Perguntas do paciente (16)
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É possível desenvolver transtorno de ansiedade durante a depressão? OBS: a pessoa, por predisposição
É possível desenvolver transtorno de ansiedade durante a depressão? OBS: a pessoa, por predisposição genética, uso de drogas e prob. pessoais tem alto risco de desenvolver esquizofrenia, por isso estamos achando q essa ansiedade e medo podem ser sintomas prodrômicos da psicose
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Diante da predisposição para o desencadeamento de uma esquizofrenia e de outros fatores de risco, torna-se ainda mais importante o cuidado na hora de realizar a avaliação desse quadro. Não é recomendável, portanto, que se faça nenhum diagnóstico precipitado e sem maiores informações, especialmente sem uma consulta presencial. O melhor modo de se abordar essa situação é buscando apoio psicológico e psiquiátrico, ao mesmo tempo e em parceria, de modo que um possa favorecer os efeitos do outro. Dito isso, vale destacar que problemas relacionados à ansiedade podem sim ocorrer em quadros de depressão, como frequentemente acontece, visto que não são sintomas isolados um do outro. Isso apenas reforça a ideia de que é preciso entender o sofrimento da pessoa como algo complexo, intrincado e particular, que exige, da mesma forma, um tratamento amplo, que atue nos diferentes níveis do problema. Abraço.
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Olá, estou com uma ansiedade profunda, depressão, angústia, muita angústia que chega a doer muito,
Olá, estou com uma ansiedade profunda, depressão, angústia, muita angústia que chega a doer muito, vontade de chorar todo momento, tenho dependencia de álcool e drogas e o fim de um relacionamento me deixoucom uma tristeza profunda uma dor terrível. Devo ir a um psiquiatra? Está difícil muita dor
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Em primeiro lugar, procurar ajuda quando diante de experiências de angústia é um ato de coragem e responsabilidade. É sinal de cuidado com si mesmo(a) e de desejo de mudança, coisas imprescindíveis para o sucesso de um tratamento. A avaliação psiquiátrica pode sim ajudar, mas é muito importante ter em mente que, quando se fala em sofrimento psicológico, apesar dos diagnósticos que se pode utilizar para nomeá-lo, o modo como cada pessoa o vive é algo bastante singular. Sendo assim, nesses casos, o tratamento precisa ir até as profundidades dessas dores, para além dos sintomas superficiais, isso é, deve trazer à tona as histórias da pessoa que sofre, seus conflitos, medos, desejos. Afinal, muitas vezes é a ausência ou a privação de espaços para a fala que levam a pessoa a buscar substâncias que aliviem sua dor. Assim, o tratamento psicanalítico também é recomendável, por ser um bom meio para se investigar os sentidos por trás desses problemas e, só assim, de fato tratá-los. Abraço.
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Me tornei uma pessoa fria, calculista, arrogante e sozinha. Todo ano, algo acontece comigo que me deixa
Me tornei uma pessoa fria, calculista, arrogante e sozinha. Todo ano, algo acontece comigo que me deixa muito mal, desde traumas, frustrações amorosas, falsidades de amigos. Queria ser leve como antes. É possível reverter isso em quanto tempo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. O tempo que leva um tratamento, assim como o modo como ele progride, é algo que não se pode estipular de antemão. Isso porque muitas vezes as razões que levaram a pessoa a iniciar um trabalho podem, ao longo do processo, dar lugar a novas questões, estendendo o tratamento para novas direções. Além disso, não há muita utilidade em se estabelecer um prazo universal para um trabalho que é tão particular. Ocorre que o ritmo de cada paciente é bastante singular, e por isso o caminhar do tratamento também.
Em relação às mudanças que você relata ter vivido na própria personalidade, mais importante do que revertê-las é buscar os motivos para que elas tenham se dado dessa forma. O tratamento psicanalítico é um meio para investigar, através da fala, os sentidos e conflitos que possam estar vinculados a essas mudanças, e também um caminho para tratá-las, se necessário. Abraço.
