Perguntas do paciente (9291)
-
As mulheres autistas são subvalorizadas no dia-a-dia ?
As mulheres autistas são subvalorizadas no dia-a-dia ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Sim. Por esforçarem-se para atender às expectativas externas, as necessidades e o sofrimento das mulheres autistas frequentemente são desconsiderados. Suas dificuldades cotidianas podem ser invalidadas como "frescura", "drama" ou "timidez excessiva".
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
Psicólogo e Neuropsicólogo
@psifernandosegundo
fernandosegundo.com
Psicoterapia presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES
Abraços
-
Por que o diagnóstico tardio do Transtorno do Espectro Autista (TEA) pode ser problemático?
Por que o diagnóstico tardio do Transtorno do Espectro Autista (TEA) pode ser problemático?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
A falta de um diagnóstico precoce priva a pessoa do autoconhecimento e de acomodações necessárias ao longo da vida. Isso eleva significativamente os riscos de esgotamento (burnout), além de propiciar o desenvolvimento de transtornos secundários, como ansiedade crônica, depressão e traumas de rejeição.
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
Psicólogo e Neuropsicólogo
@psifernandosegundo
fernandosegundo.com
Psicoterapia presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES
Abraços
-
Os testes de autismo tradicionais são eficazes para mulheres?
Os testes de autismo tradicionais são eficazes para mulheres?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Muitos testes e questionários tradicionais foram desenvolvidos com base na amostragem e nas manifestações predominantemente masculinas do autismo. Embora continuem sendo utilizados, eles frequentemente falham em captar os perfis femininos mais sutis sem uma avaliação neuropsicológica qualitativa realizada por um profissional especializado.
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
Psicólogo e Neuropsicólogo
@psifernandosegundo
fernandosegundo.com
Psicoterapia presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES
Abraços
-
Há algum marcador biológico para o autismo feminino?
Há algum marcador biológico para o autismo feminino?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Não existe nenhum marcador biológico (como exame de sangue ou imagem) para diagnosticar o autismo, seja em homens ou mulheres. O diagnóstico do TEA permanece estritamente clínico e neuropsicológico, baseado na análise da história de vida, do desenvolvimento e dos padrões de comportamento.
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
Psicólogo e Neuropsicólogo
@psifernandosegundo
fernandosegundo.com
Psicoterapia presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES
Abraços
-
Como outros transtornos o Transtorno do Espectro Autista (TEA) em mulheres pode ser confundido?
Como outros transtornos o Transtorno do Espectro Autista (TEA) em mulheres pode ser confundido?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
O autismo feminino é frequentemente diagnosticado de forma equivocada como Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), Depressão Recorrente, Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), Transtorno do Espectro Bipolar ou Transtornos Alimentares (como Anorexia Nervosa), pois a clínica foca nas comorbidades sem investigar a neurodivergência subjacente.
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
Psicólogo e Neuropsicólogo
@psifernandosegundo
fernandosegundo.com
Psicoterapia presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES
Abraços
-
Quais são os obstáculos para o diagnóstico correto no contexto do Transtorno do Espectro Autista (TE
Quais são os obstáculos para o diagnóstico correto no contexto do Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Os principais obstáculos incluem o subdiagnóstico ou diagnóstico tardio em mulheres (por conta da camuflagem social), a falta de profissionais especializados no perfil adulto e feminino, o viés de instrumentos avaliativos antigos e a presença de comorbidades (como ansiedade, depressão ou TDAH) que mascaram as características centrais do autismo.
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
Psicólogo e Neuropsicólogo
@psifernandosegundo
fernandosegundo.com
Psicoterapia presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES
Abraços
-
O hiperfoco é o mesmo que "interesses restritos" no contexto do autismo ?
O hiperfoco é o mesmo que "interesses restritos" no contexto do autismo ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Não. O hiperfoco é uma característica intrínseca do funcionamento neurológico autista, e não um sintoma a ser "tratado" ou "curado". Ele permanece ao longo de toda a vida e pode ser uma grande ferramenta de aprendizado, trabalho e autorregulação na vida adulta.
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
Psicólogo e Neuropsicólogo
@psifernandosegundo
fernandosegundo.com
Psicoterapia presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES
Abraços
-
O hiperfoco em adultos é um sinal de que o autismo não foi bem tratado na infância?
