Perguntas do paciente (12)

  • Faz um mês que conheci um menino, tudo aconteceu muito rápido, porém ele nesse tempo tem se mostrado

    Faz um mês que conheci um menino, tudo aconteceu muito rápido, porém ele nesse tempo tem se mostrado uma pessoa difícil e estamos discutindo constantemente, nossa primeira discussão foi porque ele começou a questionar respostas de comentários das minhas fotos de 2022, época que eu não estava com ele, e nos comentários não tinha nada de mais. Ele sempre questiona coisas bobas e sempre faz muitas perguntas e quer saber muitos detalhes sempre, ele viu uma foto antiga com um amigo meu e começou a questionar, vocês estão muito perto não acha? Como vocês conversavam? porque tirou essa foto? para quem mandou? porque tirou para mandar para outra pessoa?... Isso me incomoda e ao falar sobre com ele, ele fala que só está tentando me entender melhor e que não tem culpa de eu só ter tido relacionamentos rasos e que passado importa para ele, isso está acabando com a minha cabeça e eu não estou conseguindo ficar feliz, pois sei que quando ele está perto e estamos conversando eu posso falar algo ou fazer e ele começar a questionar e acabar com o momento feliz. Ele já falou que não é ciúmes e nem desconfiança. Sinto que nenhuma resposta e o suficiente para ele. O que fazer? Devo procurar um especialista?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovana Santos Araújo

    Olá!

    O que você descreve parece estar gerando um sofrimento importante, e isso merece atenção.

    Perceba que a questão central talvez não seja apenas o fato de ele fazer perguntas, mas como essas perguntas estão afetando sua liberdade de ser quem você é e de viver a relação com tranquilidade. Quando passamos a sentir que precisamos medir palavras, justificar constantemente nosso passado ou nos preparar para possíveis questionamentos, a relação pode começar a ser vivida mais pela tensão do que pelo encontro.

    Na perspectiva fenomenológica, é importante olhar menos para rótulos e mais para a experiência que você está tendo. Como você se sente nessa relação? Você se sente acolhida, respeitada e compreendida? Ou sente que está constantemente sendo colocada em posição de defesa?

    Você relata que nenhuma resposta parece ser suficiente para ele. Independentemente de a motivação dele ser ciúme, insegurança, necessidade de controle ou apenas uma busca intensa por compreensão, é importante observar que relacionamentos saudáveis costumam permitir que cada pessoa tenha uma história própria, um passado e uma individualidade que não precisam ser permanentemente investigados ou justificados.

    O filósofo Søren Kierkegaard falava sobre a importância da confiança e da escolha no amor. Nenhum relacionamento consegue se sustentar apenas pela tentativa de eliminar todas as dúvidas sobre o outro. Em algum momento, amar também envolve aceitar a impossibilidade de conhecer e controlar completamente a vida da pessoa amada.

    Sobre procurar um especialista: sim, pode ser muito valioso. Não porque exista necessariamente algo “errado” com você, mas porque um processo terapêutico pode ajudá-la a compreender melhor o que está vivendo, reconhecer seus limites, identificar o que espera de uma relação e fortalecer sua capacidade de fazer escolhas que estejam alinhadas ao seu bem-estar.

    Caso perceba que essas dinâmicas estão afetando sua saúde emocional, sua autoestima ou sua sensação de liberdade dentro da relação, buscar ajuda profissional pode ser um passo importante.

    Fico à disposição para acolher e aprofundar essa reflexão em um espaço terapêutico seguro e sem julgamentos.


