Perguntas do paciente (50)
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Olá. Gostaria de tirar uma dúvida e compartilhar uma situação que tem me consumido muito ultimamente
Olá. Gostaria de tirar uma dúvida e compartilhar uma situação que tem me consumido muito ultimamente.
Estou lutando contra a pornografia e, por enquanto, está relativamente controlável. Porém, me encontro em um estado de grande preocupação porque não estou me sentindo emocionalmente bem. Sinto-me sem motivação e com as emoções neutras — não me sinto feliz, nem triste. Isso tem afetado principalmente a parte romântica da minha vida.
Tenho ansiedade e, alguns anos atrás, tive uma crise muito forte. Desde então, sinto que nunca mais voltei a ser exatamente como antes. Ultimamente estou muito preocupado porque parece que apenas estou vivendo no automático. Não sinto prazer nas coisas, e isso está afetando todas as áreas da minha vida.
O que mais me preocupa é o meu relacionamento. Sei que a pornografia pode estar relacionada a isso, pois pode diminuir a sensibilidade do cérebro. Sinto como se estivesse vivendo uma batalha interna constante.
Mesmo assim, continuo me fazendo presente no meu relacionamento, com meus pais, na faculdade e nas minhas responsabilidades. Mas, por dentro, sinto como se estivesse vivendo como um robô, sem emoções.
Estou fazendo acompanhamento psicológico, mas ainda tenho dificuldade de falar sobre essa parte da minha vida. Muitas vezes, quando chega o dia da consulta, perco a vontade de ir, mas mesmo assim compareço.
O que me chama atenção é que comecei a perceber esses sentimentos com mais intensidade quando cortei completamente a pornografia. Já faz algum tempo que estou tentando vencer esse vício. Mesmo quando eu consumia com frequência, já sentia que o mundo tinha perdido um pouco da cor. Hoje percebo que esse vício parece ter roubado parte da minha identidade. Qual a melhor orientação nesse caso?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Antes de tudo, quero que saiba que não há qualquer julgamento em relação ao que você está vivendo. Agradeço pela confiança em compartilhar algo tão sensível.
O que você descreve tem, sim, explicações do ponto de vista científico e também pode ser compreendido dentro da psicanálise. Muitas vezes, quando há mudanças importantes de hábitos e questões emocionais envolvidas, é natural que o psiquismo passe por um período de reorganização.
A boa notícia é que isso é tratável. O mais importante é continuar no acompanhamento psicológico e, aos poucos, conseguir trazer também esse tema para a terapia, que é um espaço seguro para elaborar essas questões com cuidado e profundidade.
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Olá! Estou passando por dias difíceis. Estou trabalhando com atendimento ao público para ser preci
Olá!
Estou passando por dias difíceis.
Estou trabalhando com atendimento ao público para ser precisa como operadora de caixa. Não tenho diagnóstico, mas tudo me faz pensar que tenho ansiedade social não sei se chega a ser um transtorno. Na minha infância e adolescência sofri bastante bullying relacionado a minha aparência hoje estou melhor com isso a minha aparência me agrada mais, mais sofro as consequências sou insegura e me cobro demais. Me julgo ser estranha, mas não apenas eu me chamam de medida, séria quieta e até acham que estou com raiva, mas sou uma pessoa com um bom coração e essas vem de clientes e isso me faz desanimar sempre que sinto uma melhora esse comentário vem e não tenho controle para lidar com isso me faz querer parar parece que meu jeito de ser é está no mundo incomoda as pessoas e elas fazem questão de falar isso o que só piora a ansiedade e eu sei que posso sim está sendo estranha, mais só estou ansiosa. Eu sou uma boa pessoa, não sou metida e nem desinteressada não sei por se incomodam tanto comigo. Quero aprender a me acolhe, me aceitar de tal forma que esses comentários, mas é difícil quanto estou tentando me curar e só reforçam esse medo. Existe solução para isso ou sempre o meu jeito de ser vai incomoda é difícil conseguir melhorar assim e ainda tem os sintomas a mão tremendo e fico desajeitada. O caminho da cura é me aceitar como lidar com esse tratamento das pessoas. Isso me faz querer desistir do emprego.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Agradeço por compartilhar sua experiência. Percebo o quanto essa situação tem sido difícil e o quanto isso tem gerado sofrimento. Para que seja possível compreender melhor o seu caso, sua história e as dificuldades que você vem enfrentando, o mais indicado é agendar uma consulta. Assim, poderemos conversar com mais calma, oferecer uma escuta qualificada e pensar em caminhos de cuidado de forma adequada.
