Perguntas do paciente (1022)
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Se eu tomar Puran remédio para tireoide após tomar creatina faz mal?
Se eu tomar Puran remédio para tireoide após tomar creatina faz mal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Em geral, não existe uma interação direta relevante entre creatina e levotiroxina (Puran) que impeça o uso conjunto. Entretanto, para otimizar a absorção da levotiroxina, é recomendável tomá-la em jejum, com água, e manter um intervalo adequado antes de alimentos e outros produtos. Mais importante do que a creatina em si é evitar que a levotiroxina seja tomada junto com suplementos contendo cálcio, ferro ou outros componentes que possam interferir na absorção. Se você utiliza vários suplementos, informe-os ao endocrinologista. A função renal também merece acompanhamento em determinadas situações, especialmente quando há uso de creatina e outras condições clínicas associadas.
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Boa tarde, desde qur iniciei o uso do puran 37,5mcg, tô sentindo a boca seca, tá diferente, e normal
Boa tarde, desde qur iniciei o uso do puran 37,5mcg, tô sentindo a boca seca, tá diferente, e normal? E pq isso acontece?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A boca seca não é um dos efeitos adversos mais característicos da levotiroxina, portanto é importante não assumir que o sintoma seja necessariamente causado pelo Puran. Boca seca pode estar relacionada à hidratação, ansiedade, respiração pela boca, medicamentos, alterações metabólicas, diabetes ou outras condições. Se o sintoma começou claramente após o início da levotiroxina, informe o médico, mas não suspenda o tratamento por conta própria. Também é importante verificar se a dose está adequada por meio do TSH e T4 livre, especialmente após o início ou mudança da dose. Se houver sede excessiva, aumento da frequência urinária ou perda de peso inexplicada, vale investigar também a glicemia.
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Eu tomo 3 doses de tapazol 10mg para tratamento de hipertireoidismo há aproximadamente 2-3 meses, ma
Eu tomo 3 doses de tapazol 10mg para tratamento de hipertireoidismo há aproximadamente 2-3 meses, mas agora preciso alterar os horários que tomo o remédio (atualmente tomo 7h30, 15h30 e 23h30, mas preciso tomá-los mais cedo em virtude da rotina e porque tomo outros 3 remédios a noite - Sinvastatina, Selene e Metformina). Qual a melhor forma de alterar o horário do tapazol e dos demais remédios?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O metimazol pode ser administrado em diferentes esquemas ao longo do dia, dependendo da dose total e da orientação do endocrinologista. Como você utiliza 30 mg distribuídos em três tomadas, não é recomendável simplesmente concentrar ou modificar os horários sem confirmar com o médico. A mudança pode ser organizada para se adequar à rotina, mantendo intervalos razoavelmente regulares e sem alterar a dose diária total, quando clinicamente apropriado. Sinvastatina, metformina e anticoncepcional também podem ser organizados em horários diferentes para evitar uma rotina excessivamente complexa. O ideal é levar todos os medicamentos à consulta ou falar com o prescritor antes de fazer a alteração.
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Glicose 115 Insulina 14 Glicemia média 106 Sou diabética?
Glicose 115
Insulina 14
Glicemia média 106
Sou diabética?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo a sua preocupação, porque quando vemos valores de glicose e insulina fora do que esperávamos é muito comum surgir a dúvida: “Será que eu já tenho diabetes?”. A interpretação desses exames realmente precisa ser feita com cuidado, porque um único resultado isolado nem sempre define um diagnóstico.
Pelos valores informados:
Glicose: 115 mg/dL
Insulina: 14 µUI/mL
Glicemia média estimada: 106 mg/dL
Se essa glicose de 115 mg/dL foi uma glicemia de jejum (após pelo menos 8 horas sem alimentação), ela geralmente fica na faixa chamada de glicemia de jejum alterada, que é considerada uma condição de pré-diabetes, e não diabetes estabelecido.
De forma geral:
Glicemia de jejum abaixo de 100 mg/dL: geralmente considerada normal;
Entre 100 e 125 mg/dL: sugere alteração da glicemia de jejum (pré-diabetes);
126 mg/dL ou mais: pode indicar diabetes, mas normalmente precisa ser confirmado com repetição do exame ou outro critério diagnóstico.
A sua insulina de 14 precisa ser interpretada junto com outros dados, como peso, altura, circunferência abdominal e outros exames. Em algumas situações, uma insulina mais elevada pode indicar que o corpo está produzindo mais insulina para tentar manter a glicose controlada, o que pode sugerir resistência à insulina.
A glicemia média estimada de 106 mg/dL costuma estar relacionada à hemoglobina glicada. Esse valor, isoladamente, não sugere uma média de glicose compatível com diabetes, mas deve ser analisado junto com a sua hemoglobina glicada (HbA1c).