  • Estou numa relação e aconteceu uma interação com um amigo que me deixou desconfortável. O meu parcei

    Estou numa relação e aconteceu uma interação com um amigo que me deixou desconfortável. O meu parceiro não ficou incomodado quando lhe contei, mas desde então tenho pensamentos repetitivos sobre se fiz algo errado. Passo muito tempo a rever mentalmente o que aconteceu, a analisar cada detalhe e a sentir culpa, apesar de procurar confirmação junto de outras pessoas. Como posso lidar com esta necessidade constante de ter a certeza de que não fiz algo errado? Sinto a necessidade de perguntar a toda a gente se considera traição, se eu agi errado, e minha cabeça fica o tempo todo “isso é traição” “coitado do seu namorado, vc não merece ele” “será que eu dei abertura?” “Será que eu fiz com intenção?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovana Santos Araújo

    Olá!

    Pelo que você descreve, parece que o maior sofrimento neste momento não está necessariamente no que aconteceu com seu amigo, mas na relação que você passou a ter com suas próprias dúvidas.

    Você relata uma necessidade constante de revisar mentalmente os acontecimentos, analisar intenções, buscar confirmação de outras pessoas e obter uma certeza absoluta de que não fez nada errado. No entanto, quanto mais tenta alcançar essa certeza, mais dúvidas parecem surgir.

    Do ponto de vista fenomenológico, pode ser importante observar que nem sempre o sofrimento está no fato em si, mas na forma como passamos a nos relacionar com ele. Em vez de viver a experiência e atribuir um significado a ela, a pessoa pode acabar presa em um movimento contínuo de análise, vigilância e autocondenação.

    Também chama atenção a presença de pensamentos muito críticos, como "você não merece seu namorado" ou "coitado dele". Nesses momentos, vale perguntar: essas frases refletem um fato ou representam uma interpretação severa que você está fazendo sobre si mesma?

    O filósofo Kierkegaard falava sobre a angústia que surge diante da liberdade e da responsabilidade de escolher. Muitas vezes, buscamos uma garantia absoluta de que agimos perfeitamente, mas a vida humana raramente oferece esse tipo de certeza. Relacionar-se implica conviver com ambiguidades, limites e dúvidas que nem sempre podem ser eliminadas.

    Talvez a questão mais importante não seja descobrir uma resposta definitiva para "foi traição ou não?", mas compreender por que essa dúvida ganhou tanto espaço dentro de você e o que ela revela sobre sua relação consigo mesma, com a culpa e com o medo de errar.

    Se perceber que esses pensamentos estão consumindo grande parte do seu tempo, gerando sofrimento intenso ou prejudicando sua qualidade de vida, um acompanhamento psicológico pode ajudá-la a explorar essas questões com mais profundidade e desenvolver uma relação mais compassiva consigo mesma.

    Fico à disposição para ajudar.


  • O que significa dizer que o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é um transtorno multifatori

    O que significa dizer que o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é um transtorno multifatorial?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovana Santos Araújo

    Quando dizemos que o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é multifatorial, significa que ele não surge por uma única causa. Em vez disso, seu desenvolvimento costuma envolver a interação de diversos fatores biológicos, psicológicos e ambientais ao longo da vida.
    Entre eles, podem estar predisposições genéticas, características do funcionamento emocional, experiências de infância, qualidade dos vínculos afetivos, situações de negligência, invalidação emocional ou eventos potencialmente traumáticos. No entanto, é importante destacar que nenhuma dessas experiências, isoladamente, determina que uma pessoa desenvolverá TPB.

    Cada história é única. Duas pessoas podem viver situações semelhantes e apresentar desfechos completamente diferentes, justamente porque o sofrimento humano não pode ser explicado por uma única variável.

    Sob uma perspectiva fenomenológica, mais do que buscar uma causa específica, interessa compreender como a pessoa vivencia suas emoções, seus relacionamentos, sua identidade e sua forma de estar no mundo. O diagnóstico pode ajudar a orientar o tratamento, mas não define quem a pessoa é nem resume sua experiência.
    Com acompanhamento psicológico adequado e, quando necessário, acompanhamento psiquiátrico, muitas pessoas com TPB desenvolvem formas mais saudáveis de lidar com suas emoções e constroem relações mais estáveis e satisfatórias.

    Caso tenha dúvidas sobre seu caso específico, procure um profissional de saúde mental para uma avaliação individualizada. Estou à disposição para ajudar.


