Perguntas do paciente (12)

  • Qual profissional pode dar laudo técnico de TDAH?

    Qual profissional pode dar laudo técnico de TDAH?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flavia Feitoza

    Olá, tudo bem?

    Os profissionais habilitados para emitir um laudo de TDAH (TRANSTORNO DE DÉFCIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE) são aqueles com formação e competência legal para diagnóstico de transtornos mentais e do neurodesenvolvimento. são eles:

    1- Médico Psiquiatra (preferencialmente infantil)
    2- Neurologista (preferencialmente infantil)
    3- Pediatra (com experiência em TDAH)
    4- Psicólogo

    Importante: O laudo oficial com validade jurídica (para escola. INSS, concursos, etc.) deve ser emitido por médico, especialmente psiquiatra ou neurologista.

    Espero ter Ajudado a clarear sua dúvida.


  • Pessoas com TDAH podem tem maior dificuldade em lembrar de avisar outras pessoas de eventos ou acont

    Pessoas com TDAH podem tem maior dificuldade em lembrar de avisar outras pessoas de eventos ou acontecimentos importantes? Se sim o que pode se fazer para melhorar isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flavia Feitoza

    Olá, tudo bem?
    Sim, pessoas com TDAH frequentemente têm dificuldades em lembrar de avisar os outros sobre eventos ou compromissos importantes. Isso acontece por causa de:
    -Déficits de memória de trabalho (dificuldade em manter e manipular informações na mente)
    -Distração fácil (a mente pula de um assunto para o outro e esquece tarefas pendentes)
    - Problemas com organização e planejamento
    -Impulsividade, que pode fazer a pessoa agir sem lembrar dos passos necessários, como comunicar algo.

    O que pode ajudar:
    1- ANOTAÇÕES VÍSIVEIS (use quadros brancos, post-its ou murais em locais estratégicos (geladeira, porta de entrada) para registar lembretes.
    2- APPS E ALARMES (ferramentas como google agenda, todoist ou até mesmo WhatsAPP (com mensagens programadas ou marcadores de conversa) podem ser grandes aliados.
    3- ROTINA DE CHECK - IN DIÁRIA
    4- TÉCNICA DE "EXTERNALIZAÇÃO DA MEMÓRIA" (falar em voz alta, gravar áudios para si mesmo ou deixar recados visuais para lembrar depois).
    5- PEÇA AJUDA DE PESSOAS PRÓXIMAS;
    6- TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL (TCC) (ajuda a desenvolver estratégias personalizadas e autogestão.


  • É normal um adulto com TDAH de 18 anos ter ciúmes e controlar a mãe?

    É normal um adulto com TDAH de 18 anos ter ciúmes e controlar a mãe?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flavia Feitoza

    Olá, tudo bem?

    Não é exatamente "normal", mas pode acontecer. Um jovem adulto de 18 anos com TDAH pode ter dificuldades emocionais que fazem expressar ciúmes, controle ou dependência excessiva, especialmente em relação a figuras de apegos como a mãe. Isso pode estar ligado a:

    - Imaturidade emocional, que é comum em quem tem TDAH (ás vezes há um "atraso" de 2-3 anos no desenvolvimento emocional)
    -Medo de rejeição ou abandono
    -Baixa tolerância á frustração
    -Dificuldade em lidar com mudanças, como a entrada na vida adulta ou maior independência dos pais.
    Mas é importante observar que controlar a mãe, restringir ou agir com ciúmes não é saudável, para o jovem, nem para a mãe. E isso não deve ser justificado apenas pelo TDAH, poder haver outras questões emocionais ou traços de dependência afetiva que precisam ser trabalhos.