A boa notícia é que, quando estamos nessa fase inicial, muitas pessoas conseguem melhorar bastante com medidas de prevenção, como:
manter ou alcançar um peso saudável;
praticar atividade física regularmente, incluindo exercícios de força;
aumentar consumo de fibras (verduras, legumes, grãos integrais);
priorizar proteínas adequadas;
reduzir excesso de açúcar, bebidas açucaradas e ultraprocessados;
cuidar do sono e do estresse.
Também é importante avaliar fatores individuais, como histórico familiar de diabetes, presença de hipertensão, alterações de colesterol, síndrome dos ovários policísticos (quando aplicável) e padrão alimentar.
Minha sugestão é conversar com seu médico para avaliar o conjunto dos exames, principalmente:
hemoglobina glicada (HbA1c);
repetição da glicemia de jejum, se necessário;
perfil lipídico;
avaliação de resistência à insulina, quando indicado.
Pelos números que você trouxe, não é possível afirmar que você seja diabética. Se a glicose de 115 foi realmente em jejum, ela está mais compatível com uma alteração inicial que merece acompanhamento e prevenção.
Se puder informar sua idade, peso, altura, se a glicose de 115 foi em jejum, o valor da hemoglobina glicada e se há diabetes na família, consigo contextualizar melhor o seu risco.
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Olá. Tenho colesterol alto e gostaria de saber, se posso comer ovo cozido sem as gemas?
Olá. Tenho colesterol alto e gostaria de saber, se posso comer ovo cozido sem as gemas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo a sua dúvida, porque durante muito tempo existiu a ideia de que quem tem colesterol alto deveria simplesmente “cortar o ovo”, e isso acabou gerando muita insegurança. Hoje sabemos que a relação entre alimentação e colesterol é mais complexa, e o cuidado precisa ser individualizado.
Sim, você pode consumir ovo cozido sem a gema. A clara do ovo é rica em proteínas de alta qualidade e praticamente não contém colesterol, sendo uma excelente opção para aumentar a ingestão proteica de forma saudável.
A gema é a parte do ovo que concentra o colesterol, além de conter vitaminas, minerais e outros nutrientes importantes. Porém, é importante entender que o colesterol presente nos alimentos não é o único fator que determina o colesterol no sangue. Para muitas pessoas, o maior impacto vem do conjunto da alimentação, principalmente do excesso de:
gorduras saturadas (presente em carnes muito gordurosas, embutidos, manteiga, queijos amarelos e alimentos ultraprocessados);
gorduras trans;
excesso de calorias e ganho de peso.
Em algumas pessoas, especialmente aquelas com colesterol LDL (“colesterol ruim”) muito elevado, histórico familiar de colesterol alto ou doença cardiovascular, pode ser necessário um controle mais rigoroso da quantidade de gemas e da alimentação como um todo.
A boa notícia é que a alimentação para colesterol alto não precisa ser uma dieta cheia de restrições. O mais importante é construir um padrão alimentar saudável, com:
maior consumo de verduras, legumes, frutas e fibras;
feijões, lentilhas e outros grãos;
proteínas magras;
peixes quando possível;
oleaginosas em quantidades adequadas;
redução de alimentos ultraprocessados.
Portanto, retirar as gemas pode ser uma estratégia para reduzir a ingestão de colesterol alimentar, principalmente se você estiver tentando melhorar seus exames, mas não é necessariamente a única medida importante. Muitas pessoas conseguem manter uma alimentação equilibrada incluindo ovos de forma planejada, dependendo do seu risco cardiovascular.
Minha recomendação é avaliar principalmente o seu perfil lipídico completo, especialmente:
LDL;
HDL;
triglicerídeos;
colesterol total;
histórico familiar e outros fatores de risco (pressão alta, diabetes, tabagismo, sedentarismo).
Se você puder informar sua idade, valor do colesterol total, LDL, HDL, triglicerídeos, se usa remédio para colesterol e se tem pressão alta ou diabetes, consigo ajudar a interpretar melhor o seu caso.
É muito positivo você estar buscando ajustar a alimentação, pois pequenas mudanças consistentes podem fazer uma grande diferença na saúde cardiovascular.
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meu exame de glicose acusou 136 mg/Dl pergunto: sou diabético? Não tenho nenhum dos sintomas que me
meu exame de glicose acusou 136 mg/Dl pergunto: sou diabético? Não tenho nenhum dos sintomas que me identifiquem com o mal
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo a sua preocupação, porque receber um resultado de glicose de 136 mg/dL pode realmente causar apreensão, principalmente quando a pessoa está se sentindo bem e não apresenta sintomas. É importante saber que a ausência de sintomas não exclui alterações na glicose, pois muitas pessoas podem ter alterações iniciais sem perceber.
O primeiro ponto a avaliar é: essa glicose de 136 mg/dL foi medida em jejum ou após uma refeição?
