Perguntas do paciente (9)

  • . O que a terapia existencial faz com a raiva e a agressividade ?

    . O que a terapia existencial faz com a raiva e a agressividade ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Flávia Dias

    Na terapia existencial, emoções como a raiva e a agressividade são compreendidas como expressões da busca de sentido diante das frustrações da vida. O processo terapêutico não reprime, mas procura dar significado a esses afetos e ajudar o paciente a transformá-los em atitudes construtivas e responsáveis, favorecendo sua liberdade de escolha.
    Referência:
    FRANKL, Viktor E. Em busca de sentido. 41. ed. Petrópolis: Vozes, 2019.


  • : Como o terapeuta existencial trabalha com a impulsividade?

    : Como o terapeuta existencial trabalha com a impulsividade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Flávia Dias

    Na terapia existencial, a impulsividade é trabalhada a partir do aumento da consciência e responsabilidade do paciente sobre suas escolhas. O terapeuta ajuda a reconhecer os significados por trás dos atos impulsivos e a transformar essas reações em decisões mais autênticas e construtivas, sem negar a liberdade de escolha (FRANKL, 2019). O psicoterapeuta, através da escuta e do acolhimento, estimula o paciente a se ouvir e identificar seus anseios, podendo se posicionar melhor perante situações difíceis.
    Referência:
    FRANKL, Viktor E. Em busca de sentido. 41. ed. Petrópolis: Vozes, 2019.


  • Qual é a visão da logoterapia sobre o ser humano e a liberdade?

    Qual é a visão da logoterapia sobre o ser humano e a liberdade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Flávia Dias

    Na Logoterapia, o ser humano é visto como um ser livre e responsável, capaz de escolher sua atitude diante das circunstâncias, mesmo em situações de sofrimento. A liberdade não é absoluta, mas está sempre ligada à responsabilidade e à busca de sentido para a vida (FRANKL, 2019).
    Referência:
    FRANKL, Viktor E. Em busca de sentido. 41. ed. Petrópolis: Vozes, 2019.


  • É normal ter uma dificuldade grande de manter interações sociais? Ja trabalhei com atendimento ao pú

    É normal ter uma dificuldade grande de manter interações sociais? Ja trabalhei com atendimento ao público e sempre fui muito elogiada pela minha comunicação e simpatia, mas quando se trata de manter um relacionamento amigável com colegas de trabalho ou familia, é dificil interagir por não ser previsível e controlável. Nunca sei sobre o que devo conversar, o quanto devo falar sobre mim para não parecer arrogante ou o quanto devo ouvir sem parecer desinteressada. Que tipo de terapia devo buscar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Flávia Dias

    É comum que pessoas sintam facilidade em situações estruturadas, como no atendimento ao público, mas enfrentem inseguranças em interações sociais mais espontâneas. Essa dificuldade não significa falta de habilidade, mas pode estar ligada à ansiedade social ou à forma como você se percebe nessas relações. A psicoterapia pode ajudar muito nesse processo — especialmente abordagens como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), que trabalha pensamentos e comportamentos ligados à ansiedade, e também a Gestalt-terapia ou Logoterapia, que ajudam a desenvolver consciência, autenticidade e segurança nas interações. O mais importante é buscar um profissional com quem você se sinta à vontade para explorar essas questões.


  • Olá, nunca gostei de me socializar e fico desconfortável na presença de pessoas, ultimamente quando tenho contato com pessoas nao

    Olá, nunca gostei de me socializar e fico desconfortável na presença de pessoas, ultimamente quando tenho contato com pessoas nao consigo me comunicar bem e quando estou fora de casa fico agoniada andando de um lado pro outro e com muita ansiedade, aprece que estou surtando. As vezes corro pro banheiro do meu trabalho sento no chão tampo os ouvidos e só quero chorar, nao gosto de visitas e quando estou em casa faço de tudo pra abafar sons. Nao tenho energia pra nada (sempre fui assim) e quando tenho energia quero fazer tudo de uma vez e acabo nao fazendo nada. Já marquei varias consultas vom psicólogos, quando chega na hora da consulta ...Quem disse que tenho coragem de aparecer, simplesmente invento alguma desculpa e não vou, fico com medo ansiosa, sei lá. Queria muito me resolver...Nao sei o que faço.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Flávia Dias

    Sinto muito que você esteja passando por isso. O que você descreve — desconforto intenso em situações sociais, ansiedade acentuada fora de casa, vontade de se isolar e dificuldade em comparecer às consultas — é algo que pode acontecer com muitas pessoas e não significa fraqueza.
    Uma saída possível é começar o processo terapêutico aos poucos. Se ainda é difícil comparecer presencialmente, você pode iniciar por atendimentos online. Técnicas de respiração, relaxamento e mindfulness também podem ajudar a reduzir o nível de ansiedade no dia a dia.
    Você não precisa enfrentar isso sozinha: buscar ajuda já é um passo importante. Psicoterapia, especialmente a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), tem boas evidências para casos de ansiedade intensa e dificuldade de socialização (BECK, 2013).
    Se os sintomas estiverem muito fortes, também pode ser indicado conversar com um médico para avaliar suporte adicional.
    Referência:
    BECK, Judith S. Terapia cognitivo-comportamental: teoria e prática. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2013.


