Perguntas do paciente (9089)
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"Quais indicadores de disfunção em funções executivas, processamento emocional, atenção, memória e c
"Quais indicadores de disfunção em funções executivas, processamento emocional, atenção, memória e controle inibitório, identificados na avaliação neuropsicológica, estão associados a quadros psiquiátricos e indicam necessidade de encaminhamento especializado?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Comprometimentos em funções executivas, atenção dividida, memória de trabalho, processamento emocional e controle inibitório podem estar ligados a depressão, ansiedade, TPB, TOC e TDAH. Quando esses déficits geram prejuízo significativo, a avaliação psiquiátrica é indicada para manejo conjunto.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
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Abraços
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"Quais achados neuropsicológicos levantam hipótese de transtornos psiquiátricos primários ou comórbi
"Quais achados neuropsicológicos levantam hipótese de transtornos psiquiátricos primários ou comórbidos, demandando encaminhamento para avaliação psiquiátrica e diagnóstico diferencial?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Déficits marcantes em atenção, memória de trabalho, flexibilidade cognitiva, controle inibitório, cognição social e tomada de decisão podem sugerir quadros como TDAH, TEPT, depressão, transtornos de humor ou comorbidades no TPB. Esses achados justificam encaminhamento para avaliação psiquiátrica e diagnóstico diferencial.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
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"Quais padrões de comprometimento cognitivo, alterações comportamentais e disfunções neurofuncionais
"Quais padrões de comprometimento cognitivo, alterações comportamentais e disfunções neurofuncionais observados na avaliação neuropsicológica indicam gravidade clínica e justificam encaminhamento psiquiátrico?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Déficits marcantes em funções executivas, atenção sustentada, memória de trabalho, flexibilidade cognitiva e controle inibitório podem indicar gravidade clínica. Alterações como impulsividade severa, desorganização, prejuízo funcional e dificuldade de autocuidado sugerem necessidade de avaliação psiquiátrica para manejo integrado.
Atenciosamente,
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"Quais achados cognitivos, comportamentais e neurofuncionais, identificados na avaliação neuropsicol
"Quais achados cognitivos, comportamentais e neurofuncionais, identificados na avaliação neuropsicológica, indicam a necessidade de encaminhamento do paciente para avaliação psiquiátrica?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Comprometimentos importantes em funções executivas, atenção, memória, controle inibitório, associados a impulsividade grave, desorganização, alterações de humor intensas, ideação suicida, autoagressão ou uso de substâncias sugerem necessidade de avaliação psiquiátrica para manejo medicamentoso e diagnóstico diferencial.
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"Quais critérios psicodinâmicos, cognitivo-comportamentais e neuropsicológicos devem ser considerado
"Quais critérios psicodinâmicos, cognitivo-comportamentais e neuropsicológicos devem ser considerados na decisão clínica de encaminhamento psiquiátrico no contexto psicoterapêutico?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Consideram‑se intensidade de sofrimento, risco à integridade, impulsividade grave, prejuízo funcional, sintomas depressivos ou ansiosos marcantes, uso problemático de substâncias, episódios dissociativos e déficits executivos significativos. A integração psicodinâmica, cognitivo‑comportamental e neuropsicológica orienta decisão de encaminhamento psiquiátrico.
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"Em que condições clínicas, considerando comprometimentos cognitivos, neurocomportamentais e suspeit
"Em que condições clínicas, considerando comprometimentos cognitivos, neurocomportamentais e suspeita de disfunção neurobiológica, o psicólogo deve encaminhar o paciente para avaliação psiquiátrica?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
O encaminhamento ocorre quando há comprometimentos cognitivos significativos, suspeita de disfunção neurobiológica, prejuízo funcional grave, risco de autolesão, impulsividade extrema, alterações perceptivas, crises emocionais intensas ou falhas persistentes na regulação. Quando sintomas ultrapassam o manejo psicológico e exigem estabilização medicamentosa, o psiquiatra deve ser acionado. O objetivo é segurança e cuidado integrado.