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Como lidar com a sensação de fracasso profissional quando toda a minha identidade está ligada ao tra
Como lidar com a sensação de fracasso profissional quando toda a minha identidade está ligada ao trabalho?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando toda a identidade está ligada ao trabalho, qualquer dificuldade ou frustração profissional pode ser vivida como um fracasso pessoal. Esse sentimento não define quem você é, mas revela o quanto sua autoestima ficou concentrada em um único eixo da vida.
Lidar com isso envolve, aos poucos, separar valor pessoal de desempenho profissional, reconhecer limites e abrir espaço para outras fontes de sentido e cuidado. Esse processo não precisa ser feito sozinho; um acompanhamento psicológico pode ajudar a reconstruir essa identidade de forma mais equilibrada e menos dolorosa.
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Amo meus filhos, mas me sinto exausta e às vezes arrependida da rotina da maternidade. É normal sent
Amo meus filhos, mas me sinto exausta e às vezes arrependida da rotina da maternidade. É normal sentir isso ou preciso de tratamento urgente?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sentir exaustão, ambivalência e até arrependimento em relação à rotina da maternidade pode acontecer e não significa falta de amor pelos filhos. A maternidade é intensa, contínua e, muitas vezes, pouco reconhecida, o que pode gerar sobrecarga emocional.
Esses sentimentos não indicam, por si só, a necessidade de um tratamento urgente, mas são um sinal importante de que algo precisa de cuidado. Vale refletir: você tem conseguido reservar algum tempo para si, para descansar, se escutar e se cuidar?
Quando não há espaço para a própria necessidade, o cansaço tende a se intensificar. Buscar apoio e, se possível, conversar com um profissional pode ajudar a reorganizar essa vivência com mais acolhimento e menos culpa.
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Como a psicanálise lida com o racismo estrutural? O analista leva em conta o sofrimento que vem de f
Como a psicanálise lida com o racismo estrutural? O analista leva em conta o sofrimento que vem de fora, da sociedade, ou foca só na minha infância?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A psicanálise considera que o sofrimento psíquico não se origina apenas da infância, mas também das experiências vividas no contexto social. O racismo estrutural é reconhecido como uma fonte real de sofrimento, com impactos subjetivos importantes. Um trabalho analítico ético leva em conta essas vivências e seus efeitos ao longo da história do sujeito, sem desconsiderar a dimensão social.
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Minha neta , perdeu a mãe e o padrasto em pouco dias , COVID, tinha 12 anos e meio, agora com dezess
Minha neta , perdeu a mãe e o padrasto em pouco dias , COVID, tinha 12 anos e meio, agora com dezessete anos teve uma mudança de comportamento radical , começou a mudar de comportamento depois dos quinze anos para cá , agora ao dezessete anos a mudança de comportamento ficou muito visível, até nas veste mudou , até então era tudo bem discreta , agora gosta de blusa curta , o relacionamento está muito ruim as vezes é legal , conversar gostoso com a gente ,outra hora é um tanto grossa, gostaria de saber como lidar ? Ou vai precisar de um acompanhamento de um profissional ? Talvez um psicólogo? O que vocês me aconselha ? Obrigada
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
ua preocupação é muito legítima. Sua neta viveu perdas muito significativas em uma fase sensível do desenvolvimento, e é comum que os efeitos desse luto apareçam anos depois, especialmente na adolescência. Além disso, essa etapa da vida envolve importantes mudanças hormonais, que também influenciam o humor, o comportamento e a forma de se expressar.
