Perguntas do paciente (9089)

  • “Quais são os principais déficits cognitivos e de regulação emocional observados no Transtorno de Pe

    “Quais são os principais déficits cognitivos e de regulação emocional observados no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e como a avaliação e reabilitação neuropsicológica contribuem para o tratamento multidisciplinar?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    O TPB apresenta prejuízos em cognição social, mentalização, controle inibitório, flexibilidade cognitiva e regulação emocional. A avaliação neuropsicológica identifica vulnerabilidades e orienta intervenções para fortalecer funções executivas, reduzir impulsividade e melhorar estabilidade afetiva, integrando‑se ao tratamento multidisciplinar.

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    Psicólogo Fernando Segundo
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  • “Em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), como a Terapia Cognitivo-Comportamen

    “Em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) se integra ao tratamento psiquiátrico e quais habilidades psicológicas são prioritárias na intervenção?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A TCC complementa o tratamento psiquiátrico trabalhando crenças centrais, esquemas de abandono, impulsividade e habilidades de regulação emocional. Prioriza manejo de crises, tolerância ao estresse, comunicação assertiva e estabilização afetiva. A integração reduz recaídas e melhora funcionamento social.

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  • Ter dificuldade para controlar as emoções, lidar com pressão no cotidiano e acabar catastrofizando o

    Ter dificuldade para controlar as emoções, lidar com pressão no cotidiano e acabar catastrofizando os problemas é normal? Isso é considerado uma questão comportamental ou não ? Existe algum medicamento que ajude ou o tratamento é apenas terapia? Há possibilidade de melhora ou até de "cura"? Em quanto tempo isso costuma acontecer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Catastrofizar, sentir pressão e ter dificuldade de regular emoções é comum, mas não é “normal” no sentido clínico. Pode indicar ansiedade, traços depressivos ou padrões cognitivos rígidos. A terapia é o tratamento principal; medicação pode ajudar quando há sofrimento intenso. Há melhora significativa com acompanhamento, e muitos pacientes alcançam estabilidade em meses, dependendo da gravidade e consistência do processo.

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  • É possível "reeducar" o cérebro para se acostumar a transar com camisinha após ter experimentado sem

    É possível "reeducar" o cérebro para se acostumar a transar com camisinha após ter experimentado sem?

    Eu estou em um relacionamento sério há algum tempo. Um dia, a minha namorada sugeriu de experimentarmos sem camisinha, pois segundo ela eu passaria a não mais querer fazer com camisinha. Assim que começou a menstruação dela nós experimentamos. Pois bem, fizemos isso duas vezes (em dois meses diferentes).

    Acontece que ela disse que agora só faremos após o casamento. Perguntei a ela o porquê disso, e ela me explicou os motivos dela. Me senti um pouco enganado, mas entendi e respeitei. Após isso, eu não tenho mais sentido "tesão" durante o sexo com camisinha da mesma forma que eu sentia antes de saber como era a sensação sem proteção. Soma-se o fato dela ter me contato que só transava sem camisinha com o ex, faz me sentir ainda pior.

    Agora, me parece que essa minha dificuldade de sentir o "tesão", não digo prazer, é mais da parte psicológica. E eu tenho buscado maneiras de "reeducar" meu cérebro para voltar a sentir essa vontade no sexo que eu sentia antes, mas tem sido muito difícil.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Sim, é possível reeducar o cérebro. A perda de tesão está ligada à comparação entre estímulos e ao impacto emocional da situação. O cérebro associa prazer ao contexto, não só à sensação física. Com tempo, segurança emocional, foco no vínculo e técnicas de dessensibilização, o desejo com camisinha pode retornar. A frustração com a mudança de regra também influencia e precisa ser trabalhada.

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  • Como é feita a avaliação psiquiátrica de comportamentos autolesivos e ameaças de suicídio em pacient

    Como é feita a avaliação psiquiátrica de comportamentos autolesivos e ameaças de suicídio em pacientes com Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) após situações de rejeição, abandono ou brigas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A avaliação envolve identificar gatilhos emocionais, intensidade da impulsividade, risco imediato, histórico de crises, capacidade de autocontrole e presença de planos estruturados. O psiquiatra analisa contexto de rejeição, abandono e brigas, verificando se há risco real ou comportamento comunicativo. O foco é segurança, estabilização emocional e manejo de impulsividade. É um processo técnico, cuidadoso e sem julgamentos.

