Perguntas do paciente (9089)

  • Morder o próprio lábio é classificado como automutilação? Eu faço isso como uma forma de distração p

    Morder o próprio lábio é classificado como automutilação? Eu faço isso como uma forma de distração para minha ansiedade e falta de motivação/ânimo dessa vida. Normalmente automutilação é tratado pelas pessoas apenas como cortes, as vezes queimaduras voluntárias, mas eu queria saber sobre uma perspectiva profissional como esse ato em específico é classificado.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Morder o lábio pode ser considerado comportamento autolesivo leve, dependendo da intenção e do prejuízo. Quando é usado para regular ansiedade, sem intenção de causar dor intensa ou ferimentos graves, costuma ser classificado como comportamento de autoestimulação ou autoconforto. Só é considerado automutilação quando há dano significativo, dor deliberada ou função de autopunição. A função psicológica do ato é mais importante que a forma.

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  • Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) se compara a uma pessoa emocionalmente sensível?

    Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) se compara a uma pessoa emocionalmente sensível?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    O TPB envolve sensibilidade emocional extrema, mas vai além disso: inclui impulsividade, medo intenso de abandono, instabilidade de identidade, relacionamentos caóticos e dificuldade de regulação afetiva. Pessoas emocionalmente sensíveis sentem muito, mas mantêm estabilidade interna e vínculos consistentes. No TPB, a emoção domina o comportamento e a percepção de si, gerando sofrimento significativo e prejuízo funcional.

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  • eu tenho diagnóstico de TDAH e TEA nível 1. Além disso, percebo em mim características das cinco sob

    eu tenho diagnóstico de TDAH e TEA nível 1. Além disso, percebo em mim características das cinco sobre-excitabilidades (intelectual, emocional, imaginativa, sensorial e psicomotora) e vários sinais associados a altas habilidades/superdotação. Isso pode indicar uma dupla excepcionalidade (TDAH/TEA junto com altas habilidades)? Existe alguma avaliação que eu possa fazer para investigar isso?"

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Sim, é possível. Pessoas com TDAH e TEA podem apresentar altas habilidades, e a combinação é chamada de dupla excepcionalidade. As sobre‑excitabilidades sugerem processamento intensificado, comum em superdotação. Para investigar, o ideal é uma avaliação neuropsicológica completa, incluindo testes de inteligência, funções executivas, criatividade, perfil sensorial e análise qualitativa do funcionamento. Isso esclarece se há altas habilidades coexistindo com neurodivergências.

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  • Olá! Venho há algum tempo refletindo sobre crenças limitantes e como minha vida foi impactada por

    Olá!

    Venho há algum tempo refletindo sobre crenças limitantes e como minha vida foi impactada por isso desde pequeno, ainda mais considerando que sou uma pessoa LGBTQIA+. Hoje ainda permaneco com crenças que não fazem sentido para mim, mas sinto que muitas vezes fico tomado pelo medo ou ansiedade, o que inclusive afeta o meu relacionamento atual. Devo procurar um psicólogo e/ou psiquiatra?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Crenças limitantes podem gerar medo, insegurança e padrões emocionais que afetam vínculos, especialmente para pessoas LGBTQIA+ que vivenciaram rejeição ou estigma. Quando essas crenças causam sofrimento, ansiedade e impacto no relacionamento, é indicado procurar psicólogo para trabalhar padrões cognitivos e emocionais. Se houver sintomas intensos, crises ou prejuízo funcional, também é importante consultar psiquiatra para avaliação complementar.

    Atenciosamente,
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  • Tenho vontade de fazer caminhada e correr, mas devido e TAG desenvolvi certos gatilhos que quando es

    Tenho vontade de fazer caminhada e correr, mas devido e TAG desenvolvi certos gatilhos que quando estou caminhando me fazem pensar um monte coisas e drenam a minha capacidade física. Interessante que ontem mesmo senti isso ao sair de casa até um restaurante. Não conseguia me desligar dos sintomas e já estava ficando cansado. Na volta, que era a mesma distância, vinha conversando com uma pessoa e nem percebi quando terminei o percurso. Não senti qualquer cansaço. Isso aponta para ansiedade? Ainda não fiz exames médicos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Sim, o padrão que você descreve é típico de ansiedade: quando está sozinho, pensamentos acelerados drenam energia e aumentam a percepção de esforço; quando está conversando, a atenção se desloca e o corpo relaxa, reduzindo sintomas. A ansiedade pode gerar fadiga, tensão muscular e sensação de incapacidade física. É importante consultar um profissional de saúde para avaliação completa, incluindo aspectos físicos e emocionais.

