Perguntas do paciente (228)

  • Quais são os efeitos psicológicos da quimioterapia no paciente com linfoma?

    Quais são os efeitos psicológicos da quimioterapia no paciente com linfoma?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    A quimioterapia pode causar diversos efeitos psicológicos em pacientes com linfoma.
    É comum surgirem ansiedade, medo, tristeza e irritabilidade durante o tratamento.
    Alterações no sono, apetite e energia podem intensificar o estresse e afetar o humor.
    O medo da recidiva ou da evolução da doença pode gerar preocupação constante e sensação de vulnerabilidade.
    O acompanhamento psicológico ajuda a lidar com essas emoções, promovendo resiliência, enfrentamento e bem-estar emocional.


  • Como a família pode apoiar psicologicamente um paciente com linfoma?

    Como a família pode apoiar psicologicamente um paciente com linfoma?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    A família desempenha um papel fundamental no apoio psicológico de um paciente com linfoma.
    Oferecer escuta ativa e acolhimento emocional ajuda a reduzir medo, ansiedade e sentimentos de isolamento.
    Manter rotina, afeto e momentos de conexão proporciona segurança e bem-estar.
    Apoiar na adesão ao tratamento e incentivar hábitos saudáveis fortalece a confiança e a motivação do paciente.
    Participar de acompanhamento psicológico ou grupos de apoio familiar pode melhorar o enfrentamento coletivo da doença.


  • . Quais são os impactos psicológicos de um diagnóstico de linfoma?

    . Quais são os impactos psicológicos de um diagnóstico de linfoma?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    Um diagnóstico de linfoma pode gerar impactos psicológicos significativos.
    É comum surgirem medo, ansiedade e preocupação com a evolução da doença e o tratamento.
    Tristeza, frustração e sentimentos de vulnerabilidade podem afetar o humor e a autoestima.
    O diagnóstico também pode causar incerteza sobre o futuro, interferindo na rotina e nos planos de vida.
    O acompanhamento psicológico ajuda a lidar com essas emoções, fortalecer a resiliência e melhorar a qualidade de vida.


  • Como a psicoterapia pode ajudar a pessoa com linfoma a lidar com a culpa e a frustração por depender

    Como a psicoterapia pode ajudar a pessoa com linfoma a lidar com a culpa e a frustração por depender dos outros durante o tratamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    A psicoterapia ajuda pacientes com linfoma a lidar com culpa e frustração relacionadas à dependência durante o tratamento.
    Ela oferece um espaço seguro para expressar emoções sem julgamento.
    Técnicas de reestruturação cognitiva ajudam a identificar pensamentos autocríticos e substituí-los por interpretações mais realistas.
    O acompanhamento psicológico ensina estratégias de enfrentamento, fortalecendo a aceitação e a resiliência.
    Também promove melhor comunicação com familiares e cuidadores, facilitando apoio mútuo e redução de estresse emocional.


  • Como a terapia psicológica pode auxiliar na gestão do medo da recaída do câncer?

    Como a terapia psicológica pode auxiliar na gestão do medo da recaída do câncer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    A terapia psicológica ajuda pacientes com câncer a lidar com o medo da recaída de forma saudável.
    Ela ensina a identificar pensamentos ansiosos e a substituí-los por interpretações mais realistas.
    Técnicas de relaxamento, atenção plena e reestruturação cognitiva reduzem a ansiedade constante.
    A terapia promove estratégias de enfrentamento para lidar com exames, sintomas e incertezas do futuro.
    O acompanhamento psicológico fortalece a resiliência emocional e melhora a qualidade de vida durante e após o tratamento.


  • Qual é o papel do psicólogo no tratamento de um paciente com linfoma durante a quimioterapia e a rad

    Qual é o papel do psicólogo no tratamento de um paciente com linfoma durante a quimioterapia e a radioterapia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    O psicólogo desempenha um papel fundamental no tratamento de pacientes com linfoma durante a quimioterapia e a radioterapia.
    Ele oferece apoio emocional, ajudando a lidar com ansiedade, medo, tristeza e estresse relacionados ao tratamento.
    Ensina estratégias de enfrentamento para sintomas físicos, efeitos colaterais e mudanças na rotina.
    Promove o fortalecimento da resiliência e da autoestima, auxiliando na manutenção da motivação e adesão ao tratamento.
    Também atua como elo entre paciente, família e equipe médica, facilitando comunicação, compreensão e suporte integral.