  • Olá! Tenho um relacionamento de 4 anos e no começo eu cogitei em terminar para “curtir a vida”(fest

    Olá!
    Tenho um relacionamento de 4 anos e no começo eu cogitei em terminar para “curtir a vida”(festas beijar várias bocas kk) só que entrei conflito por ele ser um cara que tinha grande potencial de dar certo, decidi continuar o namoro. Hoje em reflexão desse acontecimento(que meche comigo, por causa da ansiedade que senti) vejo que não terminei por medo de não dar certo esse desejo(de festas e tal), até pq não tenho amigas p isso e me sinto meio culpada por isso, por não terminar por causa desse medo. Meu relacionamento é muito bom, sou feliz e pensando nisso tudo sinto medo de no futuro não amar ele mais e ter que terminar. Como posso me afastar desse medo e eliminar esses pensamentos que me causam tanta ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovana Santos Araújo

    Olá, sinto muito que você esteja tão angustiada e agoniada com essa questão. Pelo que me parece, existe um medo, e acredito que a primeira coisa que investigarmos seria o seu medo, como aparece, pq aparece e o que ele diz. A partir disso, essa análise que você faz, colocando numa balança entra mas de forma em que questionamos o sentido da relação, e de não ter uma relação pra você. Lembrando, que os significados e significações são seus, você quem é responsável e protagonista da sua história. Me parece que iniciar um processo terapêutico para aprender a se ouvir um pouco, se analisar e ter suporte frente a isso, seria de suma importância pra você. Qlq dúvida estou a disposição. Um abraço!


  • Tenho 19 anos e dificuldade em organizar minha rotina. Saí de um emprego fixo para tentar algo incer

    Tenho 19 anos e dificuldade em organizar minha rotina. Saí de um emprego fixo para tentar algo incerto, mas a ansiedade me atrapalha. Não consigo fazer cursos, pois dependia financeiramente do trabalho. Minha faculdade é flexível, porém tenho que me manter...me sinto insegura, inquieta e inferior perto de pessoas mais qualificadas. Já tentei várias vezes me organizar, mas parece que só piora. Isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovana Santos Araújo

    Olá, senti a sua angustia ao ler o seu relato. Sinto muito que tenha se sentido assim, tomado(a) pela angustia e ansiedade. Isso não é normal, mas acontece quando estamos em um grau alto de ansiedade, angustia e estresse. Seria importante pra você, um acompanhamento psicológico que consista em entender melhor quais são seus limites frente a algumas decisões e o que seria mais saudável tanto a curto prazo como a longo prazo pra você. Pensando justamente nas suas preocupações, prioridades e desejos. Espero que consiga encontrar paz e autenticidade em suas escolhas e batalhas. Um abraco afetuoso, e qualquer duvida estou disponivel!


  • Eu tive um pensamento intrusivo e minha mente está fazendo eu acreditar que eu aceitei ele, mesmo na

    Eu tive um pensamento intrusivo e minha mente está fazendo eu acreditar que eu aceitei ele, mesmo nao concordando, estou preoucupado

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovana Santos Araújo

    Olá, sinto muito que tenha se sentido assim. Os pensamentos intrusivos são muito presentes em todos nós e podem surgir cotidianamente, principalmente em casos de ansiedade. Vale a pena refletir sobre como seu pensamento aparece, em quais circunstâncias e o que ele te diz. Nem todos pensamentos que temos são uma verdade, precisamos por vezes, colocar nossos pensamentos em questão, e comprovação. Se você acaba acreditando e aceitando um pensamento intrusivo, seus comportamentos podem começar a ficar cada vez mais coniventes com o pensamento, de modo a comprova-lo. Mesmo talvez ele nem sendo verdade. Por vezes chamamos esse movimento de auto-sabotagem. Indico a você, o processo terapêutico para poder investigar de onde vem, a raiz de seus pensamentos intrusivos, desenvolver mecanismos de defesa deles e estratégias para refutação. Qlq dúvida, estou disponível! Um abraço


