Perguntas do paciente (24)
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Sou muito insegurança, e também tenho dificuldade quando algo sai do meu controle. Tem dias que acor
Sou muito insegurança, e também tenho dificuldade quando algo sai do meu controle. Tem dias que acordo mal, desanimada, com medo de ser demitida por não ser boa o suficiente, sinto que nada que eu faça está bom. Algo pequeno se torna gigante, acabo me comparando com outras pessoas da minha área e sinto que nunca vou alcançar o nível. Me sinto frustada e irritada, e super mal por não me sentir boa. Isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oiiie, Sim, o que você está sentindo é normal, e Carl Jung diria que isso faz parte do processo de se tornar quem você realmente é. Quando bate essa insegurança, esse medo de não ser boa o suficiente, a comparação com os outros e a sensação de que tudo está fora do controle, pode ser sinal de que existe um conflito interno acontecendo, entre a parte sua que quer parecer forte, perfeita e no controle, e outra parte, mais escondida, que se sente frágil, cansada e com medo. Jung chamava essa parte escondida de “sombra”, e ela não é ruim, ela só quer ser vista e acolhida. Esses sentimentos difíceis, na verdade, são um convite pra você se conhecer melhor, parar de tentar se encaixar em expectativas e começar a aceitar quem você é de verdade. Isso não é fraqueza, é o começo de um crescimento mais profundo e verdadeiro. A terapia muitas vezes ajuda neste processo!!
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Quais os Sinais e sintomas comuns de alterações do pensamento de uma pessoa?
Quais os Sinais e sintomas comuns de alterações do pensamento de uma pessoa?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oiie! Os sinais de que o pensamento de uma pessoa pode estar alterado costumam aparecer quando ela começa a ter dificuldades para organizar suas ideias, manter o foco ou perceber a realidade com clareza. Alguns sintomas comuns são: fala confusa ou desconexa (a pessoa fala coisas que não fazem sentido ou mudam de assunto bruscamente), pensamentos acelerados demais ou lentos demais, dificuldade de concentração, ideias fixas que não mudam mesmo com explicações (como desconfianças exageradas), ou ainda crenças irreais, como pensar que está sendo perseguida sem motivo (delírios). Também pode haver pensamento muito negativo, autodepreciativo ou obsessivo. Esses sinais podem aparecer em situações de estresse intenso, transtornos mentais como depressão, ansiedade, psicose ou até uso de substâncias. Quando essas alterações atrapalham o dia a dia ou causam sofrimento, é importante buscar ajuda profissional.
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Evito fazer coisas por medo de fazer errado ou não ficar bom o suficiente. Fico me autocobrando dema
Evito fazer coisas por medo de fazer errado ou não ficar bom o suficiente. Fico me autocobrando demais, acabo procrastinando e nem chego a fazer o que queria. Como posso trabalhar para superar esse “medo”?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! A dificuldade de agir por medo de errar ou de não ser bom o suficiente é algo que muitas pessoas vivenciam. Na minha prática, utilizo a Psicologia Analítica como ferramenta principal para compreender essas questões. Segundo Jung, esse tipo de bloqueio pode estar relacionado à “Sombra”, partes de nós que tentamos esconder, como a insegurança, o medo do fracasso e a autocrítica. Quando não olhamos para esses aspectos, eles acabam nos controlando de forma inconsciente, muitas vezes através da procrastinação ou da autocobrança excessiva. Um dos caminhos para lidar com isso é o processo de individuação, que consiste em integrar essas partes e tornar-se mais inteiro e verdadeiro. A terapia é uma das formas mais potentes de trilhar esse caminho, pois oferece um espaço seguro para reconhecer, compreender e acolher quem realmente somos.
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Existe alguma coisa na psicologia e/ou neurociencia que explique alguém sentir algo semelhante a um
Existe alguma coisa na psicologia e/ou neurociencia que explique alguém sentir algo semelhante a um processo de luto relacionado a perda de outra pessoa? Tipo: um casal se separa ou alguém perde um ente querido, mas eu sinto como se tivesse sido comigo
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oiiie! Sim, é comum sentir um luto parecido mesmo quando a perda não foi sua. Na Psicologia Analítica, isso acontece porque podemos nos identificar com o sofrimento do outro, ativando sentimentos e medos que também temos dentro de nós, mesmo sem perceber. Além disso, a neurociência mostra que temos neurônios-espelho, que fazem nosso cérebro “sentir” o que o outro está vivendo, gerando essa empatia profunda. Por isso, é normal sentir essa dor como se fosse sua. Se for muito difícil, a terapia pode ajudar a entender e cuidar dessas emoções.