  • Como a psicoterapia pode ajudar um paciente com linfoma a lidar com o impacto emocional do diagnósti

    Como a psicoterapia pode ajudar um paciente com linfoma a lidar com o impacto emocional do diagnóstico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    A psicoterapia ajuda pacientes com linfoma a lidar com o impacto emocional do diagnóstico.
    Ela oferece espaço seguro para expressar medo, tristeza e ansiedade relacionados à doença.
    Técnicas de enfrentamento e reestruturação cognitiva ajudam a organizar pensamentos e reduzir estresse.
    A psicoterapia fortalece a **resiliência emocional**, melhorando a capacidade de enfrentar o tratamento e as incertezas.
    Também contribui para manter motivação, autoestima e qualidade de vida durante todo o processo.


  • Sou diagnosticada com tag, estou tomando medicação mas no último mês e meio perdi minha cachorrinha

    Sou diagnosticada com tag, estou tomando medicação mas no último mês e meio perdi minha cachorrinha e desde então não tenho dormido direito, acordado com o coração acerelado tenho crises às vezes várias vezes ao dia e é como se eu estivesse vivendo aquelo todos os dias. Se eu imaginar ter um outro cachorro na minha casa ou só de ver ouvir sobre cachorros, começo entrar em pânico.nao estou conseguindo lidar e nem seguir em frente. As vezes me culpo pelo ocorrido. Me sinto meio estranha como se fosse uma tristeza com pouco de vazio. Só não queria ter passado por essa situação, gostaria de voltar no tempo. Gostaria de ajudar para entender isso que estou sentindo

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    Sinto muito pela sua perda o que você está vivendo é uma reação profundamente humana à morte de alguém que você amava, mesmo sendo um animal de estimação.
    O luto por um bichinho pode trazer tristeza intensa, vazio, culpa e crises de ansiedade, especialmente quando você já lida com TAG; é natural que certas lembranças ou situações atuais (ver, ouvir sobre cachorros) acionem pânico.
    Sentir que a dor se repete todos os dias ou desejar “voltar no tempo” faz parte do processo de luto, mas não significa que você está perdendo o controle ou que há algo de errado com você.
    Técnicas de respiração, grounding e atenção plena podem ajudar a reduzir a ansiedade nos momentos de crise.
    O acompanhamento psicológico é muito importante agora: ele pode ajudá-la a **processar a perda, lidar com a culpa e o vazio, e encontrar formas de continuar cuidando de si mesma e da sua saúde emocional.


  • Olá dr picólogo, gostaria de fazer uma pergunta, eu tenho sentido atração por homens, isso é normal,

    Olá dr picólogo, gostaria de fazer uma pergunta, eu tenho sentido atração por homens, isso é normal, pois sempre namorei mulheres, não sei o que está acontecendo, eu nasci assim, eu já era assim? Devido a minha religião e a família, me sinto um pouco sem saber o que fazer, meio perdido. Sou maior de idade, tive alguma experiêcias que fez com que isso me despertasse, mas tenho medo ou receio de alguém descubra por ser da Igreja e família mais tradicional.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    Olá! O que você está sentindo é totalmente normal e humano.
    A atração por pessoas do mesmo sexo ou por diferentes gêneros pode surgir em qualquer momento da vida, e não significa que algo “mudou” ou que você tenha feito algo de errado.
    A sexualidade é complexa e pode se revelar ou se perceber de forma gradual; muitas vezes, só percebemos desejos que já existiam antes.
    É natural sentir medo ou confusão diante de crenças religiosas e expectativas familiares, mas você não precisa se julgar nem se sentir culpado.
    Conversar com um psicólogo pode ajudar a entender seus sentimentos, lidar com ansiedade e encontrar formas seguras de se expressar, respeitando seus valores e limites.