Se foi uma glicemia de jejum (após pelo menos 8 horas sem comer), esse valor está acima do esperado. De forma geral:
abaixo de 100 mg/dL: considerado normal;
entre 100 e 125 mg/dL: glicemia de jejum alterada (pré-diabetes);
126 mg/dL ou mais: pode indicar diabetes, mas normalmente o diagnóstico precisa ser confirmado com outro exame ou por critérios médicos.
Portanto, uma glicemia de jejum de 136 mg/dL pode ser compatível com diabetes, mas um único exame isolado não deve ser usado sozinho para fechar o diagnóstico sem avaliação adequada.
Se esse valor foi medido após uma refeição, a interpretação é diferente, pois a glicose naturalmente aumenta depois de comer. Nesse caso, o horário da coleta em relação à refeição é fundamental.
Para confirmar e entender melhor a situação, o médico geralmente avalia exames como:
Hemoglobina glicada (HbA1c): mostra uma média aproximada da glicose dos últimos 2 a 3 meses;
Nova glicemia de jejum, quando necessário;
Teste oral de tolerância à glicose (curva glicêmica) em algumas situações.
Também é importante considerar outros fatores, como idade, peso, histórico familiar de diabetes, pressão alta, colesterol e hábitos de vida.
Sobre não ter sintomas: isso é algo bastante comum. Os sintomas clássicos do diabetes, como muita sede, urinar frequentemente, fome excessiva e perda de peso sem explicação, costumam aparecer mais quando a glicose está mais elevada ou quando a doença já está mais estabelecida. Muitas pessoas descobrem alterações em exames de rotina.
Minha orientação é: não fique alarmado, mas também não ignore o resultado. O ideal é levar esse exame ao seu médico para confirmar se realmente existe diabetes ou se foi uma alteração pontual.
Se puder informar:
sua idade;
se a glicose de 136 foi em jejum ou após comer;
o valor da sua hemoglobina glicada (se tiver);
seu peso e altura;
se há casos de diabetes na família;
consigo ajudar a interpretar melhor esse resultado.
O lado positivo é que você identificou essa alteração e está buscando informação. Quando alterações de glicose são descobertas cedo, existe uma grande oportunidade de cuidar da saúde e prevenir complicações.
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É normal a diabetes ficar alta em jejum e baixa após a alimentação?
É normal a diabetes ficar alta em jejum e baixa após a alimentação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo a sua dúvida, porque realmente parece estranho imaginar a glicose estar mais alta em jejum e depois diminuir após uma refeição. Muitas pessoas esperam o contrário, já que normalmente pensamos que comer sempre aumenta o açúcar no sangue. Porém, esse comportamento pode acontecer em algumas situações e precisa ser interpretado com calma.
Em uma pessoa com diabetes, existem alguns mecanismos que podem explicar uma glicemia de jejum mais elevada:
1. Fenômeno do alvorecer
Durante a madrugada e principalmente perto do horário de acordar, o organismo libera hormônios como cortisol, adrenalina e hormônio do crescimento. Esses hormônios ajudam o corpo a despertar, mas também podem estimular o fígado a liberar glicose no sangue. Em algumas pessoas com resistência à insulina ou diabetes, esse aumento pode ser mais evidente, causando uma glicemia de jejum maior.
2. Produção aumentada de glicose pelo fígado
Mesmo sem comer, o fígado produz glicose para manter energia disponível. Quando existe resistência à insulina, o organismo pode ter dificuldade em “frear” essa produção, levando a uma glicemia de jejum elevada.
3. Efeito da alimentação e da medicação
Após a refeição, algumas pessoas podem apresentar uma queda relativa da glicose porque o alimento estimula a liberação de insulina pelo pâncreas, e os medicamentos utilizados para diabetes também podem ajudar nesse controle.
Entretanto, é importante observar alguns detalhes:
qual era o valor da glicemia em jejum;
quanto tempo depois da alimentação foi feita a medição;
qual foi a composição da refeição;
quais medicamentos para diabetes a pessoa utiliza;
se existe acompanhamento com hemoglobina glicada (HbA1c).
Uma glicemia que melhora após comer não significa automaticamente que o diabetes está controlado. O diagnóstico e o acompanhamento são feitos avaliando o conjunto dos exames, principalmente a média glicêmica ao longo do tempo e o padrão das oscilações.
Também vale lembrar que aparelhos de medição de glicose (glicosímetros) podem apresentar pequenas variações. Por isso, uma única medida isolada nem sempre representa toda a realidade.
Minha orientação é não se assustar com um valor isolado, mas observar o padrão. É importante levar essas informações ao médico, que poderá avaliar se há necessidade de ajustar tratamento ou investigar melhor.
Se puder informar:
o valor da glicemia em jejum;
o valor após a alimentação e em quanto tempo foi medido (1 ou 2 horas depois);
a idade;
quais medicamentos para diabetes usa;
o valor da hemoglobina glicada;
consigo ajudar a interpretar melhor esse comportamento.
