cabeça parece que foi entrando em colapso, não conseguia mais conversar, tudo eu ficava muito nervosa, uma simples conversa pra mim sentia que ia morrer, toda hora ia pro banheiro pra ficar sozinha, porque ficava um pouco no caixa e já ficava reparando em tudo, parecia que todos estavam reparando em mim também, em fim. No começo, me sentia assim apenas no trabalho, depois de um tempo passei a me sentir assim o tempo todo, parece que desaprendi a me comunicar, minha cabeça vive em pensamentos, e com o tempo passei a não me lembrar mais como é ter uma mente normal, eu penso o dia inteiro, aí as vezes tento não pensar, e aí parece que fico paralisada sem saber o que fazer, é terrível nem eu sei explicar direito o que acontece comigo. Parece que desaprendi tudo, nessa trajetória perdi meu namorado, me afastei da família e dos amigos, vivo comigo mesma, mas nem sozinha consigo ficar em paz, me sinto cansada 24 horas por dia, parece que durmo e não descanso. Minha vida virou um mártires, e não sei como sair disso, se estou ficando louca, no começo cheguei a procurar um psicólogo, fiz coisa de duas consultas, ela chegou a falar numa possível síndrome do Pânico, ansiedade, mas parei de ir por falta de condição, gostaria de saber ou ouvir de alguém se isso é normal, uma opinião ou algo do tipo

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Fernanda de Sousa Silva

    Boa tarde, minha sugestão e que você busque ajuda em clinicas escolas , faculdades que tem o curso de psicologia lá você encontra atendimento social. Imagino o sofrimento que esta sentindo a ansiedade não tratada paralisa a gente de fazer coisa, mas e preciso compreender a causa.
    Espero ter ajudado.


  • O Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) pode prejudicar o desempenho escolar ou profissional?

    O Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) pode prejudicar o desempenho escolar ou profissional?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Fernanda de Sousa Silva

    Certamente. O Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) pode, de fato, comprometer o desempenho acadêmico e profissional. Os sintomas característicos do TOC, que incluem obsessões (pensamentos intrusivos e recorrentes) e compulsões (comportamentos repetitivos realizados como forma de aliviar a ansiedade), podem interferir na capacidade de concentração, produtividade e gerenciamento do tempo.No contexto escolar, estudantes com TOC frequentemente enfrentam dificuldades na conclusão de tarefas, na participação em atividades em grupo e na concentração durante as aulas, o que pode resultar em um desempenho acadêmico aquém de suas capacidades.Em ambientes profissionais, os sintomas do TOC podem levar a atrasos, baixa eficiência e desafios nas interações sociais, impactando negativamente as relações com colegas e supervisores. Ademais, o estigma associado ao TOC pode provocar sentimentos de isolamento e incompreensão.
    É fundamental buscar apoio e tratamento adequados, como a terapia cognitivo-comportamental e, em certos casos, a medicação, para gerenciar os sintomas e minimizar seu impacto na vida cotidiana.


  • é normal evitar o centro dos pensamentos do gatilho quando se tem pensamentos obsessivos? por exempl

    é normal evitar o centro dos pensamentos do gatilho quando se tem pensamentos obsessivos? por exemplo, evitar ver vídeos relacionados a doenças, ou chegar perto de pessoas doentes, pq isso provoca mais pensamentos obsessivos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Fernanda de Sousa Silva

    Olá!

    Entendo profundamente a sua angústia e quero acolher o que você está sentindo. Sim, é muito comum que, diante de pensamentos obsessivos, as pessoas sintam vontade de evitar tudo aquilo que possa ativar ou intensificar esses pensamentos — como vídeos relacionados a doenças ou o contato com pessoas doentes. Esse comportamento de evitação surge como uma tentativa de proteção, de evitar o desconforto emocional que os pensamentos obsessivos provocam.