  • Doutor(a), o meu maior problema hoje é que eu me sinto preso em um ciclo de dúvida paralisante. Eu q

    Doutor(a), o meu maior problema hoje é que eu me sinto preso em um ciclo de dúvida paralisante. Eu queria trabalhar com você estes pontos específicos:
    ​ Sinto que meu raciocínio está lento e minha mente parece 'nebulosa' (brain fog). Por causa disso, eu não consigo confiar no que eu sinto. Se sinto alívio agora, daqui a cinco minutos a agonia volta e eu começo a questionar tudo de novo. É um ruído que não para.
    ​ Eu já tomei uma decisão racional (fazer BICT, seguir para Engenharia Mecânica e focar no setor de Petróleo e Gás, que eu já conheço e gosto). O problema é que, mesmo com o plano traçado, meu cérebro continua 'caçando' motivos para duvidar. É como se eu não conseguisse me sentir satisfeito com a minha escolha.

    Quando vejo outras pessoas passando em outros cursos (como Medicina, Direito ou o CFO), eu imediatamente me pergunto: 'Será que aquele não é o curso ideal para mim?'. Eu sinto que estou perdendo algo, mesmo sabendo que o meu caminho é bom. Essa comparação me gera uma angústia horrível.
    ​ Como eu posso aprender a viver com a dúvida sem deixar que ela paralise meus estudos? Eu preciso entender se essa indecisão constante é um traço da minha personalidade ou se é apenas um sintoma da minha ansiedade que está 'em pico' agora."

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    O que você descreve é muito comum em situações de decisão importante e pressão pessoal. O que você está vivendo parece mais um sintoma de ansiedade e indecisão cognitiva, e não um “defeito de personalidade”.

    A dúvida constante, o “brain fog” e a sensação de agonia que volta mesmo após decisões racionais podem ser explicadas pelo cérebro tentando se proteger de arrependimentos futuros ou perdas percebidas é como se ele estivesse “testando” todas as opções para evitar erros.

    Algumas estratégias que podem ajudar:

    Aceitação da incerteza: reconhecer que nunca há 100% de certeza e que decisões racionais podem conviver com dúvidas sem invalidar a escolha.
    Separar comparação social da sua realidade: observar que cada caminho é único; o sucesso ou interesse de outros cursos não diminui o valor do seu plano.
    Mindfulness e foco no presente: praticar atenção plena ajuda a reduzir ruminação e ansiedade sobre o futuro.
    Registro de pensamentos: anotar dúvidas e contrapor com evidências objetivas da decisão tomada, reforçando sua racionalidade.
    Pequenos passos e ação consistente: concentrar-se em ações diárias do curso escolhido ajuda a reduzir o efeito paralisante da dúvida.

    Com acompanhamento psicológico, você pode treinar sua mente a conviver com a incerteza e reduzir a ansiedade sem deixar que isso paralise seus estudos.


  • Vejo pornografia de vez em quando, exemplo 2 vezes por semana, mas sinto um vazio e uma tristeza tod

    Vejo pornografia de vez em quando, exemplo 2 vezes por semana, mas sinto um vazio e uma tristeza todos os dias. Os senhores profissionais pela psicológia acham quem a pornografia que pode estar causando isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    O que você está sentindo provavelmente não é causado apenas pela pornografia.
    O consumo de pornografia ocasional, como 1–2 vezes por semana, **normalmente não provoca tristeza ou vazio diários** por si só.
    Esses sentimentos podem estar relacionados a fatores como **ansiedade, baixa autoestima, isolamento social ou insatisfação emocional** em outras áreas da vida.
    A psicoterapia pode ajudar a entender a origem desses sentimentos, desenvolver estratégias de enfrentamento e buscar formas mais saudáveis de satisfação e conexão.
    Se houver preocupação sobre o impacto da pornografia, o psicólogo pode ajudar a refletir sobre hábitos e padrões de consumo sem julgamento.


  • Respiração lenta e profunda por vários minutos induz a sensação de querer dormir?