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  • Desde criança (por volta dos 4 anos), tenho uma imaginação muito ativa. Crio histórias contínuas na

    Desde criança (por volta dos 4 anos), tenho uma imaginação muito ativa. Crio histórias contínuas na minha cabeça, com personagens, acontecimentos e “episódios”, às vezes recriando minha própria vida de formas diferentes ou criando qualquer cenário que eu queira.

    Durante esses momentos costumo andar em círculos, girar objetos (quando era criança era sacola/corda, hoje é mais lápis) e fazer sons com a boca. Isso acontece quando estou entediado ou quando vejo algo que me inspira. Eu acho divertido e consigo parar quando quero, mas comecei a fazer escondido por vergonha, porque eu nunca vi ninguém fazer isso, de andar de um lado para o outro fazendo sons e girando lápis enquanto imagina…

    Além disso, desde criança tenho dificuldades como procrastinação, esquecer coisas, deixar tarefas para última hora, dificuldade em terminar atividades e começar tarefas chatas. Também tenho histórico de ansiedade/depressão e muita timidez, com medo de julgamento e dificuldade social.

    Quero entender se isso pode ter relação com alguma condição como TDAH ou outra questão, ou se é apenas meu jeito de funcionar

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Imaginação ativa com movimentos repetitivos pode ser traço de autorregulação emocional, criatividade intensa ou padrão neurodivergente. Dificuldades com procrastinação, foco, tarefas e ansiedade sugerem possível TDAH ou funcionamento cognitivo específico. Não é “estranho”: é um estilo de processamento interno. Uma avaliação neuropsicológica pode esclarecer se há TDAH, ansiedade, traços autistas ou apenas um padrão individual de funcionamento.

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  • . Como a neuropsicologia entende o medo de rejeição no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB?

    . Como a neuropsicologia entende o medo de rejeição no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A neuropsicologia entende o medo de rejeição no TPB como resultado de hiperativação da amígdala, baixa integração emocional e dificuldade de regulação no córtex pré-frontal. O cérebro interpreta sinais neutros como ameaça, gerando pânico de abandono. A memória afetiva é marcada por experiências precoces de instabilidade, criando hipersensibilidade a qualquer sinal de afastamento. O medo não é “drama”: é resposta neurobiológica amplificada.

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  • Por que há impulsividade nas relações afetivas no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) segun

    Por que há impulsividade nas relações afetivas no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) segundo a neuropsicologia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A impulsividade afetiva no TPB surge da baixa modulação do córtex pré-frontal e hiperativação das áreas emocionais. O cérebro reage rápido demais a estímulos sociais, sem tempo para análise racional. A sensação de ameaça ativa respostas intensas, como mensagens impulsivas, rupturas súbitas ou tentativas desesperadas de aproximação. É um padrão neurobiológico, não falta de caráter.

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  • “Como se explicam, do ponto de vista neuropsicológico, os padrões de impulsividade nas relações afet

    “Como se explicam, do ponto de vista neuropsicológico, os padrões de impulsividade nas relações afetivas associados ao Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A neuropsicologia explica esses padrões como falhas na integração entre emoção e controle executivo. A amígdala reage de forma exagerada, enquanto o córtex pré-frontal não consegue frear impulsos. Isso gera comportamentos rápidos, intensos e desproporcionais em relações. A impulsividade é tentativa de reduzir angústia imediata, não escolha consciente.

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  • “Sob o enfoque da neuropsicologia, como se manifesta a influência do Transtorno de Personalidade Bor

    “Sob o enfoque da neuropsicologia, como se manifesta a influência do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) na cognição social e nas interações interpessoais?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    O TPB altera a cognição social ao distorcer percepção de intenções, aumentar sensibilidade a rejeição e reduzir capacidade de interpretar nuances emocionais. O cérebro lê expressões neutras como ameaça, dificultando confiança e estabilidade. Isso gera conflitos, interpretações extremas e dificuldade de manter vínculos seguros.

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  • “Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) afeta a cognição social nas interações interpes

    “Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) afeta a cognição social nas interações interpessoais sob a perspectiva da neuropsicologia?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A neuropsicologia mostra que o TPB afeta empatia, leitura emocional e interpretação de sinais sociais. Há tendência a polarizar relações (“tudo bom ou tudo ruim”), dificuldade de tolerar ambiguidade e medo constante de abandono. Isso prejudica comunicação e gera reações intensas a pequenas frustrações.