O hiperfoco em adultos é um sinal de que o autismo não foi bem tratado na infância?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Não. O hiperfoco faz parte dos padrões restritos e repetitivos de comportamento e interesses que compõem os critérios diagnósticos do próprio autismo, não sendo considerado uma condição mental paralela ou separada (comorbidade).
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
Psicólogo e Neuropsicólogo
@psifernandosegundo
fernandosegundo.com
Psicoterapia presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES
Abraços
-
O hiperfoco é considerado uma comorbidade no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
O hiperfoco é considerado uma comorbidade no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
O fenômeno do hiperfoco em si funciona de forma semelhante em termos de intensidade, mas sua manifestação e aplicação mudam conforme os recursos de autonomia, comunicação e repertório de vida de cada pessoa, independente do nível de suporte.
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
Psicólogo e Neuropsicólogo
@psifernandosegundo
fernandosegundo.com
Psicoterapia presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES
Abraços
-
O hiperfoco em autistas de nível de suporte 1 é diferente do em nível 3?
O hiperfoco em autistas de nível de suporte 1 é diferente do em nível 3?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Sim, o hiperfoco pode manifestar-se em qualquer nível de suporte do TEA, variando apenas nos temas de interesse, na forma de exploração do objeto e no nível de autonomia para vivenciar esse foco.
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
Psicólogo e Neuropsicólogo
@psifernandosegundo
fernandosegundo.com
Psicoterapia presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES
Abraços
-
O hiperfoco está em todos os níveis de suporte do Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
O hiperfoco está em todos os níveis de suporte do Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Sim. Ele relaciona-se diretamente com a regulação emocional, com a rigidez cognitiva (dificuldade de alternar a atenção para outras tarefas) e com o monotropismo, que é a tendência do cérebro autista de alocar a energia mental em um único canal por vez.
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
Psicólogo e Neuropsicólogo
@psifernandosegundo
fernandosegundo.com
Psicoterapia presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES
Abraços
-
O hiperfoco está ligado a outras características do Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
O hiperfoco está ligado a outras características do Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
O hiperfoco é comum em ambas as faixas etárias. Em crianças, costuma voltar-se a brinquedos, desenhos, animais ou categorias específicas de objetos; em adultos, frequentemente direciona-se a temas acadêmicos, carreiras, robôs de interesse, artes ou causas sociais.
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
Psicólogo e Neuropsicólogo
@psifernandosegundo
fernandosegundo.com
Psicoterapia presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES
Abraços
-
O hiperfoco é mais comum em crianças ou adultos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
O hiperfoco é mais comum em crianças ou adultos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Não necessariamente. Embora os padrões repetitivos ou interesses restritos sejam exigidos no diagnóstico, o autismo é um espectro amplo. Algumas pessoas autistas possuem interesses mais variados ou menos intensos, sem a presença de um hiperfoco marcante em um único assunto.
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
Psicólogo e Neuropsicólogo
@psifernandosegundo
fernandosegundo.com
Psicoterapia presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES
Abraços
-
O hiperfoco é uma característica obrigatória em todas as pessoas autistas?
O hiperfoco é uma característica obrigatória em todas as pessoas autistas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Identifica-se pelo tempo prolongado de dedicação exclusiva a um tema, reação de forte incômodo ao ter o foco interrompido, retenção impressionante de dados detalhados sobre o assunto e preferência por falar ou brincar quase que unicamente sobre essa temática.
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
Psicólogo e Neuropsicólogo
@psifernandosegundo
fernandosegundo.com
Psicoterapia presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES
Abraços
-
Como identificar o hiperfoco em crianças autistas? .
Como identificar o hiperfoco em crianças autistas? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Ele decorre de um funcionamento neurológico caracterizado pelo monotropismo (alocação concentrada de recursos de atenção) e por alterações no circuito de recompensa do cérebro, que encontra profundo bem-estar, autorregulação e previsibilidade ao absorver determinado assunto.
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
Psicólogo e Neuropsicólogo
@psifernandosegundo
fernandosegundo.com
Psicoterapia presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES
Abraços
-
O que causa o hiperfoco no autismo? .
O que causa o hiperfoco no autismo? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Sim, é perfeitamente possível. Nem toda pessoa autista apresenta hiperfoco evidente ou prolongado; a presença de comorbidades como TDAH (tipo desatento) ou diferenças individuais no perfil cognitivo podem fazer com que a atenção seja mais dispersa.
