Perguntas do paciente (13)
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Quem tem pos em psicologia, pos em psicopedagogia pos em neuropsicologia pode emitir laudo de autism
Quem tem pos em psicologia, pos em psicopedagogia pos em neuropsicologia pode emitir laudo de autismo por exemplo ou encaminhar p um profissional habilitado, mas com um pré laudo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ola, me chamo Isabel Moraes Psicóloga da cidade de Canoas, atendo na Clinica Triade808, em relação a pergunta acima posso dizer que, profissionais com pós-graduação em psicologia, psicopedagogia e neuropsicologia podem desempenhar um papel importante na avaliação inicial de autismo. No entanto, é fundamental ressaltar que o diagnóstico formal de autismo requer uma avaliação abrangente realizada por um profissional habilitado, como um médico psiquiatra, psicólogo clínico ou neurologista especializado em transtornos do espectro autista.
Esses profissionais possuem o conhecimento, experiência e habilidades específicas para conduzir uma avaliação detalhada, utilizando critérios diagnósticos estabelecidos internacionalmente, como os presentes no DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais).
No caso de um pré-laudo realizado por um profissional com pós-graduação, é recomendado que seja encaminhado para um especialista habilitado para uma avaliação mais aprofundada. O especialista poderá realizar uma análise minuciosa, considerando diversos aspectos do desenvolvimento, comportamento e histórico clínico do indivíduo, a fim de fornecer um diagnóstico preciso e um plano de intervenção adequado.
É fundamental contar com uma equipe interdisciplinar e realizar uma avaliação completa para garantir um diagnóstico preciso e um acompanhamento adequado para o autismo. Cada profissional desempenha um papel específico e complementar nesse processo, visando o bem-estar e o desenvolvimento pleno do indivíduo com autismo. Espero que tenha ajudado, otima semana
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Olá, meu filho tem 2 anos e 6 meses. Frequenta a escola infantil desde 1 ano e 2 meses. Teve uma óti
Olá, meu filho tem 2 anos e 6 meses. Frequenta a escola infantil desde 1 ano e 2 meses. Teve uma ótima adaptação. Ocorre que há uma semana não quer mais ir, chora, grita... já tentei encontrar pistas para o comportamento, sem sucesso. O que devo fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo a sua preocupação com o comportamento do seu filho na escola. Essas mudanças repentinas podem ser um sinal de que algo está incomodando ou desagradando a criança. Aqui estão algumas sugestões para lidar com essa situação:
1. Converse com seu filho: Tente estabelecer um diálogo aberto e acolhedor com ele. Pergunte como tem sido a experiência na escola, se algo aconteceu ou se sente desconfortável com alguma situação específica. A criança pode revelar pistas importantes sobre o que está acontecendo.
2. Converse com a equipe pedagógica: Agende uma reunião com os professores e coordenadores da escola. Compartilhe suas preocupações e peça orientações sobre a situação. Eles podem ter observado algo ou oferecer sugestões para lidar com o comportamento do seu filho.
3. Considere aspectos médicos: Verifique se não há algum desconforto físico, como dores de cabeça persistentes, que possam estar influenciando o comportamento do seu filho. Caso necessário, consulte um pediatra para avaliação médica.
4. Conecte-se com outras famílias: Procure estabelecer contatos com outros pais de crianças na mesma escola. Compartilhe experiências e crie uma rede de apoio. Eles podem ter passado por situações semelhantes e oferecer insights valiosos.
5. Busque ajuda profissional: Se o comportamento persistir ou causar preocupação, é recomendado buscar a orientação de um psicólogo especializado em crianças. Um profissional qualificado poderá ajudar a identificar as causas subjacentes e fornecer estratégias adequadas para lidar com a situação.
