Perguntas do paciente (3)
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Se eu estou fazendo terapia com um psicólogo e vou começar a ir pra outro,o que eu deveria fazer?
Se eu estou fazendo terapia com um psicólogo e vou começar a ir pra outro,o que eu deveria fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Como vai?
Mudar o profissional que estava te acompanhando é sempre uma tarefa complicada, né? Pois envolve muitas angústias, mas seria interessante encerrar esse ciclo. Esse encerramento poderia ser em um último atendimento presencial/síncrono ou por mensagem, caso a relação com o psicólogo atual esteja desconfortável. Inclusive, vale a pena, caso se sinta confortável, mencionar o motivo da mudança. Quem sabe essa última conversa não vira um espaço rico para vocês trabalharem esse fechamento juntos?
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O medo de ficar doente é um tipo de medo crônico? .
O medo de ficar doente é um tipo de medo crônico? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Como vai?
Essa é uma excelente pergunta e a resposta é: depende! Temos que analisar caso a caso.
Existem momentos em que esse medo é esperado, perfeitamente normal e saudável de acontecer. Um bom exemplo disso foi a pandemia ou então quando um parente próximo recebe um diagnóstico de doença (genética ou contagiosa).
O sinal de alerta acende quando o medo vira uma constante, se prolongando por meses ou anos, e começa a limitar a rotina, o trabalho e o bem-estar. Acende também quando, mesmo que a pessoa vá ao médico, faça exames e tenha bons resultados, ainda assim ele não passa.
Existem vários nomes para falar de medos persistentes e crônicos como, por exemplo, as fobias. O medo crônico de ficar doente, especificamente, antes recebia o nome de hipocondria, mas atualmente é conhecido como Transtorno de Ansiedade de Doença.
Espero ter respondido sua pergunta!
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Como o sentimento de raiva se relaciona com a saúde mental ?
Como o sentimento de raiva se relaciona com a saúde mental ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Como vai?
A raiva é uma emoção polêmica, né? Muitas vezes ela é ligada a coisas ruins (e com razão), mas a grande verdade é que a raiva, por si só, não é uma emoção ruim. Ela é uma emoção básica, natural e saudável, assim como a alegria e a tristeza. A raiva serve como um sinal de alerta de que nos sentimos frustrados, fomos injustiçados, que nossos limites foram invadidos ou que estamos diante de uma ameaça. Ou seja, muitas vezes ela é a resposta possível para nos defender e nos preservar, ainda que, quando você esfria a cabeça, veja que poderia ter feito diferente.
Quando tentamos ignorar ou esconder a raiva, ela acumula e se transforma. Ela está intimamente ligada ao esgotamento emocional, ao aumento da ansiedade, a quadros depressivos e à manifestação de dores e doenças no corpo. Por outro lado, a explosão dela, quando impulsiva e agressiva, também traz sérios prejuízos para a saúde mental e para as relações interpessoais, gerando culpa, isolamento social e um ciclo de estresse constante.
É difícil encontrar um equilíbrio, né? Mas o acompanhamento psicológico pode ajudar a desenvolver a capacidade de reconhecer a raiva e usar a energia dessa emoção de forma saudável: para impor limites, resolver problemas e nos proteger, sem precisar explodir e nem adoecer.
Espero ter auxiliado!
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Perguntas frequentes
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Bom dia! Tenho 30 anos e percebo há um tempo que minha questão hormonal afeta demais meu emocional.
Sim, existem outras opções. Alterações importantes de humor relacionadas…