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Por favor me ajudem não estou segurando a onda da minha vida sempre fui muito triste mas agora estou
Por favor me ajudem não estou segurando a onda da minha vida sempre fui muito triste mas agora estou piorando chorando muito e para ajudar meu casamento está me arrastando para o precipício marido bipolar e não posso nem contar que estou nesta situação pois ele acha fraqueza e loucura socorro
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Buscar ajuda neste site é um bom começo, mas é muito importante dar continuidade a esse movimento. É nítido que esse é um momento de grande angústia e dor para você e por isso a primeira providência a tomar, e muitas vezes a mais difícil, é pedir apoio às pessoas em seu entorno. Tanto a tristeza que você relata conhecer de perto, quanto as dificuldades no casamento, muitas vezes levam a um fechamento, coisa que dificilmente melhora essas situações.
Procure um(a) psicoterapeuta para tratar desses sofrimentos e converse com um(a) psiquiatra também, para uma avaliação médica.
Quando as coisas se acalmarem um pouco, ainda que lentamente, tente retomar a conversa com seu marido, pois isso também é parte significativa do tratamento dessas dores que você tem vivido. Conversar é uma forma de reconhecer que as dores são reais e merecem ser cuidadas, por você mesma, mas pelo casal também.
Abraço.
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Que especialista poderia me ajudar com terapia do luto?
Que especialista poderia me ajudar com terapia do luto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. A perda de alguém importante é um momento muito sensível, pois leva a pessoa a realizar um intenso trabalho de separação, que muitas vezes a toma de surpresa e contra sua vontade. Por conta disso, trata-se também de um período extremamente íntimo e particular, mesmo quando vivido junto a outras pessoas. Para que esse processo se dê é fundamental que se respeite o tempo próprio a cada pessoa, que tem, cada uma à sua maneira, um modo de atravessar e aceitar essa perda. Isto para dizer que, embora a dor possa ser imensa, o luto é um acontecimento saudável diante de uma tragédia, e não necessariamente uma patologia. A ajuda de um(a) psicanalista, psicoterapeuta ou mesmo um(a) psiquiatra, nesse sentido, pode ser grande, mas apenas na medida em que propicie um espaço e um tempo para a pessoa viver a perda em sua profundidade, e assim elaborá-la, não somente apagá-la. Abraço.
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Comecei aparentemente com uma sensação imensa de arrumar as coisas e verifica las, medir aberturas
Comecei aparentemente com uma sensação imensa de arrumar as coisas e verifica las, medir aberturas de portas, ajeitar objetos e etc..só ficava bem quando arrumava tais coisas! Hoje melhorei nessa questão,porém tenho medo intenso de morrer e de ficar doente! O que tenho? TOC?Hipocondria? Tanatofobia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Apesar da importância do tormento que você relata, tanto na arrumação e verificação de objetos que vivia antes, quanto na atual angústia de adoecer ou morrer, um diagnóstico psicopatológico preciso exige um detalhamento maior do quadro. Para isso, é necessário buscar um atendimento psicológico para aprofundar seu relato e, a depender do caso, procurar um acompanhamento psiquiátrico também. De todo modo, vale apontar que sintomas de compulsão e de intensa auto-vigilância (das ações e das funções corporais) muitas vezes surgem como efeitos de uma mudança anterior, ao nível do pensamento. Por isso talvez seja importante investigar se existiriam sinais de outros conflitos e sofrimentos, como aqueles relacionados aos seus desejos, medos, anseios etc. O tratamento psicanalítico pode ser um bom jeito de realizar esse tipo de trabalho. Abraço.
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Sempre acho que as pessoas pensam algo negativo ao meu respeito. Tinha amigos muito críticos e me afastei
Sempre acho que as pessoas pensam algo negativo ao meu respeito. Tinha amigos muito críticos e me afastei de todos. Não gosto de ser criticada e não consigo me relacionar direito com as pessoas por causa disso. Esses sintomas podem ser resolvidos numa psicoterapia ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. De fato, não saber o que as outras pessoas pensam a respeito de você, ou achar que pensam algo de mau, pode dar margem a sentimentos desagradáveis que por vezes resultam em relações difíceis. Por isso mesmo é importante se perguntar por que, afinal de contas, essas ideias lhe vêm à mente de maneira tão determinante. Talvez, inclusive, o incômodo que você diz sentir ao ser criticada já aponte, de certo modo, para um movimento de tentar entender o que essas relações dizem de você mesma, ou seja, quem você é, ou imagina que deve ser, aos olhos das outras pessoas, e aos seus próprios.
