Perguntas do paciente (9094)

  • O que é o Transtorno intelectual borderline ( limítrofe ) ?

    O que é o Transtorno intelectual borderline ( limítrofe ) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    É um nível de funcionamento cognitivo entre o típico e a deficiência intelectual, geralmente com QI entre 70 e 85. A pessoa apresenta dificuldades em abstração, planejamento e aprendizagem, mas mantém autonomia parcial. Não é um transtorno, e sim uma condição cognitiva que exige suporte educacional e adaptativo.

    Atenciosamente,
    Psicólogo Fernando Segundo
    @psifernandosegundo
    fernandosegundo.com
    Atendimento presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES
    Abraços


  • Quais são os fatores de risco do funcionamento intelectual borderline (limítrofe) ?

    Quais são os fatores de risco do funcionamento intelectual borderline (limítrofe) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Fatores de risco incluem prematuridade, baixo peso ao nascer, complicações gestacionais, histórico familiar, pobreza extrema, privação cognitiva, traumas precoces, infecções neurológicas e exposição a toxinas. Quanto mais fatores acumulados, maior a probabilidade de impacto cognitivo.

    Atenciosamente,
    Psicólogo Fernando Segundo
    @psifernandosegundo
    fernandosegundo.com
    Atendimento presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES
    Abraços


  • Quais são as causas do funcionamento intelectual borderline (limítrofe) ?

    Quais são as causas do funcionamento intelectual borderline (limítrofe) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Fatores incluem impulsividade elevada, dificuldade em tolerar frustração, vínculos instáveis, medo de rejeição, crises intensas, comorbidades como uso de substâncias, falta de suporte social e intervenções pouco estruturadas. A qualidade do vínculo terapêutico é o maior fator protetor contra abandono.

    Atenciosamente,
    Psicólogo Fernando Segundo
    @psifernandosegundo
    fernandosegundo.com
    Atendimento presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES
    Abraços


  • Como lidar com as mudanças neuroplásticas durante o luto?

    Como lidar com as mudanças neuroplásticas durante o luto?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Oi, talvez neuroplasticidade não seja o conceito que você estar buscando. Mas há uma relação entre a integração de várias regiões do cérebro responsáveis pela dor, emoções, memorias e regulação.

    Se estiver em sofrimento, dúvida, tiver mais questões sobre psicoterapia ou precisar demais informações sobre processos de avaliação, estratégias de intervenção, psicoterapia, direitos ou recursos disponíveis, estou à disposição para ajudar. O diálogo aberto contribui para construir caminhos melhores.
    Abraços


  • A dor do luto pode ser transformada em algo positivo?

    A dor do luto pode ser transformada em algo positivo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Pode sim!

    Se estiver em sofrimento, dúvida, tiver mais questões sobre psicoterapia ou precisar demais informações sobre processos de avaliação, estratégias de intervenção, psicoterapia, direitos ou recursos disponíveis, estou à disposição para ajudar. O diálogo aberto contribui para construir caminhos melhores.
    Abraços


  • Como a aceitação da perda se relaciona com a neuroplasticidade?

    Como a aceitação da perda se relaciona com a neuroplasticidade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo



    Hum, que tipo de perda? Geralmente a neuroplasticidade não tem esse tipo de relação, consegue dar algum exemplo?

    Se estiver em sofrimento, dúvida, tiver mais questões sobre psicoterapia ou precisar demais informações sobre processos de avaliação, estratégias de intervenção, psicoterapia, direitos ou recursos disponíveis, estou à disposição para ajudar. O diálogo aberto contribui para construir caminhos melhores.
    Abraços


  • Como a neuroplasticidade pode ajudar durante as crises de borderline?