As mudanças de comportamento, de aparência e nas relações podem ser a combinação desses fatores. Manter o diálogo, o acolhimento e evitar julgamentos é fundamental. Um acompanhamento com psicólogo pode ser muito importante para ajudá-la a elaborar essas perdas e atravessar essa fase com mais suporte emocional.
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Eu fiz hoje o exame psicológico para a primeira habilitação e fui "aprovado" mas tenho que voltar em
Eu fiz hoje o exame psicológico para a primeira habilitação e fui "aprovado" mas tenho que voltar em um ano pra refazer o teste, a psicologa que aplicou o teste disse que ficou *bem preocupada* com o meu teste palográfico, que eu tenho uma personalidadee fechada mas que eu gosto de me impor. Eu realmente sou muito fechado, mas não entendi a segunda parte, do jeito que ela falou ficou parecendo que eu tenho algum problema de personalidade. Eu deveria solicitar a entrevista devolutiva pra receber uma explicação detalhada, ou, é só paranóia minha mesmo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua dúvida e sua preocupação. Para compreender melhor o seu caso, esclarecer os apontamentos feitos na avaliação e conversar com mais profundidade sobre isso, o ideal é agendar uma consulta. Assim, posso ouvir com atenção, analisar o contexto de forma adequada e te orientar com mais clareza.
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Como saber se estou em um relacionamento abusivo ou se é apenas uma fase ruim?
Como saber se estou em um relacionamento abusivo ou se é apenas uma fase ruim?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Uma fase difícil costuma envolver conflitos, mas ainda há diálogo, respeito e alguma disposição mútua para ajustar a relação. Já em um relacionamento abusivo, observam-se padrões repetidos de desvalorização, controle, culpa excessiva ou sofrimento constante.
No entanto, com as informações trazidas, a compreensão do contexto ainda é muito superficial. O mais indicado é agendar uma consulta para que seja possível entender melhor a dinâmica do relacionamento e avaliar a situação com mais cuidado e profundidade.
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O que devo falar na primeira sessão de terapia? Quero começar, mas fico preocupada se vou conseguir
O que devo falar na primeira sessão de terapia? Quero começar, mas fico preocupada se vou conseguir falar.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Você está vivendo um luto conjugal: você ainda ama, enquanto ela já se desligou emocionalmente. Insistir na reconciliação tende a prolongar o seu sofrimento, pois o desejo de continuar precisa existir dos dois lados.
O mais importante agora é cuidar da sua dignidade, da sua saúde emocional e do vínculo com suas filhas. Aceitar a realidade, mesmo sendo dolorosa, é um passo necessário. Um acompanhamento psicológico pode ajudar a atravessar esse momento com mais clareza e menos dor.
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Bom dia, tenho 44 anos, sou casado a 16 anos e minha esposa tem 35, temos duas filhas de 15 e 7 anos
Bom dia, tenho 44 anos, sou casado a 16 anos e minha esposa tem 35, temos duas filhas de 15 e 7 anos. Nosso casamento sempre foi bem sólido, nunc ativemos crises ou dioscussões sérias. Mas desde agosto/25 ela começou a se distanciar da vida conjugal, mais tempo sozinha, mais tempo se cuidando, novos hobbies (academia, dança, roupas,etc) aos poucos eu fui sendo deixado de lado nas decisões, nas escolhas, minha opinião nao era mais necessária. Ao mesmo tempo a irritação comigo aumentava na mesma medida que o celular dela tambem se tornava mais restrito. Em outubro quando houve um questionamento ela pediu um tempo, estava confusa e nao sentia mais amor por mim. Foi um choque posi eu me considerava um bom marido, presente nas atividades da casa , sempre trabalhei e mantive as contas em dia (no limite, ma em dia) pai presente, e quand perguntava ela sempre dizia que estava bem.