    Respiração lenta e profunda por vários minutos induz a sensação de querer dormir?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    Sim! A respiração lenta e profunda ativa o sistema nervoso parassimpático, responsável pelo relaxamento do corpo e da mente.
    Isso reduz frequência cardíaca, tensão muscular e ansiedade, criando uma sensação de calma e sonolência.
    Por isso, é uma técnica útil para facilitar o sono, reduzir agitação mental e preparar o corpo para dormir.
    Praticá-la regularmente antes de deitar potencializa seus efeitos.


  • Um adulto escolher se mudar de casa 15 vezes em 2 anos é possivelmente uma característica de autismo

    Um adulto escolher se mudar de casa 15 vezes em 2 anos é possivelmente uma característica de autismo ou há algumas outras condição que a princípio explica melhor isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    Mudanças frequentes podem ter causas psicológicas, sociais ou transtornos, não indicando autismo isoladamente.


  • Estimados psicólogos e psicólogas, boa noite! Meu médico disse que as minhas tonturas frequentes são

    Estimados psicólogos e psicólogas, boa noite! Meu médico disse que as minhas tonturas frequentes são uma doença pouco conhecida chamada Vertigem Fóbica. Nesse caso, devo procurar um psicólogo, psicanalista ou psiquiatra? Como será o tratamento desse doença no caso de recorrer a um psicólogo/a? Agradeço desde já pela atenção.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    A Vertigem Fóbica envolve tontura ligada ao medo e ansiedade. O psicólogo, via TCC, ajuda a enfrentar o medo, reduzir a ansiedade e melhorar a qualidade de vida, podendo trabalhar junto com médico ou psiquiatra.


  • Quando a pessoa acaba de abrir os olhos ao acordar de manhã e começa a se levantar ela ainda está Co

    Quando a pessoa acaba de abrir os olhos ao acordar de manhã e começa a se levantar ela ainda está Com o Subconsciente receptivo com ondas Alfa ou Teta??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    Ondas cerebrais nesse momento

    Ondas Teta (4–8 Hz)

    Mais comuns durante o sono leve e estados profundos de relaxamento.

    Estão associadas a imaginação, memória emocional e processos mais ligados ao inconsciente.

    Podem aparecer logo ao despertar, especialmente quando a pessoa ainda está sonolenta.

    Ondas Alfa (8–12 Hz)

    Associadas a um estado de relaxamento consciente.

    Ocorrem quando a pessoa está acordada, mas calma e introspectiva.

    São comuns nos primeiros minutos após acordar, antes de entrar totalmente no estado de alerta.

    Transição ao acordar

    O processo geralmente ocorre assim:

    Sono → predominam ondas delta e teta

    Despertar inicial → teta + alfa

    Pessoa totalmente acordada → predominam ondas beta (atenção e pensamento ativo)

    Em resumo

    Nos primeiros momentos ao acordar, o cérebro pode estar entre teta e alfa, em uma fase de transição. À medida que a pessoa desperta completamente, passa para ondas beta, que são típicas do estado de vigília ativa.


  • Olá, tenho um filho de 2 anos e 8 meses, ele começou a estudar em agosto de 2025 e até foi tudo bem,

    Olá, tenho um filho de 2 anos e 8 meses, ele começou a estudar em agosto de 2025 e até foi tudo bem, em novembro começou a morder alguns coleguinhas. Esse ano ele continua na mesma sala só que com outros amigos pq ele continuou por conta da idade e os amigos avançaram. E aí ele apresentou a questão de morder novamente, fiz uma rotina de dia a dia e ele parou de morder, mais agr está batendo coisa que não fazia antes, beliscando, chorando por qualquer coisa e não quer dividir com os amigos. Os novos amigos são menores que ele. O que eu devo fazer ? Devo me preocupar com algum transtorno ou é somente questão da idade e da mudança ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    É comum nessa idade; morder, bater e não dividir fazem parte do desenvolvimento emocional, ainda mais com mudança de turma e crianças menores.
    Mantenha rotina, limites claros e ensine alternativas (falar, pedir, esperar), reforçando comportamentos positivos.
    Observe evolução; procure avaliação se houver intensidade alta, regressão persistente ou prejuízo social significativo.