Lembre-se de que cada criança é única e pode reagir de maneira diferente a situações específicas. Seja paciente, empático e esteja disponível para oferecer suporte emocional ao seu filho. Com compreensão e cuidado, vocês poderão encontrar soluções para ajudá-lo a se adaptar e se sentir confortável novamente na escola. Espero que tenha ajudado, sou mãe e sei o quanto isso nos aflige, tenha uma otima semana
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Descobri hoje que o meu filho com 15 anos de corta, ele tem um problema de escoliose que faz com que
Descobri hoje que o meu filho com 15 anos de corta, ele tem um problema de escoliose que faz com que tenha uma deficiência física bem notável . A não se ama e nem vontade de viver tem. Não sei o que fazer
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ola, Se você acredita que seu filho está em perigo imediato devido à automutilação, é fundamental buscar ajuda imediatamente. Entre em contato com serviços de emergência ou leve-o a um hospital para garantir que ele receba atendimento adequado.
Busque apoio profissional: Entre em contato com um profissional de saúde mental especializado em adolescentes e automutilação. Eles poderão realizar uma avaliação completa e fornecer um plano de tratamento personalizado para lidar com as questões emocionais e físicas que seu filho está enfrentando.
Comunique-se abertamente: Tenha uma conversa honesta e aberta com seu filho sobre suas preocupações. Mostre empatia e ofereça apoio incondicional. Demonstre que você está lá para ouvi-lo e buscar soluções juntos.
Envolve a família: Inclua outros membros da família no processo de apoio. Crie um ambiente de compreensão e suporte, onde todos possam oferecer amor e apoio emocional ao seu filho.
Promova o autocuidado: Incentive seu filho a buscar atividades que o ajudem a lidar com o estresse e a promover seu bem-estar emocional. Isso pode incluir atividades físicas, hobbies, terapia expressiva ou técnicas de relaxamento, como meditação e respiração profunda. Procurar ajuda profissional também vai ser um caminho para que você fique mais tranquila e seu filho amparado. Espero que tenha ajudado de alguma forma.
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Como trabalhar essa questão da automutilação em escola ,vídeos, roda de conversa seria uma boa opção
Como trabalhar essa questão da automutilação em escola ,vídeos, roda de conversa seria uma boa opção ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ola, assunto que faz parte de muitos hoje em dia entao, a automutilação é um comportamento sério que requer uma abordagem sensível e profissional. A escola desempenha um papel importante no apoio aos alunos que estão enfrentando esse desafio. Aqui estão algumas estratégias que podem ser consideradas:
1. Sensibilização e formação: Ofereça treinamento e sensibilização para educadores e funcionários da escola sobre a automutilação, seus possíveis motivos e formas de abordagem.
2. Identificação precoce: Esteja atento a sinais de automutilação, como cortes, arranhões ou marcas incomuns no corpo, bem como mudanças comportamentais ou emocionais.
3. Suporte individualizado: Estabeleça um canal de comunicação confidencial para que os alunos possam buscar ajuda. Ofereça suporte individualizado por meio de serviços de aconselhamento escolar ou encaminhando os alunos a profissionais de saúde mental qualificados.
4. Rodas de conversa: Organize rodas de conversa ou grupos de apoio para fornecer um espaço seguro onde os alunos possam compartilhar experiências, emoções e buscar apoio mútuo. No entanto, é importante que essas atividades sejam supervisionadas por profissionais treinados para lidar com tais questões.
5. Parceria com profissionais de saúde mental: Trabalhe em conjunto com profissionais de saúde mental, como psicólogos ou psiquiatras, para desenvolver um plano de ação abrangente, envolvendo terapia individual, intervenções de grupo e apoio contínuo.
Lembre-se de que a automutilação é um problema complexo e delicado, exigindo uma abordagem cuidadosa e profissional. É fundamental envolver os pais e responsáveis dos alunos, buscando seu consentimento e colaboração para oferecer o suporte necessário. A parceria entre escola, família e profissionais de saúde mental é crucial para lidar com essa questão de forma eficaz e promover o bem-estar dos estudantes. Espero que tenha ajudado e que você tem exito junto as pessoas que irão fazer parte desta tarefa junto aos seus alunos.