  • Eu só consigo fazer as coisas quando alguém me motiva ou dá o exemplo, tipo arrumar a casa se alguém

    Eu só consigo fazer as coisas quando alguém me motiva ou dá o exemplo, tipo arrumar a casa se alguém estiver arrumando, ou estudar se alguém estiver estudando junto. Se não tiver esse estímulo externo, eu não sinto motivação para fazer nem as coisas básicas e fico parado esperando alguma coisa acontecer. Isso é normal? Como eu faço para conseguir agir mesmo sem esse impulso externo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovana Santos Araújo

    Olá, primeiramente, lamento você estar sentindo que existe apenas diante de um olhar externo, ou um tipo de validação conjunta a sua existência. Fiquei curiosa pra entender melhor o que você está chamando de motivação, seria vontade? Desejo? Além disso, as atividades que você citou são atividades que exigem de nós um esforço, pois é algo que demanda energia e pode ser muitas vezes desprazeroso. Fiquei refletindo o quanto talvez você não está conseguindo se movimentar frente aos desprazeres, atividades que exigem mais esforço ou que te faz entrar em contato com suas dificuldades. Vale a pena investigar dentro de um processo terapêutico sobre como tem sido seus enfrentamentos, quais habilidades frente as difículdades você tem, e como pode executar novas estratégias para ter uma vida que faça sentido pra você e não só em conjunto com outro. Caso tenha interesse ou dúvida, estou a disposição, um abraço!


  • Perdi meu desejo sexual após uso antidepressivos faz , uns 21 anos , e não voltou, me sinto bem melh

    Perdi meu desejo sexual após uso antidepressivos faz , uns 21 anos , e não voltou, me sinto bem melhor sem ele, não tenho preocupação com DSTs,AIDS , pensão, gastar tempo com discussão de relacionamento, sem gastos adicionais , sem apurrinhamentos , fora essas vantagens , existe algum risco de adoecimento para mim por não ter desejo sexual ? Não tenho vontade de me masturbar também e não sinto saudades,era como carregar uma cruz nas minhas costas , um peso, uma obrigação por algo que não escolhi na minha vida.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovana Santos Araújo

    Olá! Acredito que você não deva sentir desejo sexual mas outros desejos que te faz sentir prazer, não necessariamente correlacionado a questões sexuais. Tem pessoas que desviam a energia sexual para outras atividades da vida e são muito felizes. Na vida, existem várias formas de se relacionar e o sexo não é a base de algumas relações e não precisa ser. Acredito que vale a pena investigar mais essa questão e pensar aprofundado sobre isso e elaborar o que pode surgir… conte comigo caso tenha interesse a adentrar nesse desafio. Não estará sozinho! Um abraço!


  • Existe algum remédio para a cura da dependência química?

    Existe algum remédio para a cura da dependência química?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovana Santos Araújo

    Olá! Não existe um medicamento específico que cure a dependência química… Mas existe tratamento! O que existe são medicações que facilitam o processo de relação com a dependência química. E o processo terapêutico é a chave principal já que com o tempo essa medicação também será retirada no desmame. Em casos de dependência química é fundamental entender qual a relação que se estabelece com o álcool e ou outras drogas… por qual motivo começou? O que buscava e hoje o que busca com o consumo. São questões muito íntimas e pessoais e que tem muitas coisas profundas envolvidas no consumo... O que o álcool e outras drogas resultaram em você e na sua vida? E vale lembrar que você não é a dependência química, ela é só uma característica atual acentuada no momento. Se fizer sentido pra você, conte comigo! Um abraço!


