Perguntas do paciente (1039)
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Tenho 15 anos e ainda não menstruei, mais não tenho nada de peito! Oq posso fazer em relação a isso?
Tenho 15 anos e ainda não menstruei, mais não tenho nada de peito! Oq posso fazer em relação a isso? Existe algum tratamento hormonal??
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Aos 15 anos, a ausência de menstruação associada à falta de desenvolvimento mamário merece avaliação médica, principalmente porque o desenvolvimento das mamas costuma ser um dos primeiros sinais da puberdade feminina. É importante investigar se existe atraso constitucional da puberdade ou alguma alteração hormonal, como deficiência de gonadotrofinas, disfunção ovariana, alterações tireoidianas ou outras condições. A avaliação geralmente inclui exame físico do estágio puberal e, conforme o caso, exames hormonais e idade óssea. Existe tratamento hormonal em algumas situações, mas ele só deve ser iniciado após identificar a causa. Recomendo avaliação com endocrinologista pediátrico, sem iniciar hormônios por conta própria.
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Tomo glifage XR gostaria de saber se atrapalha no ganho de massa, faço musculação visando hipertrofi
Tomo glifage XR gostaria de saber se atrapalha no ganho de massa, faço musculação visando hipertrofia.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo a sua dúvida, porque muitas pessoas que treinam musculação com objetivo de hipertrofia ficam preocupadas quando iniciam uma medicação e pensam: “Será que isso vai atrapalhar meus ganhos?”. Essa é uma preocupação bastante comum, principalmente quando há muito esforço envolvido no treino e na alimentação.
O Glifage XR® (metformina de liberação prolongada) é um medicamento muito utilizado no tratamento do diabetes tipo 2, resistência à insulina, pré-diabetes e algumas outras situações metabólicas. De forma geral, a metformina não impede o ganho de massa muscular quando existe uma boa estratégia de treino e alimentação.
A metformina atua principalmente:
reduzindo a produção de glicose pelo fígado;
melhorando a sensibilidade à insulina;
ajudando o organismo a utilizar melhor a glicose.
A insulina é um hormônio que participa do metabolismo e tem relação com a entrada de nutrientes nas células. Por isso, algumas pessoas têm receio de que melhorar a sensibilidade à insulina ou reduzir picos de glicose possa prejudicar a hipertrofia. Porém, na prática, a maioria das pessoas que usa metformina consegue ganhar massa muscular normalmente.
Existem alguns pontos importantes:
1. O ganho de massa depende principalmente do estímulo do treino e da oferta de nutrientes
Para hipertrofia, os fatores mais importantes são:
treinamento de força com progressão de carga;
ingestão adequada de proteínas;
quantidade suficiente de calorias;
sono e recuperação adequados.
2. Em algumas pessoas, a metformina pode influenciar indiretamente o desempenho
Alguns usuários podem apresentar:
redução do apetite;
desconforto gastrointestinal;
menor ingestão calórica.
Se a pessoa passa a comer menos do que precisa para construir músculo, o ganho de massa pode ficar prejudicado — mas não por “bloqueio muscular” causado pelo remédio, e sim pela menor disponibilidade de energia e nutrientes.
3. Em pessoas com resistência à insulina, a metformina pode até favorecer um ambiente metabólico melhor
Melhorar a sensibilidade à insulina pode ajudar o organismo a lidar melhor com a glicose e reduzir alterações metabólicas associadas ao excesso de gordura corporal.
Um ponto interessante é que alguns estudos discutem possíveis efeitos da metformina sobre adaptações ao exercício, principalmente em pessoas mais velhas ou com determinadas condições metabólicas. Porém, em praticantes jovens e saudáveis buscando hipertrofia, ela não costuma ser considerada um grande limitante quando bem indicada.
Minha orientação é: não suspenda o Glifage XR por conta própria para tentar ganhar mais músculo. O ideal é entender por que ele foi prescrito e ajustar sua estratégia de treino e dieta ao seu objetivo.
Se você treina para hipertrofia, vale observar:
quantidade de proteína diária;
consumo total de calorias;
progressão de carga;
percentual de gordura corporal;
seus exames metabólicos.
Se puder informar sua idade, peso, altura, motivo pelo qual usa Glifage XR (diabetes, pré-diabetes ou resistência à insulina), dose utilizada e há quanto tempo treina musculação, consigo contextualizar melhor se ele pode ter algum impacto no seu objetivo.