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  • “Como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) explica a instabilidade nos vínculos afetivos em paci

    “Como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) explica a instabilidade nos vínculos afetivos em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A TCC explica a instabilidade afetiva como resultado de crenças centrais negativas (“vou ser abandonado”, “não sou digno de amor”), distorções cognitivas e esquemas de rejeição. Pequenos sinais ativam interpretações catastróficas, levando a comportamentos impulsivos. A instabilidade é consequência de pensamentos automáticos desregulados.

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  • “Quais processos cognitivos e comportamentais, segundo a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), est

    “Quais processos cognitivos e comportamentais, segundo a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), estão associados às reações emocionais intensas nas relações interpessoais em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Segundo a TCC, as reações intensas surgem de pensamentos automáticos distorcidos, esquemas de abandono, baixa tolerância à frustração e dificuldade de regulação emocional. O comportamento impulsivo é tentativa de aliviar dor imediata. A interpretação exagerada de sinais sociais amplifica sofrimento e respostas extremas.

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  • “De acordo com a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), quais fatores explicam a ocorrência de reaç

    “De acordo com a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), quais fatores explicam a ocorrência de reações emocionais intensas nas relações interpessoais em indivíduos com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A TCC aponta três fatores principais: crenças centrais negativas, distorções cognitivas e esquemas emocionais ativados por gatilhos relacionais. Quando o paciente percebe ameaça, mesmo mínima, ativa respostas intensas para evitar abandono. A emoção domina o pensamento, gerando impulsividade e instabilidade.

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  • Como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) entende as dificuldades nas relações afetivas do Trans

    Como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) entende as dificuldades nas relações afetivas do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A TCC vê essas dificuldades como resultado de crenças rígidas (“vou ser abandonado”), interpretações extremas, impulsividade e vulnerabilidade emocional. Esses padrões geram conflitos, aproximação intensa e afastamentos bruscos. A terapia busca modificar crenças, treinar habilidades e reduzir reatividade.

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  • Como se explicam os conflitos interpessoais no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pela vis

    Como se explicam os conflitos interpessoais no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pela visão Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A TCC entende os conflitos como resultado de interpretações distorcidas, medo de rejeição, impulsividade e dificuldade de comunicação assertiva. Pequenas frustrações são percebidas como abandono, gerando reações intensas. O ciclo é: gatilho → pensamento automático → emoção extrema → comportamento impulsivo → conflito.

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  • Como se explicam os conflitos interpessoais no TPB pela visão visão psicanalítica?

    Como se explicam os conflitos interpessoais no TPB pela visão visão psicanalítica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A psicanálise entende os conflitos como resultado de falhas na integração do self, angústias primitivas e mecanismos de defesa como clivagem (“idealização/desvalorização”). O paciente vive medo profundo de abandono e busca controle da relação. A dificuldade de simbolizar emoções gera explosões, rupturas e vínculos instáveis.

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  • Como a agressividade aparece nas relações interpessoais no Transtorno de Personalidade Borderline (T

    Como a agressividade aparece nas relações interpessoais no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB pela Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A TCC entende a agressividade como resposta à dor emocional, impulsividade e interpretações distorcidas. A pessoa reage rapidamente a sinais percebidos como rejeição. A terapia trabalha regulação emocional, reinterpretação de intenções e habilidades de comunicação assertiva.

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  • Como a agressividade aparece nas relações interpessoais no Transtorno de Personalidade Borderline (T

    Como a agressividade aparece nas relações interpessoais no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB pela visão psicanalítica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A psicanálise vê a agressividade como defesa contra angústias profundas, medo de abandono e conflitos internos não simbolizados. Surge quando o sujeito sente ameaça ao vínculo ou à identidade. É expressão de sofrimento, não de intenção hostil.

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  • Como a psicanálise interpreta a instabilidade dos vínculos afetivos no Transtorno de Personalidade B

    Como a psicanálise interpreta a instabilidade dos vínculos afetivos no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A instabilidade surge da dificuldade de integrar aspectos positivos e negativos do outro. O sujeito oscila entre idealização e ódio quando sente ameaça. A fragilidade do self e o medo de abandono alimentam rupturas e reconciliações intensas.

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