    Como a neuroplasticidade pode ajudar durante as crises de borderline?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    A neuroplasticidade é a capacidade do cérebro de se reorganizar, formando novas conexões neuronais ao longo da vida. Essa característica é especialmente relevante para quem convive com o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), já que permite a adaptação do cérebro diante de experiências, terapias e práticas cotidianas, ajudando a enfrentar as crises emocionais recorrentes.
    Durante uma crise de borderline, caracterizada por emoções intensas, impulsividade e dificuldade em regular sentimentos, o cérebro tende a recorrer a padrões antigos de resposta, muitas vezes baseados em reações automáticas de defesa, evitação ou explosão. No entanto, graças à neuroplasticidade, é possível “ensinar” o cérebro a responder de formas diferentes, mais saudáveis e adaptativas.
    Exemplo 1: Aprendizagem de estratégias de regulação emocional
    Quando uma pessoa borderline prática técnicas de regulação emocional, como respiração profunda, atenção plena ou meditação, ela estimula circuitos cerebrais que ajudam a controlar emoções intensas. Com o tempo e a repetição desses exercícios, o cérebro fortalece essas rotas, tornando mais fácil acessar essas estratégias em momentos de crise.
    • Por exemplo, ao praticar atenção plena diariamente, o cérebro aprende a reconhecer emoções sem julgamento e a desenvolver um “espaço” entre o impulso e a ação.
    Exemplo 2: Terapia Dialética-Comportamental (TDC)
    Terapias específicas para TPB, como a TDC, trabalham com habilidades de tolerância ao estresse, regulação emocional e relacionamento interpessoal. A prática continuada dessas habilidades, seja em grupo ou individualmente, cria novas redes neurais associadas à resposta saudável ao estresse.
    • Por exemplo, uma pessoa que aprende a usar técnicas de distração durante uma crise está construindo caminhos alternativos no cérebro, enfraquecendo o hábito de recorrer à autolesão ou explosões emocionais.
    Exemplo 3: Reestruturação de pensamento
    Através de técnicas como a reestruturação cognitiva, é possível identificar padrões de pensamento disfuncionais e substituí-los por ideias mais realistas e positivas. Com o tempo, a repetição desse processo cria novas conexões cerebrais, tornando os pensamentos negativos menos automáticos.
    • Por exemplo, se durante uma crise a pessoa consegue pausar e questionar a veracidade do pensamento “ninguém se importa comigo”, ela estimula o cérebro a buscar interpretações alternativas, reduzindo o impacto de crenças autodepreciativas.
    Exemplo 4: Fortalecimento dos vínculos sociais
    Relacionamentos saudáveis e apoio social também estimulam a neuroplasticidade. À medida que a pessoa experimenta interações positivas e seguras, o cérebro aprende novos modos de confiar, se expressar e buscar ajuda, enfraquecendo circuitos relacionados ao isolamento e à desconfiança.
    • Por exemplo, ao buscar acolhimento em um grupo de apoio, a pessoa vivencia novas experiências emocionais, que vão sendo registradas e reforçadas pelo cérebro ao longo do tempo.

    Se estiver em sofrimento, dúvida, tiver mais questões sobre psicoterapia ou precisar demais informações sobre processos de avaliação, estratégias de intervenção, psicoterapia, direitos ou recursos disponíveis, estou à disposição para ajudar. O diálogo aberto contribui para construir caminhos melhores.
    Abraços


  • Como posso lidar com uma crise do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    Como posso lidar com uma crise do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Oi, poxa, espero poder ajudar, pois é preciso ter um pouco de prática e acompanhamento, mesmo assim é possível conseguir sozinho/a.
    Você por tentar reconhecer quando a crise está se formando. Comece anotando em um caderno contextos e momentos em que acontecem:
    Mudanças bruscas de humor, sensação de vazio ou de abandono iminente
    Pensamentos autodepreciativos ou distorcidos (“ninguém se importa comigo”, “vou ser rejeitado”)
    Impulsividade, vontade de se isolar ou agir de forma autodestrutiva
    Sentimentos intensos de raiva, tristeza ou ansiedade
    Perceber esses indícios com antecedência pode permitir buscar ajuda ou aplicar estratégias antes que a crise atinja seu auge.

    Depois disso tente praticar
    Respiração consciente: Inspire profundamente pelo nariz, segure o ar por alguns instantes e expire devagar pela boca. Repita até sentir o corpo relaxar.
    Nomeie o que sente: Dizer em voz alta ou escrever como está se sentindo pode ajudar a organizar os pensamentos e diminuir a intensidade emocional.
    Encontre um “porto seguro”: Se possível, vá para um local tranquilo, coloque uma música suave ou envolva-se em algo que traga conforto.
    Pergunte-se: “O que eu diria a um amigo que estivesse sentindo isso?”
    Busque evidências que contradigam o pensamento catastrófico.
    Lembre-se de momentos em que superou algo difícil.

    Com um tempo você consegue, se precisar de mais alguma coisa me chama.

    Se estiver em sofrimento, dúvida, tiver mais questões sobre psicoterapia ou precisar demais informações sobre processos de avaliação, estratégias de intervenção, psicoterapia, direitos ou recursos disponíveis, estou à disposição para ajudar. O diálogo aberto contribui para construir caminhos melhores.
    Abraços


  • Como identificar os sinais de uma crise do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    Como identificar os sinais de uma crise do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Oi, eu acho que respondi mais ou menos na pergunta anterior, então vou manter uma resposta mais completa para suas duas perguntas.
    Você por tentar reconhecer quando a crise está se formando. Comece anotando em um caderno contextos e momentos em que acontecem:
    Mudanças bruscas de humor, sensação de vazio ou de abandono iminente
    Pensamentos autodepreciativos ou distorcidos (“ninguém se importa comigo”, “vou ser rejeitado”)
    Impulsividade, vontade de se isolar ou agir de forma autodestrutiva
    Sentimentos intensos de raiva, tristeza ou ansiedade
    Perceber esses indícios com antecedência pode permitir buscar ajuda ou aplicar estratégias antes que a crise atinja seu auge.

