Perguntas do paciente (9291)
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Como o foco no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) difere do hiperfoco?
Como o foco no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) difere do hiperfoco?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi, é um prazer te ter por aqui.
O foco no TOC é um foco involuntário, angustiante e orientado por ameaça. Ele surge quando um pensamento intrusivo ativa o sistema de alarme do cérebro, gerando urgência, medo e sensação de que algo terrível pode acontecer caso a pessoa não “resolva” ou neutralize o pensamento. Esse foco é rígido, repetitivo e drenante, e costuma vir acompanhado de compulsões, ruminação e busca de certeza.
Já o hiperfoco — comum em TDAH e TEA — é um estado de atenção intensa motivada por interesse, prazer ou estímulo. A pessoa mergulha profundamente em uma atividade porque ela é envolvente, não porque é ameaçadora. O hiperfoco pode ser produtivo, criativo e até prazeroso, embora também possa causar prejuízos quando não regulado.
A diferença central está no afeto:
TOC: foco movido por medo, culpa e urgência.
Hiperfoco: foco movido por interesse, curiosidade ou recompensa.
Essa distinção é essencial para diagnóstico e tratamento.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
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Casamento feliz de 24 anos e uma filha de 22 anos. Recentemente meu marido (com 58 anos e eu com 56
Casamento feliz de 24 anos e uma filha de 22 anos. Recentemente meu marido (com 58 anos e eu com 56 anos) se insinuou bissexual com desejo de ficar com um homem e de separar-se. Fiquei em choque, mesmo já desconfiada, porém achava que seria somente fantasias. Não consegui conversar com ele sobre o assunto e então resolvi escrever uma carta, aceitando tudo e tudo bem.. separar. Ele chorou disse que estava enganada que eu estava maluca e que o problema dele era dinheiro. Passaram-se 6 meses, continuo muito ansiosa e noto que sim, ele é bissexual e tem vontade e desejos.., mas tem medo de deixar seu casamento e vergonha de se assumir. Não sei o que fazer
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Entendo perfeitamente o nível de angústia que essa situação traz. Enfrentar a possibilidade de fim de um casamento de 24 anos, somada à confusão e ao recuo do seu marido quando o assunto foi abordado, gera uma sobrecarga emocional imensa e justifica a ansiedade contínua que você tem sentido.
A negação dele ao chorar e dizer que você estava "maluca" pode ter sido uma reação de pânico diante da possibilidade real de exposição ou de perda da estrutura familiar. Quando o medo da rejeição social ou da vergonha se impõe, é comum que a pessoa tente reverter a situação negando o que disse anteriormente.
Para lidar com essa estagnação, o caminho mais indicado é buscar o auxílio de uma terapia individual para você ou de uma terapia de casal. Um espaço terapêutico neutro ajudará a organizar seus sentimentos, estabelecer limites claros e conduzir conversas francas e seguras sobre a realidade do relacionamento e os desejos de cada um, sem contornar a verdade.
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
Psicólogo e Neuropsicólogo
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ola me chamo monique e tenho 27 anos, minha pergunta é, qual profissional tenho que procurar para sa
ola me chamo monique e tenho 27 anos, minha pergunta é, qual profissional tenho que procurar para saber se tenho TDAH, pois trenho dificuldade nas areas de todas digo todas as materias, nao consigo absorver nada .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá Monique, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Para investigar a possibilidade de TDAH (Transtorno do Deficit de Atenção com Hiperatividade) ou outras causas para a dificuldade de aprendizagem e absorção de conteúdo, os profissionais indicados para procurar são o médico psiquiatra e o neuropsicólogo.
O neuropsicólogo realizará uma avaliação neuropsicológica, que consiste em um conjunto de testes e entrevistas mapeando suas funções cognitivas (como atenção sustentada, memória de trabalho e funções executivas). Essa investigação clínica é fundamental para diferenciar o TDAH de outros fatores, como ansiedade, depressão ou questões do processamento de aprendizagem, direcionando o tratamento adequado.
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
Psicólogo e Neuropsicólogo
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Como a autocobrança se relaciona com o TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo) e TPOC (Transtorno de P
Como a autocobrança se relaciona com o TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo) e TPOC (Transtorno de Personalidade Obsessivo-Compulsiva) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi, é um prazer te ter por aqui.
A autocobrança no TOC surge como consequência do medo de errar, causar dano ou perder o controle. A pessoa sente responsabilidade exagerada, busca perfeição moral e teme consequências catastróficas. Essa autocobrança é acompanhada de ansiedade, culpa e compulsões.
