Perguntas do paciente (9291)

  • Como trabalhar a interação social no autismo? .

    Como trabalhar a interação social no autismo? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A interação deve ser trabalhada respeitando os interesses da pessoa, utilizando treinos de habilidades sociais, promovendo encontros estruturados e baseados em atividades práticas ou hiperfocos compartilhados, e ensinando a autoadvocacia em vez de forçar a imitação de comportamentos neurotípicos.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Psicólogo e Neuropsicólogo

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    Abraços


  • Quais são as estratégias para lidar com o isolamento social no Transtorno do Espectro Autista (TEA)

    Quais são as estratégias para lidar com o isolamento social no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Estratégias envolvem buscar grupos de apoio com interesses em comum, cultivar "amizades de baixa manutenção", estabelecer combinados explícitos de convivência, respeitar o tempo de recarga de energia e incentivar a participação em comunidades neurodivergentes.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Psicólogo e Neuropsicólogo

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  • Como o isolamento é um mecanismo de defesa no autismo?

    Como o isolamento é um mecanismo de defesa no autismo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    O isolamento funciona como mecanismo de defesa para conter a sobrecarga sensorial e diminuir o desgaste das interações sociais. Ao se isolar, a pessoa reduz drasticamente o excesso de estímulos externos e ganha espaço para descansar o sistema nervoso e se autorregular.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Psicólogo e Neuropsicólogo

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    Abraços


  • Boa tarde recentemente eu passei por um ataque de pânico desencadeado após um estresse agudo ocasion

    Boa tarde recentemente eu passei por um ataque de pânico desencadeado após um estresse agudo ocasionado por um único uso da Cannabis, tive um ataque de pânico e isso já tem dois meses, vale ressaltar que eu nunca tive problema com ansiedade tão pouco pânico nem mesmo os membros da minha família, foi um ataque totalmente isolado, mas mesmo assim eu fui procurar ajuda a médica psiquiatra, a mesma disse que eu tive um início de estresse pós traumático e me passou uma medicação da qual eu optei por não tomar uma vez que eu já não estava sentindo ansiedade alta e nem medo nenhum, estou sem tomar medicação e estou muito bem saio me divirto brinco converso e faço meu hobby favorito, trabalho normalmente e não me impede de nada, porém eu noto que eu me sinto um pouco apreensivo e os meus pensamentos estão mais intensos, também questiono mais as coisas simples é normal sentir essa apreensão leve, pensamentos mais vividos, ter uma certa hipervigilancia e um certo estranhamento mesmo após dois meses?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Sim, ter essa leve apreensão, um aumento na intensidade dos pensamentos, uma hipervigilância discreta e esse sutil "estranhamento" dois meses após o evento é perfeitamente normal e esperado, mesmo que você já esteja se sentindo bem no dia a dia.

    Quando um ataque de pânico é disparado por uma substância, especialmente no uso isolado de cannabis —, a experiência física e mental de perda de controle atua no cérebro como um choque agudo ao sistema de sobrevivência. A substância pode potencializar a percepção sensorial de forma muito repentina, e o pico de ansiedade resultante é registrado pela amígdala cerebral como uma experiência aterradora. Como você e sua família não tinham histórico prévio de pânico, a novidade do sintoma torna o impacto ainda mais marcante.

    A razão pela qual você ainda nota essas pequenas alterações ocorre por três fatores principais:

    Hipervigilância Residual e "Memória do Trauma": A psiquiatra mencionou um início de resposta ao estresse pós-traumático justamente porque o cérebro, ao passar por um sobressalto intenso, leva semanas ou meses para "desarmar" totalmente a guarda. Ele continua checando a todo momento como você está se sentindo, o que torna os pensamentos mais vívidos e as reflexões cotidianas mais profundas ou questionadoras.

    Sensibilidade à Introspecção (Estranhamento): O ataque de pânico altera temporariamente o modo como processamos as sensações do corpo e da mente. Essa sensação de "estranhamento" nada mais é do que o seu sistema nervoso ainda se recalibrando e tentando garantir que a sensação de perda de controle não vai voltar.