É muito positivo você estar observando e buscando entender o funcionamento da sua glicose, pois o acompanhamento cuidadoso é uma das melhores formas de prevenir complicações.
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Como reverter o pré diabetes pois estou com 125 seria diabetes ou pré diabetes?
Como reverter o pré diabetes pois estou com 125 seria diabetes ou pré diabetes?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo a sua preocupação, porque receber um resultado de glicose de 125 mg/dL realmente pode gerar ansiedade e muitas dúvidas. A boa notícia é que, quando identificamos alterações de glicose nessa fase inicial, existe uma grande oportunidade de agir e muitas pessoas conseguem melhorar bastante esses valores com mudanças adequadas e acompanhamento.
O primeiro ponto importante é entender qual exame foi esse valor de 125 mg/dL.
Se esse resultado for uma glicemia de jejum (ou seja, após pelo menos 8 horas sem comer), a classificação geralmente é:
Abaixo de 100 mg/dL: considerado normal;
Entre 100 e 125 mg/dL: geralmente classificado como glicemia de jejum alterada (pré-diabetes);
126 mg/dL ou mais: pode indicar diabetes, mas normalmente precisa ser confirmado em outro exame ou por critérios médicos específicos.
Portanto, uma glicemia de jejum de 125 mg/dL está na faixa de pré-diabetes, muito próxima do valor usado para diagnóstico de diabetes, mas não significa automaticamente que você já tenha diabetes.
Para entender melhor a situação, o médico pode solicitar ou avaliar outros exames, como:
Hemoglobina glicada (HbA1c): mostra a média da glicose dos últimos 2 a 3 meses;
Teste oral de tolerância à glicose (curva glicêmica): avalia como o organismo responde após ingerir glicose;
Avaliação de peso, circunferência abdominal, pressão arterial, colesterol e histórico familiar.
Sobre reverter o pré-diabetes: sim, em muitos casos é possível melhorar bastante. O objetivo é reduzir a resistência à insulina e ajudar o organismo a controlar melhor a glicose. Algumas medidas têm grande impacto:
1. Perda de peso, quando existe excesso de peso
Mesmo uma redução moderada do peso corporal pode melhorar muito a sensibilidade à insulina.
2. Atividade física regular
O exercício ajuda os músculos a utilizarem melhor a glicose. A combinação de:
exercícios aeróbicos (caminhada, bicicleta, corrida, natação);
treinamento de força (musculação);
costuma trazer excelentes resultados.
3. Alimentação equilibrada
Não significa passar fome ou fazer dietas extremamente restritivas. O foco é:
aumentar consumo de verduras, legumes e fibras;
priorizar proteínas adequadas;
reduzir excesso de açúcar, bebidas açucaradas e ultraprocessados;
controlar porções de carboidratos, principalmente os refinados.
4. Sono e controle do estresse
Dormir mal e viver sob estresse constante podem piorar a resistência à insulina e dificultar o controle da glicose.
Também é importante lembrar: pré-diabetes não é uma sentença de que a pessoa obrigatoriamente terá diabetes. Ele funciona como um aviso do organismo, dando a oportunidade de mudar a trajetória.
Minha recomendação é conversar com seu médico para confirmar a interpretação desse valor e avaliar o risco individual. Se puder informar:
sua idade;
peso e altura;
se o valor de 125 foi em jejum;
sua hemoglobina glicada;
se há casos de diabetes na família;
é possível estimar melhor o risco e quais medidas teriam maior impacto no seu caso.
Espero que fique tranquilo(a): descobrir essa alteração agora é justamente o melhor momento para agir e proteger sua saúde no futuro.
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hemoglobina a 13,5 para homem, é considerado normal, ou pode ser tratado como anemia ja ?
hemoglobina a 13,5 para homem, é considerado normal, ou pode ser tratado como anemia ja ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo a sua dúvida, porque muitas pessoas recebem um resultado de hemoglobina e ficam inseguras ao ver valores que parecem “próximos do limite”. A interpretação do exame precisa ser feita com calma, considerando o laboratório, a idade, o sexo, os sintomas e outros exames associados.
Para um homem adulto, uma hemoglobina de 13,5 g/dL geralmente está dentro da faixa considerada normal ou muito próxima do limite inferior, dependendo dos valores de referência utilizados pelo laboratório. Em muitos locais, a anemia em homens adultos costuma ser considerada quando a hemoglobina está abaixo de aproximadamente 13,0 g/dL (alguns critérios podem variar).
Portanto, uma hemoglobina de 13,5 g/dL, isoladamente, normalmente não é classificada como anemia.