    O QUE PODE AJUDAR:
    - PSICOTERAPIA (INDIVIDUAL E/OU FAMILIAR)
    -TRABALHO COM AUTONIMIA E HABILIDADES SOCIAIS
    -ESTABELECIMENTO DE LIMITES FIRMES E AFETUOSOS POR PARTE DOS PAIS
    -TRATAMENTO DO TDAH (com acompanhamento profissional)


  • gostaria de saber mais sobre os direito de crianças portadores de TDAH pela LBI?

    gostaria de saber mais sobre os direito de crianças portadores de TDAH pela LBI?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flavia Feitoza

    Crianças com TDAH (Transtorno de Défict de Atenção e Hiperatividade) têm diversos direitos garantidos por lei, voltados á sua saúde, educação e inclusão social. No Brasil, esses direitos são amparados principalmente pelo ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (ECA), pela Lei Brasileira de inclusão (LBI) e por normas do Ministério da Educação.

    sendo elas:

    1- Direito á Educação Inclusiva

    - As crianças com TDAH TÊM DIREITO a adaptação pedagógicas, como tempo extra em avaliações, provas orais, divisão de tarefas, entre outras.
    - A Lei n° 14.254/2021 reconhece o TDAH como uma condição que requer atenção especial na área educacional, embora ainda haja discussões sobre sua inclusão formal como deficiência.

    2- DIREITO AO ATENDIMENTO DE SAÚDE

    - Acompanhamento multidisciplinar (psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais) se necessário a equipe completa depois da avaliação.

    3- Direito á proteção contra Discriminação

    - Garantia de tratamento igualitário e respeitoso em ambientes escolares e sócias.

    4- Direito ao Acompanhamento Especializado

    - Possibilidade de contar com profissionais de apoio escolar, como cuidadores e estagiários, de acordo com a avaliação individual.
    - Apoio psicopedagógico, se indicado, dentro ou fora da escola.


    Espero ter ajudado a clarear um pouco sua duvida.


  • Quantos sintomas preciso ter para ser diagnosticado com transtorno de ansiedade?

    Como é diagnosticado uma pessoa com ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flavia Feitoza

    Olá, tudo bem?

    O diagnóstico de uma pessoa com ansiedade começa com base de uma entrevista clínica detalhada, levando em conta sintomas, intensidade, duração e o impacto na vida da pessoa. o processo geralmente inclui:

    1- Avalição clínica

    O profissional faz perguntas sobre:

    - Sintomas físicos (palpitações, falta de ar, tensão muscular, sudorese)
    - Sintomas emocionais (preocupações excessivas, medo constante, sensação de ameaça)
    - Padrão de sono, apetite, rotina e funcionamento no trabalho ou relacionamentos
    - Histórico familiar e eventos de vida estressantes

    2- Critérios de diagnósticos
    São usados como DSM-5 ou CID-10/11, que listam critérios específicos para diferentes tipos de transtornos de ansiedade, como:
    -Transtorno de ansiedade generalizada (TAG)
    -Fobias
    -Transtorno de ansiedade social
    -Transtorno de ansiedade de separação (mais comum em crianças)

    3- Testes complementares
    Embora não existam exames de sangue para "medir ansiedade", podem ser usados questionários validados (como o GAD-7 ou o inventário de ansiedade de Beck) para medir a gravidade.


  • É normal uma pessoa com ansiedade ter pensamentos perturbadores?

    É normal uma pessoa com ansiedade ter pensamentos perturbadores?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flavia Feitoza

    Olá, tudo bem?

    Sim, é muito comum que as pessoas com ansiedade tenham pensamentos perturbadores. Esses pensamentos podem ser intrusivos, exagerados ou até parecer "estranhos" e fora de controle. Eles geralmente envolvem:

    -Medo do pior (catastrófica: "e se der muito errado"?)
    -Autocrítica intensa ("eu vou falhar", "todo mundo vai me julgar"
    -Preocupação obsessivas (com saúde, segurança, futuro, relacionamentos)
    -Pensamentos repetitivos difíceis de "desligar"

    Em alguns casos, esses pensamentos podem ser tão intensos que a pessoa começa a se perguntar se está "perdendo o controle" o que também é um sintoma típico da ansiedade, não um sinal de loucura. E importante saber que esses pensamentos não definem quem você é, e que eles podem ser tratados com terapia ( como cognitivo - comportamental), técnicas de respiração e, se necessário, medicação.


