Perguntas do paciente (54)

  • Pessoas diagnosticadas com TAB, é necessário ter carteirinha de identificação, como TEA, TDAH etc?

    Pessoas diagnosticadas com TAB, é necessário ter carteirinha de identificação, como TEA, TDAH etc?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Terra Soares

    No caso do Transtorno Bipolar (TAB), não existe uma exigência universalmente estabelecida de que as pessoas diagnosticadas precisem ter uma carteirinha de identificação específica.


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    Consulta Psicologia

  • Qual a relação entre traços de personalidade esquizoide e a demissexualidade? Vi uma psicóloga falar

    Qual a relação entre traços de personalidade esquizoide e a demissexualidade? Vi uma psicóloga falar algo como a demissexualidade estar inserida no traço de personalidade esquizoide. Eu me identifico com a demissexualidade, tenho nojo de beijo se não tiver afeto, relação sexual apenas se tiver afeto tbm. Como entendo esse aspecto da minha personalidade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Terra Soares

    Não há uma relação direta entre traços de personalidade esquizoide e a demissexualidade. O transtorno de personalidade esquizoide é caracterizado por um padrão de desapego emocional, falta de interesse em relações sociais e pouca expressão emocional. Já a demissexualidade é uma orientação sexual em que a atração sexual só é sentida por pessoas com as quais há um forte vínculo emocional.

    É importante lembrar que a orientação sexual é uma parte normal e saudável da vida sexual de uma pessoa, e não é um transtorno mental. A demissexualidade é uma orientação sexual válida, assim como outras orientações sexuais, como heterossexualidade, homossexualidade, bissexualidade e pansexualidade.

    Se você se identifica com a demissexualidade, isso pode ser uma parte importante da sua identidade e não há nada de errado com isso. Se você tiver dúvidas ou preocupações, é sempre uma boa ideia conversar com um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou terapeuta, que pode ajudá-lo a entender e aceitar sua orientação sexual.


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    Teleconsulta

  • O sid 10 F29 caracteriza a pessoa como PCD?? Ela pode fazer um concurso como PCD?

    O sid 10 F29 caracteriza a pessoa como PCD?? Ela pode fazer um concurso como PCD?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Terra Soares

    O código CID-10 F29 refere-se a um transtorno psicótico não especificado. PCD é a sigla para Pessoa com Deficiência. A classificação de uma pessoa como PCD em concursos públicos ou em outros contextos pode depender de regulamentações e critérios específicos do local ou país em questão. É importante verificar a legislação local e os requisitos específicos do concurso em questão para determinar se uma pessoa com o CID-10 F29 é considerada uma PCD elegível para benefícios ou cotas em concursos públicos ou em outras situações. Consultar um profissional de direito ou um especialista em recursos humanos pode ser útil para obter informações detalhadas sobre a elegibilidade para a categoria de PCD em um contexto específico.


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    Primeira consulta psicologia

  • É possível se curar da parafilia desenvolvendo o toc sexual ?

    É possível se curar da parafilia desenvolvendo o toc sexual ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Terra Soares

    A parafilia é uma condição complexa e duradoura que pode ser gerenciada, mas não necessariamente "curada". O tratamento adequado com um profissional de saúde mental pode ajudar a pessoa a aprender a lidar com os sintomas e a desenvolver estratégias saudáveis de gestão. O TOC sexual, por outro lado, é um transtorno de ansiedade específico que também pode ser tratado com terapia e outras abordagens terapêuticas, mas não é uma "cura" para a parafilia. O tratamento deve ser individualizado e baseado nas necessidades e circunstâncias de cada pessoa, e o objetivo é geralmente o manejo adequado dos sintomas e a melhoria da qualidade de vida. É importante buscar ajuda profissional qualificada para lidar com questões de saúde mental e sexualidade.


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    Primeira consulta psicologia

  • terapeutas/psicólogos podem pedir teste de mbti???

    terapeutas/psicólogos podem pedir teste de mbti???