  • Boa noite, tudo bem com vocês? Me ajudem, por favor. Meu filho tem 7 anos de idade é incrívelmente c

    Boa noite, tudo bem com vocês? Me ajudem, por favor. Meu filho tem 7 anos de idade é incrívelmente carinhoso e inteligente. Porém, tem duas questões que vem me preocupando: o comportamento dele na escola e a fala dele dentro de casa.
    Na escola, ele não consegue ficar quieto e nem obedecer as ordens da professora. Tem dias e dias... E agora, por motivos de saúde, ele precisou morar com minha mãe, porque me encontro internada por complicações de nefrite lúpica e sem previsão de alta. Aí, ele tem uns comportamentos estranhos lá. Tipo: furar sofá com o alicate, falar besteira... Hoje por exemplo, ele disse a tia dele que ele tem um lado bom e um lado ruim. E que o lado ruim mandou ele fazer aquilo (tiva estragado o lenço umedecido da avó dele). Estou preocupada! Não sei como agir. O que devemos fazer? Tendo em vista que estou em outra cidade.
    Isso pode ser sinais de sociopatia? Autismo? TDAH?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    O que você descreve pode estar ligado a estresse pela mudança, saudade e dificuldade de autorregulação, não indica automaticamente sociopatia ou autismo.
    A fala do “lado bom e ruim” é comum nessa idade como forma de entender emoções e impulsos, mas o comportamento merece acompanhamento.
    Oriente sua família a manter rotina, limites consistentes e, se possível, buscar avaliação com psicólogo infantil/psicopedagogo para apoio.


  • Todo ser humano tem direito a um amor-próprio básico? Não me refiro ao egoísmo ou à exaltação do eu

    Todo ser humano tem direito a um amor-próprio básico?
    Não me refiro ao egoísmo ou à exaltação do eu, mas à autopreservação da vida, à dignidade humana mínima que impede a autodestruição total.

    Nesse sentido, mesmo pessoas egoístas ou moralmente erradas não estariam erradas em possuir esse amor-próprio mínimo e saudável, sendo o problema aquilo que está deturpado no caráter, nas escolhas e nas ações, e não o simples instinto de preservar a própria existência.

    Essa noção também se aplicaria, em termos gerais, até a pessoas más ou cruéis? (considerando que em alguns casos há patologias envolvidas). A distinção estaria entre o valor intrínseco da vida humana e a responsabilidade moral pelos atos cometidos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    Sim; todo ser humano tem direito a um amor-próprio básico, que preserva a vida e a dignidade, independentemente de escolhas morais ou caráter.
    Esse amor-próprio não justifica atos prejudiciais, mas separa o valor intrínseco da vida da responsabilidade ética pelos atos.
    Mesmo pessoas más ou com patologias têm direito à autopreservação, embora devam responder moralmente por suas ações.


  • Acredito que estou saindo de um relacionamento com traços narcisistas/abusivos, mas ainda me sinto c

    Acredito que estou saindo de um relacionamento com traços narcisistas/abusivos, mas ainda me sinto culpada por ter ficado “fria” emocionalmente, e isso tem dificultado minha firmeza para encerrar de vez.
    Foi um relacionamento de pouco mais de um ano marcado por agressões emocionais frequentes: xingamentos, humilhações, silêncio punitivo quando eu expressava dor, inversão de culpa constante, uso de traumas pessoais contra mim (problemas psicológicos da minha mãe e uma perda gestacional que sofri durante o relacionamento), destruição de objetos, tentativas de isolamento social, controle, chantagens e pressão psicológica.

    Eu comecei a me sentir sem voz dentro da relação. Quando eu falava que estava mal, ele se justificava em vez de acolher. Quando eu pedia espaço, ele pressionava mais. Quando eu tentava conversar, ele dizia que eu estava “escavando o passado” para fazer ele se sentir culpado ou sendo dramática.

    Com o tempo, não fiquei com raiva explosiva, mas exausta.

    Nas últimas semanas, passei a ficar quieta, monossilábica, sem energia afetiva. Também comecei a ter sintomas físicos de estresse (dermatite piorando, tensão constante, sensação de alerta o tempo todo).