No TPOC (Transtorno de Personalidade Obsessivo-Compulsiva), a autocobrança é um traço de personalidade, não um sintoma. A pessoa é rígida, perfeccionista, controladora e extremamente exigente consigo e com os outros. Diferente do TOC, não há obsessões intrusivas nem compulsões motivadas por medo — há rigidez, moralismo e necessidade de ordem.
Em resumo:
TOC: autocobrança movida por ansiedade.
TPOC: autocobrança movida por rigidez e perfeccionismo.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
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Como a análise existencial entende o papel dos espectadores do bullying?
Como a análise existencial entende o papel dos espectadores do bullying?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi, é um prazer te ter por aqui.
A análise existencial entende que os espectadores do bullying não são apenas observadores neutros. Eles têm liberdade de escolher como agir e compartilham responsabilidade existencial na situação. Sua postura, que pode incluir intervir, apoiar ou permanecer passivo, co-constrói a experiência do bullying e reflete a autenticidade ou evasão de sua própria responsabilidade ética. Essa abordagem enfatiza a importância de todos os envolvidos, incluindo os espectadores, na construção de um ambiente saudável e respeitoso.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
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Quais são os pilares da logoterapia que podem ajudar uma vítima de bullying?
Quais são os pilares da logoterapia que podem ajudar uma vítima de bullying?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi, é um prazer te ter por aqui.
Os pilares da logoterapia que podem ajudar uma vítima de bullying incluem a liberdade da vontade, que permite que a pessoa escolha como reagir às experiências de sofrimento; a libertade de escolha, que oferece a possibilidade de escolher a atitude diante das circunstâncias; e a responsabilidade pessoal, que enfatiza a importância de assumir a responsabilidade por suas escolhas e ações. Esses princípios ajudam a vítima a encontrar um sentido e propósito em sua vida, mesmo diante de experiências difíceis como o bullying.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
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Quais técnicas da logoterapia podem ser usadas contra o bullying?
Quais técnicas da logoterapia podem ser usadas contra o bullying?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi, é um prazer te ter por aqui.
A logoterapia é uma abordagem da psicologia clínica que busca a busca pelo sentido, considerada a principal motivação de todos os seres humanos. Ela é reconhecida internacionalmente e se baseia em dados empíricos, sem estar associada a uma doutrina religiosa específica. As técnicas mais conhecidas da logoterapia incluem a derreflexão, a intenção paradoxal e o diálogo socrático. Essas técnicas ajudam os pacientes a encontrar significado e propósito em suas vidas, enfrentando crises existenciais e superando crises.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
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Moro ainda com meus pais e infelizmente ainda nao consegui emprego. Mas o problema é que tenho que c
Moro ainda com meus pais e infelizmente ainda nao consegui emprego. Mas o problema é que tenho que conviver 24h com meu pai que é totalmente tóxico, revoltado com tudo e agressivo verbalmente. Isso vem afetando muito minha saúde mental e até física, mas nao sei como lidar, não consigo simplesmente mudar de casa. Como posso procurar ajuda? Devo começar com psicólogo/psiquiatra? Nao sei como sair dessa situação ou no mínimo não me afetar tanto.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Sim, o melhor caminho inicial é procurar auxílio de um psicólogo, podendo ser necessária também a avaliação de um psiquiatra. O psicólogo ajudará a construir estratégias de proteção emocional, impondo limites psicológicos e reduzindo o impacto das agressões verbais no seu dia a dia, enquanto o psiquiatra poderá intervir medicamentosamente caso a convivência tóxica já tenha desencadeado quadros como depressão ou ansiedade grave. Enquanto não for possível mudar de casa, o acompanhamento profissional foca em fortalecer sua autonomia mental para que o ambiente nocivo não adoeça sua estrutura física e emocional. Mas busque alguém com quem se sinta bem se abrindo.
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
Psicólogo e Neuropsicólogo
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Onde a terapia existencial se encaixa na superação do bullying na vida adulta?
Onde a terapia existencial se encaixa na superação do bullying na vida adulta?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
A terapia existencial encaixa-se na superação do bullying na vida adulta ao focar na reconstrução do sentido de vida, da identidade e da liberdade de escolha do indivíduo. O bullying muitas vezes deixa a sensação de que a pessoa é definida pela rejeição ou pela violência sofrida; a abordagem existencial ajuda o adulto a ressignificar essa história, reassumir a responsabilidade sobre o próprio futuro e resgatar sua autonomia existencial frente às marcas do passado.