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Terra Soares

    Sim, terapeutas ou psicólogos podem usar o teste de MBTI (Indicador de Tipo de Personalidade de Myers-Briggs) como uma ferramenta de avaliação psicológica, se considerarem apropriado para o caso específico de um cliente. Ele pode ajudar a identificar preferências de personalidade e traços de comportamento em áreas como comunicação, tomada de decisões, estilo de trabalho e interação social. No entanto, é importante notar que o MBTI não é um instrumento de diagnóstico clínico e não é utilizado para fins de diagnóstico de transtornos mentais. É sempre necessário que um profissional de saúde mental qualificado faça uma avaliação completa e adequada antes de fazer qualquer tipo de diagnóstico ou recomendar um tratamento.


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    Primeira consulta psicologia

  • Conheço uma pessoa que se começou a se ferir com isqueiro. A pessoa possui depressão e ansiedade, po

    Conheço uma pessoa que se começou a se ferir com isqueiro. A pessoa possui depressão e ansiedade, porém não faz tratamento adequado, apenas se entope de remédios quando o governo disponibiliza (posto de saúde). Essa pessoa passou por um relacionamento abusivo/controlador, acha que fez má decisões na vida e atualmente, não possui emprego. Já tomei ciência do problema, comecei a ajuda na autoestima fornecendo coisas que estimulem mas não está dando resultado. Também possui um(a) neto(a), é colocado muito amor nessa nele(a), porém agora moram em locais distantes. O que fazer? Como abordar esse assunto com familia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Terra Soares

    É importante abordar o assunto com empatia e compreensão, demonstrando preocupação genuína pela pessoa. Sugira que ela busque ajuda profissional, como um psicólogo ou psiquiatra, para tratar sua depressão e ansiedade de forma adequada. Ofereça-se para acompanhá-la em uma consulta e fornecer apoio emocional durante o processo. Incentive-a a entrar em contato com serviços de saúde mental disponíveis na comunidade, como postos de saúde, CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) ou outras organizações de saúde mental.
    Lembre-a de que é importante cuidar de sua saúde mental e buscar apoio adequado para lidar com os desafios emocionais que está enfrentando.


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    Teleconsulta

  • Olá! Ultimamente venho percebendo que estou com mais problemas para socializar do que o comum para m

    Olá! Ultimamente venho percebendo que estou com mais problemas para socializar do que o comum para mim, o que vem me prejudicando ( por ex: antes, eu deixava de sair com amigas, ir a passeios... agora, já desisti de cursos, entrevistas de emprego, processos seletivos). Nunca tive nenhum ataque ou sintoma grave, é mais um sentimento de angústia. Também saio muito pouco de casa. Isso pode significar algum problema real que eu possa tratar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Terra Soares

    Sim, o fato de você estar enfrentando dificuldades para socializar, sentir angústia e evitar atividades que antes eram comuns para você pode indicar a presença de um problema real, como ansiedade social ou outro transtorno de saúde mental. É importante procurar um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra, para uma avaliação adequada e discussão de possíveis tratamentos ou estratégias para lidar com esses sintomas.


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    Primeira consulta psicologia

  • Sintomas físicos da ansiedade ou pânico, podem acontecer mesmo se você não estiver tendo uma crise n

    Sintomas físicos da ansiedade ou pânico, podem acontecer mesmo se você não estiver tendo uma crise no momento?? ele pode ficar durando o dia indo e voltando?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Terra Soares

    Sim, é possível experimentar sintomas físicos da ansiedade ou do pânico mesmo fora de uma crise aguda, e esses sintomas podem durar ao longo do dia, aparecendo e desaparecendo em momentos diferentes. Os sintomas físicos da ansiedade ou do pânico podem variar de pessoa para pessoa e podem incluir tensão muscular, falta de ar, palpitações cardíacas, sudorese, tontura, entre outros. É importante procurar um profissional de saúde para uma avaliação adequada se você estiver experimentando sintomas de ansiedade ou pânico.


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    Primeira consulta psicologia

  • O que é uma crise de ansiedade? O que acontece? Quem dá o diagnóstico de ansiedade?