  • É possível ter uma vida normal com toc?depois q descobri q tenho toc parece q pior ficou meus sintom

    É possível ter uma vida normal com toc?depois q descobri q tenho toc parece q pior ficou meus sintomas

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovana Santos Araújo

    Olá, fiquei curiosa para entender como que seria para você uma “vida normal”… Acredito que tem muita potencialidades em você alem do TOC… Você não é o TOC… o TOC é apenas uma característica sua atualmente… É possível ser feliz mesmo com TOC… Para isso, vale a pena investir no seu processo terapêutico pra junto com um profissional você possa ter a sua percepção de você mesmo em relação ao TOC… Falar e elaborar os medos, ansiedades e dificuldades que encontra e que aparecem no sintoma do TOC. Entenda seu diagnóstico apenas como uma forma do seu corpo sinalizar que algo muito mais profundo não vai bem… Se isso fizer sentido pra você, conte comigo, um abraço!


  • Faz uns 5 meses que tenho pensamentos homossexual e sentimentos mas é contra a minha vontade. Bate u

    Faz uns 5 meses que tenho pensamento homossexual e sentimentos, mas é contra a minha vontade. Bate uma ansiedade e medo, atrapalha minha vida por completa, meus sonhos de ter uma família e passar em um concurso público parece que não posso mais realizar. Esses pensamentos são o dia todo praticamente e parece que tem uma confusão mental e fico me testando todo momento. Sofri dois abusos na minha infância: um o vizinho mandou eu pegar na parte intima dele e o outro foi um homossexual pegou na minha parte íntima dentro de uma sala de emergência. Quero tanto ser pai e formar uma família mas agora tenho medo e só penso nisso e parece algo sem fim. Será que esses pensamentos tem algo relacionado aos abusos? Escuto dentro de mim um "pega aqui" e bate ansiedade e me pergunto se estou virando homossexual? São os dias mais terríveis de minha vida. Paralisei total e sem nenhuma expectativa de vida. Porquê tanto tempo pra reconhecer esses abusos? Algum profissional poderia me responder? Ficarei grato!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovana Santos Araújo

    É muito compreensível saber que todos esses pensamentos tenha te causado muito sofrimento e desamparo e inclusive sinto muito por isso e pela de sua experiência do abuso. A violência, seja ela qual for, atravessa toda a nossa forma de se perceber e ser no mundo. Não necessariamente você seja homossexual ou por esse motivo não seja pai um dia. O fato de alguém ser homossexual não o impossibilita de ser pai. E não é somente pelos pensamentos atuais e pelo abuso que você é ou será homossexual. A sexualidade vai para muito além disso… De toda forma acredito que necessite, falar mais sobre isso, em ambiente seguro e sem julgamentos… entender, e elaborar todos esses pensamentos, descobrir o sentido deles e como lidar com eles… Além disso, ressignificar a experiência do abuso, pegar sua criança no colo e defender ela, pois você hoje, é o adulto que consegue cuidar da sua criança.
    O processo terapêutico serve para que você busque sentidos e entendimentos sobre si e sobre sua experiência e não há respostas certas ou erradas. Se isso for o que você procura, estou aqui. Um abraço afetuoso!


  • Meu marido bebe todas as sextas e sábado aí não gosta de ficar em casa fico triste com isso nem pare

    Meu marido bebe todas as sextas e sábado aí não gosta de ficar em casa fico triste com isso nem parece a mesma pessoa. Como buscar ajuda?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovana Santos Araújo

    Oi, sinto muito pela sua angustia tanto enquanto mulher como enquanto esposa. Acredito que temos a possibilidade de encontrar estrategias de cuidar de nós mesmos quando o outro nao consegue perceber o quanto as atitudes dele está nos afetando. Te convido a procurar apoio psicologico para voce, pensando nos seus limites, dificuldades e processos diante da relação para com o alcoolismo dele e tambem em relação a propria relação amorosa de voces. Com o intuito de se fortalecer e entender seus proprios sentimentos em relaçao ao que vem vivenciando enquanto mulher, e tambem de pensar estrategias que a deixe mais satisfeita com sua vida. Estou a disposição caso queira adentrar nesse processo.


Perguntas frequentes

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