Em grande medida, o tratamento psicanalítico busca trazer à tona interrogações como essa, a fim de serem pensadas de maneira mais profunda e abrangente, que só a partir daí poderão ser resolvidas. Abraço.
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Não sei mais o que fazer com o mal estar .Tenho 14 anos e a cada semana eu sinto algo diferente (uma
Não sei mais o que fazer com o mal estar .Tenho 14 anos e a cada semana eu sinto algo diferente (uma estou cansada, outra não consigo rir, outra tenho pensamento suicida, outra nãp quero sair nem conversar e as vzs quero sair, mas qnd saio me sinto horrível.Sou mto hipocondríaca, acho q tô doente.
Estou doente? AjudaRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Primeiro, vale dizer que a percepção que você tem do mal-estar que sente é algo muito importante no cuidado de si mesma. Entender que esses sofrimentos são reais e relevantes, mesmo que difíceis de compreender, demonstra atenção às suas próprias necessidades.
Muitas vezes a adolescência é vivida como um período bastante intenso pois nele os sentimentos, os prazerosos e os dolorosos, parecem crescer. Talvez isso ocorra pois nem sempre entendemos as mudanças que vivemos (no corpo, na família, na escola etc) ou porque às vezes não as aceitamos. É certo que frequentemente nos fechamos em nós mesmos para tentar lidar com tudo isso. Assim, para tratar desses problemas é preciso buscar meios para se expressar e para manifestar essas dores. Isso pode ser feito com psicólogos, mas também com familiares, professores etc. Por fim, procure não se apegar imediatamente a diagnósticos. Isso às vezes simplifica problemas complexos que precisam ser escutados com atenção, não só rotulados. Abraço.
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Sofri decepções em relacionamentos e fiquei com ansiedade e fobia das pessoas, evito sair com amigos,
Sofri decepções em relacionamentos e fiquei com ansiedade e fobia das pessoas, evito sair com amigos, o que devo fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Relacionamentos amorosos, quando significativos, envolvem bastante intimidade e confiança. Se por um lado isso significa sentir-se seguro(a) para expor as próprias fragilidades junto à outra pessoa, por outro, às vezes significa também idealizá-la, levando a nutrir altas expectativas para a relação. O término, nesse sentido, além da separação, pode trazer também a desilusão em relação a esses ideais, assim como o medo de voltar a mostrar-se vulnerável. E esses efeitos nem sempre se limitam apenas ao relacionamento que terminou, mas acaba por afetar muitas outras relações sociais também. Portanto, nessas situações é importante olhar para todos os sonhos que se tinha, junto com todas as decepções sofridas, e falar sobre eles, como se para entender melhor do que eram feitos esses relacionamentos amorosos, e o que afinal pode vir depois deles. Abraço.
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Meditaçāo cura depressāo?
Meditaçāo cura depressāo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Estados meditativos podem ser alcançados por diversas práticas, cada qual com técnicas, teorias e, mais importante, com efeitos específicos diferentes. Sendo assim, deve-se atentar para essa escolha. Em relação ao uso de meditação em casos de depressão, se por um lado existem estudos que apontam melhora significativa, por outro, sabe-se que o tratamento não deve se limitar a isso. O que se pode dizer é que, de certa forma, o que muitas práticas meditativas objetivam é análogo à proposta psicanalítica: produzir estados de maior lucidez e intimidade da pessoa consigo mesma, a partir de uma investigação dos estados do corpo e da vida psíquica. Em outras palavras, conduzir a experiências nas quais sofrimentos e conflitos possam ser observados com atenção e então elaborados da maneira particular como pedem para ser. Abraço.