    Resolução sem Medicação: Como você optou por não tomar o psicofármaco e já consegue trabalhar, divertir-se e praticar seus hobbies sem crises de ansiedade alta, o seu cérebro está fazendo essa dessensibilização de forma natural. Isso exige apenas um pouco mais de tempo e repetições de experiências diárias seguras.

    O fato de você estar funcional, sem medo paralisante e conseguindo retomar sua rotina com prazer é um excelente sinal de prognóstico. O caminho agora é continuar lidando com esses pensamentos mais intensos sem dar a eles um peso catastrófico, entenda-os apenas como o "eco" natural de um susto que está terminando de ser processado pelo seu sistema nervoso.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Psicólogo e Neuropsicólogo

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  • É verdade que as pessoas autistas gostam de se isolar?

    É verdade que as pessoas autistas gostam de se isolar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Não é uma regra universal. Muitas pessoas autistas desejam e valorizam a convivência social. O que acontece é a necessidade de momentos de solidão estratégica para recuperar as energias consumidas na socialização e no processamento do ambiente.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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  • O que o diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA) avalia além do isolamento?

    O que o diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA) avalia além do isolamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A avaliação do TEA é ampla e analisa o histórico de desenvolvimento desde a infância, marcos de linguagem, flexibilidade cognitiva, funções executivas, perfil de processamento sensorial, padrões de interesses e o nível de suporte necessário para as atividades diárias.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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  • Por que o isolamento e a preferência por ficar só ocorrem no autismo?

    Por que o isolamento e a preferência por ficar só ocorrem no autismo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A busca pelo isolamento ocorre principalmente como um mecanismo de defesa e autorregulação sensorial. Interagir socialmente exige um grande esforço cognitivo para processar estímulos ambientais e pistas sociais; ficar só permite reduzir essa sobrecarga e recuperar a energia gasta.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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  • É possível ter "Hiperfoco" e não ser autista? . .

    É possível ter "Hiperfoco" e não ser autista? . .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Sim. O hiperfoco é um estado de absorção profunda em uma tarefa ou tema e ocorre com frequência em outras condições de neurodivergência, especialmente no TDAH, em quadros de altas habilidades/superdotação, ou mesmo em pessoas neurotípicas muito engajadas em um projeto.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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  • "Hiperfoco" é sinal de autismo? . .

    "Hiperfoco" é sinal de autismo? . .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Pode ser um dos sinais, mas não é exclusivo nem suficiente para o diagnóstico. No autismo, o hiperfoco costuma estar associado a interesses restritos e fixos, devendo vir acompanhado dos critérios fundamentais de déficits na comunicação/interação social e comportamentos repetitivos.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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  • Como saber se é preciso uma avaliação para investigar autismo?

    Como saber se é preciso uma avaliação para investigar autismo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A avaliação é indicada quando há um histórico de dificuldades persistentes na interação social, exaustão frequente sem causa médica, rigidez na rotina com alto sofrimento diante de mudanças, alteração no processamento sensorial e prejuízos significativos na qualidade de vida ou autonomia.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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  • Todo adulto que suspeita de autismo deve ir em busca de um diagnóstico?

    Todo adulto que suspeita de autismo deve ir em busca de um diagnóstico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A busca pelo isolamento ocorre principalmente como um mecanismo de defesa e autorregulação sensorial. Interagir socialmente exige um grande esforço cognitivo para processar estímulos ambientais e pistas sociais; ficar só permite reduzir essa sobrecarga e recuperar a energia gasta.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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    @psifernandosegundo

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    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Sim. O hiperfoco é um estado de absorção profunda em uma tarefa ou tema e ocorre com frequência em outras condições de neurodivergência, especialmente no TDAH, em quadros de altas habilidades/superdotação, ou mesmo em pessoas neurotípicas muito engajadas em um projeto.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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    @psifernandosegundo