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Meu filho tem 3anos é está apresentando agressividade no colégio,que bater quando tomando os brinque
Meu filho tem 3anos é está apresentando agressividade no colégio,que bater quando tomando os brinquedos da criança,o que devo faze?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ola, entendo que a agressividade em crianças pequenas pode ser preocupante, mas também é uma fase comum do desenvolvimento. Existem algumas estratégias que você pode adotar para ajudar seu filho a lidar com essa agressividade:
1. Comunicação e expressão emocional: Ensine seu filho a expressar suas emoções de maneira adequada, utilizando palavras e expressões faciais. Incentive-o a falar sobre o que o incomoda em vez de recorrer à agressão física.
2. Modelagem de comportamento: Demonstre um comportamento calmo e não agressivo em suas próprias interações. As crianças aprendem muito através da observação dos adultos ao seu redor, então seja um modelo positivo.
3. Estabelecimento de limites: Estabeleça regras claras e consistentes em relação à agressividade, explicando os comportamentos esperados e suas consequências. Seu filho precisa entender que bater não é aceitável e que existem outras formas de resolver conflitos.
4. Ensino de habilidades sociais: Ajude seu filho a desenvolver habilidades sociais adequadas, como compartilhar, esperar sua vez e resolver conflitos de forma pacífica. Role-playing e brincadeiras cooperativas podem ser úteis nesse sentido.
5. Reforço positivo: Reconheça e elogie o comportamento não agressivo do seu filho. Dê atenção e recompensas quando ele utiliza estratégias apropriadas para lidar com a frustração.
No entanto, se a agressividade persistir ou se intensificar, é recomendado buscar a orientação de um psicólogo infantil ou um profissional de saúde mental especializado em crianças. Eles poderão fazer uma avaliação mais detalhada do comportamento do seu filho, fornecer orientação personalizada e desenvolver um plano de intervenção adequado para ajudá-lo a lidar com a agressividade de forma saudável. Espero que tenha ajudado de alguma forma.
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Os testes psicométricos são aplicados em crianças a partir de qual idade? Teste psicométrico pode s
Os testes psicométricos são aplicados em crianças a partir de qual idade?
Teste psicométrico pode ser usado para medir um coeficiente de uma criança já diagnosticada com autismo e TDAH?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ola, os testes psicométricos podem ser aplicados em crianças a partir de uma idade bastante precoce, geralmente a partir dos 2 anos de idade, dependendo do tipo de teste e da habilidade da criança em realizar as tarefas solicitadas. No entanto, é importante ressaltar que a aplicação de testes em crianças requer uma abordagem sensível e adaptada à idade, levando em consideração seu nível de desenvolvimento e compreensão.
Em relação ao uso de testes psicométricos para medir o coeficiente de uma criança diagnosticada com autismo e TDAH, é necessário considerar alguns pontos. Embora esses testes possam fornecer informações valiosas sobre habilidades cognitivas, como o quociente de inteligência (QI), é importante ter em mente que o autismo e o TDAH são condições complexas e multifacetadas que vão além das habilidades cognitivas medidas por esses testes.
A avaliação do autismo e do TDAH geralmente envolve uma abordagem mais abrangente, que inclui observação clínica, avaliação comportamental, histórico do desenvolvimento e informações fornecidas pelos pais e professores. Portanto, embora os testes psicométricos possam ser úteis como parte de uma avaliação, eles não devem ser considerados como a única medida para diagnosticar ou compreender completamente esses transtornos. O diagnóstico e a avaliação adequada devem ser realizados por profissionais experientes e especializados em transtornos do neurodesenvolvimento. Espero que tenha ajudado
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É normal uma pessoa com tdah aprender a ler cedo (3 a 4 anos), ter boa coordenação para andar de bic
É normal uma pessoa com tdah aprender a ler cedo (3 a 4 anos), ter boa coordenação para andar de bicicleta cedo (3 anos) e ter certa facilidade para aprender as coisas quando criança? Recebi esse diagnóstico e minha infância foi assim.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ola, é importante lembrar que cada pessoa é única e pode apresentar diferentes habilidades e características, mesmo quando diagnosticada com Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Embora algumas crianças com TDAH possam enfrentar desafios em certas áreas, como concentração e organização, isso não significa que elas não possam ter habilidades excepcionais em outras áreas.