Depois do primeiro pedido de tempo nunca mais fomos os mesmos, ela se mantinha cada vez mais isolada de mim, a familia dela ficou sabendo e ela acabou reatando comigo em fuinção da pressão familiar dela. Houve ainda outro afastamento e outro retorno tambem em função da pressão da familia dela. Porem ela dizia que nao me amava e nao sentia mais desejo nem atração por mim. Que eu estava me humilhando por ela e que eu nao merecia passar por isso.
Devido a rotina, as filhas e as circunstancias financeiras entendemos que poderiamos continuar morando na mesma casa, porem eu a amo ainda e tento uma reconciliação. Ela por outro lado nao demonstra nenhum tipo de mudança de postura, ela ja viveu o luto, para ela ja esta tudo resolvido enrte nós, e ate está saindo com outra pessoa. Quando soube desse fato e a questionei ela disse nao ter ocorrido traição pois para ela ja nao exixtia mais nada entre nós. Alem disso toda a familai dela nao entende o motivo dela estar fazendo isso, e que me apoiariam até para eu ficar com a guarda das minhas filhas, a mais velha ja disse que quer ficar comigo.
Eu sei que os sinais estão todos ai e que o divorcio é inevitavel, MAS eu ainda a amo e aceitaria até tê-la de volta mas ela nao se arrepende, inclusive disse nas duas tentativas anterioes que só voltou por insistencia minha.
Minha familia é tudo o que tenho e nao queria perdê-la , o que faço? Será que vou ter que vê-la quebrando a cara e se arrepender para ver o erro que está cometendo ao destruir o nosso casamento?
obrigado pela ajudaRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Você está vivendo um luto conjugal: você ainda ama, enquanto ela já se desligou emocionalmente. Insistir na reconciliação tende a prolongar o seu sofrimento, pois o desejo de continuar precisa existir dos dois lados.
O mais importante agora é cuidar da sua dignidade, da sua saúde emocional e do vínculo com suas filhas. Aceitar a realidade, mesmo sendo dolorosa, é um passo necessário. Um acompanhamento psicológico pode ajudar a atravessar esse momento com mais clareza e menos dor.
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tomava oxalato de 10mg dai comecei com canabidiol e fazendo o desmame de oxalato pra 5mg fiquei 4 di
tomava oxalato de 10mg dai comecei com canabidiol e fazendo o desmame de oxalato pra 5mg fiquei 4 dias sem tomar o oxalato que acabou comprei novamente e comecei de novo os 5mg.Pode dar diarreia de novo?por que desde que comecei a tomar de novo meu intestino bagunçou
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível. A interrupção e a reintrodução do oxalato, mesmo em dose menor, podem provocar alterações intestinais, como diarreia, especialmente quando associadas ao uso de canabidiol. O organismo pode precisar de um tempo para se readaptar.
O mais indicado é informar o médico que acompanha o tratamento para avaliar a necessidade de ajuste na medicação ou no desmame.
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O "Fibro Fog" é permanente? .
O "Fibro Fog" é permanente? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Fibro Fog não é necessariamente permanente. As alterações cognitivas associadas à fibromialgia podem variar em intensidade ao longo do tempo e tendem a oscilar conforme fatores como nível de dor, fadiga, qualidade do sono, estresse e estado emocional. Em muitos casos, os sintomas podem melhorar quando esses fatores são adequadamente manejados.
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O que é "Fibro Fog" e como a avaliação neuropsicologia a detecta?
O que é "Fibro Fog" e como a avaliação neuropsicologia a detecta?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Fibro Fog é um termo utilizado para descrever queixas cognitivas frequentemente relatadas por pessoas com fibromialgia, como dificuldade de concentração, lapsos de memória, lentificação do pensamento, desorganização mental e redução da clareza cognitiva. Essas manifestações não indicam perda intelectual, mas alterações no funcionamento cognitivo associadas à dor crônica, fadiga, distúrbios do sono e fatores emocionais.
A avaliação neuropsicológica pode detectar o Fibro Fog por meio da investigação de funções como atenção, memória, velocidade de processamento e funções executivas, utilizando testes padronizados e análise clínica integrada.