  • Meu filho tem 3anos é está apresentando agressividade no colégio,que bater quando tomando os brinque

    Meu filho tem 3anos é está apresentando agressividade no colégio,que bater quando tomando os brinquedos da criança,o que devo faze?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flavia Feitoza

    Olá, tudo bem?

    Essa situação é mais comum do que parece crianças por volta dos 2 a 4 anos estão aprendendo a lidar com as emoções e muitas vezes a agressividade surge como uma forma imatura de expressar frustração, raiva ou até insegurança.

    Por que isso acontece nessa idade:
    Aos 3 anos:

    A linguagem ainda está em desenvolvimento, então a criança pode "bater" em vez de dizer “não gostei”.
    Ainda está aprendendo a compartilhar e a esperar a vez.
    Está começando a entender regras sociais, mas não domina o autocontrole.
    O que você pode fazer:
    1. Mantenha a calma e acolha, sem reforçar a agressão
    Ao saber que ele bateu, evite punições severas ou gritos. Em vez disso, diga com firmeza e calma:
    "Eu entendo que você ficou bravo, mas não pode bater. Bater machuca. Vamos achar outra forma de resolver isso."
    2. Nomeie os sentimentos dele
    Ajude-o a entender o que está sentindo:
    "Você ficou bravo porque quer o brinquedo, né?"
    Isso ensina que sentir raiva é normal, mas há formas adequadas de reagir.
    3. Ensine alternativas
    Mostre o que ele pode fazer no lugar de bater:
    “Se alguém pega seu brinquedo, você pode pedir de volta ou chamar a professora.”
    4. Use histórias e brinquedos
    Brinque com bonecos ou leia livrinhos que abordem situações de conflito e como resolver sem agressão.
    Crianças aprendem muito pelo lúdico.
    5. Converse com a escola
    Veja se os episódios são frequentes e em quais situações ocorrem.
    Peça para a escola usar a mesma linguagem de casa, como: “Aqui não batemos. Vamos falar com a boca.”
    6. Limite o conteúdo agressivo em telas
    Se ele assiste desenhos ou vídeos, avalie se o conteúdo estimula comportamentos brutos. Alguns programas “inocentes” ensinam o contrário do que os pais querem.

    Quando procurar ajuda especializada?
    Considere conversar com um psicólogo infantil se:
    A agressividade aumenta ou se repete com frequência.
    Ele não demonstra empatia após as atitudes (ex: não se importa se o outro chorou).
    Está agredindo também em casa ou com familiares.
    Há dificuldades na fala ou no sono associadas.

    Espero ter Ajudado!


  • Olá. Quando eu era criança vivia matando pintinhos, furtei 2 relógios e sempre pegava os giz da prof

    Olá. Quando eu era criança vivia matando pintinhos, furtei 2 relógios e sempre pegava os giz da professora escondido. Tinha uma dificuldade de respeitar autoridades (que se perdura até hoje) e sempre implicava com meus primos. Nunca me levaram ao psicólogo pra averiguar. Isso pode se caracterizar transtorno de conduta ou TOD?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flavia Feitoza

    Olá, tudo bem?
    Muito obrigado por compartilhar algo tão íntimo com tanta sinceridade.
    O que você descreveu pode sim levantar sinais de alerta, mas é importante fazer algumas distinções com muito cuidado. Vamos explorar:

    Transtorno de Conduta (TC) x Transtorno Opositor Desafiador (TOD)
    Esses dois transtornos fazem parte dos transtornos disruptivos do comportamento e têm características distintas, embora possam se sobrepor em alguns casos.

    1. Transtorno Opositor Desafiador (TOD)
    Começa geralmente antes dos 8 anos.
    A criança é teimosa, desafiadora, argumenta com adultos, recusa seguir regras, e pode ter raiva frequente.
    A hostilidade é mais verbal e voltada para figuras de autoridade.
    Não envolve, necessariamente, comportamentos cruéis ou destrutivos com outros.
    2. Transtorno de Conduta (TC)
    Envolve comportamentos mais graves: crueldade com pessoas ou animais, destruição de propriedade, furtos, mentiras frequentes, violação de regras sérias.
    Crianças/adolescentes com TC geralmente demonstram falta de empatia, e o comportamento costuma persistir e escalar.
    É um dos diagnósticos mais sensíveis da infância, e frequentemente requer acompanhamento contínuo.