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Aos 18 anos, fui diagnosticada com endometriose por apresentar um quadro clínico tipico (anemia pelo
Aos 18 anos, fui diagnosticada com endometriose por apresentar um quadro clínico tipico (anemia pelo alto fluxo, desmaios durante a menstruação, muita dor, alterações intestinais), mas não fizeram exames de imagem. Me mandaram tomar anticoncepcional de maneira contínua (Tamisa 30) e fiquei assim por 7 anos, às vezes tendo uns "escapes" (às vezes o sangramento durava um mês). Em 2025 (com 25/26 anos), voltei a ter desmaios, me sentir muito cansada, sem conseguir dormir, uma TPM absurda (coisa que eu não tinha), me sentia o tempo todo à flor da pele, comecei a menstruar cerca de 3x por mês. Fui na ginecologista e indicou endometriose, mas fiz duas RM, com preparo intestinal adequado, e não consta nada. Fiz exames da tireoide, os hormônios estão normais (com exceção do T4 total, que está mais alto), mas o ultrassom deu tireoide atrofiada. Minha mãe tem lúpus, então fiz vários exames de doença autoimune, mas sem resultados positivos. Ferritina em 7, B6 e B12 abaixo do nível de referência (mesmo eu tendo uma alimentação acompanhada por nutricionista). Fui no hemato e ele tirou o Tamisa 30 e entrou com o Slinda, o que deu um sangramento de 24 dias, mas depois parou. Porém, estou com uma dor constante no canto esquerdo da parte de baixo da barriga e tendo surtos psicoticos 1x no mês, coincidentemente na TPM, mesmo não tendo qualquer quadro psiquiátrico (no dia seguinte ao surto, acordo até com vergonha, porque parece que não era eu). Além disso, ganhei 11kg num intervalo de 8 meses, mesmo fazendo atividade física e tentando controlar a alimentação. Pele muito seca, intestino horrível, PCR e VHS constantemente altos. Alguém tem uma luz? Vou em todo tipo de especialista e ninguém sabe. Agora me receitaram entrar com gestrinona, mas estou receosa, considerando os efeitos colaterais... além disso, fico preocupada porque tenho histórico familiar próximo de câncer de ovário.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Seu relato reúne diversas questões que precisam ser analisadas de forma integrada. A ferritina de 7 e os sangramentos frequentes podem contribuir significativamente para cansaço, fraqueza e alterações cognitivas, mas não explicam necessariamente todo o quadro. Ressonâncias normais também não excluem completamente endometriose, especialmente formas superficiais. Já episódios de sintomas psicóticos recorrentes associados ao período pré-menstrual são um sinal de alerta e precisam de avaliação psiquiátrica prioritária, independentemente da investigação ginecológica. A gestrinona também não deve ser iniciada apenas empiricamente, pois possui atividade hormonal e pode apresentar efeitos adversos relevantes. Diante do histórico familiar de câncer de ovário, é igualmente importante discutir rastreamento e, se indicado, avaliação genética. Seu caso realmente merece acompanhamento multidisciplinar.
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O médico me passou bupropriona 150 2x ao dia mas a farmacêutica me vendem o bupropriona de longa dur
O médico me passou bupropriona 150 2x ao dia mas a farmacêutica me vendem o bupropriona de longa duração sem eu saber a diferença. Eu li na bula que nao podia t9mar 2x ao dia a forma de longa duração. É melhor eu continuar tomando de 150 ate acabar esta caixa ou eu posso tomar 2 comprimidos de manhã de 150?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É importante não tomar dois comprimidos de bupropiona de 150 mg pela manhã sem confirmar qual formulação foi dispensada. A bupropiona existe em diferentes apresentações e tecnologias de liberação, e o intervalo entre as doses depende da formulação específica. Algumas apresentações de liberação prolongada são administradas uma vez ao dia, enquanto outras possuem esquemas diferentes. Tomar uma quantidade ou frequência inadequada pode aumentar a concentração do medicamento e elevar o risco de efeitos adversos, inclusive convulsões. Portanto, não recomendo continuar ou alterar o esquema apenas para terminar a caixa. Confira na embalagem se consta “liberação prolongada”, “XL”, “SR” ou outra apresentação e confirme com o médico ou farmacêutico antes da próxima dose.