Porém, é importante lembrar que a hemoglobina é apenas uma parte da avaliação. Às vezes, uma pessoa pode ter sintomas ou alterações iniciais mesmo com a hemoglobina ainda dentro da faixa de referência. Por isso, quando existe suspeita clínica, o médico pode avaliar outros dados do hemograma e exames complementares, como:
Hematócrito: mostra a proporção de células vermelhas no sangue;
VCM (volume corpuscular médio): ajuda a identificar se as hemácias estão pequenas, normais ou grandes;
Ferritina: avalia os estoques de ferro do organismo;
Ferro, transferrina e saturação de transferrina: ajudam a investigar deficiência de ferro;
Vitamina B12 e ácido fólico: importantes em alguns tipos de anemia;
Avaliação de possíveis perdas de sangue, quando indicado.
Também é fundamental observar a presença de sintomas, como:
cansaço excessivo;
falta de ar aos esforços;
tonturas;
palpitações;
palidez;
redução da disposição.
Se a pessoa está bem, sem sintomas e com os demais exames normais, uma hemoglobina de 13,5 g/dL geralmente não representa motivo para preocupação.
Minha orientação é: não avaliar o resultado isoladamente. O ideal é olhar o hemograma completo e o contexto clínico. Às vezes, o mais importante não é apenas saber se existe anemia, mas entender por que a hemoglobina está naquele valor e se há alguma tendência de queda ao longo do tempo.
Se puder informar a idade, o valor do hematócrito, VCM, ferritina e o motivo pelo qual o exame foi solicitado, consigo ajudar a interpretar de forma mais completa.
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Quem toma medicação para o diabetes pode tomar alprazolan?
Quem toma medicação para o diabetes pode tomar alprazolan?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo a sua dúvida, porque é muito comum uma pessoa que faz tratamento para diabetes também precisar de medicamentos para ansiedade, crises de pânico ou insônia, e surge a preocupação se essas medicações podem “misturar” ou causar algum problema.
De forma geral, sim, uma pessoa que usa medicamentos para diabetes pode usar alprazolam, desde que exista uma indicação médica e acompanhamento adequado. O alprazolam é um medicamento da classe dos benzodiazepínicos, utilizado principalmente para transtornos de ansiedade, crises de pânico e, em alguns casos, insônia associada à ansiedade.
Não existe uma interação direta importante entre o alprazolam e a maioria dos medicamentos usados para diabetes, como metformina, alguns antidiabéticos orais ou insulinas. Porém, alguns cuidados são importantes.
O alprazolam pode causar:
sonolência;
redução da atenção e dos reflexos;
tontura;
sensação de fraqueza em algumas pessoas.
Em pessoas com diabetes, é importante ter atenção porque sintomas como tontura, confusão, fraqueza ou mal-estar também podem acontecer durante uma hipoglicemia (queda do açúcar no sangue). Por isso, é importante não confundir os sintomas e manter o controle adequado da glicose.
Outro ponto relevante é que o uso prolongado de alprazolam deve ser acompanhado com cuidado, pois os benzodiazepínicos podem causar tolerância e dependência quando utilizados por períodos longos ou sem acompanhamento. Isso não significa que a pessoa não possa usar, mas que a dose e o tempo de tratamento precisam ser avaliados individualmente.
Também é importante informar ao médico:
quais medicamentos para diabetes você usa;
se utiliza insulina;
seus níveis habituais de glicemia;
se já teve episódios de hipoglicemia;
outras medicações em uso.
Em resumo: o alprazolam pode ser utilizado por pessoas com diabetes, mas deve ser prescrito e acompanhado por um profissional de saúde, principalmente para garantir que a ansiedade seja tratada de forma segura sem prejudicar o controle da glicose ou aumentar riscos desnecessários.
Se você puder informar qual medicamento para diabetes a pessoa usa (por exemplo, metformina, insulina, gliclazida, outros), a dose do alprazolam e o motivo do uso (ansiedade, pânico, sono), consigo orientar de forma mais específica.
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É possível uma mulher jovem (25 anos) fazer reposição hormonal para desenvolver corpo (ter curvas, s
É possível uma mulher jovem (25 anos) fazer reposição hormonal para desenvolver corpo (ter curvas, seios etc)? Sei que mulheres trans tomam hormônio, então porque uma mulher cis não poderia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Essa é uma dúvida muito pertinente, e compreendo o motivo da comparação.
Em teoria, uma mulher cisgênero também pode receber hormônios, mas isso só é recomendado quando existe uma indicação médica bem estabelecida, como deficiência hormonal, insuficiência ovariana precoce ou outras condições específicas. Quando a produção hormonal é normal, o uso de estrogênios ou outros hormônios com a finalidade exclusivamente estética, para aumentar mamas, quadris ou promover mais curvas, não é indicado, pois os benefícios são incertos e os riscos podem superar as vantagens.
A terapia hormonal utilizada por mulheres transgênero tem um objetivo diferente: induzir características femininas em um organismo que não produz esses hormônios em níveis fisiológicos. Por isso, trata-se de um contexto completamente distinto, com protocolos específicos e acompanhamento médico contínuo.