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    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Pode ser um dos sinais, mas não é exclusivo nem suficiente para o diagnóstico. No autismo, o hiperfoco costuma estar associado a interesses restritos e fixos, devendo vir acompanhado dos critérios fundamentais de déficits na comunicação/interação social e comportamentos repetitivos.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A avaliação é indicada quando há um histórico de dificuldades persistentes na interação social, exaustão frequente sem causa médica, rigidez na rotina com alto sofrimento diante de mudanças, alteração no processamento sensorial e prejuízos significativos na qualidade de vida ou autonomia.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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    @psifernandosegundo

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    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Não necessariamente. A decisão é individual. Para muitos, o laudo formal traz alívio, validação de sua história e acesso a acomodações no trabalho ou estudo. Para outros, a autoidentificação e a adoção de estratégias de autocuidado já são suficientes para o bem-estar diário.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Psicólogo e Neuropsicólogo

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  • Qual é a influência do diagnóstico tardio no desenvolvimento em adultos com Transtorno do Espectro A

    Qual é a influência do diagnóstico tardio no desenvolvimento em adultos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    O diagnóstico tardio atua como um divisor de águas, permitindo ao adulto ressignificar traumas e dificuldades do passado sob a ótica da neurodivergência, o que favorece a construção de uma rotina mais adaptada e respeitosa aos seus limites no presente.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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  • Quais são as consequências do diagnóstico tardio do autismo em adultos?

    Quais são as consequências do diagnóstico tardio do autismo em adultos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A falta da identificação precoce pode levar a anos de incompreensão, aumentando o risco do desenvolvimento de comorbidades emocionais (como ansiedade e depressão) e gerando um alto custo energético devido ao esforço constante de camuflagem social (masking).

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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  • Por que autismo é um espectro e não uma doença? .

    Por que autismo é um espectro e não uma doença? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    O autismo é uma condição do neurodesenvolvimento — ou seja, uma forma atípica de o cérebro se estruturar e processar informações —, e não uma enfermidade a ser "curada". É chamado de espectro porque as manifestações e a intensidade dos desafios variam enormemente de pessoa para pessoa.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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  • O que é palilalia no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    O que é palilalia no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Palilalia é uma forma de autoestimulação ou ecolalia verbal na qual a própria pessoa repete, de maneira involuntária ou autoregulatória, as últimas palavras, frases ou sons que ela mesma acabou de emitir.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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  • O que é looping no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    O que é looping no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    O looping (ou perseveração) ocorre quando a pessoa fica presa repetidamente a um mesmo pensamento, assunto, pergunta ou comportamento, encontrando grande dificuldade cognitiva em fazer a transição para outro tema devido à rigidez mental do momento.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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  • O que é autoimagem no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    O que é autoimagem no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A autoimagem é a percepção e o conceito que a pessoa autista constrói sobre si mesma. Quando desenvolvida sem a compreensão adequada do diagnóstico, frequentemente pode ser marcada por sentimentos de inadequação, incompetência ou sensação de inadequação perante os pares.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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  • Quais são as estratégias para fortalecer a autoimagem no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    Quais são as estratégias para fortalecer a autoimagem no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Estratégias envolvem a psicoeducação sobre a neurodiversidade, a identificação e valorização dos pontos fortes e hiperfocos, a validação das necessidades sensoriais, a participação em comunidades neurodivergentes e o incentivo constante à autoadvocacia.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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  • Quais são os fatores que afetam a autoimagem no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    Quais são os fatores que afetam a autoimagem no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Fatores incluem a aceitação e o suporte recebidos nos ambientes familiar, escolar e profissional, a exposição a situações de bullying ou exclusão, a pressão para exercer o masking (camuflagem) e ter ou não o diagnóstico compreendido e validado.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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  • Como diferenciar os tipos de estereotipias no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ? Como tratá-las?

    Como diferenciar os tipos de estereotipias no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ? Como tratá-las?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    As estereotipias variam em motoras (flapping, balanço corporal), verbais (sons, repetição de palavras) e sensoriais (olhar fixo em luzes, alinhamento). Elas não devem ser "tratadas" ou reprimidas se servirem para autorregulação saudável, sendo modificadas com apoio da Terapia Ocupacional apenas se forem autolesivas ou causarem dano físico.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Psicólogo e Neuropsicólogo

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