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Olá. Tenho um macronoma na hipófise e estou tomando cabergolina devido a prolactina. Estou com o.TSH
Olá. Tenho um macronoma na hipófise e estou tomando cabergolina devido a prolactina. Estou com o.TSH ainda perto de 0 e perdendo peso ainda. Até quando vai estabilizar? Já perdi 14kg? É normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A perda de 14 kg e a persistência de TSH próximo de zero em alguém com macroadenoma hipofisário merecem reavaliação endocrinológica, especialmente se houver palpitações, tremores, sudorese, ansiedade ou intolerância ao calor. A cabergolina atua principalmente reduzindo a prolactina e tratando condições relacionadas à hiperprolactinemia, mas a interpretação do TSH em doenças da hipófise é mais complexa do que em alterações primárias da tireoide. É fundamental avaliar T4 livre e, conforme o caso, T3, além dos demais hormônios hipofisários e da evolução do adenoma. A perda de peso pode ter múltiplas causas e não deve ser automaticamente atribuída à cabergolina. Procure seu endocrinologista para revisar os exames e o tratamento.
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Bom dia , quero saber se a temperatura corporal do meu corpo está normal , que está de. 35,5 Usei o
Bom dia , quero saber se a temperatura corporal do meu corpo está normal , que está de. 35,5 Usei o termômetro na axila . Me responda por favor , estou muito preocupada, e tendo crises de ansiedade. Aguardo retorno
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo a sua preocupação, principalmente quando percebemos um valor diferente do que estamos acostumados e isso acaba gerando medo e ansiedade. Quero primeiro tranquilizar você: uma temperatura de 35,5 °C medida na axila, isoladamente, não significa necessariamente que exista algo grave.
A temperatura corporal pode variar ao longo do dia e depende de vários fatores, como:
horário da medição (geralmente é mais baixa pela manhã);
ambiente frio;
tempo de contato do termômetro com a pele;
posicionamento correto do aparelho na axila;
suor ou pele fria;
qualidade e calibração do termômetro.
A medida axilar costuma registrar valores um pouco menores do que outras formas de aferição, como a temperatura oral ou timpânica, e pequenas diferenças podem acontecer.
Antes de se preocupar, sugiro repetir a medição de uma forma mais adequada:
deixe o termômetro em contato com a axila pelo tempo recomendado pelo fabricante;
mantenha o braço bem encostado ao corpo;
faça a medida novamente após alguns minutos em um ambiente confortável;
se possível, confira com outro termômetro.
Também é importante avaliar como você está se sentindo. Uma temperatura mais baixa merece atenção principalmente quando vem acompanhada de sintomas como:
confusão mental;
sonolência intensa fora do habitual;
dificuldade para falar ou se movimentar;
tremores intensos e persistentes;
pele muito fria e pálida;
fraqueza importante;
sensação de desmaio.
Se você está acordada, conversando normalmente, sem esses sinais e o único achado foi o termômetro marcar 35,5 °C na axila, é bem possível que seja uma variação da medição e não uma emergência.
Sobre a ansiedade: é compreensível que esse número tenha assustado, mas a própria ansiedade pode aumentar a percepção de perigo e fazer o corpo parecer ainda mais estranho (palpitações, tremores, sensação de frio, aperto no peito). Tente fazer uma nova medição com calma, sem repetir várias vezes seguidas, pois isso pode alimentar ainda mais a preocupação.
Se puder informar:
sua idade;
qual termômetro utilizou (digital ou outro);
se está com frio, tremores ou algum sintoma diferente;
o horário em que mediu;
se usa algum medicamento;
consigo ajudar a interpretar melhor.
Espero que fique mais tranquila. Vamos avaliar o resultado junto com os sintomas, porque um número isolado nem sempre representa um problema de saúde.
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Sou uma mulher trans e tenho uma duvida, faco TRH por quase 2 anos, porem fiquei 1 ano sem medico e
Sou uma mulher trans e tenho uma duvida, faco TRH por quase 2 anos, porem fiquei 1 ano sem medico e por medo/ condicao financeira nao consegui voltar para alterar as doses, recentemente em uma das piores crises de disforia que eu tive, fui olhar os meus exames e percebi que o estradiol estava baixo, no contrato que eu assinei as alteracoes no corpo mais notaveis seriam ate os dois anos de terapia, mesmo se eu voltar agora em um medico o meu corpo nao tera mais mudancas mesmo se mudar a dosagem?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não existe um “prazo de dois anos” após o qual o organismo deixa de responder à terapia hormonal. As mudanças corporais da terapia hormonal de afirmação de gênero ocorrem em ritmos diferentes e podem continuar por vários anos, embora algumas características apresentem maior resposta nos primeiros anos. Se seu estradiol está abaixo do objetivo terapêutico, é importante investigar a causa, considerando dose, via de administração, adesão, horários e níveis de testosterona. O ajuste individualizado pode permitir continuidade ou otimização das mudanças desejadas, mas aumentar a dose por conta própria não é recomendado, pois níveis excessivos também aumentam riscos. O acompanhamento com endocrinologista é importante para estabelecer metas hormonais seguras e individualizadas.