É importante lembrar também que o formato do corpo é influenciado por diversos fatores, como genética, composição corporal, massa muscular e distribuição de gordura. Quando os níveis hormonais já são normais, aumentar a quantidade de hormônios não significa, necessariamente, que haverá um aumento das mamas ou mudanças importantes nas curvas, além de poder aumentar o risco de efeitos adversos.
Se essa é uma insatisfação que impacta sua autoestima, vale a pena conversar com um endocrinologista. Uma avaliação individualizada permitirá verificar se há alguma alteração hormonal e, principalmente, orientar quais são as opções mais seguras e realistas para alcançar o resultado que você deseja.
Fico à disposição para ajudá-la. Cada caso é único, e uma orientação personalizada é sempre a melhor forma de encontrar a conduta mais adequada com segurança.
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Comecei a tomar o trucility mais estou sem dormir é normal?
Comecei a tomar o trucility mais estou sem dormir é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Obrigado por compartilhar sua dúvida.
A dificuldade para dormir não está entre os efeitos colaterais mais comuns do Trulicity® (dulaglutida). Os sintomas mais frequentemente observados são náuseas, sensação de estômago cheio, redução do apetite, refluxo e, ocasionalmente, vômitos ou diarreia, principalmente nas primeiras semanas de tratamento.
No entanto, algumas pessoas podem perceber alterações no sono de forma indireta, especialmente se estiverem apresentando desconforto gastrointestinal, ansiedade relacionada ao início da medicação ou mudanças importantes na alimentação. Embora seja uma queixa menos frequente, pode ocorrer.
Minha orientação é observar se a insônia surgiu logo após o início do medicamento e se está acompanhada de outros sintomas. Caso a dificuldade para dormir seja intensa, persista por vários dias ou esteja comprometendo sua qualidade de vida, é importante conversar com o médico que prescreveu o Trulicity®. Ele poderá avaliar se existe alguma relação com o tratamento ou se há outra causa que precise ser investigada.
Se você puder informar há quantos dias iniciou o Trulicity®, qual a dose (0,75 mg, 1,5 mg, etc.) e se está apresentando outros sintomas além da insônia, poderei orientá-lo(a) de forma mais específica.
Espero ter ajudado. Estou à disposição para esclarecer outras dúvidas!
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Olá eu fiquei procurando com à minha glicose duas horas após refeições está em 75 mg é 85 é normal?
Olá eu fiquei procurando com à minha glicose duas horas após refeições está em 75 mg é 85 é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Obrigado por compartilhar sua dúvida.
Pelos valores que você informou, uma glicemia de 75 mg/dL e 85 mg/dL cerca de duas horas após as refeições está, em geral, dentro da faixa considerada normal. Em pessoas sem diabetes e que não utilizam medicamentos que reduzam a glicose, é esperado que o organismo consiga trazer a glicemia de volta para níveis próximos aos de jejum após a alimentação.
Esses números, por si só, não costumam indicar um problema. No entanto, é importante interpretar o resultado juntamente com o contexto clínico. Se você faz uso de medicamentos para diabetes, como insulina ou outras medicações que podem causar hipoglicemia, ou se apresenta sintomas como tremores, suor frio, palpitações, tontura ou mal-estar, esses valores merecem uma avaliação mais detalhada.
Caso contrário, eles sugerem um bom controle da glicose. Continue mantendo uma alimentação equilibrada, hábitos de vida saudáveis e o acompanhamento periódico com seu médico.
Se você puder informar se tem diabetes ou pré-diabetes, se utiliza alguma medicação para controle da glicose e qual foi o valor da sua glicemia em jejum ou da hemoglobina glicada (HbA1c), poderei oferecer uma orientação ainda mais específica para o seu caso.
Espero ter ajudado! Estou à disposição para esclarecer outras dúvidas.
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O N acetil cisteína deixa o xixi amarelo? Seria melhor suspender?
O N acetil cisteína deixa o xixi amarelo? Seria melhor suspender?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo sua preocupação, e é muito importante observar essas mudanças durante o uso de qualquer medicamento ou suplemento.
A N-acetilcisteína (NAC), de forma geral, não costuma deixar a urina amarela. Na maioria das vezes, uma urina mais amarelada está relacionada à menor ingestão de líquidos (urina mais concentrada) ou ao uso de vitaminas do complexo B, especialmente a riboflavina (vitamina B2), que pode deixá-la com uma coloração amarelo-intensa.
Se a única alteração foi a cor da urina e você está se sentindo bem, sem dor para urinar, febre, sangue na urina ou outros sintomas, não há indicação de suspender a N-acetilcisteína apenas por esse motivo. Manter uma boa hidratação e observar a evolução costuma ser suficiente.