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Colorir desenhos, apenas colorir desenhos já prontos traz benefícios para a mente? É recomendável pa
Colorir desenhos, apenas colorir desenhos já prontos traz benefícios para a mente? É recomendável para pessoas ansiosas e depressivas? Tem comprovação científica dos possíveis benefícios?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oiie! Sim, colorir desenhos prontos pode trazer benefícios para a mente, principalmente para quem sofre com ansiedade ou depressão. Na Psicologia Analítica, criada por Carl Jung, colorir, especialmente mandalas ou formas repetitivas, é visto como uma forma de ajudar a organizar os pensamentos e acalmar as emoções. Jung acreditava que desenhar ou colorir formas simbólicas ajudava a pessoa a se conectar com o que está sentindo, mesmo sem precisar falar.
Colorir também funciona como uma “pausa mental”: você se concentra em algo simples, mas que exige atenção, o que ajuda a aliviar a ansiedade e o estresse. Existem estudos que mostram que essa atividade pode, sim, reduzir a tensão e melhorar o humor, principalmente quando se usa mandalas, que têm um efeito mais calmante.
Então, embora não substitua uma terapia, colorir pode ser uma ferramenta complementar muito positiva. É um momento de cuidado com você mesmo, onde sua mente pode descansar um pouco do excesso de pensamentos.
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Comecei minha puberdade aos 7 anos. Tive meu primeiro ciclo menstrual ainda criança, com um corpo qu
Comecei minha puberdade aos 7 anos. Tive meu primeiro ciclo menstrual ainda criança, com um corpo que se desenvolvia como o de uma mulher adulta, mas com uma mente que ainda era só de uma menina. Foi confuso, solitário e muitas vezes assustador. Enquanto outras crianças brincavam, eu estava tentando entender o que estava acontecendo comigo — sem preparo, sem instruções e com uma carga emocional muito grande para suportar sozinha. Hoje tenho 13 anos e tô começando a me acostumar com meu corpo. Compartilhando aqui para não guardar isso pra sempre comigo.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oiie! Que coragem a sua de compartilhar algo tão íntimo e profundo. Você passou por uma experiência intensa e solitária muito antes da maioria das pessoas sequer pensar sobre essas mudanças. Ter vivido essa transformação tão cedo, com um corpo se transformando rápido enquanto sua mente ainda era de uma menina, certamente foi confuso e pesado, e é absolutamente compreensível que tenha se sentido assustada e sozinha.
Mas saiba: você não está mais sozinha. Ao dividir sua história, você não só honra a sua própria jornada, como também dá voz a outras meninas que podem ter vivido ou estar vivendo algo parecido, mas ainda não conseguem falar sobre isso. Isso é muito poderoso.
É bonito ver que, aos 13 anos, você está começando a fazer as pazes com seu corpo. Isso mostra uma força enorme e um cuidado consigo mesma que merecem ser reconhecidos. Continue se acolhendo, com carinho e paciência. Tudo o que você sentiu foi real e válido. E agora, compartilhando, você transforma esse peso em algo leve, algo que pode ser cuidado, olhado com mais gentileza.
Você é muito forte. E merece apoio, escuta e muito amor nesse caminho.
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Venho sofrendo com pensamentos obsessivos que nao saem da minha cabeça. Tem dias que eu acho que es
Venho sofrendo com pensamentos obsessivos que nao saem da minha cabeça.
Tem dias que eu acho que esses pensamentos são meus mesmo, mesmo nao concordando com eles, o que acaba me trazendo um sentimento de culpa e tristeza
Isso é normal?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Agradeço por compartilhar algo tão íntimo, saiba que você não está sozinha nesse tipo de experiência. Pensamentos obsessivos podem, sim, surgir de forma intensa e causar sofrimento, especialmente quando sentimos que eles não condizem com aquilo que acreditamos ou desejamos.