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Boa tarde! Eu faço uso de um comprimido de Glifage XR para controlar minha glicose a mais de um ano.
Boa tarde! Eu faço uso de um comprimido de Glifage XR para controlar minha glicose a mais de um ano. Em abril do corrente ano, minha glicose baixou e perdi um pouco de peso. Depois de um certo tempo, voltei ao peso anterior e passei a me sentir enjoada e com cólicas abdominais frequentes. Aí, fiz a experiência de não tomar o medicamento.Nao tive mais as cólicas abdominais que levavam a sentir calafrios e ir para o banheiro.Seria este medicamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível que esses sintomas estejam relacionados ao Glifage XR® (metformina de liberação prolongada). Apesar de ser um medicamento muito utilizado e seguro para diabetes tipo 2 e resistência à insulina, a metformina pode causar efeitos gastrointestinais em algumas pessoas, como náuseas, cólicas abdominais, gases, desconforto intestinal, diarreia e urgência para evacuar. O fato de os sintomas terem melhorado após interromper o medicamento sugere uma possível relação, embora seja importante confirmar com avaliação médica.
Mesmo após mais de um ano de uso, algumas pessoas podem passar a apresentar intolerância, principalmente após mudanças na alimentação, peso, função intestinal ou outros medicamentos associados. Às vezes, estratégias como ajustar o horário da tomada, utilizar a medicação junto às refeições ou reavaliar a dose podem melhorar a tolerância, mas isso deve ser feito pelo médico.
É importante não suspender o Glifage definitivamente sem conversar com o profissional que acompanha seu diabetes, pois a retirada pode alterar novamente a glicemia. O ideal é avaliar seus exames atuais, como glicemia, hemoglobina glicada, função renal e controle metabólico, para definir se a metformina ainda é necessária ou se existe outra opção terapêutica.
O acompanhamento com endocrinologista permite ajustar o tratamento do diabetes tipo 2, avaliar resistência à insulina, metabolismo, controle da glicose e tolerância aos medicamentos, buscando uma estratégia eficaz e com melhor qualidade de vida.
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tenho 1.73 aos 15 anos e 10 meses, minha mãe tem 1.50 e meu pai 1.65, será que eu ainda vou crescer?
tenho 1.73 aos 15 anos e 10 meses, minha mãe tem 1.50 e meu pai 1.65, será que eu ainda vou crescer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A possibilidade de continuar crescendo depende muito mais da maturação óssea e do estágio da puberdade do que apenas da idade cronológica ou da altura dos pais. Aos 15 anos e 10 meses, algumas pessoas ainda apresentam crescimento significativo, enquanto outras já estão próximas da estatura final. A altura dos pais permite estimar uma faixa de estatura-alvo, mas não determina exatamente quanto você irá medir. Para avaliar melhor o potencial de crescimento, o endocrinologista pode analisar sua curva de crescimento, estágio puberal e, quando indicado, solicitar radiografia de mão e punho para determinar a idade óssea. Não é recomendado utilizar hormônio do crescimento ou outros medicamentos sem indicação específica.
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Estou com pedra na vesícula e estou muito constipada, o que posso comer pra soltar o intestino??
Estou com pedra na vesícula e estou muito constipada, o que posso comer pra soltar o intestino??
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A presença de pedra na vesícula não exige uma dieta que provoque evacuação, mas uma alimentação rica em fibras e adequada hidratação costuma ajudar no funcionamento intestinal. Frutas como mamão, pera e kiwi, verduras, legumes, aveia e outras fontes de fibras podem ser úteis, desde que sejam bem toleradas. Como você tem colelitíase, é prudente evitar refeições muito gordurosas, especialmente se provocarem dor após comer. A constipação também pode estar relacionada a baixa ingestão de água, pouca atividade física, medicamentos ou outras condições. Se houver dor abdominal intensa, febre, vômitos, pele ou olhos amarelados ou incapacidade de eliminar gases e fezes, procure atendimento médico.
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Tenho 17 anos, vou completar 18 anos quase no final de 2026. Pretendo iniciar meu tratamento hormona
Tenho 17 anos, vou completar 18 anos quase no final de 2026. Pretendo iniciar meu tratamento hormonal no início de 2026, tendo o consentimento da minha responsável legal, minha mãe, o endocrinologista poderia me consultar medicamentos para iniciar esse tratamento, levando em consideração a atual CFM???