  • Há alguns dias eu vi, sem saber o que seria, um caso de miiase em um pênis. Desde então não consegui

    Há alguns dias eu vi, sem saber o que seria, um caso de miiase em um pênis. Desde então não consegui tirar as imagens da cabeça. Parece um pensamento intrusivo em looping. O que faço pra tirar essa imagem da minha cabeça?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Flávia Dias

    É comum que imagens impactantes fiquem “presas” na mente como pensamentos intrusivos. Quanto mais tentamos forçar o esquecimento, mais elas retornam. Uma forma de lidar é não lutar contra o pensamento, mas deixá-lo passar sem se prender a ele, direcionando a atenção para outras atividades significativas. Técnicas de respiração, relaxamento e mindfulness podem ajudar. Se isso persistir e causar sofrimento, é recomendável procurar psicoterapia, especialmente TCC, que trabalha estratégias para lidar com pensamentos intrusivos (BECK, 2013).
    Referência:
    BECK, Judith S. Terapia cognitivo-comportamental: teoria e prática. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2013.


  • Meu filho fez 13 anos e a cada ano que passa ele fica mais restrito a comer comida saudável. Não gos

    Meu filho fez 13 anos e a cada ano que passa ele fica mais restrito a comer comida saudável. Não gosta de frutas tem nojo de mastigar e no momento em relação a
    fruta só toma o suco da polpa do morango é bem cuado. Não gosta da comida feita em casa, principalmente arroz, feijão, carne em geral, no momento só come frango a parmegiana se for do restaurante, e o único legumes que ele come é a batata pré frita, verduras não suporta nem olhar. E dentro de casa fica furioso quando eu vou preparar o alimento, porque não suporta o cheiro e nem ver a comida. Ele não suporta ver eu e o pai dele se alimentando, sente nojo. Só gosta de comida que não faz bem para a saúde como; pastel, pizza, hambúrguer, salgados, refrigerante, sorvete ele come bem. Não sei o que fazer preciso de ajuda!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Flávia Dias

    O comportamento do seu filho pode estar ligado tanto a fatores emocionais quanto a questões orgânicas. Algumas parasitoses podem causar alterações no apetite e até aversão a certos alimentos. Por isso, é fundamental procurar um médico pediatra ou gastroenterologista para avaliar a necessidade de exames e indicar, se for o caso, um antiparasitário adequado. Paralelamente, o acompanhamento com psicólogo ou nutricionista infantil pode ajudar a lidar com a seletividade alimentar e reduzir o sofrimento.


  • Boa tarde. Meu filho de 10 anos , tem nojo de restos de comida, que ele próprio comeu. Nojo de conti

    Boa tarde. Meu filho de 10 anos , tem nojo de restos de comida, que ele próprio comeu. Nojo de continuar na mesa após fazer as refeições. Chega a vomitar se ficar olhando .Hipnose ajuda ? Psicólogo ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Flávia Dias

    Esse tipo de seletividade alimentar pode ter causas emocionais, mas também orgânicas. Vale levar seu filho ao médico, pois algumas parasitoses podem influenciar o apetite e causar aversão a alimentos. O pediatra poderá indicar exames e, se necessário, um antiparasitário adequado. Além disso, o apoio de psicólogo e nutricionista infantil ajuda bastante no manejo dessa fase.


  • Tenho entomofobia, principalmente quando se trata de minhocas ou qualquer outro tipo de verme e me r

    Tenho entomofobia, principalmente quando se trata de minhocas ou qualquer outro tipo de verme e me recuso a tomar vermífugo por medo de sair inteiras, oq fazer nessa situação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Flávia Dias

    A entomofobia pode trazer muita ansiedade, inclusive no cuidado com a saúde. Uma alternativa é conversar com um médico, pois existem antielmínticos que dissolvem os parasitas, evitando a visualização dos vermes. Assim, você mantém sua saúde em dia sem reforçar o medo. Além disso, a psicoterapia pode ajudar a lidar com a fobia de forma duradoura.


Perguntas frequentes

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