Perguntas do paciente (9094)

  • Quais são os gatilhos da Ansiedade Existencial? .

    Quais são os gatilhos da Ansiedade Existencial? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Os gatilhos incluem momentos de grandes transições de vida (como término de relacionamento ou aposentadoria), perdas de pessoas próximas, aniversários marcantes e o enfrentamento de doenças graves.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Psicólogo e Neuropsicólogo

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    Abraços


  • Como a ansiedade existencial afeta o indivíduo? .

    Como a ansiedade existencial afeta o indivíduo? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Ela afeta o indivíduo gerando uma sensação de hesitação diante das escolhas, paralisação em projetos de longo prazo e uma constante sensação de desencontro em relação ao ambiente.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Psicólogo e Neuropsicólogo

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    Abraços


  • Como a ansiedade existencial se manifesta nos pensamentos?

    Como a ansiedade existencial se manifesta nos pensamentos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Nos pensamentos, ela se expressa como questionamentos em espiral, tais como "qual é o propósito disso?", "estou desperdiçando minha vida?" ou "como lidar com a certeza do fim?".

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Psicólogo e Neuropsicólogo

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  • O que causa ou desencadeia a ansiedade existencial?

    O que causa ou desencadeia a ansiedade existencial?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    É desencadeada por mudanças bruscas na rotina, experiências marcantes de limite ou perda, e pelo amadurecimento natural que exige reavaliação de metas e valores.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Psicólogo e Neuropsicólogo

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  • Quais são as diferenças entre Ansiedade e Ansiedade Existencial ?

    Quais são as diferenças entre Ansiedade e Ansiedade Existencial ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A diferença principal é que a ansiedade fisiológica/comum é uma reação de medo a um perigo delimitado, enquanto a ansiedade existencial é um estado reflexivo e contínuo sobre a própria condição humana.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Psicólogo e Neuropsicólogo

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  • O que é ansiedade existencial e qual é a melhor maneira de lidar com essa forma de ansiedade?

    O que é ansiedade existencial e qual é a melhor maneira de lidar com essa forma de ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A ansiedade existencial é a angústia frente ao sentido e à finitude da vida; a melhor maneira de manejá-la é alinhando ações diárias aos seus valores reais e aceitando a imperfeição inerente ao viver.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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  • O que é Ansiedade existencial aguda e momentânea com questionamentos existenciais?

    O que é Ansiedade existencial aguda e momentânea com questionamentos existenciais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Trata-se de um episódio repentino e passageiro de aflição intensa disparado por um questionamento profundo (como a percepção do tempo ou uma perda iminente), que costuma ceder à medida que a pessoa se reorganiza e retorna às suas atividades habituais.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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  • Quais são as maneiras positivas de lidar com uma crise existencial ?

    Quais são as maneiras positivas de lidar com uma crise existencial ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Maneiras positivas de lidar com uma crise existencial incluem acolher a dúvida sem pânico, identificar e praticar valores alinhados com o que é importante para você, fortalecer vínculos afetivos, focar em ações no presente e buscar psicoterapia especializada para transformar a angústia em responsabilidade pessoal.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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  • A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é eficaz no tratamento da ansiedade existencial?

    A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é eficaz no tratamento da ansiedade existencial?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Sim, a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é muito eficaz, pois ajuda a identificar e reestruturar padrões de pensamentos disfuncionais e ruminações, estimula a aceitação da incerteza e ensina estratégias comportamentais para focar na vida prática.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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  • É possível superar completamente a ansiedade existencial?

    É possível superar completamente a ansiedade existencial?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    É possível superar o estado de sofrimento paralisante e as crises, aprendendo a conviver com as inquietações existenciais de forma madura e construtiva, sem que elas interfiram no seu bem-estar ou tragam prejuízos ao seu cotidiano.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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  • Ansiedade existencial é um transtorno mental? .

    Ansiedade existencial é um transtorno mental? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Não, a ansiedade existencial não é classificada como um transtorno mental pelos manuais diagnósticos (como o DSM ou a CID); trata-se de uma dimensão e inquietação inerentes à própria condição e consciência humana.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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    Abraços


  • Tenho um filho de 7 anos que começou a falar sobre os seus pensamentos, em vários momentos do dia. C

    Tenho um filho de 7 anos que começou a falar sobre os seus pensamentos, em vários momentos do dia. Contextualizando: Ele faz esporte e começou a retroceder, pois sentia que não estava indo bem da forma que o pai queria, visto que o pai é expressivo nas reações. Logo começou a contar sobre os seus pensamentos. No início era sobre achar uma menina bonita e querer namorar ela. Depois era sobre achar que tudo era "bosta" (pai, mãe, uma música, uma oração). E agora começou a falar que acha que é uma menina (até mesmo já chegou a falar que pensou em dar um beijo em um amiguinho). Já conversei muito com ele explicando as diferenças sobre um menino e uma menina. Mas ainda continua e não estou sabendo como lidar com essa situação. Podem me aconselhar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Crianças nessa idade podem expressar pensamentos intrusivos e buscar narrativas verbais para testar limites e aliviar a ansiedade provocada pela pressão de corresponder às expectativas dos pais; o caminho envolve alinhar com o pai a redução da cobrança nos esportes, acolher as falas da criança sem reagir com alarme ou repreensão excessiva e buscar orientação com um psicólogo infantil para avaliar e mediar o desenvolvimento emocional dele.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Psicólogo e Neuropsicólogo