    O que é uma crise de ansiedade? O que acontece?
    Quem dá o diagnóstico de ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Terra Soares

    Uma crise de ansiedade é um episódio agudo e intenso de ansiedade, caracterizado por sintomas físicos e emocionais intensos. Pode ser desencadeada por uma variedade de situações ou eventos estressantes, e os sintomas podem ser avassaladores e debilitantes. As crises de ansiedade podem variar em duração e gravidade de pessoa para pessoa.
    É importante ressaltar que uma crise de ansiedade é uma resposta do organismo a uma situação de estresse e não é necessariamente um diagnóstico de transtorno de ansiedade. O diagnóstico de um transtorno de ansiedade, como transtorno de ansiedade generalizada (TAG), transtorno do pânico, transtorno de ansiedade social, entre outros, é feito por um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra, com base em uma avaliação clínica completa.
    O profissional de saúde mental irá avaliar os sintomas, a duração e a gravidade dos episódios de ansiedade, bem como o impacto desses sintomas na vida cotidiana da pessoa, para determinar se um diagnóstico de transtorno de ansiedade é apropriado.


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  • Olá! Gostaria de saber se é verdade que existe enjôo psicólogico e se sim, existe uma possibilidade

    Olá! Gostaria de saber se é verdade que existe enjôo psicólogico e se sim, existe uma possibilidade de tratar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Terra Soares

    O termo "enjoo psicológico" é informal e não é uma condição clínica reconhecida. No entanto, é possível que o enjoo ou mal-estar físico possam ser desencadeados ou agravados por fatores psicológicos, como estresse, ansiedade ou outros estados emocionais. Por exemplo, algumas pessoas podem experimentar sintomas físicos, como náuseas, vômitos ou desconforto gastrointestinal em situações estressantes, como antes de uma apresentação importante, durante uma crise emocional ou em momentos de ansiedade intensa.
    É fundamental buscar a ajuda de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra, para uma avaliação adequada e recomendação de tratamento apropriado caso você esteja enfrentando sintomas físicos que possam estar relacionados a fatores psicológicos. Um profissional de saúde mental poderá realizar uma avaliação completa, identificar fatores psicológicos contribuintes e desenvolver um plano de tratamento adequado para suas necessidades individuais.


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    Primeira consulta psicologia

  • Sou casada a 1 ano, meu marido tem filhos de outros cônjuge. Durante nosso namoro eu sempre incentiv

    Sou casada a 1 ano, meu marido tem filhos de outros cônjuge. Durante nosso namoro eu sempre incentivei ele a ter contato com as crianças, pq ele tinha pouco. Quando casamos ele decidiu ter esse contato com as crianças com bases judiciais, pegar toda semana e etc… Apesar se sempre dizer a ele pra ter esse contato, quando as crianças começaram a frequentar nossa casa, não aceitei bem, ficava indiferente, sempre achei muito responsabilidade, logo pra mim que nunca quis filhos. E se essa criança se machucar junto comigo tenho medo de achar que fiz algum mal. Enfim… apesar de não aceitar bem essa ideia de convívio comigo, eu tento fazer dar certo, pq afinal, conheci o pai delas sabendo que tinha filhos, então sei que devo aceitar. E eu aceito, estou no processo de pegar afinidade com as crianças, pra eles verem em mim alguém em quem possam confiar, mas meu marido não me deixa ter essa aproximação com eles. Quando as crianças vem, ele sai com eles e programa coisas sem mim, eu me sinto totalmente excluída. Já conversei com ele diversas vezes sobre isso. Mas não acho certo ter que ficar cobrando ele pra que eu tenha intimidade com os filhos dele, ele deveria achar bom, e não evitar que eu tenha contato. Sou esposa dele, acho esse contato importante enquanto as crianças ainda estão pequenas, pra crescer ambos com respeito a mim e ver em mim uma amiga, se deixar eles crescerem pra conseguir esse contato, creio que será mais difícil. Não sei qual é a do me marido. Seria ciúmes? Medo de eu fazer algo ruim com as crianças? Vamos acabar findando nosso relacionamento por ele não aceitar a minha inclusão na vida dos filhos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Terra Soares