    Na perspectiva da TCC, compreendemos que a evitação pode, a curto prazo, aliviar a ansiedade, mas a longo prazo tende a manter o ciclo obsessivo, pois impede que a pessoa confronte e ressignifique esses pensamentos. O medo acaba se fortalecendo porque a mente aprende que aquelas situações são perigosas, mesmo que, racionalmente, você saiba que não são.

    Por isso, em terapia, trabalhamos de forma gradual e respeitosa, ajudando a pessoa a se aproximar, pouco a pouco, dessas situações, desenvolvendo novas formas de lidar com o desconforto, reduzindo a intensidade dos pensamentos e fortalecendo a autonomia emocional.

    É importante que você saiba que o seu movimento de evitar é compreensível e humano, mas também que existe um caminho seguro e acolhedor para lidar com isso, sem precisar se sentir refém dos pensamentos obsessivos.

    Se quiser, podemos falar mais sobre como construir esse processo com gentileza e no seu tempo. Estou aqui com você!


  • Tenho toc, estou sentindo muita irritabilidade Toc causa irritabilidade?

    Tenho toc, estou sentindo muita irritabilidade
    Toc causa irritabilidade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Fernanda de Sousa Silva

    Certamente. O Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) pode, de fato, estar relacionado a sentimentos de irritabilidade. Essa irritabilidade frequentemente emerge como uma resposta ao estresse e à ansiedade provocados pelos sintomas do TOC, que incluem obsessões (pensamentos intrusivos) e compulsões (comportamentos repetitivos). Quando um indivíduo se sente sobrecarregado por esses pensamentos ou pela necessidade de realizar determinadas ações repetidamente, é comum que surjam sentimentos de frustração e, consequentemente, irritabilidade. Além disso, a dificuldade em controlar os comportamentos compulsivos e a sensação de que os pensamentos obsessivos estão fora de controle podem intensificar essa irritabilidade. É importante reconhecer esses sentimentos e considerar a busca de apoio profissional, como a terapia, que pode auxiliar no desenvolvimento de estratégias para gerenciar tanto os sintomas do TOC quanto a irritabilidade associada.


  • Como saber diferenciar pensamentos causados pelo TOC e pensamentos que são verdadeiramente meus (não

    Como saber diferenciar pensamentos causados pelo TOC e pensamentos que são verdadeiramente meus (não intrusivos)?
    Pensamentos intrusivos sempre causam desconforto? Ou o desconforto e a culpa podem vir um tempo depois?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Fernanda de Sousa Silva

    Olá!

    Essa é uma pergunta muito importante e quero, antes de tudo, acolher a sua dúvida com carinho. Na Terapia Cognitivo-Comportamental, entendemos que os pensamentos relacionados ao TOC costumam ser intrusivos, ou seja, surgem de forma involuntária, causando desconforto, medo ou dúvida. Eles não refletem quem você é, nem aquilo que você realmente acredita ou deseja — por isso mesmo provocam tanto sofrimento.

    Uma das principais características dos pensamentos obsessivos é justamente esse impacto emocional negativo. Muitas vezes, o desconforto ou a culpa surgem imediatamente, mas também é possível que esses sentimentos apareçam um tempo depois, conforme você vai refletindo ou dando mais atenção ao pensamento. Isso também é absolutamente normal.

    Já os pensamentos que consideramos "nossos", mais alinhados com nossos valores, tendem a surgir de forma mais coerente com o que acreditamos e com menos angústia associada. Eles não geram esse conflito interno tão intenso, nem aquela necessidade urgente de neutralizá-los ou ter certeza sobre eles — algo muito comum no TOC.

    Na TCC, aprendemos a observar e entender como funciona esse ciclo: pensamento → emoção → comportamento. Assim, aos poucos, você pode desenvolver uma relação mais saudável com sua mente, reconhecendo que nem todo pensamento precisa ser levado a sério ou interpretado como um reflexo da sua identidade.