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, posso explicar. Mas há uma mudança importante na regra atual do Conselho Federal de Medicina (CFM) que precisa ser considerada no seu caso.
Atualmente, está vigente a Resolução CFM nº 2.427/2025, e o próprio CFM confirmou em junho de 2026 que ela permanece plenamente vigente. Essa resolução estabelece que a hormonioterapia cruzada para afirmação de gênero não deve ser iniciada antes dos 18 anos. Portanto, mesmo tendo 17 anos e contando com o consentimento da sua mãe, o consentimento do responsável legal, isoladamente, não permite que o endocrinologista inicie a hormonioterapia cruzada antes dos 18 anos dentro das regras atuais do CFM.
Isso é diferente de simplesmente fazer uma consulta. Você pode e deve procurar um endocrinologista com experiência em saúde de pessoas trans antes de completar 18 anos. O profissional poderá avaliar sua saúde, conversar sobre seus objetivos, solicitar exames quando necessário, discutir fertilidade, riscos e benefícios e organizar o acompanhamento para que, quando você atingir a idade permitida, o tratamento possa ser iniciado de maneira segura e individualizada.
A resolução também determina que, no atendimento de menores de idade, o paciente deve participar do processo por meio de termo de assentimento, enquanto os responsáveis legais participam do consentimento, e todas as informações e decisões devem ser devidamente registradas no prontuário.
Portanto, não recomendo iniciar estradiol, bloqueadores de testosterona ou qualquer outro hormônio por conta própria, mesmo que você encontre informações ou medicamentos pela internet. A terapia hormonal pode produzir efeitos importantes e alguns irreversíveis, além de exigir acompanhamento clínico e laboratorial.
Como você está muito próximo dos 18 anos, uma conduta bastante razoável é já iniciar o acompanhamento médico agora, sem automedicação, e conversar com o endocrinologista sobre o planejamento da terapia para depois de completar 18 anos.
E uma coisa importante: procurar acompanhamento antes dos 18 anos não significa que você esteja sendo impedido de expressar ou compreender sua identidade de gênero. Significa apenas que, diante das normas médicas atualmente vigentes no Brasil, a parte medicamentosa da transição precisa respeitar determinadas regras de idade. Você pode receber acolhimento, informação e acompanhamento durante esse período.
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Fiz uma exame.de.glicemia em jejum (93) e glicado (4,9) há uma ano e meio. Sou obeso. Quanto tempo t
Fiz uma exame.de.glicemia em jejum (93) e glicado (4,9) há uma ano e meio. Sou obeso. Quanto tempo tenho que repetir?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo a sua preocupação, principalmente porque você relata estar tendo crises de ansiedade. Quando temos um fator de risco como a obesidade, é muito comum surgir o medo de desenvolver diabetes, mas é importante olhar os exames com calma e lembrar que eles também trazem uma informação positiva.
Pelos resultados que você informou há cerca de 1 ano e meio:
Glicemia de jejum: 93 mg/dL
Hemoglobina glicada (HbA1c): 4,9%
Esses valores estavam dentro da faixa considerada normal na época. A glicemia de jejum abaixo de 100 mg/dL e a hemoglobina glicada abaixo de 5,7% geralmente não indicam pré-diabetes ou diabetes.
Porém, a obesidade é um dos fatores que aumentam o risco de desenvolver resistência à insulina e diabetes ao longo do tempo. Isso não significa que você obrigatoriamente terá diabetes, mas significa que vale fazer um acompanhamento preventivo.
De forma geral, em pessoas com obesidade ou outros fatores de risco, costuma-se recomendar uma avaliação periódica da glicose, muitas vezes a cada 1 ano. Em algumas situações, o médico pode recomendar intervalos menores ou maiores dependendo do histórico, ganho ou perda de peso, alimentação, atividade física, histórico familiar e outros exames.
Como já passou 1 ano e meio, seria razoável conversar com seu médico e considerar repetir:
glicemia de jejum;
hemoglobina glicada (HbA1c).
Dependendo do seu caso, o médico também pode avaliar outros marcadores, como:
perfil lipídico (colesterol e triglicerídeos);
pressão arterial;
função do fígado;
avaliação de resistência à insulina, quando houver indicação.
Quero reforçar um ponto importante: o fato de você ter obesidade não significa que você esteja com diabetes agora. Seu último exame mostrou um metabolismo da glicose normal. O objetivo de repetir os exames é justamente acompanhar e agir cedo, se alguma alteração aparecer.
