Perguntas do paciente (9291)

  • Quais são os critérios do diagnóstico para o Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    Quais são os critérios do diagnóstico para o Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Os critérios diagnósticos principais (DSM-5-TR) são: déficits persistentes na comunicação e interação social em múltiplos contextos; e padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades. Esses sintomas devem estar presentes desde o início do desenvolvimento e causar prejuízo funcional significativo.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Psicólogo e Neuropsicólogo

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    Abraços


  • Quais são os níveis e graus de autismo e suas principais características?

    Quais são os níveis e graus de autismo e suas principais características?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Nível 1 (Suporte Leve): Dificuldades na comunicação social e inflexibilidade que causam prejuízos sem o apoio adequado, mas com boa autonomia diária.

    Nível 2 (Suporte Moderado): Déficits marcantes na comunicação verbal e não verbal e dificuldade expressiva em lidar com mudanças.

    Nível 3 (Suporte Severo): Comunicação verbal muito limitada ou ausente e extrema rigidez comportamental, exigindo supervisão constante para atividades diárias.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Psicólogo e Neuropsicólogo

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  • Quais são os comportamentos típicos do Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    Quais são os comportamentos típicos do Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Incluem a busca por rotinas rígidas, a adesão estrita a regras, o alinhamento ou ordenação de objetos, a repetição de frases (ecolalia), o foco profundo e exclusivo em temas de interesse, e sensibilidades ou reações atípicas a sons, texturas e luzes.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Psicólogo e Neuropsicólogo

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  • Quais são os rituais e padrões no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    Quais são os rituais e padrões no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Rituais e padrões são sequências fixas de ações que o indivíduo autista precisa realizar para sentir segurança e previsibilidade (como fazer o mesmo trajeto diário ou comer alimentos em uma ordem exata). Mudar esses rituais pode gerar sofrimento ou ansiedade intensa.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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  • Quais são os comportamentos repetitivos do Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    Quais são os comportamentos repetitivos do Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    São ações repetidas continuamente sem uma finalidade motora aparente para terceiros, como agitar as mãos (flapping), balançar o corpo (rocking), estalar os dedos, repetir palavras ouvidas recentemente (ecolalia) ou abrir e fechar portas compulsivamente.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Psicólogo e Neuropsicólogo

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  • O que é um padrão repetitivo de comportamento no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    O que é um padrão repetitivo de comportamento no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    É a tendência persistente de manifestar movimentos, uso de objetos ou fala de maneira estereotipada e repetitiva, acompanhada de insistência na mesma rotina, interesses altamente fixos e hiper ou hiporreatividade a estímulos sensoriais.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Psicólogo e Neuropsicólogo

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  • Como o Transtorno do Espectro Autista (TEA) pode afetar a capacidade de fazer amigos?

    Como o Transtorno do Espectro Autista (TEA) pode afetar a capacidade de fazer amigos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    O TEA afeta a facilidade em fazer amigos devido às dificuldades em interpretar pistas não verbais, sustentar conversas casuais de reciprocidade, compreender normas implícitas de convivência e tolerar ambientes sociais ruidosos ou imprevisíveis.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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  • O que é preciso para fechar diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    O que é preciso para fechar diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    É necessária uma avaliação clínica detalhada conduzida por médicos (como neuropediatras ou psiquiatras) e psicólogos/neuropsicólogos. O processo reúne entrevistas de anamnese, observação comportamental e aplicação de escalas e testes padronizados para preencher os critérios dos manuais diagnósticos (DSM-5-TR ou CID-11).

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Psicólogo e Neuropsicólogo

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  • Quais são os transtornos mentais que compõem o Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    Quais são os transtornos mentais que compõem o Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    O TEA não é uma soma de múltiplos transtornos mentais, mas um transtorno do neurodesenvolvimento único. No entanto, manuais antigos (como o DSM-IV) dividiam essa categoria em condições hoje unificadas sob o TEA: Transtorno Autista, Transtorno de Asperger e Transtorno Global do Desenvolvimento sem Outra Especificação.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Psicólogo e Neuropsicólogo

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  • Como o Transtorno do Espectro Autista (TEA) afeta a comunicação e a capacidade de interação social?