Esse tipo de avaliação é realizado por psicólogo com especialização em neuropsicologia. A condução e a interpretação dessa avaliação não fazem parte da minha área de atuação profissional.
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O que a Avaliação Neuropsicológica na Fibromialgia detecta?
O que a Avaliação Neuropsicológica na Fibromialgia detecta?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A Avaliação Neuropsicológica na fibromialgia pode identificar alterações em funções cognitivas como atenção, memória, velocidade de processamento e funções executivas, auxiliando na compreensão de queixas cognitivas frequentemente associadas à dor crônica, fadiga e alterações do sono.
Esse tipo de avaliação é realizado por psicólogo com especialização em neuropsicologia, profissional habilitado para aplicar, interpretar e integrar os resultados dos testes ao quadro clínico. Essa não é a minha área de atuação profissional.
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Quais funções cognitivas são geralmente avaliadas na fibromialgia?
Quais funções cognitivas são geralmente avaliadas na fibromialgia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Em pessoas com fibromialgia, quando há avaliação cognitiva, costumam ser investigadas funções como atenção, memória (especialmente memória de trabalho), velocidade de processamento, funções executivas (planejamento, organização, flexibilidade cognitiva) e, em alguns casos, linguagem. Essas queixas cognitivas são frequentemente referidas como “fibro fog” e podem estar associadas à dor crônica, fadiga, alterações do sono e fatores emocionais.
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. O que a "Figuras Complexas de Rey" avalia em canhotos?
. O que a "Figuras Complexas de Rey" avalia em canhotos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
As Figuras Complexas de Rey avaliam funções como organização visuoespacial, planejamento e memória visual, independentemente de a pessoa ser canhota ou destra.
No entanto, essa avaliação e sua interpretação específica fazem parte da área da neuropsicologia, que não é a minha área de atuação, e por isso não realizo esse tipo de análise.
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Como é feita a avaliação da lateralidade na neuropsicologia ?
Como é feita a avaliação da lateralidade na neuropsicologia ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A avaliação da lateralidade é realizada por profissionais da área de neuropsicologia, por meio de observação clínica, entrevista e testes específicos.
No entanto, essa não é a minha área de atuação, e eu não realizo esse tipo de avaliação.
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Quais testes neuropsicológicos são mais sensíveis à lateralidade do canhoto?
Quais testes neuropsicológicos são mais sensíveis à lateralidade do canhoto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
De modo geral, pessoas canhotas não apresentam desempenho diferente em testes de inteligência (QI) quando comparadas a pessoas destras. Os testes de QI avaliam habilidades cognitivas gerais e são padronizados para a população em geral, independentemente da dominância manual.
A análise detalhada desses resultados, especialmente sob a perspectiva neuropsicológica, não faz parte da minha área de atuação profissional.
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O que é um teste de lateralidade na avaliação neuropsicológica ?
O que é um teste de lateralidade na avaliação neuropsicológica ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Segue uma resposta **bem profissional, clara e objetiva**, delimitando sua área de atuação:
> Um teste de lateralidade, na avaliação neuropsicológica, é um instrumento utilizado para identificar a predominância funcional de um dos lados do corpo (mão, pé, olho e ouvido) e sua relação com a organização cerebral.
> No entanto, esse tipo de avaliação faz parte da atuação específica da neuropsicologia, não sendo da minha área de atuação profissional.
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Canhotos são mais propensos a doenças mentais? .
Canhotos são mais propensos a doenças mentais? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
De forma **profissional, clara e objetiva**:
> Não há evidências científicas consistentes que indiquem que pessoas canhotas sejam, de modo geral, mais propensas a transtornos mentais. A dominância manual, por si só, não é um fator determinante para o desenvolvimento de doenças mentais, que envolvem múltiplos fatores biológicos, psicológicos e sociais.
> A análise aprofundada dessas relações pertence ao campo da psiquiatria e da neuropsicologia, não sendo essa a minha área de atuação profissional.
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Perguntas frequentes
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