    Depois disso tente praticar
    Respiração consciente: Inspire profundamente pelo nariz, segure o ar por alguns instantes e expire devagar pela boca. Repita até sentir o corpo relaxar.
    Nomeie o que sente: Dizer em voz alta ou escrever como está se sentindo pode ajudar a organizar os pensamentos e diminuir a intensidade emocional.
    Encontre um “porto seguro”: Se possível, vá para um local tranquilo, coloque uma música suave ou envolva-se em algo que traga conforto.
    Pergunte-se: “O que eu diria a um amigo que estivesse sentindo isso?”
    Busque evidências que contradigam o pensamento catastrófico.
    Lembre-se de momentos em que superou algo difícil.

    Com um tempo você consegue, se precisar de mais alguma coisa me chama.

    Se estiver em sofrimento, dúvida, tiver mais questões sobre psicoterapia ou precisar demais informações sobre processos de avaliação, estratégias de intervenção, psicoterapia, direitos ou recursos disponíveis, estou à disposição para ajudar. O diálogo aberto contribui para construir caminhos melhores.
    Abraços


  • A neuroplasticidade pode ser aplicada em outras condições além do Transtorno de Personalidade Border

    A neuroplasticidade pode ser aplicada em outras condições além do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Oi, na verdade o importante é utilizar uma forma de aprendizagem, estímulos e desafio para o cérebro para que possa aumentar a capacidade de neuroplasticidade. Pois dar para fazer um uso da neuroplasticidade para quase todas as demandas humanas, mas a melhor forma de prevenir é aumentar a capacidade do cérebro de buscar novas conexões.

    Se estiver em sofrimento, dúvida, tiver mais questões sobre psicoterapia ou precisar demais informações sobre processos de avaliação, estratégias de intervenção, psicoterapia, direitos ou recursos disponíveis, estou à disposição para ajudar. O diálogo aberto contribui para construir caminhos melhores.
    Abraços


  • Como a família e os amigos podem apoiar uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)

    Como a família e os amigos podem apoiar uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) no processo de neuroplasticidade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Excelente questão, podemos dizer que família e amigos/as são a Rede de Apoio de uma pessoa. Um dos segredos é conversar abertamente com a Rede de Apoio e informar em quais momentos e circunstância seria bom ter ajuda, assim a pessoa tem um suporte personalizado e de acordo com as demandas individuais.

    Se estiver em sofrimento, dúvida, tiver mais questões sobre psicoterapia ou precisar demais informações sobre processos de avaliação, estratégias de intervenção, psicoterapia, direitos ou recursos disponíveis, estou à disposição para ajudar. O diálogo aberto contribui para construir caminhos melhores.
    Abraços


  • Como posso acalmar uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) em crise?

    Como posso acalmar uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) em crise?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Oi, mais uma excelente questão. O ideal é que você tendo conhecimento da pessoa com TPB, converse com ela/e em dias comuns para saber o que ela/e gostaria que você fizesse nos momentos em que as crises acontecem. Assim você vai saber as coisas que funcionam, pois por exemplo, algumas pessoas gostam de se sentirem seguras, outras gostam de se sentirem livres nesses momentos, se eu te disser o que pode ser feito, você pode causar mais irritabilidade, por isso, tente mesmo descobrir junto com a pessoa quais são as coisas que ela/e vai conseguir se acalmar.


    Se estiver em sofrimento, dúvida, tiver mais questões sobre psicoterapia ou precisar demais informações sobre processos de avaliação, estratégias de intervenção, psicoterapia, direitos ou recursos disponíveis, estou à disposição para ajudar. O diálogo aberto contribui para construir caminhos melhores.
    Abraços


  • Como podemos lidar com uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    Como podemos lidar com uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Conversando com ela, se tornando parte da rede de apoio, incentivando a pessoa nas coisas que ela quer e gosta de fazer e não nas coisas que as pessoas querem para ela, isso já é um bom passo.
    Se estiver em sofrimento, dúvida, tiver mais questões sobre psicoterapia ou precisar demais informações sobre processos de avaliação, estratégias de intervenção, psicoterapia, direitos ou recursos disponíveis, estou à disposição para ajudar. O diálogo aberto contribui para construir caminhos melhores.
    Abraços


  • Como é o comportamento de alguém com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    Como é o comportamento de alguém com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    De acordo com a Organização Mundial da Saúde na Classificação Internacional de Doenças (CID-11) o Transtorno de Personalidade Borderline é caracterizado por instabilidade emocional, comportamentos impulsivos e dificuldades nos relacionamentos interpessoais. Existem dois tipos principais: o tipo impulsivo, que apresenta instabilidade emocional e falta de controle dos impulsos, e o tipo borderline, que inclui perturbações da auto-imagem e uma sensação crônica de vacuidade. A classificação correta é essencial para um diagnóstico adequado e para a elaboração de um plano de tratamento eficaz.