Também percebo que a ansiedade está pesando bastante. É muito comum que a preocupação com doenças faça a pessoa imaginar o pior cenário, mas tentar transformar essa preocupação em prevenção é uma atitude positiva: fazer o acompanhamento, cuidar da alimentação, movimentar-se e buscar apoio quando a ansiedade estiver difícil de controlar.
Se você puder informar:
sua idade;
peso e altura;
se sua mãe, pai ou irmãos têm diabetes;
se houve ganho de peso nesse último ano e meio;
se pratica atividade física;
consigo ajudar a estimar melhor o seu risco e quais cuidados seriam mais importantes neste momento.
Pelo que você relatou, o seu último exame foi tranquilizador; agora o próximo passo é apenas fazer um acompanhamento adequado, sem pânico.
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Eu estou grávida e tenho diagnóstico de TOC, TAG e transtorno da personalidade esquizotipica, tá aco
Eu estou grávida e tenho diagnóstico de TOC, TAG e transtorno da personalidade esquizotipica, tá acontecendo uma coisa comigo que nunca aconteceu na vida, estou tendo a sensação de um pensamento, uma palavra que se repete fora da cabeça do lado do ouvido, estou com muito medo. O que fazer? Qual especialista devo procurar ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Eu estou grávida e tenho diagnóstico de TOC, TAG e transtorno da personalidade esquizotipica, tá acontecendo uma coisa comigo que nunca aconteceu na vida, estou tendo a sensação de um pensamento, uma palavra que se repete fora da cabeça do lado do ouvido, estou com muito medo. O que fazer? Qual especialista devo procurar ? Me dê uma resposta colhedora e empática para o paciente e bem complexa mas com linguágem acessivel ao leigo e coloque palavras acolhedoras no final utilizando palavras chaves pela psicologia que façam com que esse paciente venha a se consultar comigo
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Pode beber enquanto se faz uso de Mounjaro? No caso bebo todo dia.
Pode beber enquanto se faz uso de Mounjaro? No caso bebo todo dia.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O uso de Mounjaro (tirzepatida) não apresenta uma interação direta que torne o álcool absolutamente proibido, mas, no seu caso, existe um ponto muito importante: você relatou que bebe todos os dias. Isso merece ser avaliado com mais cuidado.
A tirzepatida pode causar náuseas, vômitos, diarreia e redução da ingestão de alimentos. O álcool pode potencializar desidratação e alterações gastrointestinais. Além disso, em pessoas com diabetes, o álcool pode provocar tanto queda quanto aumento da glicemia, dependendo da quantidade ingerida, alimentação e outros medicamentos utilizados.
Outro ponto relevante é o pâncreas. A tirzepatida possui alerta para pancreatite aguda, e o consumo excessivo de álcool também é um importante fator de risco para pancreatite. Portanto, beber diariamente, principalmente em quantidades elevadas, não é uma combinação que eu recomendaria sem avaliação médica.
Além disso, se você utiliza insulina ou medicamentos que estimulam a liberação de insulina, o álcool pode aumentar o risco de hipoglicemia.
Por isso, não é apenas uma questão de “pode ou não pode beber com Mounjaro”. A quantidade e a frequência do consumo são fundamentais. Beber todos os dias deve ser informado ao médico que acompanha o tratamento, para que ele avalie seu risco metabólico, hepático e pancreático e também a segurança do próprio tratamento.
Se você apresentar dor abdominal forte e persistente, principalmente irradiando para as costas, com ou sem vômitos, procure atendimento médico rapidamente, pois esses podem ser sinais de pancreatite.
Não é necessário ter vergonha de informar quanto você bebe. Essa informação é clinicamente importante e serve para que o tratamento seja mais seguro. Não recomendo interromper o Mounjaro nem fazer mudanças bruscas no consumo de álcool sem conversar com seu médico, especialmente se você bebe diariamente ou em grande quantidade.