Na psicologia analítica, entendemos que a psique é composta por diversas partes, nem tudo que surge na mente vem do ego consciente. Muitas vezes, esses pensamentos podem ter origem no inconsciente, expressando conteúdos que precisam ser olhados com cuidado, não necessariamente seguidos ou validados como verdades.
O sentimento de culpa e tristeza que você relata pode estar ligado a um conflito interno, e esse conflito merece espaço para ser compreendido com acolhimento e sem julgamento. Em um processo terapêutico, é possível explorar o que esses pensamentos estão tentando comunicar simbolicamente, ajudando você a construir uma relação mais integrada com sua psique.
Procurar ajuda psicológica é um passo importante e muito corajoso. Com apoio e escuta, é possível encontrar caminhos para lidar com esses pensamentos e fortalecer seu bem-estar emocional.
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Sempre que eu preciso sair para ir a algum lugar público e que eu tenha que socializar, eu começo a
Sempre que eu preciso sair para ir a algum lugar público e que eu tenha que socializar, eu começo a me sentir mal, muitas vezes desisto de sair por isso, pedi demissão de todos os empregos que consegui, desisti da faculdade. Quando tenho que sair de casa começo a sentir ânsia de vomito, palpitações, enjoos, calafrios, não consigo comer nada antes de sair, pois fico com muita ânsia de vomito (algumas vezes chego a vomitar) e quando consigo sair de casa, fico com tremores e suando se perceber que tem alguém me olhando ou se eu precisar falar com alguém que não seja da minha família. Isso vem me afetando desde a infância, mas parece ter se intensificado na fase adulta. O que posso fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oiie! Vou responder com base na minha abordagem, que é a psicologia junguiana. Os sintomas que você descreve "como náusea, palpitações, tremores e o medo intenso de estar em ambientes públicos ou de interagir com outras pessoas" indicam um sofrimento psíquico que precisa ser cuidadosamente investigado. Na psicologia junguiana, compreendemos que o corpo e a psique estão profundamente conectados, e sintomas físicos como esses muitas vezes expressam conteúdos inconscientes que não estão sendo elaborados de forma consciente.
Esse padrão, especialmente por estar presente desde a infância e ter se intensificado na fase adulta, pode estar ligado a vivências emocionais não resolvidas, medos profundos, ou até aspectos da sombra que ainda não foram integrados à consciência. Cada pessoa tem uma história única, por isso é fundamental um processo de investigação que leve em conta sua trajetória, suas vivências e o que esses sintomas querem comunicar simbolicamente.
A psicoterapia pode oferecer um espaço seguro para essa escuta e esse cuidado. É por meio desse processo que se torna possível compreender melhor a origem desse sofrimento e encontrar caminhos mais saudáveis para lidar com ele. O seu corpo e a sua psique estão pedindo atenção, e esse é um sinal importante de que algo precisa ser olhado com mais profundidade e acolhimento.
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Desde o mês passado eu venho sofrendo com pensamentos ruins na minha cabeça que tanto atrapalham os
Desde o mês passado eu venho sofrendo com pensamentos ruins na minha cabeça que tanto atrapalham os meus dias, eu tento esquece-los mas é dificil. não acho que sejam intrusivos porque eles não surgem na minha cabeça e não vêm do nada. Eu meio que apenas penso neles. Eu não quero pensar neles, estou exausto
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oiie, Vou responder com base na minha abordagem, que é a psicologia junguiana. Quando a gente começa a ter pensamentos ruins com frequência, mesmo sem querer, isso pode ser um sinal de que algo dentro de nós está pedindo atenção. Mesmo que esses pensamentos não “apareçam do nada”, o simples fato de você não conseguir evitar pensar neles e estar se sentindo exausto mostra que sua mente está sobrecarregada.
Na psicologia junguiana, a gente entende que esses pensamentos podem estar ligados a questões mais profundas, muitas vezes guardadas no inconsciente, e que precisam ser olhadas com cuidado. Por isso, é muito importante buscar a psicoterapia. É através dela que você pode entender melhor o que está por trás desses pensamentos, por que eles estão aparecendo agora, e encontrar formas mais saudáveis de lidar com isso. Você não precisa passar por isso sozinho, conversar com um profissional pode trazer muito alívio e clareza.