Por outro lado, caso a urina apresente uma coloração muito escura (como chá ou coca-cola), avermelhada, venha acompanhada de sintomas urinários, icterícia (pele ou olhos amarelados), ou qualquer outro sinal de alerta, é importante procurar avaliação médica o quanto antes para investigar outras possíveis causas.
Se a N-acetilcisteína foi prescrita para uma condição específica, o ideal é não interromper o tratamento sem orientação do médico que a indicou.
Caso você informe sua idade, o motivo do uso da N-acetilcisteína, a dose utilizada e há quanto tempo iniciou o tratamento, posso orientar de forma mais individualizada.
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Estou tomando sibutramina a 1 semana e não sinto nada com a medicação, a fome continua igual. Devo s
Estou tomando sibutramina a 1 semana e não sinto nada com a medicação, a fome continua igual. Devo suspender ou continuar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A sibutramina é um anorexígeno de ação central que atua aumentando a saciedade e reduzindo a ingestão alimentar, mas o efeito não é imediato nem intenso em todas as pessoas. Em geral, a resposta clínica pode começar a ser percebida entre 1 a 2 semanas, e o efeito mais consistente costuma aparecer em até 3–4 semanas, dependendo da dose, adesão e sensibilidade individual.
Fatores importantes que explicam “não sentir nada” na primeira semana incluem dose inicial baixa, uso irregular, horário inadequado (geralmente é tomada pela manhã), alta resistência alimentar prévia, além de variáveis metabólicas e hormonais — especialmente relevantes no seu caso, já que você tem doença tireoidiana e está em ajuste de tapazol, o que por si só pode interferir em fome, energia e metabolismo.
Não é recomendado suspender por conta própria após apenas 1 semana, porque isso pode levar à perda de uma janela de resposta terapêutica. Por outro lado, também não é ideal simplesmente manter sem reavaliação se não houver nenhum efeito após 3–4 semanas na dose adequada.
O mais correto agora é: manter o uso conforme prescrição, observar por mais alguns dias e comunicar o médico que prescreveu, principalmente se não houver redução de apetite ou se houver efeitos colaterais como palpitação, ansiedade, insônia ou aumento de pressão.
Se quiser, posso te dizer quais são os sinais de que a sibutramina está funcionando de forma adequada e quando realmente vale considerar ajuste de dose ou troca de estratégia.
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Boa tarde posso fazer uso de biotina porque estou fazendo uso de gerovital, tem algum problema? Eles
Boa tarde posso fazer uso de biotina porque estou fazendo uso de gerovital, tem algum problema? Eles junto pode engordar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde! Obrigado pela sua pergunta.
De forma geral, a biotina pode ser utilizada juntamente com o Gerovital, pois não há uma interação medicamentosa relevante conhecida entre eles. No entanto, a necessidade de suplementação com biotina depende de cada caso, sendo mais indicada quando há deficiência comprovada ou situações específicas relacionadas à saúde dos cabelos, unhas ou pele.
Em relação ao peso, nem a biotina nem o Gerovital costumam causar ganho de peso de forma direta. Se ocorrer aumento de peso durante o uso, é importante investigar outras possíveis causas, como mudanças na alimentação, sedentarismo, alterações hormonais (como hipotireoidismo), uso de outros medicamentos ou retenção de líquidos.
Vale lembrar também que a biotina, principalmente em doses elevadas, pode interferir nos resultados de alguns exames laboratoriais, incluindo exames da tireoide e marcadores cardíacos. Por isso, sempre informe ao seu médico e ao laboratório que está fazendo uso desse suplemento antes de realizar exames de sangue.
Se você puder informar sua idade, qual apresentação do Gerovital está utilizando e o motivo pelo qual deseja iniciar a biotina, posso oferecer uma orientação mais individualizada.
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Posso comer arroz branco com carne tendo gordura no figado?
Posso comer arroz branco com carne tendo gordura no figado?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sim, quem tem gordura no fígado (esteatose hepática) pode consumir arroz branco com carne, desde que essas escolhas façam parte de uma alimentação equilibrada e nas quantidades adequadas.
O arroz branco não é proibido, mas por ser um carboidrato de absorção mais rápida, o ideal é consumi-lo com moderação e, sempre que possível, associá-lo a uma boa porção de verduras e legumes. A carne também pode fazer parte da alimentação, dando preferência às opções magras, como frango sem pele, peixes ou cortes bovinos com menor teor de gordura, preparados grelhados, cozidos ou assados.
O mais importante no tratamento da esteatose hepática é manter uma alimentação saudável como um todo, controlar o peso quando necessário, praticar atividade física regularmente e reduzir o consumo de bebidas alcoólicas, alimentos ultraprocessados, frituras e bebidas açucaradas. Essas medidas costumam ter um impacto muito maior na melhora da gordura no fígado do que a exclusão de um único alimento.
Se você também tem diabetes, colesterol ou triglicerídeos elevados, a orientação nutricional pode precisar ser mais individualizada.