    Como o Transtorno do Espectro Autista (TEA) afeta a comunicação e a capacidade de interação social?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    O Transtorno do Espectro Autista (TEA) afeta o processamento neurológico da informação social, o que impacta o desenvolvimento espontâneo das habilidades de comunicação verbal e não verbal. Isso altera a forma como o indivíduo percebe, interpreta e responde às pistas sociais, às emoções e às intenções dos outros, tornando as trocas relacionais menos fluidas e exigindo maior esforço cognitivo para navegar no ambiente interpessoal.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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  • Ultimamente (ultimos 2,3 dias) tive uma crise de ansiedade relativamente forte e nesses ultimos dias

    Ultimamente (ultimos 2,3 dias) tive uma crise de ansiedade relativamente forte e nesses ultimos dias venho sentido desconforto e preocupação constante, pressão no peito e etc. sempre que paro pra pensar nisso as vezes acaba piorando mas quando eu relaxo isso passa.

    Isso é normal? Já tive outras crises antes e já estou atrás de encontrar um profissional de saúde, mas queria saber se é uma consequência direta de alguns hábitos ruins (beber muito café e dormir tarde como exemplo)

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Sim, o que você está vivenciando nesses últimos dias é totalmente esperado e muito comum após uma crise de ansiedade forte. Quando enfrentamos um pico de ansiedade, o corpo libera uma quantidade maciça de hormônios do estresse (como adrenalina e cortisol), o que gera um verdadeiro "ressaca física e emocional" nos dias seguintes. A sensação de pressão no peito, o desconforto constante e a preocupação residual são reflexos diretos de um sistema nervoso que ainda está hiperativado e tentando se recalibrar.

    O padrão que você observou, de que o sintoma piora quando você foca nele e alivia quando você relaxa ou se distrai, é a prova concreta de como a hipervigilância funciona. Ao dar atenção contínua à tensão no peito, a sua mente interpreta essa sensação corporal como um sinal de perigo eminente, alimentando o ciclo da ansiedade. Quando você relaxa, o sinal de alarme desliga e a tensão muscular naturalmente cede.

    Em relação aos hábitos, a resposta é um definitivo sim: hábitos ruins não apenas colaboram, mas frequentemente funcionam como gatilhos e combustíveis diretos para as crises e para a manutenção desse estado de alerta.

    Café em Excesso (Cafeína): A cafeína é um estimulante direto do sistema nervoso central. Em doses elevadas, ela mimetiza os sintomas físicos da ansiedade no corpo — aumenta a frequência cardíaca, induz tremores e pode gerar exatamente essa sensação de aperto ou pressão no peito. Para quem já está com o sistema nervoso sensível, o café atua como "gasolina no fogo".

    Privação de Sono / Dormir Tarde: O sono é o principal momento de restauração neurobiológica e regulação emocional. Dormir mal ou muito tarde desregula o eixo do estresse no cérebro, diminui a sua tolerância à frustração e deixa o seu corpo vulnerável, fazendo com que qualquer pequeno estímulo do dia a dia seja processado como uma grande ameaça.

    Estilo de Vida e Vulnerabilidade: A combinação de falta de descanso adequado com estimulantes cria uma base fisiológica frágil, tornando a ocorrência de crises fortes quase uma questão de tempo.

    O fato de você já estar em busca de ajuda profissional é o passo mais importante e correto a se tomar. Enquanto aguarda a consulta, você pode ajudar seu corpo a sair desse estado de alerta ajustando a rotina: reduza (ou pause temporariamente) o consumo de café e energéticos, priorize horários regulares para dormir e pratique a respiração diafragmática nos momentos de tensão no peito. Saber que esse desconforto pós-crise é apenas o "eco" do estresse no seu corpo ajuda a tirar o medo do sintoma, permitindo que ele passe mais rápido.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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  • Quais são os déficits causados pelo Transtorno do Espectro Autista (TEA) na comunicação e na interaç

