Perguntas do paciente (8)
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Como eu sei que estou rejeitando o bebê na barriga? Ou somente não aceitei a ideia de ter um bebê ?
Como eu sei que estou rejeitando o bebê na barriga? Ou somente não aceitei a ideia de ter um bebê ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Muitas vezes, a dificuldade está em aceitar a mudança que a gestação traz, e não o bebê em si. O vínculo também não precisa surgir imediatamente; ele pode ser construído ao longo da gravidez.
Se esse distanciamento é intenso, persistente e gera sofrimento, vale a pena buscar apoio psicológico. Você não é uma mãe ruim por sentir isso. Acolher esses sentimentos é o primeiro passo para compreendê-los.
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Porque a depressão está sempre na espreita pra nós pegar de novo, após acontecimentos ruins?
Porque a depressão está sempre na espreita pra nós pegar de novo, após acontecimentos ruins?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Acontecimentos difíceis podem reativar padrões de pensamento, emoções e respostas do organismo que já estiveram presentes durante a depressão.
Reconhecer os sinais precoces, manter o tratamento quando indicado e buscar apoio diante de momentos difíceis pode ajudar a reduzir esse risco.
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Sou muito impulsivo, sou viciado em livro/curso e isso tem atrapalhado meu trabalho pois nao consigo
Sou muito impulsivo, sou viciado em livro/curso e isso tem atrapalhado meu trabalho pois nao consigo ficar o tempo necessario trsbalhando, sempre me distraio com conteúdos/perfeccionismo. A TCC ou psicoterapia podem me ajudar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim! A terapia pode ajudar a entender o que está por trás desse comportamento.
Buscar constantemente livros e cursos nem sempre é apenas interesse em aprender. Às vezes, isso pode estar relacionado à dificuldade de agir sem sentir que está “pronto”, ao perfeccionismo, à ansiedade ou até a uma forma de evitar tarefas mais desafiadoras.
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Tenho pavor de interagir com as pessoas. Na infância, eu era bastante tímida, mas, mesmo assim, cons
Tenho pavor de interagir com as pessoas. Na infância, eu era bastante tímida, mas, mesmo assim, conseguia conversar, interagir e brincar com as outras crianças. No entanto, na adolescência, essa timidez evoluiu para um medo enorme de interações sociais, e a situação só piorou. Sempre que alguém fala comigo, fico super nervosa, meu coração acelera e sinto vontade de chorar. Acabo gaguejando e não consigo manter contato visual com ninguém porque, ao olhar nos olhos das pessoas, fico nervosa. Quando interajo com os outros por muito tempo, meu medo só aumenta e, após essas interações, me sinto tão mal que choro descontroladamente, me sentindo um lixo. Só de imaginar que preciso me expor ao público, já começo a ter um ataque de ansiedade. Não consigo nem mesmo dar um bom dia a alguém. Para falar qualquer coisa, preciso fazer um esforço enorme. Isso atrapalha muito a minha vida, principalmente na vida profissional. No meu último emprego, infelizmente precisei lidar com o público e foi horrível. Eu tinha que me esforçar muito para não surtar na frente de todo mundo e, quando o expediente acabava, chorava muito, tremia... saía de lá exausta emocionalmente. Queria procurar ajuda, mas tenho medo de que não levem a sério o que sinto e que eu acabe só perdendo tempo e a minha pouca dignidade. Eu sei que não sou a pessoa mais legal e carismática do mundo, mas só queria ser minimamente normal e não ter um ataque toda vez que preciso falar com alguém. Não aguento mais isso. Queria nunca mais ter que falar com ninguém na vida. Queria saber como faço pra me livrar disso, a o especialista de qual área eu preciso recorrer...
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve vai muito além da timidez e merece ser levado a sério. Embora não seja possível fazer um diagnóstico apenas pelo seu relato, seus sintomas são compatíveis com quadros de ansiedade social, entre outras possibilidades.
O profissional mais indicado para começar é um psicólogo, que fará uma avaliação cuidadosa e poderá ajudá-la a compreender a origem desse sofrimento e desenvolver estratégias para lidar com ele.
Você não precisa enfrentar isso sozinha. Existem tratamentos eficazes, e buscar ajuda pode ser o primeiro passo para viver com menos medo e mais liberdade.
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Tenho dificuldade em entender quando eu cismo de estar certo,me defendendo em opiniões, sempre dando
Tenho dificuldade em entender quando eu cismo de estar certo,me defendendo em opiniões, sempre dando razão pra mim,acho que já perdi até empregos por não mudar minha opinião em tudo,sinto que isso está me atrapalhando, como posso melhorar isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Reconhecer esse padrão já é um passo importante. Muitas vezes, manter uma posição a qualquer custo pode estar relacionado à dificuldade em lidar com opiniões diferentes, à necessidade de se sentir validado ou até ao medo de estar errado.