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  • Há aproximadamente 6 horas, por volta das 4h30 da manhã, após um período de grande tristeza e choro,

    Há aproximadamente 6 horas, por volta das 4h30 da manhã, após um período de grande tristeza e choro, passei por uma mudança profunda e repentina no meu estado emocional e na minha expressão facial. A transição foi abrupta, em menos de uma hora. Meu rosto, que antes era expressivo, agora está em um estado "neutro". Minha expressão é relaxada, mas outras pessoas podem interpretá-la como desinteresse ou até nojo. Meus olhos estão um pouco fechados, como se não tivessem força para abrir por completo.

    A mudança não é apenas na minha aparência. Minha voz ficou mais calma e lenta. Não sinto mais vontade de fazer brincadeiras ou de ter interações sociais mais próximas, preferindo a solitude. No geral, me sinto emocionalmente apático: não estou feliz nem triste.

    Esse estado se mantém constante desde então, sem aumentar ou diminuir. Ele surgiu em meio a um período de grande estresse com a procura por emprego, dificuldades financeiras e a falta de motivação para estudar. A principal emoção que sinto é a ausência de emoções, e o paradoxo é que, apesar de parecer um estado negativo, me sinto aliviado e em paz.

    Minha maior preocupação é que essa mudança seja uma reação permanente ao estresse.

    Como a psicologia explica uma mudança tão repentina no comportamento e na expressão facial, especialmente quando o estado se mantém por horas? É possível que essa apatia se torne permanente como uma nova forma de lidar com a vida?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Essa mudança abrupta para um estado de neutralidade e apatia emocional após um período de intenso estresse é explicada na psicologia e na neurobiologia como um mecanismo de defesa psíquico (como a dissociação ou um estado de embotamento afetivo/despersonalização) para proteger o organismo da sobrecarga emocional prolongada; trata-se de uma resposta adaptativa temporária de "desligamento" para poupar energia, e não de uma mudança permanente de personalidade, sendo essencial passar por avaliação médica e psicológica para acompanhar a evolução e evitar o isolamento.

    Tudo na sua vida pode ser permanente, isso depende de você, mas tente buscar o seu estilo e ritmo de vida, você é capaz disso!

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Psicólogo e Neuropsicólogo

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    Abraços


  • Estou passando por uma mudança profunda e repentina na minha expressão facial e estado emocional. Me

    Estou passando por uma mudança profunda e repentina na minha expressão facial e estado emocional. Meu rosto, que antes era expressivo, agora está em um estado "neutro". Minha expressão é relaxada, mas outras pessoas podem interpretá-la como desinteresse ou até nojo. Meus olhos estão um pouco fechados, como se não tivessem força para abrir por completo.

    A mudança não é apenas na minha aparência. Minha voz ficou mais calma e lenta. Não sinto mais vontade de fazer brincadeiras ou de ter interações sociais mais próximas, preferindo a solitude. No geral, me sinto emocionalmente apático: não estou feliz nem triste.

    Esse estado surgiu após um período de grande estresse com a procura por emprego, dificuldades financeiras e a falta de motivação para estudar. A principal emoção que sinto é a ausência de emoções, e o paradoxo é que, apesar de parecer um estado negativo, me sinto aliviado e em paz.

    A minha expressão e sentimentos são muito parecidos com os de um personagem de série que demonstra apatia. Minha maior preocupação é que essa mudança seja uma reação permanente ao estresse.

    Como a psicologia explica uma mudança tão repentina no comportamento e na expressão facial? É possível que essa apatia se torne permanente como uma nova forma de lidar com a vida?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Abraços

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Essa mudança abrupta para um estado de neutralidade e apatia emocional após um período de intenso estresse é explicada na psicologia e na neurobiologia como um mecanismo de defesa psíquico (como a dissociação ou um estado de embotamento afetivo/despersonalização) para proteger o organismo da sobrecarga emocional prolongada; trata-se de uma resposta adaptativa temporária de "desligamento" para poupar energia, e não de uma mudança permanente de personalidade, sendo essencial passar por avaliação médica e psicológica para acompanhar a evolução e evitar o isolamento.