    Atenciosamente,
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  • De que forma os padrões de apego influenciam a regulação emocional na Terapia Cognitivo-Comportament

    De que forma os padrões de apego influenciam a regulação emocional na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Na TCC, os padrões de apego influenciam diretamente a regulação emocional no TPB. Apego inseguro gera crenças centrais de abandono, ativando respostas emocionais intensas diante de pequenos sinais sociais. A TCC trabalha essas crenças, ensina habilidades de regulação e ajuda o paciente a reinterpretar relações com menos ameaça. O apego é a base que explica por que emoções ficam tão desproporcionais e difíceis de controlar.

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  • Como a Teoria do Apego contribui para a formulação clínica na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)

    Como a Teoria do Apego contribui para a formulação clínica na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A Teoria do Apego ajuda a TCC a identificar esquemas centrais de abandono, rejeição e instabilidade emocional. Ela orienta a compreensão de como experiências precoces moldam crenças automáticas e padrões interpessoais. A formulação clínica integra apego, crenças, emoções e comportamentos, permitindo intervenções mais precisas para reduzir impulsividade, medo de perda e reatividade emocional.

    Atenciosamente,
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  • Como os padrões de apego influenciam o planejamento de intervenções neuropsicológicas no Transtorno

    Como os padrões de apego influenciam o planejamento de intervenções neuropsicológicas no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Na neuropsicologia, os padrões de apego orientam intervenções voltadas para mentalização, funções executivas e regulação emocional. Apego inseguro prejudica controle inibitório, flexibilidade cognitiva e leitura social. As intervenções buscam fortalecer autorregulação, reduzir impulsividade e melhorar interpretação de intenções. O apego ajuda a definir quais funções cognitivas precisam de maior suporte.

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  • Qual a relação entre padrões de apego e desempenho em testes neuropsicológicos no Transtorno de Pers

    Qual a relação entre padrões de apego e desempenho em testes neuropsicológicos no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Padrões de apego influenciam desempenho em testes ao afetar atenção, impulsividade, tolerância à frustração e capacidade de manter esforço. Pacientes com apego inseguro podem apresentar maior variabilidade, respostas impulsivas e dificuldade em tarefas que exigem controle emocional. O desempenho não reflete apenas cognição, mas também segurança interna e regulação afetiva.

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  • Como os padrões de apego auxiliam na compreensão das funções executivas no Transtorno de Personalida

    Como os padrões de apego auxiliam na compreensão das funções executivas no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) na prática neuropsicológica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Apego inseguro está associado a dificuldades nas funções executivas, como controle inibitório, planejamento e flexibilidade cognitiva. No TPB, emoções intensas interferem no funcionamento executivo, dificultando decisões e autocontrole. A neuropsicologia usa o apego para entender por que o paciente reage de forma impulsiva e tem dificuldade de organizar pensamentos em situações sociais.

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  • De que forma os padrões de apego influenciam a regulação emocional na avaliação neuropsicológica do

    De que forma os padrões de apego influenciam a regulação emocional na avaliação neuropsicológica do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Durante a avaliação, padrões de apego influenciam como o paciente lida com frustração, erros, limites e tarefas difíceis. Apego inseguro aumenta reatividade emocional, prejudicando desempenho e dificultando autorregulação. A neuropsicologia considera o apego para interpretar respostas emocionais e entender como o paciente processa relações, ameaças e demandas cognitivas.

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  • Como a Teoria do Apego contribui para a compreensão do funcionamento neuropsicológico no Transtorno

    Como a Teoria do Apego contribui para a compreensão do funcionamento neuropsicológico no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) na prática clínica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A Teoria do Apego explica como experiências precoces moldam circuitos emocionais e funções executivas. No TPB, apego inseguro gera hiperativação da amígdala, dificuldade de mentalização e falhas no controle pré-frontal. Isso afeta impulsividade, leitura social e regulação emocional. A neuropsicologia usa o apego para compreender o funcionamento global do paciente e orientar intervenções integradas.

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  • Qual a importância de compreender os padrões de apego na prática clínica?