    É um processo de muita auto-observação, acolhimento e prática, e você não precisa passar por isso sozinho. Estou aqui para caminhar com você, com respeito ao seu ritmo e às suas necessidades.

    Quando quiser, podemos falar mais sobre isso!


  • Estou em um relacionamento há mais de 2 anos, mas não sinto aquele sentimento de amor 24h por dia, p

    Estou em um relacionamento há mais de 2 anos, mas não sinto aquele sentimento de amor 24h por dia, porém quando estou com ele sinto esses sentimentos amorosos/carinhosos e paz. Até mesmo em pensar ou olhar fotos dele esse sentimento vem, porém quando foco em outras coisas parece que some? Isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Fernanda de Sousa Silva

    Olá!

    O que você está sentindo é totalmente normal. O amor não é um sentimento que fica presente de forma intensa o tempo todo. Ele aparece com mais clareza quando estamos com a pessoa ou pensamos nela, e se torna mais discreto quando focamos em outras coisas — isso faz parte do funcionamento natural da nossa mente.

    Na TCC, entendemos que não sentir amor 24 horas por dia não significa que ele acabou ou que há algo errado, mas sim que emoções variam conforme o foco e o contexto. O mais importante é perceber como você se sente quando está com ele — e, pelo que descreveu, há carinho, paz e bem-estar.

    Se quiser, podemos conversar mais sobre isso. Estou aqui!


  • Por favor me ajudem!!!! Eu possuo toc de não acreditar que eu estou na realidade e fico checando vár

    Por favor me ajudem!!!! Eu possuo toc de não acreditar que eu estou na realidade e fico checando várias vezes as palavras quando leio e fico repetindo pensamentos, eu já vi vários vídeos para tracar o toc e os pensamentos obsessivos mas eu fico voltando
    tanto por não acreditar que vi o vídeo "direito" que eu não acredito mais no que vi e fico com medo de voltar de tanta agonia que sinto, meu coração está super acelerado nesse mento igual quando fico com
    esses pensamentos, o psicologo tem
    Como me
    Ajudar neste tipo de problema?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Fernanda de Sousa Silva

    Olá!

    Quero, antes de tudo, acolher a sua dor e a sua angústia. O que você está vivendo é muito difícil, mas também é muito compreensível. O TOC realmente provoca esse tipo de dúvida intensa e essa necessidade de checagem, repetição e busca incessante por alívio ou certeza, especialmente quando envolve a sensação de "não estar na realidade" ou a dúvida sobre ter feito algo "direito".

    Saiba que você não está sozinho — muitas pessoas com TOC passam por experiências muito parecidas com a sua. O coração acelerado, a agonia, o medo de não ter feito ou visto algo da forma "certa" são reações típicas desse ciclo obsessivo, e a mente acaba se prendendo nisso, tentando desesperadamente encontrar segurança.

    Sim, um psicólogo pode te ajudar muito nesse processo! A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma das abordagens mais indicadas para o tratamento do TOC. Nela, você vai aprender, aos poucos, a reconhecer como esses pensamentos e comportamentos de checagem funcionam, a reduzir a necessidade de repeti-los e a lidar de forma mais saudável com a incerteza e a ansiedade que eles geram.

    O tratamento é sempre respeitoso, feito no seu ritmo, com muita compreensão e sem julgamentos. Não se trata de "parar de pensar", mas sim de mudar a sua relação com esses pensamentos, entendendo que eles não definem quem você é nem precisam controlar a sua vida.

    Você merece acolhimento, cuidado e ferramentas para aliviar esse sofrimento. Fico muito feliz que você está buscando ajuda — esse já é um passo muito importante!

    Quando quiser, podemos conversar mais sobre isso e construir, juntos, um caminho de mais leveza e segurança para você. Estou aqui com você!