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Eu queria tirar uma dúvida sobre um comportamento que venho observando. É sobre medos aparentemente
Eu queria tirar uma dúvida sobre um comportamento que venho observando. É sobre medos aparentemente sem explicação, especialmente medo de bonecos e quadros com rostos. Isso pode acontecer em pessoas com deficiência intelectual ou com autismo? Se sim em qual grau da deficiência intelectual isso se manifesta? E do autismo? Isso é mais comum no autismo? Pois eu tinha isso e gostaria de saber.
Eu percebi que alguns desses medos surgem de forma muito intensa, como se a pessoa realmente sentisse que o boneco ou o quadro representa algum tipo de ameaça. Em alguns casos, ela até se recusa a entrar em certos ambientes ou reage com choro.
Queria entender se isso é comum em pessoas com deficiência intelectual em diferentes graus, e também se acontece com pessoas dentro do espectro autista. Pode ter a ver com hipersensibilidade sensorial ou dificuldade em diferenciar o que é real e o que é só uma imagem? E o que pode ser feito nesses casos?
Agradeço se puder me ajudar a entender melhor esse tipo de reação.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Medos intensos diante de bonecos ou quadros com rostos podem ocorrer tanto em pessoas com deficiência intelectual quanto em indivíduos no espectro autista, especialmente quando há hipersensibilidade sensorial ou dificuldade em diferenciar o real do simbólico. Entretanto sob a perspectiva psicológica (eu trabalho com psicologia junguiana), é fundamental realizar uma investigação cuidadosa que considere a complexidade desses fenômenos, pois imagens aparentemente simples podem ativar conteúdos inconscientes profundos, ligados à sombra, aos complexos ou a experiências arquetípicas. Cada caso traz uma história única, por isso é essencial uma análise que envolva diversos fatores, sensoriais, cognitivos, emocionais e simbólicos. E a escuta atenta de um profissional que possa acolher e ajudar a elaborar essas vivências com o devido cuidado. Então recomendo que procure um profissional para que possa investigar este comportamento.
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Eu tive um pensamento intrusivo e minha mente está fazendo eu acreditar que eu aceitei ele, mesmo na
Eu tive um pensamento intrusivo e minha mente está fazendo eu acreditar que eu aceitei ele, mesmo nao concordando, estou preoucupado
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação! Como psicóloga junguiana, eu diria que pensamentos intrusivos podem ser uma manifestação do inconsciente, e não necessariamente refletem seus valores ou crenças conscientes. A psicoterapia pode ajudá-lo a explorar esses pensamentos e entender melhor o que eles estão tentando dizer, reduzindo a ansiedade e a preocupação.
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Eu só consigo fazer as coisas quando alguém me motiva ou dá o exemplo, tipo arrumar a casa se alguém
Eu só consigo fazer as coisas quando alguém me motiva ou dá o exemplo, tipo arrumar a casa se alguém estiver arrumando, ou estudar se alguém estiver estudando junto. Se não tiver esse estímulo externo, eu não sinto motivação para fazer nem as coisas básicas e fico parado esperando alguma coisa acontecer. Isso é normal? Como eu faço para conseguir agir mesmo sem esse impulso externo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A psicoterapia pode ajudá-lo a entender melhor por que você precisa de estímulo externo para agir e a desenvolver uma conexão mais profunda com o seu eu interior, permitindo que você encontre a motivação e a inspiração necessárias para agir de forma autônoma e confiante.