    No seu caso…
    Com base no que você relatou:
    Crueldade com animais (matar pintinhos) e furtos na infância podem sim ser sinais compatíveis com transtorno de conduta, especialmente se houve uma frequência repetida e ausência de remorso à época.
    Desrespeito contínuo à autoridade e provocação de outros (como os primos) também se alinham com aspectos de TOD ou TC.
    No entanto, muitos comportamentos na infância podem ocorrer por outras razões, como:

    Falta de limites claros.
    Ambientes com exposição à violência ou negligência.
    Busca por atenção ou sensação de poder.
    Curiosidade mal direcionada (o que é comum em crianças com pouco direcionamento emocional ou supervisão).

    E hoje, na vida adulta?
    O mais importante é observar como esses comportamentos evoluíram:
    Você ainda sente dificuldade em regular a raiva ou impulsos?
    Tem dificuldade em manter vínculos, empregos, ou respeitar normas sociais?
    Sente remorso por comportamentos do passado ou ainda os justifica?
    O Transtorno de Conduta na infância pode evoluir, em alguns casos, para Transtorno de Personalidade Antissocial na vida adulta mas isso não é uma progressão inevitável. Muitas pessoas com comportamentos disruptivos na infância amadurecem emocionalmente e passam a desenvolver empatia, ética e autocontrole.

    O que fazer agora (se isso ainda te inquieta):
    Você pode buscar um psicólogo clínico ou psicoterapeuta especializado em adultos, para explorar essas memórias e comportamentos com profundidade.
    Psicoterapia não serve só para tratar transtornos ela ajuda também a entender a si mesmo, a história de vida e os padrões que carregamos.
    Se for o caso, um profissional pode investigar se há traços de algum transtorno de personalidade, impulsividade, ou dificuldades emocionais que ainda influenciam sua vida.

    Espero ter Ajudado!


  • Minha filha tem bons resultados e redimentos na escola, ama desenhar, brincar com jogos de memória,

    Minha filha tem bons resultados e redimentos na escola, ama desenhar, brincar com jogos de memória, vareta e quebra cabeça.
    Só que pra trabalhar tive que dá o celular pra ela e com isso fez com que ficasse agitada.
    Fui em uma consulta com a pediatra (rotina) só que ela não parava de falar, não era assuntos paralelos era assuntos entre eu e a médica era como se ela quisesse participar da conversa.
    A médica orientou a procurar um psicólogo, fiquei apreensiva, e me questionando se eu não estou conseguindo perceber algo. A escola nunca teve uma reclamação, sempre me informou que ela ajuda as coleguinhas e nós relatórios anual colocar exemplar com aspectos de liderança. É normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flavia Feitoza

    Olá, tudo bem?

    Sobre o comportamento da sua filha:
    Participação excessiva na consulta:
    A forma como ela interagiu durante a consulta pode refletir:
    Uma criança comunicativa, curiosa e que se sente segura para se expressar.

    Um certo grau de impulsividade ou dificuldade de esperar a sua vez de falar que pode ser algo pontual, especialmente se ela estava agitada por algum motivo (como uso recente do celular).
    A fase do desenvolvimento: crianças em idade pré-escolar e nos primeiros anos do fundamental costumam querer atenção e gostam de "se meter" em conversas dos adultos como uma forma de se sentir incluídas.

    Celular e agitação:
    O uso de celular, especialmente por períodos mais longos, pode sim impactar o comportamento da criança, deixando-a:

    Mais inquieta.
    Com menor tolerância à frustração.
    Mais impulsiva.
    Com dificuldade de foco em atividades mais "lentas", como conversas presenciais ou leitura.