  • Tenho crises de ansiedade e muito ruim palpitação no coração dores no peito e muito complicado lida

    Tenho crises de ansiedade e muito ruim palpitação no coração dores no peito e muito complicado lida com a situação tive muitas perda a na família e esse quadro de ansiedade foi só agravando o que. Faco pra sai dessa rotina de transtorno?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Fernanda de Sousa Silva

    Olá!

    Sinto muito por todas as perdas que você viveu. Situações assim realmente podem intensificar a ansiedade, pois geram um grande impacto emocional. Os sintomas físicos que você descreve — palpitações, dores no peito — são comuns em crises de ansiedade, mas eu sei o quanto são desconfortáveis e assustadores.

    Na Terapia Cognitivo-Comportamental, entendemos que a ansiedade é mantida por um ciclo: pensamentos negativos → emoções intensas → sintomas físicos → mais preocupação. Por isso, aprender a identificar e interromper esse ciclo é um passo essencial.

    O tratamento pode envolver:
    → Técnicas de respiração e relaxamento para aliviar os sintomas físicos;
    → Identificação e reestruturação de pensamentos ansiosos;
    → Desenvolvimento de novas formas de lidar com perdas e emoções difíceis.

    Você não precisa sair dessa sozinho(a). Com ajuda especializada, é totalmente possível reduzir a frequência e intensidade das crises e retomar uma rotina mais leve e saudável.

    Parabéns pela coragem de buscar apoio — esse já é um passo muito importante! Estou à disposição se quiser conversar mais sobre isso.


  • Por que eu tenho ansiedade se eu não tenho motivos pra estar ansiosa? Isso é um defeito da pessoa me

    Por que eu tenho ansiedade se eu não tenho motivos pra estar ansiosa? Isso é um defeito da pessoa mesmo? Pelo o que ela pode ser causada?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Fernanda de Sousa Silva

    Olá!

    Essa é uma dúvida muito comum e importante. A ansiedade nem sempre surge porque há um “motivo claro” no momento. Ela pode ser resultado de padrões automáticos de pensamento, experiências passadas, traços de personalidade, ou até mesmo de uma maior sensibilidade do seu sistema nervoso.

    Na Terapia Cognitivo-Comportamental, entendemos que a ansiedade não é um defeito da pessoa, mas uma resposta natural do corpo que, às vezes, se ativa de forma exagerada, mesmo quando não há um perigo real. Ela pode ser causada por hábitos de pensamento negativos, estresse acumulado, medos aprendidos ao longo da vida, ou mesmo fatores biológicos e genéticos.

    O mais importante é saber que a ansiedade tem tratamento e é possível aprender a compreendê-la, reduzir o impacto dela no seu dia a dia e se sentir mais no controle das suas emoções.

    Você não está sozinho(a) e não precisa se julgar — buscar ajuda já é um grande passo! Estou aqui para te apoiar, se quiser.


  • não consigo conversar com a minha mulher, parece que não tenho assunto, e quando ela fala eu estou n

    não consigo conversar com a minha mulher, parece que não tenho assunto, e quando ela fala eu estou no mundo da lua e sempre falo algo que não tem nada a ver com oque que ele falou ou mudo de assunto ou fico desligado do mundo. que posso fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Fernanda de Sousa Silva

    Olá!

    O que você está vivendo é mais comum do que parece, e é muito importante que você esteja buscando ajuda para entender e melhorar essa situação.

    Na Terapia Cognitivo-Comportamental, entendemos que dificuldades de atenção e de conexão nas conversas podem estar relacionadas a vários fatores, como ansiedade, estresse, preocupações excessivas ou até mesmo hábitos de pensamento automáticos que te afastam do momento presente.

    Uma das primeiras coisas que pode te ajudar é justamente desenvolver a habilidade de “atenção plena”, ou seja, aprender a perceber quando sua mente está se desligando e, gentilmente, trazê-la de volta para o aqui e agora, especialmente quando está com sua esposa.