    Parece que você está passando por uma situação difícil em relação ao convívio com os filhos do seu marido. É compreensível que você queira estabelecer um relacionamento saudável com as crianças, especialmente porque você é casada com o pai delas. No entanto, seu marido parece estar evitando que você tenha um contato próximo com as crianças, o que tem causado desconforto e exclusão para você.
    É importante lembrar que cada família é única e tem suas próprias dinâmicas e desafios. Pode haver várias razões pelas quais seu marido está agindo dessa forma, e é importante ter uma comunicação aberta e honesta com ele para entender melhor suas preocupações e sentimentos em relação a essa situação. Pode ser que ele esteja lidando com suas próprias inseguranças ou medos em relação à sua aproximação com seus filhos, ou pode haver outros fatores em jogo.
    Uma abordagem útil pode ser ter uma conversa franca com seu marido, expressando seus sentimentos e preocupações de maneira respeitosa e amorosa. Tente ouvir ativamente o que ele tem a dizer e evitar julgamentos ou críticas. Talvez ele precise de mais tempo para se ajustar à ideia de você estabelecendo um relacionamento próximo com seus filhos. É importante também definir expectativas claras em relação ao seu papel como madrasta e como você pode contribuir positivamente na vida das crianças.
    Considerar a possibilidade de buscar a ajuda de um terapeuta de família ou terapia de casal também pode ser útil. Um profissional qualificado pode ajudar vocês a explorar questões subjacentes, melhorar a comunicação e encontrar maneiras construtivas de lidar com essa situação.
    Lembre-se de cuidar de si mesma nesse processo, e levar em consideração seus próprios sentimentos e necessidades. É importante encontrar um equilíbrio que funcione para você, seu marido e as crianças envolvidas. Se você sentir que seu relacionamento está em risco devido a essa situação, é fundamental buscar apoio adequado para lidar com as emoções e tomar decisões saudáveis para o seu bem-estar.


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    Primeira consulta psicologia

  • Não sei como contar para minha terapeuta que me identifico como trans. Há meses tendo falar para ela

    Não sei como contar para minha terapeuta que me identifico como trans. Há meses tendo falar para ela, pois acredito que levar isso para terapia possa me ajudar a futuramente me assumir para minha família e iniciar a transição, porém nunca encontro coragem.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Terra Soares

    Compartilhar sobre sua identidade de gênero com sua terapeuta pode ser uma etapa importante no seu processo de autodescoberta e aceitação. Mas é normal sentir ansiedade ou medo de compartilhar algo tão pessoal e íntimo, especialmente se você ainda não se assumiu para outras pessoas importantes em sua vida, como sua família. Aqui estão algumas dicas que podem te ajudar a encontrar a coragem de conversar sobre sua identidade de gênero com sua terapeuta:
    Lembre-se de que sua terapeuta é uma profissional de saúde mental e está lá para te ajudar: Terapeutas são treinados para serem compassivos, imparciais e acolhedores em relação à diversidade de identidades e experiências. Eles estão lá para apoiar você em sua jornada de autoconhecimento e aceitação, incluindo sua identidade de gênero. Lembre-se de que a terapia é um espaço seguro e confidencial onde você pode compartilhar seus sentimentos e preocupações.
    Escreva suas emoções e pensamentos antes da sessão: Escrever suas emoções e pensamentos em um diário ou em uma carta pode te ajudar a organizar suas ideias e expressar-se de forma mais clara durante a sessão com sua terapeuta. Você pode levar suas anotações com você para a sessão e usá-las como um ponto de partida para discutir sua identidade de gênero.
    Vá no seu próprio ritmo: Não se sinta pressionado a compartilhar tudo de uma só vez. Você pode começar compartilhando seus sentimentos sobre sua identidade de gênero de forma gradual, quando se sentir confortável. Sua terapeuta estará lá para te apoiar e respeitar seu ritmo.
    Lembre-se de que é normal sentir medo ou ansiedade: É compreensível que você possa sentir medo ou ansiedade ao compartilhar sua identidade de gênero com sua terapeuta. Reconheça e aceite esses sentimentos como normais, e lembre-se de que a terapia é um espaço seguro para explorar e expressar sua identidade de gênero sem julgamento.
    Tenha confiança na sua terapeuta: Se você escolheu sua terapeuta com cuidado, confie na relação terapêutica e na capacidade dela em te apoiar. A terapia pode ser um espaço empoderador para você explorar sua identidade de gênero e obter o apoio emocional necessário.
    Lembrando que o momento certo para compartilhar sobre sua identidade de gênero é pessoal e único para cada pessoa. Não se sinta pressionado a fazer isso antes de se sentir pronto. Você merece ser respeitado e apoiado em sua jornada de autodescoberta e aceitação. Quando se sentir preparado, você pode começar a conversa com sua terapeuta, sabendo que ela está lá para te apoiar.