    Quais são os déficits causados pelo Transtorno do Espectro Autista (TEA) na comunicação e na interação social?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Os principais déficits manifestam-se na dificuldade de iniciar ou manter conversas fluidas, no uso e na interpretação atípicos da linguagem não verbal (como contato visual, expressões faciais e gestos), no compartilhamento reduzido de interesses e emoções, e no desafio constante para compreender contextos sociais sutis, fazer amigos e ajustar o comportamento às diferentes exigências sociais.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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  • Como a reciprocidade social se relaciona com a dificuldade em relações sociais no Transtorno do Espe

    Como a reciprocidade social se relaciona com a dificuldade em relações sociais no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A reciprocidade social é a capacidade de haver uma troca de "mão dupla" nas interações humanas. No TEA, prejuízos na reciprocidade socioemocional dificultam a leitura imediata das reações do outro e a resposta espontânea a esses sinais, o que frequentemente gera desencontros de sintonia, fazendo com que as relações pareçam unilaterais ou exijam um aprendizado mais explícito de regras sociais.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Psicólogo e Neuropsicólogo

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  • . Como os profissionais de saúde abordam a dificuldade na reciprocidade social em pessoas com Transt

    . Como os profissionais de saúde abordam a dificuldade na reciprocidade social em pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Os profissionais utilizam abordagens multidisciplinares, como Treinamento de Habilidades Sociais, Análise do Comportamento Aplicada (ABA) e intervenções de base socioemocional —, ensinando de forma estruturada como identificar pistas relacionais, praticar a escuta atenta, expressar necessidades claramente e navegar em interações cotidianas sem perder a própria autenticidade.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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  • Quais são os principais problemas de comunicação não verbal associados ao déficit na reciprocidade s

    Quais são os principais problemas de comunicação não verbal associados ao déficit na reciprocidade social?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Incluem a dificuldade de sustentação ou integração do contato visual durante a fala, a pouca variação na expressão facial e na linguagem corporal, a rigidez na modulação do tom de voz (prosódia) e os desafios para interpretar a postura, os gestos e a comunicação implícita da pessoa com quem se está interagindo.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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  • A reciprocidade social é a mesma coisa que "autismo social"?

    A reciprocidade social é a mesma coisa que "autismo social"?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Não. O termo "autismo social" é uma expressão informal e impropria, enquanto a reciprocidade social é um constructo técnico que se refere à capacidade interpessoal de troca mútua. A alteração na reciprocidade social é apenas uma das dimensões diagnósticas do Transtorno do Espectro Autista, que também inclui padrões restritos e repetitivos de comportamento e interesses.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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  • Quais são os sinais de déficit na reciprocidade social do Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    Quais são os sinais de déficit na reciprocidade social do Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Os sinais incluem menor resposta a cumprimentos, pouca iniciativa para compartilhar interesses ou sentimentos, dificuldade em manter a troca contínua de uma conversa e respostas não verbais reduzidas.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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  • . O que é reciprocidade social e como ela se manifesta no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    . O que é reciprocidade social e como ela se manifesta no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A reciprocidade social é a capacidade de responder de forma fluida e compartilhada às interações de outra pessoa; no TEA, ela se manifesta com variações na forma de compartilhar emoções, iniciar ou responder a contatos sociais de maneira típica.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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  • Como é realizado o desenvolvimento socioemocional em uma criança autista?

    Como é realizado o desenvolvimento socioemocional em uma criança autista?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    O desenvolvimento socioemocional em uma criança autista ocorre de forma singular, frequentemente exigindo intervenções estruturadas, mediação de adultos, treino de habilidades sociais e uso de recursos visuais para compreender e expressar emoções.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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  • Qual a importância de desenvolver o socioemocional em pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TE

    Qual a importância de desenvolver o socioemocional em pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Desenvolver o socioemocional é fundamental para favorecer a autonomia, fortalecer a autoestima, melhorar a convivência em comunidade, reduzir níveis de ansiedade e prevenir o isolamento social.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Psicólogo e Neuropsicólogo

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