    Relatos da escola:
    Se a escola nunca trouxe preocupações e ainda a descreve como exemplar, colaborativa e com aspectos de liderança, isso é um ótimo sinal de que ela está bem adaptada ao ambiente social e escolar o que geralmente não acontece em crianças com quadros mais significativos de transtorno do neurodesenvolvimento, por exemplo.

    Sobre a indicação da psicóloga:
    Não significa que há "algo errado" com sua filha. Médicos (e especialmente pediatras) recomendam psicólogos não apenas para tratar problemas, mas para acompanhar o desenvolvimento emocional, orientar limites, ajudar nas relações familiares e escolares.

    Pense assim:
    Uma consulta com um psicólogo pode ajudar você a entender melhor o comportamento da sua filha e a ajustar pequenos pontos no dia a dia.

    Pode inclusive trazer paz para o seu coração, ao confirmar que está tudo bem.

    Então, é normal?
    Sim, muito do que você relatou pode ser considerado dentro da normalidade, especialmente considerando o bom desempenho escolar e a afetividade que ela demonstra. O uso do celular pode estar apenas exacerbando certos comportamentos, o que pode ser facilmente manejado com ajustes.

    Dicas práticas:
    Tente reduzir o tempo de tela gradualmente e troque por atividades que ela já gosta (desenhos, jogos de memória, quebra-cabeça).
    Estabeleça momentos para o uso do celular com regras claras (ex: só depois da tarefa, por 30 minutos).
    Observe se a agitação ou a necessidade de falar constantemente persiste mesmo em ambientes mais calmos ou sem telas.

    Se for ao psicólogo, vá sem medo: é um passo de cuidado, não de diagnóstico.

    Espero ter Ajudado!


  • Por que as crianças não conseguem ficar parada ou quietas?

    Por que as crianças não conseguem ficar paradas ou quietas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flavia Feitoza

    Olá, tudo bem?

    Crianças têm naturalmente muita energia e um forte impulso para explorar o mundo ao seu redor, o que faz parte do seu redor, o que faz parte do seu desenvolvimento físico, emocional e cognitivo, Por isso, é comum que elas tenham dificuldades para ficar paradas ou quietas por longos períodos, especialmente nas fases iniciais da infância. Alguns motivos incluem:

    - Desenvolvimento neurológico;
    - Curiosidade natural;
    - Necessidade de movimento;
    - Falta de estímulos adequados;
    - Fatores emocionais ou psicológicos.

    Ansiedade, estresse, sono insuficiente, alimentação inadequada ou conflitos familiares também podem aumentar a inquietação.

    Espero ter Ajudado!


  • Músicas podem ser usadas para amenizar a ansiedade ou os seus sintomas?

    Músicas podem ser usadas para amenizar a ansiedade ou os seus sintomas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flavia Feitoza

    Olá, tudo bem?

    Sim, a música pode ser uma ferramenta poderosa para amenizar a ansiedade. Diversos estudos mostram que ouvir música calmas especialmente com ritmos lentos, melodias suaves e pouca variação sonora pode ajudar a:

    - REDUZIR OS BATIMENTOS CARDÍACOS E A PRESSÃO ARTERIAL
    - DIMINUIR OS NÍVEIS DE CORTISOL, o hormônio do estresse
    - PROMOVER RELAXAMENTO E BEM-ESTAR EMOCIONAL
    -MELHORAR O FOCO E A RESPIRAÇÃO CONSCIENTE, quando combinada com técnicas como meditação.

    Espero ter Ajudado.


  • Como eu sei se tenho Déficit de atenção? Eu sou bem difícil gravar oq leio, seria isso...Qual profis

    Como eu sei se tenho Déficit de atenção? Eu sou bem difícil gravar oq leio, seria isso...Qual profissional procurar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flavia Feitoza

    Olá, tudo bem?

    Para saber se você tem DÉFICT DE ATENÇÃO (com ou sem hiperatividade, conhecido como TDAH), o ideal é passar por uma avalição com um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra.


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