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    Primeira consulta psicologia

  • Ombros tensos e pescoço, fico puxando o ar constantemente, as veses sinto como se tivesse ar no ouvi

    Ombros tensos e pescoço, fico puxando o ar constantemente, as veses sinto como se tivesse ar no ouvido. Tô com uma dor de cabeça lado esquerdo como se tivesse se mechendo aí fico meio tonto. Dias bons e dias ruins. Dias com insônia como se tivesse fazendo força na face mais tento relachar. Seria ansiedade ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Terra Soares

    Os sintomas que você descreveu, como ombros tensos, pescoço rígido, sensação de falta de ar, dor de cabeça, tontura, insônia e sensação de tensão na face, podem ser indicativos de ansiedade, especialmente se esses sintomas são recorrentes e não têm uma explicação médica clara. A ansiedade é uma resposta natural do corpo ao estresse, e pode manifestar-se de várias maneiras, incluindo sintomas físicos e emocionais.
    A tensão muscular, como a rigidez nos ombros e pescoço, é uma manifestação comum da ansiedade. A respiração rápida e superficial também pode ser um sintoma de ansiedade, levando à sensação de falta de ar e, por vezes, sensação de ar preso no ouvido. A dor de cabeça, especialmente se for localizada em um lado da cabeça, também pode ser um sintoma de ansiedade. A tontura pode ser causada pela hiperventilação (respiração rápida e superficial), que pode ocorrer durante episódios de ansiedade. A insônia, ou dificuldade em dormir, pode ser causada pela atividade mental excessiva e preocupações relacionadas à ansiedade.

    No entanto, é importante ressaltar que apenas um profissional de saúde qualificado pode fazer um diagnóstico preciso. Se você está preocupado com os sintomas que está enfrentando, é recomendável procurar um médico ou profissional de saúde mental para uma avaliação adequada. Eles podem realizar uma avaliação completa, levando em consideração seu histórico médico, sintomas e outros fatores relevantes, para determinar se a ansiedade é a causa provável dos sintomas e discutir opções de tratamento adequadas, que podem incluir terapia cognitivo-comportamental, medicamentos, técnicas de relaxamento ou outras abordagens terapêuticas adequadas ao seu caso específico.


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    Primeira consulta psicologia

  • Minha filha está se comportando de maneira inadequada em casa e na escola, fica levantando a saia (s

    Minha filha está se comportando de maneira inadequada em casa e na escola, fica levantando a saia (shorts saia) e mostrando para os colegas, e até se aproximando de maneira invasiva para mostrar o que está fazendo. Estou preocupada, pois não temos tais comportamentos em casa e tão pouco temos acessos a conteúdos do tipo. Isso é normal nessa idade? Como lidar com isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Terra Soares

    O comportamento de mostrar a saia (shorts saia) pode não ser considerado normal para a idade de sua filha e pode exigir intervenção. É importante conversar com sua filha para entender o motivo desse comportamento e estabelecer limites claros em relação ao que é apropriado. Além disso, é recomendável buscar orientação de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou terapeuta, para avaliar e abordar essa questão adequadamente.