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
Psicólogo e Neuropsicólogo
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A terapia existencial é a única abordagem para o bullying?
A terapia existencial é a única abordagem para o bullying?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Não. Diversas outras abordagens psicológicas são altamente eficazes no tratamento das marcas do bullying. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), por exemplo, é amplamente utilizada para reestruturar crenças disfuncionais de incapacidade e tratar a ansiedade social, enquanto a EMDR e a Terapia do Esquema atuam no processamento dos traumas e feridas emocionais gerados pelas humilhações.
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
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Quais os resultados esperados para quem faz terapia existencial após o bullying?
Quais os resultados esperados para quem faz terapia existencial após o bullying?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Os resultados esperados incluem o aumento da autocompaixão e da autoverdade, o fortalecimento do sentimento de liberdade interpessoal, a redução da necessidade de validação externa e a capacidade de tomar decisões alinhadas com os próprios valores, deixando de viver sob a sombra do medo do julgamento ou da rejeição vivenciados no bullying.
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
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A logoterapia pode tratar o trauma do bullying? .
A logoterapia pode tratar o trauma do bullying? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi, é um prazer te ter por aqui.
A logoterapia pode ser uma abordagem útil para ajudar pessoas a lidar com o trauma do bullying, mas não é a única solução. O trauma do bullying pode ser tratado por meio de terapias específicas que focam na ressignificação do sofrimento e na superação do trauma. A logoterapia, ao reconhecer o sofrimento e buscar fortalecer o indivíduo, pode ser uma parte importante do tratamento, mas não deve ser a única abordagem. É importante que os pacientes busquem ajuda de profissionais qualificados que possam oferecer um tratamento abrangente e personalizado para o seu caso.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
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Como a logoterapia ajuda as vítimas de bullying ? .
Como a logoterapia ajuda as vítimas de bullying ? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi, é um prazer te ter por aqui.
A logoterapia ajuda as vítimas de bullying a desenvolver resiliência ao transformar a dor em uma fonte de crescimento. Ela permite que a pessoa reconheça que o sofrimento não define quem ela é, mas pode impulsionar o crescimento. A terapia promove a reflexão sobre o que pode aprender e construir a partir do sofrimento, atuando em áreas do cérebro relacionadas à flexibilidade cognitiva e à autorregulação emocional. Essa mudança de perspectiva ativa áreas do cérebro relacionadas à flexibilidade cognitiva e à autorregulação emocional — elementos-chave para a resiliência. A logoterapia ajuda a vítima a reencontrar o próprio valor, percebendo que sua identidade não se reduz ao papel de quem foi ferido, e que é possível escolher quem deseja ser, mesmo depois de algo que machucou tanto.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
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Boa noite , faço uso de escitalopram a mais de um ano ,e resolvi depois de ter esquecido um dia de t
Boa noite , faço uso de escitalopram a mais de um ano ,e resolvi depois de ter esquecido um dia de tomar , comecei tomar ele um dia sim outro n,fiz isto apenas quatro vezes ,fiquei com medo e voltei a tomar ele regularmente a um dia,posso continuar tomando todos dias ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa noite.
Sim, você pode e deve continuar tomando o escitalopram todos os dias normalmente no seu horário habitual. Essa prática de alternar os dias (tomar "um dia sim, outro não") não é recomendada para o escitalopram porque ele possui uma meia-vida no organismo que exige a tomada diária contínua para manter o nível estável do remédio no sangue. Alternar dias pode provocar oscilações na taxa da medicação e causar sintomas de descontinuação (como tonturas, dores de cabeça, oscilações de humor ou ansiedade). Como você fez isso por apenas quatro vezes e já retomou o uso diário, basta manter a tomada diária regular e informar o seu médico psiquiatra na sua próxima consulta de acompanhamento para que ele avalie seu tratamento.
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
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O que é o mindfulness e como ele se relaciona com o transtorno de personalidade borderline (TPB) ?
O que é o mindfulness e como ele se relaciona com o transtorno de personalidade borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
O mindfulness (ou atenção plena) é a prática de focar a atenção no momento presente, com intenção e sem julgamento. No Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), ele é uma das ferramentas centrais da Terapia Comportamental Dialética (DBT). A prática ajuda a pessoa a observar suas emoções intensas e pensamentos sem agir por impulso, criando um "espaço" entre o sentir e o reagir. Isso fortalece a capacidade de autorregulação emocional, reduz a reatividade em momentos de crise e diminui o sofrimento causado pela ruminação sobre o passado ou medo do abandono no futuro.