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
Psicólogo e Neuropsicólogo
@psifernandosegundo
fernandosegundo.com
Psicoterapia presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES
Abraços
-
É possível que um autista não tenha hiperfoco? .
É possível que um autista não tenha hiperfoco? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
A camuflagem social (masking), a maior motivação para imitar comportamentos sociais neurotípicos desde a infância, os estereótipos de gênero nas triagens clínicas e hiperfocos em temas socialmente aceitos (como psicologia, literatura ou animais) fazem com que a condição passe despercebida.
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
Psicólogo e Neuropsicólogo
@psifernandosegundo
fernandosegundo.com
Psicoterapia presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES
Abraços
-
O que fazer quando já fiz de tudo? ( de tudo sei que é exagero) só que já procurei ajuda psicológi
O que fazer quando já fiz de tudo? ( de tudo sei que é exagero)
só que já procurei ajuda psicológica( 5 anos), exercício físico, estudos e viver. Mas sempre tenho crises existenciais e medos/fobias. Eu quero ficar bem e faço de tudo para ficar bem, mas sempre volta.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Compreendo perfeitamente o cansaço e a frustração que surgem quando você sente que investe tanta energia em "fazer o certo", mantendo a rotina, os exercícios, os estudos e a terapia por anos, e, ainda assim, as crises existenciais e os medos insistem em retornar. Essa sensação de andar em círculos é extremamente desgastante.
Quando a busca por "ficar bem" se torna um esforço contínuo e exaustivo, vale a pena olhar para o problema sob uma nova perspectiva clínica:
A Armadilha de "Lutar para Ficar Bem": Muitas vezes, a própria exigência e ansiedade em torno de precisar eliminar o desconforto criam uma hipervigilância constante. A mente passa a monitorar cada pensamento existencial ou medo como um sinal de que "tudo voltou", transformando a busca pela cura em uma fonte de estresse por si só.
Refinar a Abordagem Terapêutica: Embora você tenha feito 5 anos de psicologia, nem todas as linhas terapêuticas ou relações com o terapeuta abordam medos e angústias existenciais com a mesma eficácia. Abordagens como a Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) ou a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) focam não em eliminar os pensamentos ruins, mas em mudar a forma como você se relaciona com eles, tirando o poder que eles têm de paralisar a sua vida.
Investigação Psiquiátrica e Neuroquímica: Se os medos e as crises são recorrentes e invasivos a ponto de resistir a mudanças de estilo de vida e psicoterapia prolongada, é fundamental realizar uma avaliação com um Psiquiatra. Alterações na regulação de neurotransmissores podem manter o cérebro em um estado de alarme crônico, e o suporte farmacológico adequado pode ser a chave que falta para dar estabilidade ao seu sistema nervoso.
Resgate do Significado Prático: Em vez de focar na busca por eliminar a angústia existencial, o trabalho clínico muitas vezes se direciona para a construção de um propósito concreto diário — focar naquilo que é valioso e importante para você apesar da presença do medo.
Sentir que tentou de tudo não significa que não haja saída, mas sim que o caminho percorrido até agora precisa de um ajuste de rota técnico e especializado.
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
Psicólogo e Neuropsicólogo
@psifernandosegundo
fernandosegundo.com
Psicoterapia presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES
Abraços
-
O que faz com que o autismo feminino seja subdiagnosticado?
O que faz com que o autismo feminino seja subdiagnosticado?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
As consequências incluem o esgotamento profundo (autistic burnout), perda da sensação de identidade, altos níveis de ansiedade crônica, depressão secundária e o atraso no acesso a apoios terapêuticos e acomodações adequadas.
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
Psicólogo e Neuropsicólogo
@psifernandosegundo
fernandosegundo.com
Psicoterapia presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES
Abraços
-
Quais são as consequências do mascaramento para a mulher autista?
Quais são as consequências do mascaramento para a mulher autista?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Porque meninas frequentemente internalizam o sofrimento em vez de apresentar comportamentos disruptivos na escola, além de utilizarem a imitação social para se integrar a grupos. Ademais, os critérios de avaliação históricos foram formulados com base em amostras predominantemente masculinas.
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
Psicólogo e Neuropsicólogo
@psifernandosegundo
fernandosegundo.com
Psicoterapia presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES
Abraços
Perguntas frequentes
-
Estou querendo tomar chá de unha de gato e uxi amarelo porem tomo sertralina. Posso tomar ?
Não existem estudos clínicos de boa qualidade que garantam a segurança da…