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Vai fazer uma semana que eu comecei um processo de acrescentar elementos saudaveis nas minhas refeiç
Vai fazer uma semana que eu comecei um processo de acrescentar elementos saudaveis nas minhas refeições, especialmente Alface, tomate, banana, uvas verdes, pêra... Até deixei de ficar tomando durante as refeições os refris Zero (Pepsi Black, Sprite sem açucar e Coca Zero, só em poucas ocasiões), estou tomando mais água, além de 20 a 30 minutos de exercicios em casa. Um contexto é que eu sou uma pessoa que vivia sendo desregrado, comendo porcaria (especialmente ultraprocessados), em Abril de 2024 até fui considerado pré-diabético pelo meu endocrinologista, e também recebi diagnóstico de pangastrite e esofagite. (até tinha chegado na Obesidade grau I, mas que consegui dar uma contornada após 4 meses de academia)
Dois dias depois dessas mudanças de hábitos, comecei a perceber mudanças em meu corpo por dentro, desde incontinencia urinária (inclusive a urina sai com algumas particulas tipo flocos brancos bem pequenos, mas na maioria das vezes sai com pequenas bolhas pequenas espalhadas) (geralmente se eu bebo muita água eu não consigo segurar por mais de meia hora, mas se eu me controlo na água geralmente eu urino em duas horas), problemas parecidos com falta de saciedade que duraram 3 dias (já passou), muitos gases, muitos arrotos, fezes pequenas, dor (ou incomodo / desconforto, pois não é doloroso) abdominal (especialmente ao redor da barriga) (frequentemente sinto o lado direito da barriga tremendo / roncando).
Isso tudo que eu descrevi é normal?
Observação: Se passaram 6 dias desde que comecei esse processo, mesmo que eu ainda inclua coisas como arroz branco, frango a milanesa, batata frita, etc.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Mudanças bruscas na alimentação podem provocar gases, distensão, alterações na frequência e consistência das fezes e sensação de movimentação abdominal, principalmente quando há aumento rápido de fibras, frutas e vegetais. Isso pode explicar parte dos sintomas após apenas seis dias. Entretanto, incontinência urinária e partículas esbranquiçadas na urina não devem ser atribuídas automaticamente à mudança alimentar. A frequência urinária também pode aumentar simplesmente pela maior ingestão de água, mas perda involuntária de urina merece avaliação se persistir. Como você tem antecedente de pré-diabetes e excesso de peso, pode ser interessante repetir glicemia e hemoglobina glicada conforme orientação médica. Se houver dor forte, sangue na urina ou fezes, febre ou piora progressiva, procure atendimento.
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Depois que aumentei a dosagem do glifage xr e passei a tomar pela manhã, sinto muita tontura.
Depois que aumentei a dosagem do glifage xr e passei a tomar pela manhã, sinto muita tontura. É normal?
Tomava 2 comp de 500mg a noite e passei a tomar 1 comp pela manha e dois a noiteRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A tontura após aumentar a dose do Glifage XR® (metformina de liberação prolongada) pode acontecer, mas não é um dos efeitos mais comuns. A metformina geralmente causa mais sintomas gastrointestinais (como náuseas, gases, diarreia e desconforto abdominal), principalmente quando há aumento de dose.
No seu caso, você passou de 1.000 mg à noite (2 comprimidos de 500 mg) para 1.500 mg ao dia (1 comprimido pela manhã + 2 à noite). A tontura pode estar relacionada à adaptação ao aumento da dose, mas também pode ter outras causas, como:
Queda da glicemia (principalmente se você usa outros medicamentos para diabetes junto);
Pressão arterial baixa;
Desidratação;
Alimentação insuficiente ou longos períodos sem comer;
Outra condição não relacionada ao medicamento.
Uma orientação importante: a metformina não costuma causar hipoglicemia quando usada isoladamente, mas se houver associação com outros remédios para diabetes, o risco pode mudar.
O ideal é conversar com o médico que ajustou a dose para avaliar se a alteração deve ser mantida ou se precisa ser feita de forma mais gradual. Não faça mudanças por conta própria.
Enquanto isso, observe:
Em que horário a tontura aparece (logo após tomar o comprimido ou ao longo do dia);
Se vem acompanhada de suor frio, tremores, palpitações, fraqueza ou visão turva;
Como estão suas medidas de glicemia e pressão, se você acompanha em casa.
Se a tontura for intensa, houver desmaio, confusão, dor no peito ou falta de ar, procure atendimento.
Você usa apenas Glifage XR para controlar a glicose ou também toma outros medicamentos (como insulina, Forxiga, gliclazida ou outros)? E a tontura começou quantos dias após o aumento da dose?
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Olá. Meu médico me passou o Forxiga junto com stanglitj 15 para controle da glicemia. Esses essas me
Olá. Meu médico me passou o Forxiga junto com stanglitj 15 para controle da glicemia. Esses essas medicações costumam ser ministradas ao mesmo tempo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A associação de Forxiga (dapagliflozina) com Stanglitj 15 mg pode ser utilizada em determinados pacientes com diabetes tipo 2, pois os medicamentos atuam por mecanismos diferentes e podem proporcionar controle glicêmico complementar. Entretanto, a segurança da combinação depende da função renal, idade, hidratação, outros medicamentos e características clínicas do paciente. A dapagliflozina aumenta a eliminação urinária de glicose e pode favorecer desidratação, infecções genitais e urinárias; já o outro medicamento precisa ter seu princípio ativo confirmado para uma avaliação mais precisa. Portanto, não é possível avaliar adequadamente apenas pelo nome comercial. Se você informar o princípio ativo do Stanglitj, posso explicar como os dois medicamentos atuam e quais cuidados devem ser observados.