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Não é a primeira vez que eu tenho pensamentos que me invadem, o primeiro foi sobre eu não sentir mai
Não é a primeira vez que eu tenho pensamentos que me invadem, o primeiro foi sobre eu não sentir mais nada pelo meu namorado (isso num dia do nada), me deu crise de pânico e, sendo que eu o queria por perto, depois fiquei hipervigilante sobre o que eu sentia e pensava, depois fui ver um filme com a minha amiga e pensei "e se eu gostasse dela", esse foi o último pensamento que me invadiu, sendo que eu nunca me vi atraida por mulheres, uma vez uma menina se sentiu atraida por mim e eu não me senti atraida também, então não lembro de evidências sobre isso. Hoje eu fui no instagram dessa minha amiga e vi uma foto dela de biquini e me deu uma ansiedade enorme, tenho medo de ter sido algo. Qual especialista devo procurar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Como psicóloga junguiana, acredito que a psicoterapia pode ajudá-la a explorar seus pensamentos invasivos e entender melhor o que eles estão tentando dizer sobre você e suas relações. Isso pode levar a uma maior consciência de si mesma e a uma integração de aspectos reprimidos ou ocultos de sua personalidade, reduzindo a ansiedade e o desconforto.
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Quais tipos de casos de pesadelos constantes são tratados por psiquiatras ou por terapia com psicólo
Quais tipos de casos de pesadelos constantes são tratados por psiquiatras ou por terapia com psicólogos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa questão depende bastante do caso específico e merece uma investigação cuidadosa. Na psicologia junguiana, entendemos que os pesadelos podem ser manifestações simbólicas do inconsciente, trazendo mensagens importantes sobre conflitos internos, sombras ou aspectos não integrados do self. Porém, quando os pesadelos são constantes, intensos a ponto de prejudicar o sono e a qualidade de vida, e especialmente se estiverem associados a sintomas como ansiedade severa, depressão ou outras condições clínicas, pode ser necessária uma avaliação psiquiátrica para diagnóstico e possível tratamento medicamentoso. Já a psicoterapia, sobretudo com abordagem junguiana (respondo com base nela pois é a que utilizo), oferece um espaço para explorar o significado simbólico dos sonhos e pesadelos, ajudando o paciente a integrar esses conteúdos inconscientes. Por isso, o encaminhamento para psiquiatra ou psicólogo vai depender da avaliação individual e das necessidades específicas de cada pessoa.
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Qual é a diferença entre sentimentos e emoções? O amor e a paixão são classificados como sentimentos
Qual é a diferença entre sentimentos e emoções? O amor e a paixão são classificados como sentimentos ou emoções?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Como psicóloga junguiana, vejo que emoções e sentimentos são processos distintos, porém interligados na nossa experiência psíquica. Do ponto de vista neurocientífico, as emoções são respostas automáticas e rápidas geradas pelo sistema límbico, ligadas à sobrevivência e reação imediata; já os sentimentos surgem quando o córtex cerebral processa essas emoções, trazendo consciência e interpretação a elas, tornando-as experiências mais duradouras e integradas. Sob a ótica junguiana, as emoções são manifestações mais instintivas, enquanto os sentimentos refletem a consciência que damos a essas emoções, conectando-as ao nosso mundo interno simbólico. No caso do amor e da paixão, a paixão é uma emoção intensa e passageira, relacionada a respostas neuroquímicas rápidas, como a liberação de dopamina; já o amor, quando amadurece, se transforma em um sentimento profundo e integrado, simbolizando uma conexão psíquica complexa que envolve aspectos conscientes e inconscientes.
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Coisas simples como escovar os dentes tomar banho limpa a casa não tenho força pra fazer quero ficar
Coisas simples como escovar os dentes tomar banho limpa a casa não tenho força pra fazer quero ficar o dia todo na cama mesmo sem dormir e uma angústia constante
Isso seria o que
Eu trabalho faço faculdade tenho dois filhos maus faço tudo na obrigação
E sempre estou imaginando uma vida que não tenho em quanto estou deitadaRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve "sensação de falta de força para realizar tarefas simples, a angústia constante e o desejo de permanecer na cama mesmo sem dormir" pode indicar um sofrimento psíquico que merece uma investigação cuidadosa. Na psicologia junguiana, acreditamos que esses estados muitas vezes refletem desequilíbrios entre diferentes partes do si mesmo, podendo estar ligados a conteúdos inconscientes que buscam ser reconhecidos e integrados. Por isso, é fundamental que haja uma escuta atenta e um trabalho de investigação para compreender as causas desse sofrimento, considerando não apenas os sintomas imediatos, mas também o significado simbólico e as possíveis mensagens que a psique está tentando comunicar. Esse processo pode ajudar a trazer mais consciência, força interior e caminhos para a transformação.