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Uma depressão com sintomas de tristeza e sono ruim pode gerar um pensamento obsessivo? Já descartei
Uma depressão com sintomas de tristeza e sono ruim pode gerar um pensamento obsessivo? Já descartei problemas neurológicos, metabólicos, auditivos, só me resta o caráter obsessivo, e ele me causa problemas de sono, memória, concentração e desorientação, pois esse pensamento persiste 24 horas.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Embora a depressão não seja sempre igual em todos os casos, ela pode ser pensada como um problema relativo ao pensamento. Isso é, uma situação em que o peso da atividade de pensar (por vezes vivida como necessidade) termina por transformar o próprio pensamento em algo exaustivo, repetitivo e limitante para a pessoa. Com isso vem também um sono de menor qualidade que, por sua vez, tem efeitos sobre a concentração, memória e orientação, como você bem relata. Assim, é importante buscar formas de transformar esse pensamento em fala, para poder tratar dos conflitos que tanto fazem pensar. Abraço.
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Qual a diferença entre autismo leve e autismo de alto funcionamento?
Qual a diferença entre autismo leve e autismo de alto funcionamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. O autismo comumente é pensado como um quadro cujo foco são os problemas no processo de aprendizagem e nos comportamentos da pessoa, muitas vezes bastante afetados. No entanto, é preciso considerar que o mais crítico nesses quadros é a maneira como a pessoa realiza suas relações com o outro, com a linguagem e com os objetos do mundo, relações muitas vezes marcadas pela experiência de invasão e estranhamento. A gravidade do caso não depende portanto somente do desempenho em certas atividades (problemas disciplinares e pedagógicos), mas deve ser pensada a partir do sofrimento que emerge na pessoa quando diante dessas interações.
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Tenho 27 anos, tenho um relacionamento de mais omenos 10 anos com meu namorado, ultimamente tenho medo
Tenho 27 anos, tenho um relacionamento de mais omenos 10 anos com meu namorado, ultimamente tenho medo a carícias íntimas. isso é normal? Quais as causas para explicar tal medo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. A intimidade a dois depende muito das condições que o casal tem de conciliar fantasias e desejos de forma segura. Isso porque a sexualidade não está apenas no quarto, mas tem a ver com os diferentes modos que encontramos para expressar diversas vontades, bem como e o quanto nos permitimos manifestá-las. Talvez o medo de carícias íntimas indique que seja importante explorar que conflitos surgem em relação ao seu querer, quando está numa situação de vulnerabilidade. Buscar um(a) psicanalista pode ser um caminho pra isso. Abraço.
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Trechos de música na cabeça há mais de 150 dias pode ser considerado quê? Os senhores já tiveram
Trechos de música na cabeça há mais de 150 dias pode ser considerado quê? Os senhores já tiveram casos de cura ou pelo menos algo para amenizar a intrusão dessas músicas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Clinicamente falando, não é possível estabelecer um quadro apenas a partir desse único elemento. O que talvez seja importante se perguntar é se essa intrusão de pensamentos lhe remete a alguma situação ou conflito (ainda que pareça não relacionado) e se vem acompanhado de sofrimento maiores (interferindo em suas atividades, relações etc.). Caso isso aconteça, procurar um(a) terapeuta pode te ajudar a explorar o que mais poderia estar por trás dessas intrusões. Abraço.
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ciúmes excessivo, doentio, exagerado tem tratamento?
ciúmes excessivo, doentio, exagerado tem tratamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Relacionar-se com outras pessoas, sobretudo em relacionamentos amorosos, traz à tona uma série de expectativas e ideais que temos para nós e para os outros. São coisas que construímos em parte com o que aprendemos das relações que tivemos. Da mesma forma, nessas situações, medos e inseguranças também aparecem com mais força, de modo que o ciúmes incontrolável pode surgir como um jeito de aplacar certos conflitos. O tratamento desse problema passaria então por tentar localizar o sentido e a história desse sentimento de ciúmes intenso, a partir da investigação do seu papel e seus efeitos na vida da pessoa.
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Ficar obcecado por uma pessoa pode ser um transtorno?
Ficar obcecado por uma pessoa pode ser um transtorno?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Fixar-se em alguma pessoa ou ideia não permite, em si, nenhum diagnóstico. Portanto, além do modo e intensidade como essa "obsessão" é vivida, é importante que se procure observar o sentido e a história dessas ideias. Ou seja, chamando ou não isso de transtorno, o melhor a fazer é favorecer que um trabalho de investigação do que tais ideias representam em sua vida aconteça.
Perguntas frequentes
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