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
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Qual o papel da família ao lidar com familiar com transtorno de personalidade borderline (TPB) ?
Qual o papel da família ao lidar com familiar com transtorno de personalidade borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
O papel da família é fundamental e baseia-se em servir como um ambiente de validação emocional e estabilidade. Isso envolve aprender a validar os sentimentos do familiar sem reforçar comportamentos disfuncionais, estabelecer limites claros e saudáveis com firmeza e afeto, manter uma comunicação direta para evitar dinâmicas de invalidação ou conflito, e incentivar a adesão ao tratamento psicológico e psiquiátrico. Além disso, é essencial que os familiares busquem orientação ou suporte psicológico próprio para evitar o esgotamento emocional.
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
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O que acontece quando o bullying piora o transtorno de personalidade borderline (TPB) ?
O que acontece quando o bullying piora o transtorno de personalidade borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Quando uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) vivencia bullying ou um agravamento de situações de humilhação e rejeição, o quadro tende a se descompensar significativamente. Como o TPB traz uma hipersensibilidade ao abandono e à invalidação social, o bullying atua como um gatilho direto, intensificando a instabilidade emocional, a raiva intensa, a impulsividade, o medo de rejeição e o sentimento de vazio. Em casos mais graves, esse estresse interpessoal contínuo pode aumentar a frequência de episódios de automutilação, comportamentos de risco e ideação suicida como tentativas desadaptativas de aliviar a dor emocional.
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
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Olá, recentemente fiz um concurso para carreira policial que continha em média 9 testes, sendo os de
Olá, recentemente fiz um concurso para carreira policial que continha em média 9 testes, sendo os de personalidade: palográfico, pmk e pfister. Acredito que fui bem no pmk e pfister, mas no palográfico como foi o primeiro teste, acho que tremi um pouco. Contudo, penso que mantive um bom distanciamento das linhas e organização. Gostaria de saber se esses testes são avaliados em conjunto ou se apenas o palografico seria capaz de me eliminar.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Em avaliações psicológicas de concursos públicos, o perfil do candidato é analisado a partir do conjunto das técnicas e testes aplicados, e não apenas por uma variável isolada. Os testes projetivos e expressivos (como o Palográfico, o PMK e o Pfister) buscam mapear traços de personalidade, controle de ansiedade, produtividade e agressividade. Um pequeno tremor pontual no início do Palográfico, comum pelo nervosismo do momento, raramente é motivo para inaptidão se a qualidade do traço, o ritmo, o distanciamento e a organização geral se mantiverem adequados. Contudo, cada edital e banca possuem critérios normativos específicos para o perfil do cargo; se o conjunto dos testes e demais indicadores do perfil comportamental estiverem alinhados com o edital, uma pequena oscilação inicial é devidamente contextualizada.
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
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Existem outros traumas que, assim como o bullying, podem influenciar o desenvolvimento do transtorno
Existem outros traumas que, assim como o bullying, podem influenciar o desenvolvimento do transtorno de personalidade borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Sim. O TPB surge tipicamente de uma interação entre vulnerabilidade biológica/genética e ambientes invalidantes ou traumáticos na infância e adolescência. Além do bullying, outros traumas frequentemente associados incluem o abuso físico, emocional ou sexual, negligência física ou afetuosa por parte dos cuidadores, separações parentais conturbadas, perda precoce de figuras de apego, testemunho de violência doméstica ou crescer em um ambiente familiar imprevisível, onde as emoções da criança eram constantemente punidas, ridicularizadas ou ignoradas.
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
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Como a família pode ajudar a pessoa com Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (deficiência intel
Como a família pode ajudar a pessoa com Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (deficiência intelectual) que sofre bullying?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
O Transtorno do Desenvolvimento Intelectual torna a vítima mais vulnerável ao bullying porque a dificuldade de compreensão social pode impedir que ela perceba imediatamente a intenção maldosa ou a manipulação dos agressores. Além disso, limitações na expressão verbal dificultam pedir ajuda ou relatar detalhadamente os abusos sofridos, o que perpetua a situação e intensifica sentimentos de impotência, isolamento, ansiedade e rebaixamento da autoimagem.
Atenciosamente,
Fernando Vicente Rébuli Segundo
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Perguntas frequentes
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Estou querendo tomar chá de unha de gato e uxi amarelo porem tomo sertralina. Posso tomar ?
Não existem estudos clínicos de boa qualidade que garantam a segurança da…