Vale a pena buscar acompanhamento com um psicólogo para compreender o que sustenta esse comportamento e desenvolver maior flexibilidade nas relações. Isso pode favorecer seus vínculos pessoais e profissionais, sem que você precise abrir mão de quem é.
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Estou passando por um casamento muito desgastado. As discussões são frequentes, há ofensas de ambos
Estou passando por um casamento muito desgastado. As discussões são frequentes, há ofensas de ambos os lados e isso acontece, infelizmente, na frente dos nossos filhos. Percebo que isso está afetando meu bem-estar emocional.
O que mais me angustia é que sinto muita dificuldade em conversar com minha esposa sobre os problemas, pois tenho a impressão de que ela nunca reconhece a própria participação nos conflitos. Isso me faz perder a esperança de que a relação possa melhorar.
Também reconheço que eu erro e que, durante as discussões, acabo respondendo de forma inadequada. Hoje me sinto emocionalmente exausto, com baixa autoestima e muito confuso sobre como lidar com essa situação.
Minha dúvida é: do ponto de vista psicológico, como saber quando um relacionamento ainda tem possibilidade de ser reconstruído e quando o desgaste já é tão grande que um afastamento temporário pode ser uma alternativa saudável para preservar a saúde emocional e o bem-estar dos filhos?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve demonstra um desgaste emocional importante. Não existe um momento exato para saber se um relacionamento pode ser reconstruído, mas isso depende da disposição de ambos em reconhecer responsabilidades e investir em mudanças.
Como os conflitos são frequentes e acontecem na frente dos filhos, buscar ajuda psicológica é um passo importante. Em alguns casos, a terapia de casal ou até um afastamento temporário podem ser alternativas para preservar o bem-estar de todos e favorecer uma decisão mais consciente.
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Vc acha q o controlo digital parental é bom ou mau?
Vc acha q o controlo digital parental é bom ou mau?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O controle parental pode ser um recurso útil, mas não deve ser a única estratégia. Quando utilizado de forma equilibrada, ajuda a proteger a criança de conteúdos inadequados e a estabelecer limites. No entanto, ele não substitui o diálogo, a construção de confiança e a educação para o uso consciente da tecnologia.
O mais importante é que a criança aprenda, gradualmente, a fazer boas escolhas mesmo quando não houver um aplicativo monitorando suas ações.
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Desde criança (por volta dos 4 anos), tenho uma imaginação muito ativa. Crio histórias contínuas na
Desde criança (por volta dos 4 anos), tenho uma imaginação muito ativa. Crio histórias contínuas na minha cabeça, com personagens, acontecimentos e “episódios”, às vezes recriando minha própria vida de formas diferentes ou criando qualquer cenário que eu queira.
Durante esses momentos costumo andar em círculos, girar objetos (quando era criança era sacola/corda, hoje é mais lápis) e fazer sons com a boca. Isso acontece quando estou entediado ou quando vejo algo que me inspira. Eu acho divertido e consigo parar quando quero, mas comecei a fazer escondido por vergonha, porque eu nunca vi ninguém fazer isso, de andar de um lado para o outro fazendo sons e girando lápis enquanto imagina…
Além disso, desde criança tenho dificuldades como procrastinação, esquecer coisas, deixar tarefas para última hora, dificuldade em terminar atividades e começar tarefas chatas. Também tenho histórico de ansiedade/depressão e muita timidez, com medo de julgamento e dificuldade social.
Quero entender se isso pode ter relação com alguma condição como TDAH ou outra questão, ou se é apenas meu jeito de funcionarRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve pode estar relacionado a diferentes fatores, e não é possível chegar a uma conclusão apenas pelo seu relato. Uma imaginação muito ativa, acompanhada de movimentos repetitivos durante a fantasia, pode fazer parte do funcionamento de algumas pessoas e não necessariamente indica um transtorno.
Por outro lado, as dificuldades de organização, procrastinação, esquecimento e manutenção da atenção, somadas à ansiedade e à timidez, merecem uma avaliação mais aprofundada. Essas características podem estar presentes em condições como o TDAH, mas também podem estar relacionadas à ansiedade ou a outros fatores.
Perguntas frequentes
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Neném com nuca 2,5 d 12 semanas d gestação e normal esse valor?
A translucência nucal de 2,5 mm com 12 semanas não deve ser interpretada…