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Olá eu faço uso do topiramato para compulsão alimentar, quero saber se posso tomar o dolamin para do
Olá eu faço uso do topiramato para compulsão alimentar, quero saber se posso tomar o dolamin para dor no joelho pois tenho desgate da patela, esses medicamentos juntos fazem mal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A possibilidade de associar topiramato e Dolamin depende principalmente de qual princípio ativo está presente no Dolamin, pois o nome comercial pode corresponder a formulações diferentes conforme o país e apresentação. O topiramato é utilizado em algumas situações para compulsão alimentar, além de outras indicações neurológicas, e pode causar tontura, sonolência, alterações cognitivas e formigamentos. Por isso, antes de associá-lo a outro medicamento para dor, é importante confirmar a composição e avaliar possíveis interações e contraindicações. Se você me disser o princípio ativo e a dose do Dolamin que pretende utilizar, é possível avaliar com maior precisão a segurança dessa combinação.
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Olá eu faço uso do topiramato 50mg para compulsão alimentar, quero saber se posso tomar o dolamin 25
Olá eu faço uso do topiramato 50mg para compulsão alimentar, quero saber se posso tomar o dolamin 250mg para dor no joelho pois tenho desgate da patela, tem problema tomar ambos medicamentos em horas diferentes?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O topiramato pode ser utilizado em algumas situações para auxiliar no controle da compulsão alimentar, enquanto o Dolamin (clonixinato de lisina) é um analgésico/anti-inflamatório utilizado para dores. Em geral, não é necessário separar os horários para evitar uma interação específica entre os medicamentos, mas a associação deve ser avaliada considerando seu histórico de saúde, função renal, gastrintestinal e os demais medicamentos utilizados. Além disso, o uso frequente de anti-inflamatórios pode trazer riscos, especialmente para estômago e rins. O ideal é confirmar com o médico ou farmacêutico se o Dolamin é adequado para você antes de utilizá-lo.
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Olá, tive alguma episódios de passar mau, achei que era pressão, porém ao pesquisar os sintomas, deu
Olá, tive alguma episódios de passar mau, achei que era pressão, porém ao pesquisar os sintomas, deu parecido com a glicemia. Como tenho aparelho, tenho medido quando tenho sintomas e minha dúvida é se nessas duas situações são normais ou pode indicar alguma alteração? Por que aparentemente estou tendo hipoglicemia, mas a uns 2 anos atrás deu que eu estava com pre-diabete, por conta disso mudei alimentação e comecei a fazer jejum, então não sei se é resposta à essas mudanças ou se realmente estou com hipoglicemia. As situações foram as seguintes:
1 - Almocei normalmente, deu uns 10 minutos eu comecei a me sentir mau, minhas mãos começaram a suar frio e eu comecei a tremer, medi a glicemia estava 72, depois de uns 20 minutos medi de novo e deu que estava 84, ai depois eu melhorei.
2- Depois de 4 horas +- que eu almocei, comecei a suar frio e mau estar, medi a glicemia estava 74.
Importante ressaltar que tenho 24 anos e tomo remédio de pressão alta/arritmia.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os valores relatados, de 72–74 mg/dL, estão próximos do limite inferior da normalidade, mas não caracterizam, isoladamente, uma hipoglicemia significativa. Para definir hipoglicemia, é importante correlacionar o valor da glicose com a presença de sintomas e verificar se eles desaparecem após a elevação da glicemia. Jejum prolongado e mudanças importantes na alimentação podem contribuir para sintomas semelhantes, principalmente em pessoas jovens. Entretanto, como você relata episódios recorrentes e utiliza medicamentos para pressão arterial/arritmia, é importante uma avaliação clínica para investigar outras causas e revisar as medicações. Pode ser útil registrar horário, alimentação, sintomas, pressão arterial, frequência cardíaca e glicemia durante os episódios para levar à consulta.
Perguntas frequentes
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Estou com o Diu de cobre e prata há 8 meses e ainda tenho sangramentos de escape todos os dias, seme
diu, dispositivo intrauterino, de cobre com prata, ou seja, sem hormônio,…