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    Consulta psicológica da criança

  • O que acontece no psicológico dos homens que querem ser país ? É que desde que comecei a querer ter

    O que acontece no psicológico dos homens que querem ser país ? É que desde que comecei a querer ter filhos só fico imaginando como vai ser quando tiver um.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Terra Soares

    A decisão de se tornar pai pode ter uma série de efeitos no aspecto psicológico dos homens. Aqui estão algumas das possíveis mudanças e emoções que os homens podem experimentar ao quererem se tornar pais:
    Responsabilidade e senso de propósito.
    Entusiasmo e alegria
    Preocupações e ansiedade
    Reflexões sobre a própria infância e criação
    Mudança de identidade
    Preparação e planejamento
    É importante lembrar que a experiência de se tornar pai é única para cada indivíduo e pode variar de pessoa para pessoa. Nem todos os homens experimentarão as mesmas emoções ou terão as mesmas preocupações em relação à paternidade. É normal sentir uma gama de emoções ao querer ser pai, e pode ser útil compartilhar esses sentimentos com um parceiro, amigos próximos, ou buscar o apoio de um profissional de saúde mental, se necessário.


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    Primeira consulta psicologia

  • Voltei com a minha ex a pouco tempo, e as coisas que ela fez no nosso tempo separados ainda vem na m

    Voltei com a minha ex a pouco tempo, e as coisas que ela fez no nosso tempo separados ainda vem na minha cabeça grande parte do meu dia. Tenho medo de ter mais algo que ela não me contou, algo que ela fez no nosso tempo separados.
    Acabo tendo muitos pensamentos intrusivos.
    Como deixar isso para trás?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Terra Soares

    É normal ter pensamentos intrusivos sobre o passado de um parceiro após uma separação. É importante comunicar suas preocupações com sua ex e buscar maneiras saudáveis de lidar com esses pensamentos, como aconselhamento individual ou de casal com um profissional de saúde mental. A prática de técnicas de gerenciamento do estresse e da ansiedade também pode ser útil.


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    Consulta Psicologia

  • Bom dia, meu neto tem 12 anos e todos os dias faz cocô na roupa e não troca a roupa fica o dia todo

    Bom dia, meu neto tem 12 anos e todos os dias faz cocô na roupa e não troca a roupa fica o dia todo assim, sujo parece que não sente o mal cheiro e nem se preocupa em tomar banho e trocar a roupa já conversei com ele mas não resolveu já não sei mas o que fazer me ajudem a resolver esse problema

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Terra Soares

    Entendo que você esteja preocupado com o comportamento de seu neto em relação a fazer cocô na roupa e não se preocupar em trocar de roupa ou tomar banho. Aqui estão algumas sugestões que podem ajudar a abordar esse problema:

    Comunicação aberta e empática: Tenha uma conversa aberta e empática com seu neto para entender o que pode estar causando esse comportamento. Faça perguntas abertas e ouça atentamente sem julgar.Tente entender se há algum motivo subjacente para esse comportamento, como desconforto físico, ansiedade, medo, problemas emocionais ou problemas relacionados ao cuidado pessoal.

    Educação sobre higiene e saúde: Explique a importância da higiene e da saúde para o seu neto de uma forma compreensível para a idade dele. Explique que fazer cocô na roupa e não trocá-la ou tomar banho pode ser prejudicial à saúde e ao bem-estar.

    Estabelecer rotinas de higiene: Ajude seu neto a estabelecer rotinas diárias de higiene, como ir ao banheiro regularmente, lavar as mãos adequadamente após usar o banheiro e trocar de roupa quando necessário. Estabelecer horários regulares para essas atividades pode ajudar a criar uma rotina saudável.

    Reforço positivo: Reconheça e recompense quando seu neto demonstrar comportamentosadequados de higiene e cuidado pessoal. Isso pode incluir elogiar e recompensar quando ele usa o banheiro adequadamente, troca de roupa ou toma banho.

    Envolvimento dos pais ou responsáveis: Seu neto é menor de idade, portanto, é importante envolver os pais ou responsáveis nesse processo. Converse com os pais de seu neto sobre o comportamento dele e trabalhem juntos em uma abordagem consistente paraabordar o problema.