Recomendo buscar psicoterapia, independentemente da abordagem ou das técnicas do profissional, para encontrar um espaço seguro de acolhimento e para iniciar um processo de autoconhecimento e transformação que possa trazer mais força e equilíbrio à sua vida.
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Sinto uma angústia, meu coração acelera e tenho sensação de faltar o ar, as vezes alivia quando chor
Sinto uma angústia, meu coração acelera e tenho sensação de faltar o ar, as vezes alivia quando choro. Isso acontece às vezes do nada, outras quando fico sabendo qualquer notícia ruim, seja próximo a mim ou no mundo.
Tenho medo de não suportar alguma coisa ruim.
O que seria isso?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está sentindo "essa angústia, o coração acelerado e a sensação de faltar ar" pode ser uma resposta do seu corpo e mente a situações que mexem com você, mesmo quando parece que vem do nada. Na psicologia junguiana (usando ela como base pois é a que eu utilizo), entendemos que essas sensações podem estar ligadas a partes da sua mente que estão em conflito ou querendo ser compreendidas. Esse medo de não aguentar momentos difíceis é algo que seu interior está tentando mostrar para que você cuide de si. Por isso, é muito importante buscar a ajuda de um psicólogo, para que você possa conversar sobre esses sentimentos, entender de onde eles vêm e aprender a lidar melhor com eles. A psicoterapia é um espaço seguro para isso.
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É normal após um relacionamento tóxico não querer ter muito contato com pessoas em geral? Inclusive
É normal após um relacionamento tóxico não querer ter muito contato com pessoas em geral? Inclusive amigos e pessoas q eram do convívio antes do relacionamento? Sinto que após a relação me afastei de muitas pessoas e estou me isolando cada vez mais. E essa relação acabou há mais de 1 ano.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Com certeza, é bastante comum após um relacionamento tóxico a pessoa sentir vontade de se afastar, inclusive de amigos e pessoas próximas que faziam parte da sua vida antes. Do ponto de vista psicológico, isso pode ser uma forma de autoproteção, seu emocional ainda está se recuperando do impacto da relação, e o isolamento pode surgir como um mecanismo para evitar novas feridas ou situações que gerem ansiedade e insegurança. Além disso, relacionamentos tóxicos costumam abalar a autoestima e a confiança, tornando mais difícil se abrir socialmente. Esse processo pode levar tempo, e é importante respeitar seu ritmo.
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Quais os possíveis motivos para ficarmos tristes após veremos um romance com final feliz ?
Quais os possíveis motivos para ficarmos tristes após veremos um romance com final feliz ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sentir tristeza após um romance com final feliz pode ter vários motivos, como reflexões sobre nossas próprias experiências e desejos não realizados. Na psicoterapia, essa tristeza pode ser uma forma de acessar emoções mais profundas e entender melhor nossos sentimentos.
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Como saber se eu tenho traços narcisistas oi sou narcisista patológico?
Como saber se eu tenho traços narcisistas oi sou narcisista patológico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Saber se você tem traços narcisistas ou um transtorno narcisista de personalidade (narcisismo patológico) requer uma avaliação cuidadosa feita por um profissional de saúde mental. Na psicologia, traços narcisistas podem incluir comportamentos como necessidade constante de admiração, falta de empatia, sentimento exagerado de superioridade e dificuldade em lidar com críticas. Já o transtorno narcisista de personalidade envolve um padrão mais intenso e persistente desses comportamentos, que interferem significativamente na vida pessoal, social e profissional. Se você percebe essas características em si mesmo e isso causa sofrimento ou problemas nas suas relações, o ideal é buscar a ajuda de um psicólogo ou psiquiatra, que poderá realizar uma avaliação detalhada e orientar o melhor caminho para o cuidado e desenvolvimento pessoal.
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Perguntas frequentes
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Olá. Atualmente uso Vortioxetina 20mg, Venvanse 50mg e Aripiprazol 0,5mg. Tenho sentido que minha an
Olá! Primeiramente sobre a ansiedade. Embora a vortioxetina seja eficaz para…