    Continue firme, tente buscar o estilo e ritmo de vida que você gosta e se sente bem.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

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    Abraços


  • Recentemente passei por uma situação de grande estresse ( isso tem cerca de 1 mês e 10 dias ) ocasio

    Recentemente passei por uma situação de grande estresse ( isso tem cerca de 1 mês e 10 dias ) ocasionando em um ataque de pânico, vale ressaltar que só tive 1 ataque, e desde então nunca mais tive, nunca havia passado por isso, nunca tive problema com ansiedade elevada.
    Fui ao médico e ela disse que tive um início de estresse pós traumático, não precisei de medicação por ser um algo pontual e não estar sentindo ansiedade elevada e não ter tido mais ataques.
    Porém me sinto estranho, sempre estou preocupado, também sinto que minhas emoções estão mais sensível “emoções a flor da pele”.
    No geral sinto a melhora progressivamente a cada dia que passa vou relaxando mais, porém penso no acontecimento e fico hipervigilando essas sensações de preocupação excessiva, é normal sentir essa preocupação excessiva após uma situação como essa? Sempre sentir essa tensão? Emotividade mais elevada?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Sim, é absolutamente normal sentir preocupação excessiva, tensão corporal e emotividade à flor da pele após um ataque de pânico e um evento de grande estresse, pois o seu sistema nervoso permanece em estado de hipervigilância na tentativa de "proteger" você de novas ameaças; à medida que você percebe a melhora diária e evita vigiar ativamente suas sensações corporais, o seu organismo tende a recuperar gradualmente o estado natural de relaxamento.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Psicólogo e Neuropsicólogo

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    Abraços


  • Terminei há 5 meses um relacionamento abusivo com alguém com borderline e desde então tenho sofrido

    Terminei há 5 meses um relacionamento abusivo com alguém com borderline e desde então tenho sofrido muito com pensamentos intrusivos, ruminação e sintomas de TOC. Tenho lido sobre ‘trauma bonding’ (ou vínculo traumático / dependência emocional), e sinto que isso descreve bem meu apego e a dificuldade de seguir em frente. Procuro um(a) psicólogo(a) que tenha experiência tanto em TOC quanto em questões de dependência emocional / vínculos abusivos.

    Minha dúvida é: existe alguma linha de terapia que trabalhe de forma integrada esses dois aspectos (TOC e vínculo traumático)? Qual abordagem seria mais eficaz nesse caso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) integrada à Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) e à Terapia do Esquema são as abordagens mais eficazes para esse cenário, pois trabalham simultaneamente a interrupção das ruminações e rituais do TOC (por meio da exposição e prevenção de resposta) e o reprocessamento dos padrões emocionais e do vínculo traumático desenvolvidos no relacionamento.

    Mas para além da abordagem o mais recomendado é que você busque algum/a profissional que te faça bem e que você se sinta confortável em se abrir.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Psicólogo e Neuropsicólogo

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    Abraços


  • Tive um episódio único de pânico e paranoia intensa após usar maconha há alguns meses. Eu não uso ma

    Tive um episódio único de pânico e paranoia intensa após usar maconha há alguns meses. Eu não uso mais , mas às vezes, quando lembro do que aconteceu, sinto a respiração ficar um pouco pesada e um leve aperto no peito. Além disso, sinto uma desconfiança específica em relação a um amigo que estava presente. Racionalmente sei que ele não é uma ameaça, mas não consigo evitar o sentimento. Essa reação física e emocional ao lembrar do evento é mais característica de uma resposta de trauma ou de um sintoma de paranoia contínua?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A interrupção brusca por conta própria pode causar sintomas severos de abstinência e prejudicar seu bem-estar na gestação; por isso, não interrompa o uso sem orientação e converse urgentemente com seu obstetra e com o psiquiatra para alinhar um desmame gradual e seguro ou a substituição por uma medicação mais adequada para você e para o bebê.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Psicólogo e Neuropsicólogo

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  • Faço o uso De amitriptilina tomava 75 diminuir pra 50 e engravidei diminuir pra 25 já tentei para

    Faço o uso
    De amitriptilina tomava 75 diminuir pra 50 e engravidei diminuir pra 25 já tentei para mais não durmo senti dor de cabeça fico tão ruir falei pro médico ele disse que tinha qe para mais não consigo e as vez fico sem toma por causa do BB com medo de faz mal a ele mais eu passo o dia ruir e não passo a noite bem não dormi não sei o que eu faço

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Assumir as escolhas com liberdade e responsabilidade envolve reconhecer que toda decisão traz renúncias inerentes, aceitar as consequências dos próprios atos sem transferir a culpa a terceiros e agir de forma coerente com os seus valores pessoais mais profundos.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Psicólogo e Neuropsicólogo

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  • Como posso assumir com mais liberdade e responsabilidade pelas minhas escolhas?

    Como posso assumir com mais liberdade e responsabilidade pelas minhas escolhas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Assumir as escolhas com liberdade e responsabilidade exige reconhecer que decidir implica renunciar a outras possibilidades, assumindo os riscos das próprias ações sem responsabilizar terceiros e agindo sempre em alinhamento com os seus valores morais e existenciais.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Psicólogo e Neuropsicólogo

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  • De que forma posso lidar com a solidão e o sentimento de vazio?

    De que forma posso lidar com a solidão e o sentimento de vazio?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Lida-se com a solidão e o vazio transformando a isolamento em solitude proveitosa, cultivando o autoconhecimento, fortalecendo laços afetivos autênticos e engajando-se em atividades práticas que atribuam valor e presença ao seu cotidiano.

    Atenciosamente,

    Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Psicólogo e Neuropsicólogo

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Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.