Atenciosamente,
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"Em quais situações clínicas, considerando gravidade sintomática, risco comportamental e falhas na r
"Em quais situações clínicas, considerando gravidade sintomática, risco comportamental e falhas na regulação emocional, o modelo cognitivo-comportamental indica encaminhamento do paciente para avaliação psiquiátrica?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
A TCC encaminha para psiquiatria quando há gravidade sintomática, risco comportamental, crises frequentes, falhas na regulação emocional, pensamentos suicidas, impulsividade perigosa, ataques de pânico incapacitantes ou depressão severa. Quando o paciente não consegue aplicar estratégias cognitivas devido à intensidade dos sintomas, a intervenção medicamentosa pode ser necessária para estabilizar o funcionamento.
Atenciosamente,
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"Em que condições clínicas e transferenciais o manejo psicoterápico psicanalítico indica a necessida
"Em que condições clínicas e transferenciais o manejo psicoterápico psicanalítico indica a necessidade de encaminhamento do paciente ao psiquiatra para avaliação e possível intervenção medicamentosa?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
A psicanálise encaminha quando há sofrimento psíquico intenso, angústia insuportável, risco de autolesão, desorganização emocional, crises que impedem o processo analítico, ou quando a transferência revela estados mentais que exigem estabilização. O psiquiatra entra para reduzir sintomas que impossibilitam simbolização e elaboração. O objetivo é preservar o espaço terapêutico e a segurança do paciente.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
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Quais são os critérios clínicos para o encaminhamento de pacientes ao psiquiatra na prática psicológ
Quais são os critérios clínicos para o encaminhamento de pacientes ao psiquiatra na prática psicológica, considerando as perspectivas da Psicanálise, da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e da Neuropsicologia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Psicanálise, TCC e neuropsicologia convergem em critérios: risco de suicídio, autolesão, impulsividade grave, depressão severa, ansiedade incapacitante, sintomas psicóticos, desregulação emocional extrema, prejuízo funcional intenso e falhas persistentes no manejo psicológico. Quando o sofrimento ultrapassa a capacidade de intervenção apenas terapêutica, o psiquiatra é necessário para estabilização medicamentosa e segurança.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
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"Quais são as comorbidades mais frequentes no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), e como c
"Quais são as comorbidades mais frequentes no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), e como crenças centrais disfuncionais, esquemas precoces mal-adaptativos e dificuldades de regulação emocional contribuem para sua manutenção?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Depressão, ansiedade, TEPT, TDAH, uso de substâncias e transtornos alimentares são comuns. Crenças centrais de desvalor, esquemas de abandono e rejeição, aliados à dificuldade de regulação emocional, mantêm esses quadros, reforçando impulsividade, esquiva e sofrimento psíquico crônico.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
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"Como as comorbidades do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) se relacionam com déficits em
"Como as comorbidades do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) se relacionam com déficits em funções executivas, controle inibitório, processamento emocional, tomada de decisão e cognição social?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Comorbidades intensificam impulsividade, dificuldade de inibir respostas, instabilidade emocional, decisões precipitadas e prejuízos na cognição social. TDAH, TEPT e depressão amplificam déficits executivos, dificultando planejamento, organização e regulação afetiva.
Atenciosamente,
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"Como as comorbidades do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) impactam a conceitualização co
"Como as comorbidades do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) impactam a conceitualização cognitivo-comportamental do caso e o planejamento terapêutico?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Comorbidades como depressão, ansiedade, TDAH e TEPT influenciam crenças centrais, padrões de esquiva, impulsividade e vulnerabilidade emocional. A TCC precisa integrar esses fatores para ajustar intervenções, modular ativação emocional e fortalecer habilidades de regulação.
Atenciosamente,
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"De que maneira sintomas depressivos, ansiosos, aditivos e psicossomáticos se articulam com a dinâmi
"De que maneira sintomas depressivos, ansiosos, aditivos e psicossomáticos se articulam com a dinâmica psíquica do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
No TPB, esses sintomas se articulam com esquemas de desvalor, medo de abandono, impulsividade e instabilidade afetiva. Funcionam como tentativas de aliviar sofrimento, regular emoções ou expressar conflitos não simbolizados, reforçando o ciclo de vulnerabilidade emocional e prejuízo funcional.
Atenciosamente,
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"Como sintomas depressivos, ansiosos, adições e manifestações psicossomáticas se relacionam com a di
"Como sintomas depressivos, ansiosos, adições e manifestações psicossomáticas se relacionam com a dinâmica psíquica característica da organização borderline?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Esses sintomas funcionam como expressões da angústia, da fragilidade identitária e da dificuldade de simbolizar conflitos internos. Depressão, ansiedade, adições e queixas psicossomáticas podem atuar como formas de regulação precária da dor emocional e da tensão relacional.