    Qual a importância de compreender os padrões de apego na prática clínica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Compreender padrões de apego é essencial porque eles organizam a forma como o paciente percebe relações, regula emoções e responde a conflitos. O apego orienta expectativas, medos e estratégias de proteção emocional. Na clínica, isso ajuda a entender reações intensas, dificuldades de confiança, impulsividade e medo de abandono. Sem essa compreensão, intervenções ficam superficiais e não alcançam a raiz dos padrões relacionais.

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  • Quais fatores aumentam o risco de comportamento suicida em pacientes com transtorno de personalidade

    Quais fatores aumentam o risco de comportamento suicida em pacientes com transtorno de personalidade borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    O risco aumenta com rejeição, abandono, conflitos intensos, impulsividade, histórico de trauma, uso de substâncias, desregulação emocional grave, sensação de vazio, baixa autoestima e relações instáveis. Crises afetivas e mudanças bruscas nos vínculos são gatilhos importantes. O comportamento suicida no TPB é multifatorial e exige acompanhamento profissional contínuo.

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  • . Quais dificuldades interpessoais são frequentemente observadas em pacientes com transtorno de pers

    . Quais dificuldades interpessoais são frequentemente observadas em pacientes com transtorno de personalidade borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Pacientes com TPB costumam ter medo de abandono, idealização e desvalorização de parceiros, impulsividade relacional, conflitos intensos, dificuldade de confiar, interpretações extremas, sensibilidade a críticas e instabilidade emocional. Pequenos sinais sociais podem ser percebidos como rejeição, gerando reações desproporcionais. As relações tendem a ser intensas, rápidas e caóticas.

    Atenciosamente,
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  • Se eu estou fazendo terapia com um psicólogo e vou começar a ir pra outro,o que eu deveria fazer?

    Se eu estou fazendo terapia com um psicólogo e vou começar a ir pra outro,o que eu deveria fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    O ideal é comunicar ao psicólogo atual sua decisão, explicar brevemente seus motivos e encerrar o processo de forma ética. Ele pode fornecer encaminhamento, resumo clínico ou orientações para continuidade. Com o novo psicólogo, você pode compartilhar seu histórico terapêutico e expectativas. A transição transparente evita rupturas emocionais e melhora o início do novo vínculo.

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  • Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) se diferencia de Transtorno do Espectro Autista

    Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) se diferencia de Transtorno do Espectro Autista (TEA) em perfis neuropsicológicos de emoção e controle executivo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    No TPB há hipermentalização, reatividade emocional intensa e impulsividade situacional. No TEA, há hipomentalização, rigidez cognitiva estrutural e dificuldade consistente em leitura social. O TPB é emocionalmente instável; o TEA é socialmente literal e cognitivamente rígido.

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  • Quais vieses de processamento interpessoal (hostilidade, abandono) podem ser medidos em avaliação ne

    Quais vieses de processamento interpessoal (hostilidade, abandono) podem ser medidos em avaliação neuropsicológica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Podem ser avaliados vieses de ameaça, rejeição, hostilidade, abandono e interpretação negativa. Tarefas como reconhecimento emocional, Stroop emocional, dot‑probe e testes de atribuição de intenção revelam tendência a perceber perigo, crítica ou rejeição em estímulos ambíguos.

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  • Quais déficits em cognição social ou teoria da mente são típicos de pacientes com Transtorno de Pers

    Quais déficits em cognição social ou teoria da mente são típicos de pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Pacientes com TPB apresentam hipermentalização, leitura emocional enviesada, dificuldade em integrar informações contraditórias, percepção exagerada de rejeição e instabilidade na representação de si e dos outros. Não é falta de teoria da mente, mas excesso emocional interferindo na precisão social.

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  • Quais técnicas de Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) são mais eficazes para reduzir impulsividad

    Quais técnicas de Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) são mais eficazes para reduzir impulsividade e desregulação emocional em Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    As técnicas mais eficazes incluem: reestruturação cognitiva, treinamento de habilidades (DBT), tolerância ao mal‑estar, mindfulness, análise funcional de comportamentos impulsivos, identificação de gatilhos, regulação emocional, resolução de problemas e estratégias de contenção. A TCC trabalha pensamentos automáticos, crenças centrais e respostas emocionais intensas, reduzindo impulsividade e instabilidade.

    Atenciosamente,
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