    Buscar ajuda profissional: Se o comportamento persistir mesmo após tentativas de abordagem e intervenções em casa, pode ser útil procurar a ajuda de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou um pediatra. Um profissional qualificado pode realizar uma avaliação mais detalhada e fornecer orientações e estratégias específicas para lidar com o comportamento.


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    Primeira consulta psicologia

  • Alguém portador do transtorno de personalidade antisocial pode ao mesmo tempo ter transtorno Opositi

    Alguém portador do transtorno de personalidade antisocial pode ao mesmo tempo ter transtorno Opositivo desafiador?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Terra Soares

    Sim, é possível que uma pessoa tenha tanto o transtorno de personalidade antissocial (TPA) quanto o transtorno opositivo desafiador (TOD) ao mesmo tempo. O TPA é um transtorno de personalidade caracterizado por um padrão de comportamento persistente e generalizado de desconsideração pelos direitos dos outros, falta de empatia, comportamento impulsivo e violação das normas sociais. Já o TOD é um transtorno do comportamento na infância e adolescência,caracterizado por um padrão de comportamento desafiador, teimoso, hostil e desobediente em relação a figuras de autoridade.

    Embora o TPA e o TOD sejam diferentes em termos de idade de início, características clínicas e diagnóstico, eles podem coexistir em uma mesma pessoa. Na verdade, a presença de TOD na infância pode ser um fator de risco para o desenvolvimento posterior do TPA na idade adulta. Além disso,algumas características comportamentais e traços de personalidade, como impulsividade, tendências antissociais e dificuldades de autorregulação emocional, podem estar presentes tanto no TPA quanto no TOD, o que pode levar a um diagnóstico duplo ou coocorrência dos dois transtornos.

    É importante ressaltar que o diagnóstico de transtornos mentais, incluindo o TPA e o TOD, deve ser realizado por um profissional de saúde mental qualificado, como um psiquiatra ou psicólogo, com base em uma avaliação clínica completa, considerando a história médica, o contexto de vida e os sintomas apresentados pela pessoa. O tratamento adequado geralmente envolve uma abordagem multidisciplinar que pode incluir terapia individual, terapia familiar, manejo de comportamento e, em alguns casos, medicação. Cada caso é único e requer uma avaliação cuidadosa para um plano de tratamento individualizado.


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  • Voltei com meu ex recentemente. E me sinto mal por não contar detalhes das coisas, as vezes acho qu

    Voltei com meu ex recentemente.
    E me sinto mal por não contar detalhes das coisas, as vezes acho que posso estar me sabotando. As pessoas que eu conversei me falaram que nem tudo se conta com detalhes, que não importa oque aconteceu dentro do “ficar”, mas mesmo assim tenho a sensação de estar estar enganando ele, mesmo não devendo satisfação doque eu fiz no tempo solteira. As vezes tenho vontade de falar, mas sei que ele não vai lidar bem e eu vou acabar sendo julgada. Como lidar com a culpa?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Terra Soares

    A culpa é uma emoção complexa e pode ser influenciada por diversos fatores. É importante reconhecer que você tem o direito de definir seus limites de privacidade e decidir o que compartilhar com seu ex. Se você está se sentindo mal por não compartilhar detalhes do seu passado, pode ser útil explorar esses sentimentos com um terapeuta para processá-los e encontrar maneiras saudáveis de lidar com a culpa. Lembre-se de que cuidar de si mesma e estabelecer limites saudáveis em relacionamentos é importante.


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  • Olá me chamo franciely e gostaria de entender porque tenho tanto medo de coisas que para jovens da m

    Olá me chamo franciely e gostaria de entender porque tenho tanto medo de coisas que para jovens da minha idade de 24 anos parecer ser tolo, tenho horror de ficar sozinha em uma casa seja de noite ou dia, ou o escuro eu sinto que algo irá me pegar no escuro peço ajuda pois não sei oque fazer??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Terra Soares

    É comum ter medos e ansiedades, mesmo em situações que possam parecer tolas para os outros. É importante reconhecer e validar seus sentimentos, e buscar apoio de um profissional de saúde mental, como um psicólogo, para entender e lidar com esses medos de forma saudável e eficaz.


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