Atenciosamente,
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"Quais alterações neuropsicológicas e cognitivas estão associadas ao Transtorno de Personalidade Bor
"Quais alterações neuropsicológicas e cognitivas estão associadas ao Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e às suas comorbidades mais prevalentes?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Na psicanálise, o TPB envolve medo de abandono e padrões relacionais instáveis. Na TCC, crenças centrais e esquemas desadaptativos geram reatividade emocional. Na neuropsicologia, déficits executivos e emocionais dificultam comunicação, empatia e estabilidade relacional.
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"Quais são as comorbidades mais frequentes no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), e como c
"Quais são as comorbidades mais frequentes no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), e como crenças centrais disfuncionais, esquemas precoces mal-adaptativos e dificuldades de regulação emocional contribuem para sua manutenção?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Depressão, ansiedade, TEPT, TDAH, uso de substâncias e transtornos alimentares são comuns. Crenças centrais de desvalor, esquemas de abandono e rejeição, aliados à dificuldade de regulação emocional, mantêm esses quadros. Impulsividade, esquiva e busca de alívio imediato reforçam o ciclo de sofrimento.
Atenciosamente,
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"Como as comorbidades observadas no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem ser compreend
"Como as comorbidades observadas no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem ser compreendidas à luz da organização borderline da personalidade, dos conflitos intrapsíquicos e dos mecanismos de defesa predominantes?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Comorbidades como depressão, ansiedade, TEPT, uso de substâncias e transtornos alimentares podem ser compreendidas como expressões da organização borderline: conflitos entre desejo de fusão e medo de abandono, identidade frágil e mecanismos de defesa como clivagem, idealização e desvalorização. Elas funcionam como tentativas de regular angústias intensas.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
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"Como as comorbidades do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) se relacionam com déficits em
"Como as comorbidades do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) se relacionam com déficits em funções executivas, controle inibitório, processamento emocional, tomada de decisão e cognição social?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
O TPB envolve impulsividade, dificuldade de regulação emocional, prejuízo em memória de trabalho, atenção seletiva, tomada de decisão e leitura de pistas sociais. Comorbidades como TDAH e TEPT ampliam esses déficits, aumentando vulnerabilidade ao estresse.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
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O que seria quando você sente que vai cochilar e você cochila, só que você ainda está de olhos abert
O que seria quando você sente que vai cochilar e você cochila, só que você ainda está de olhos abertos e você sente que você e seu corpo estão cochilando, mas os seus olhos ainda estão abertos e você consegue ver o que está na sua volta mesmo cochilando, e tem horas que você consegue fechar os olhos e dormir, só que quando você abre, você percebe que às vezes você tá acordada e ao mesmo tempo pode acabar voltando a dormir, e tem vezes que quando você quer mexer o dedo, se auto acordar ou até mesmo falar, você tem que fazer um esforço grande ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
O que você descreve pode ocorrer em estados de transição entre vigília e sono, como sonolência profunda, microcochilos ou fenômenos semelhantes à paralisia do sono. A sensação de estar “cochilando acordado”, ver o ambiente, ter dificuldade de mover o corpo ou falar pode surgir quando o cérebro entra no estágio de sono enquanto o corpo ainda não desligou totalmente. Como envolve sintomas neurológicos e de consciência, é importante consultar um médico para avaliação adequada.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
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"Como o neuropsicólogo avalia os fatores cognitivos, emocionais e interpessoais que influenciam a pe
"Como o neuropsicólogo avalia os fatores cognitivos, emocionais e interpessoais que influenciam a percepção de pertencimento social em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
O neuropsicólogo investiga funções executivas, cognição social, reconhecimento emocional, teoria da mente, flexibilidade cognitiva e controle inibitório, além de aspectos afetivos e interpessoais. Entrevistas, testes e observação clínica ajudam a compreender como o paciente percebe, interpreta e responde ao ambiente social.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
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Estou tomando escitalopram 10 mg há 2 semanas e percebi que comecei a demorar muito mais para conseg
Pode melhorar com o tempo, sim, mas não existe um prazo certo, e em algumas…