    Se estiver em sofrimento, dúvida, tiver mais questões sobre psicoterapia ou precisar demais informações sobre processos de avaliação, estratégias de intervenção, psicoterapia, direitos ou recursos disponíveis, estou à disposição para ajudar. O diálogo aberto contribui para construir caminhos melhores.
    Abraços


  • Quais são os sintomas comuns do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    Quais são os sintomas comuns do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    De acordo com a Organização Mundial da Saúde na Classificação Internacional de Doenças (CID-11) o Transtorno de Personalidade Borderline é caracterizado por instabilidade emocional, comportamentos impulsivos e dificuldades nos relacionamentos interpessoais. Existem dois tipos principais: o tipo impulsivo, que apresenta instabilidade emocional e falta de controle dos impulsos, e o tipo borderline, que inclui perturbações da auto-imagem e uma sensação crônica de vacuidade. A classificação correta é essencial para um diagnóstico adequado e para a elaboração de um plano de tratamento eficaz.

    Se estiver em sofrimento, dúvida, tiver mais questões sobre psicoterapia ou precisar demais informações sobre processos de avaliação, estratégias de intervenção, psicoterapia, direitos ou recursos disponíveis, estou à disposição para ajudar. O diálogo aberto contribui para construir caminhos melhores.
    Abraços


  • . Como a imaturidade patológica é tratada em pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB

    . Como a imaturidade patológica é tratada em pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Oi, Primeiro é necessário descobrir o que gerou essa imaturidade, se são fatores ambientais, fatores psicológicos, fatores sociais ... Para depois estabelecer qual o melhor percurso terapêutico.
    Se estiver em sofrimento, dúvida, tiver mais questões sobre psicoterapia ou precisar demais informações sobre processos de avaliação, estratégias de intervenção, psicoterapia, direitos ou recursos disponíveis, estou à disposição para ajudar. O diálogo aberto contribui para construir caminhos melhores.
    Abraços


  • . Como diagnosticar a imaturidade patológica no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    . Como diagnosticar a imaturidade patológica no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Oi, Primeiro é necessário descobrir o que gerou essa imaturidade, se são fatores ambientais, fatores psicológicos, fatores sociais ... Para depois estabelecer qual o melhor percurso terapêutico.
    Se estiver em sofrimento, dúvida, tiver mais questões sobre psicoterapia ou precisar demais informações sobre processos de avaliação, estratégias de intervenção, psicoterapia, direitos ou recursos disponíveis, estou à disposição para ajudar. O diálogo aberto contribui para construir caminhos melhores.
    Abraços


  • Quais os riscos da imaturidade patológica no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) sem tratam

    Quais os riscos da imaturidade patológica no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) sem tratamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo


    A imaturidade patológica não tratada no Transtorno de Personalidade Borderline pode agravar impulsividade, instabilidade emocional, conflitos interpessoais, isolamento social, automutilação e risco aumentado de suicídio. Sem intervenção, há maior dificuldade em construir autonomia, desenvolver vínculos saudáveis e lidar com frustrações, prejudicando significativamente a qualidade de vida.
    Se estiver em sofrimento, dúvida, tiver mais questões sobre psicoterapia ou precisar demais informações sobre processos de avaliação, estratégias de intervenção, psicoterapia, direitos ou recursos disponíveis, estou à disposição para ajudar. O diálogo aberto contribui para construir caminhos melhores.
    Abraços


  • . Qual a diferença entre imaturidade normal e imaturidade patológica no Transtorno de Personalidade

    . Qual a diferença entre imaturidade normal e imaturidade patológica no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    A diferença deve ser observada em alguns fatores, como Tempo, Intensidade e Frequência.
    Se estiver em sofrimento, dúvida, tiver mais questões sobre psicoterapia ou precisar demais informações sobre processos de avaliação, estratégias de intervenção, psicoterapia, direitos ou recursos disponíveis, estou à disposição para ajudar. O diálogo aberto contribui para construir caminhos melhores.
    Abraços


  • Por que as crianças atípicas têm dificuldades com os sentimentos?

    Por que as crianças atípicas têm dificuldades com os sentimentos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Em grande parte por serem negligenciadas. Mas existem outros fatores, recomendo que leia o livro Maternidade Atípica: Viajando por um caminho alternativo.
    Se estiver em sofrimento, dúvida, tiver mais questões sobre psicoterapia ou precisar demais informações sobre processos de avaliação, estratégias de intervenção, psicoterapia, direitos ou recursos disponíveis, estou à disposição para ajudar. O diálogo aberto contribui para construir caminhos melhores.
    Abraços


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