Se puder informar sua idade, peso, altura e se o diagnóstico foi feito apenas por ultrassom ou se houve alteração nos exames do fígado, posso oferecer uma orientação mais específica para o seu caso.
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Quem tem gastrite e refluxo pode tomar dexcloferamina xarope?
Quem tem gastrite e refluxo pode tomar dexcloferamina xarope?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Essa é uma dúvida bastante comum.
De modo geral, quem tem gastrite ou refluxo pode utilizar a dexclorfeniramina em xarope, desde que haja indicação médica e não exista nenhuma contraindicação específica para o seu caso. Esse medicamento é um antialérgico e não costuma agravar diretamente a gastrite ou o refluxo.
No entanto, algumas pessoas podem apresentar desconforto no estômago, como náuseas ou irritação gástrica. Por isso, quando possível, é interessante utilizá-lo após uma refeição, o que pode ajudar a reduzir esse tipo de incômodo. Além disso, a dexclorfeniramina pode causar sonolência, sendo importante evitar dirigir ou operar máquinas caso esse efeito ocorra.
Se você já apresenta sintomas intensos de gastrite ou refluxo, ou percebe que houve piora após iniciar o medicamento, é importante retornar ao médico para reavaliar o tratamento e verificar se há uma opção mais adequada.
Se puder informar sua idade, o motivo pelo qual a dexclorfeniramina foi prescrita e quais medicamentos você utiliza para gastrite ou refluxo, posso fornecer uma orientação mais individualizada.
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Posso tomar hidrocloriatiazida25 atenolol 25 e metformina 500 mg no mesmo horário?
Posso tomar hidrocloriatiazida25 atenolol 25 e metformina 500 mg no mesmo horário?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Em geral, hidroclorotiazida 25 mg, atenolol 25 mg e metformina 500 mg podem ser usados no mesmo dia e até no mesmo horário, mas o ponto importante não é “poder”, e sim qual horário é mais adequado para cada um melhorar efeito e reduzir efeitos colaterais.
Na prática clínica:
Hidroclorotiazida 25 mg → ideal pela manhã
(é diurético, evita acordar à noite para urinar e reduz impacto no sono e pressão)
Atenolol 25 mg → pode ser junto da hidroclorotiazida
(controle de pressão e frequência cardíaca; manter horário fixo ajuda estabilidade)
Metformina 500 mg → preferencialmente junto das refeições
(principalmente almoço ou jantar, porque reduz náusea, desconforto abdominal e melhora tolerância)
Portanto: não há problema em tomar juntos, mas não é o mais ideal para a metformina em jejum.
Melhor organização comum:
Manhã: hidroclorotiazida + atenolol (após ou junto do café da manhã)
Almoço ou jantar: metformina
Atenções importantes:
Hidroclorotiazida pode aumentar perda de potássio e urina
Atenolol pode reduzir frequência cardíaca e dar cansaço em alguns casos
Metformina funciona melhor com uso contínuo e associado à alimentação
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Tenho Hipotireoidismo tomo Puran T4 200mg a 7 anos queria tomar o Eutirox pois conheço pessoas que e
Tenho Hipotireoidismo tomo Puran T4 200mg a 7 anos queria tomar o Eutirox pois conheço pessoas que estão com maior aceitação neste outro medicamento, posso usar a mesmo , posso substituir ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Puran T4 e Eutirox são, na prática, o mesmo princípio ativo: levotiroxina sódica. Ou seja, ambos fazem reposição do hormônio tireoidiano T4 no hipotireoidismo e são considerados equivalentes terapêuticos.
Apesar disso, existem diferenças de excipientes (componentes “da fórmula”) entre as marcas, o que pode fazer algumas pessoas relatarem variação subjetiva de bem-estar, absorção intestinal ou tolerância. Em endocrinologia, isso pode acontecer, mas não é regra — a maioria dos pacientes pode usar qualquer uma das duas com o mesmo controle laboratorial.
O ponto mais importante é que a substituição não deve ser feita de forma livre, porque mesmo pequenas variações na absorção podem alterar o TSH e exigir ajuste de dose. Quando há troca de marca, o recomendado é manter a dose equivalente e repetir TSH e T4 livre após cerca de 6 a 8 semanas para confirmar se o controle hormonal permaneceu estável.
Em resumo: sim, é possível substituir Puran T4 por Eutirox, mas sempre com orientação médica e acompanhamento de exames, não apenas por preferência pessoal ou relatos de outras pessoas.
Se quiser, posso te explicar quando realmente faz sentido trocar de marca e quais sintomas indicam dose alta ou baixa de levotiroxina.
Perguntas frequentes
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faz 1 mes que sinto um incômodo na lateral esquerda do pescoço. Já senti uma dor pulsante mas dps pa
Pode ser tensão muscular, linfonodo inflamado ou algo na garganta/refluxo.…