    Além disso, pode ser útil explorar o que está por trás desse comportamento: você sente medo de não ter o que falar? Se sente pressionado? Está preocupado ou distraído com outras coisas? Compreender esses aspectos é essencial para trabalhar isso de forma mais eficaz.

    Saiba que, com acompanhamento e prática, é totalmente possível melhorar sua comunicação e fortalecer a sua conexão com ela. Estou à disposição para te ajudar nesse processo!


  • Qual tipo de psicologo devo procurar para tratar timidez , insegurança.?

    Qual tipo de psicologo devo procurar para tratar timidez , insegurança.?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Fernanda de Sousa Silva

    Olá!

    Você pode procurar um psicólogo com abordagem em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), que é muito eficaz no tratamento de questões como timidez, insegurança e dificuldades de autoestima.

    Na TCC, você aprenderá a identificar e modificar pensamentos automáticos negativos, desenvolver habilidades sociais, aumentar a autoconfiança e lidar melhor com situações que hoje geram desconforto.

    O mais importante é buscar um profissional com quem você se sinta acolhido(a) e à vontade para falar sobre o que sente. Esse já é um grande passo para transformar sua relação consigo mesmo(a) e com os outros.

    Se quiser, posso te ajudar com mais orientações!


  • Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse

    Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse. Como faço para fazer uma avaliação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Fernanda de Sousa Silva

    Entendo como é difícil lidar com esses sentimentos. A ansiedade e o estresse realmente podem ter sintomas muito parecidos, como tensão, preocupação excessiva, irritabilidade, cansaço e dificuldade de concentração.

    Na Terapia Cognitivo-Comportamental, avaliamos não apenas os sintomas, mas também os pensamentos, emoções e comportamentos que estão associados a eles. A melhor forma de fazer essa avaliação é através de um acompanhamento psicológico, onde, juntos, vamos identificar o que está gerando esse sofrimento, entender a intensidade e a frequência dos sintomas e definir qual o melhor caminho terapêutico.

    Você não precisa passar por isso sozinho(a). Com apoio especializado, é possível compreender melhor o que está acontecendo e encontrar estratégias eficazes para lidar com a ansiedade e o estresse.

    Se quiser, podemos conversar mais sobre isso. Estou à disposição!


  • fui casada por 5 vezes e este meu último relacionamento entre idas e vindas está a 6 anos só que sep

    fui casada por 5 vezes e este meu último relacionamento entre idas e vindas está a 6 anos só que separamos e voltamos por varias vezes, quando estou com ele quero estar longe se estou longe quero ele. agora decidimos voltar e recomeçar do zero, tenho medo de dar errado novamente. Não consigo me entender. Que me aconselham?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Fernanda de Sousa Silva

    Olá!

    Quero, antes de tudo, acolher sua angústia. O que você está vivendo é muito mais comum do que parece: esse movimento entre querer estar junto e, ao mesmo tempo, querer distância, gera muita confusão interna e insegurança.

    Na Terapia Cognitivo-Comportamental, compreendemos que essa ambivalência pode estar relacionada a padrões emocionais e de pensamento que se repetem, muitas vezes influenciados por experiências passadas, medos e expectativas.

    O fato de vocês estarem dispostos a recomeçar já é um passo muito importante. O medo de dar errado é natural, especialmente depois de tantas idas e vindas, mas ele não precisa paralisar você. Talvez seja o momento de olhar com mais profundidade para as crenças que você tem sobre relacionamentos, sobre si mesma e sobre o que espera dessa relação.

    A TCC pode ajudar muito nesse processo, te auxiliando a entender seus sentimentos, quebrar ciclos que te fazem sofrer e a construir uma forma mais saudável de se relacionar — consigo mesma e com o outro.

    Você não precisa se “entender” de uma vez só, mas pode, sim, aos poucos, se conhecer melhor, acolher seus medos e fazer escolhas mais conscientes. Estou à disposição para te ajudar nesse caminho!


Perguntas frequentes

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