    Essa semana ele disse que iria embora de vez, após tantas ameaças de ir embora, porque disse que não queria mais ser tratado com essa frieza. Na noite anterior ao dia marcado, ele veio tentar conversar quando eu já estava deitada tentando dormir. Eu não queria falar, porque toda conversa virava justificativa ou manipulação emocional. Ele disse que eu estava sendo infantil por não conversar. Acabei cedendo. Foram horas dele se defendendo, dizendo que já tinha pedido desculpas, que eu precisava perdoar, que eu era rancorosa. Depois disso, simplesmente deitou na minha cama, me abraçou e disse que não ia embora, que me amava, que era “obcecado” por mim, que não ia me deixar para outro homem e não iria me deixar nunca. Começou a fazer carinho e falar "que sempre sonhou da gente viajando junto de carro por aí". Eu pedi várias vezes para ele ir. Empurrei da cama. Disse que não queria ele ali. Ele se recusou e continuou dizendo que ficaria ali.
    Chegou a dizer que eu tinha bipolaridade e precisava ficar para cuidar de mim. Até mandou mensagem para meu pai dizendo que a gente tinha se acertado (não era verdade). Ficou forçando carinho físico, beijo, abraço, dizendo que eu era “mulher dele”. Eu me senti invadida e congelada. De tão exausta, em um momento eu fingi dormir só para ele parar de falar comigo. Minutos depois ouvi ele chorando baixinho.

    E é aí que minha cabeça trava. Porque eu começo a pensar: “eu fui cruel” “eu fiz ele chorar” “eu sou fria” “eu estou abandonando alguém ferido”

    Ele tem histórico de abandono materno na infância, então isso pesa ainda mais em mim. Mas, ao mesmo tempo, eu me pergunto: Depois de meses sendo desrespeitada, humilhada, pressionada, invadida, culpabilizada… ficar em silêncio é crueldade? ou é exaustão emocional? ou é apenas uma resposta de defesa? Eu não estava tentando machucar. Eu só estava tentando me manter emocionalmente. Após tantos meses tolerando coisas que eu considerava intoleráveis.
    E nessas últimas semanas parece que senti tudo de uma vez o que não senti lá atrás e, logo depois, não senti mais nada (isso faz sentido?) Mesmo assim, acabo me sentindo a vilã por não conseguir mais oferecer afeto. (Não faz sentido para mim também, eu não deveria...)

    Ele afirmou diversas vezes que eu estava punindo emocionalmente ele com esse afastamento, como vingança, apenas para machucá-lo. Mas verbalizei para ele que precisava do meu tempo e do meu espaço, coisa que ele não respeitou, e até me perguntou até quando duraria isso, e eu disse que não sabia, e ele acha que estou me fazendo.

    Eu já faço acompanhamento com uma psicóloga que tem me ajudado a entender esse processo, mas gostaria da opinião de outros especialistas (e também minha próxima sessão é só semana que vem e estou com isso entalado). Então fica a dúvida:

    Essa “frieza” pode ser entendida como mecanismo de autoproteção, esgotamento psíquico ou resposta traumática, ou estou sendo cruel inconscientemente e o punindo pelas coisas que aconteceram sem perceber?
    Como diferenciar o distanciamento defensivo de um comportamento abusivo quando se é a parte que já estava adoecendo dentro da relação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    Sua “frieza” é autoproteção e exaustão emocional, não crueldade.
    Distanciamento protege sua saúde mental diante de abuso, não é punir.
    Comportamentos abusivos do parceiro mostram desrespeito e manipulação, não sua responsabilidade.


  • O que o sequenciamento reverso mede especificamente?

    O que o sequenciamento reverso mede especificamente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Giovanna de Fatima Silva Santos

    O sequenciamento reverso é uma tarefa usada na avaliação da memória de trabalho. Ele mede a capacidade de manter informações na mente e manipulá-las mentalmente, como repetir números ou palavras na ordem inversa.

    Na Neuropsicologia, esse tipo de tarefa também avalia atenção, controle mental da informação e funções executivas, pois exige que a pessoa processe a sequência e a reorganize antes de responder.


Perguntas frequentes

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