Algumas crianças com TDAH podem apresentar um desenvolvimento precoce em certas habilidades, como aprender a ler cedo ou adquirir boa coordenação motora para andar de bicicleta. Essas crianças podem ter um interesse particular em determinadas áreas e serem altamente focadas quando envolvidas nessas atividades.
É importante ressaltar que o TDAH não é um fator determinante para o desenvolvimento precoce de habilidades específicas. O diagnóstico de TDAH se baseia principalmente em sintomas relacionados à atenção, hiperatividade e impulsividade, e não está diretamente ligado ao desenvolvimento motor ou habilidades cognitivas.
Se você recebeu o diagnóstico de TDAH e teve facilidade em aprender coisas quando criança, isso pode ser atribuído a uma combinação de fatores, como interesse, motivação, estímulo adequado e predisposições individuais. Cada pessoa com TDAH terá suas próprias experiências e habilidades únicas.
É importante lembrar que o TDAH é uma condição que pode afetar o funcionamento diário, incluindo a atenção, o foco e a organização. Se você está preocupado com seu funcionamento atual ou tem dificuldades em alguma área específica, é recomendável buscar o apoio de um profissional de saúde mental, como um psicólogo especializado em TDAH. Eles poderão fornecer uma avaliação adequada, orientação e estratégias personalizadas para lidar com os desafios do TDAH em diferentes aspectos da vida. Espero que tenha ajudado.
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Por que as crianças não conseguem ficar parada ou quietas?
Por que as crianças não conseguem ficar paradas ou quietas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ola, as crianças têm naturalmente muita energia e curiosidade, o que pode levá-las a ter dificuldade em ficar paradas ou quietas por longos períodos. Aqui estão algumas razões pelas quais isso pode ocorrer:
1. Desenvolvimento motor: As crianças estão em constante desenvolvimento motor, aprendendo a controlar seus corpos e explorando o ambiente ao seu redor. Isso pode resultar em uma necessidade de se mover e experimentar diferentes atividades físicas.
2. Exploração e curiosidade: As crianças são naturalmente curiosas e desejam explorar o mundo ao seu redor. Ficar parado pode parecer entediante para elas, e elas preferem se envolver em atividades que estimulem sua mente e corpo.
3. Necessidade de estímulo sensorial: As crianças têm uma maior sensibilidade aos estímulos sensoriais, como sons, luzes e texturas. Elas podem buscar constantemente esses estímulos, movendo-se e interagindo com o ambiente para satisfazer essa necessidade.
4. Energia acumulada: As crianças têm uma quantidade considerável de energia, e muitas vezes precisam liberá-la através de atividades físicas. Ficar parado por muito tempo pode resultar em energia acumulada, o que pode torná-las inquietas ou agitadas.
Dicas para lidar com a inquietude infantil:
1. Ofereça oportunidades de atividades físicas: Proporcione às crianças a chance de se exercitarem e liberarem energia, seja por meio de brincadeiras ao ar livre, esportes ou jogos ativos.
2. Estabeleça rotinas estruturadas: Ter rotinas diárias previsíveis pode ajudar as crianças a se sentirem mais seguras e controladas. Inclua momentos de atividade e momentos de tranquilidade na rotina.
3. Ensine técnicas de relaxamento: Ajude as crianças a desenvolverem habilidades de autorregulação, ensinando técnicas de respiração, relaxamento muscular e visualização criativa.
4. Forneça estímulos sensoriais adequados: Crie um ambiente que ofereça uma variedade de estímulos sensoriais adequados, como brinquedos interativos, materiais táteis e música suave.
5. Seja compreensivo e paciente: Lembre-se de que a inquietude faz parte do desenvolvimento infantil. Seja compreensivo e paciente ao lidar com as crianças, oferecendo orientação e incentivo positivo.
No entanto, é importante observar que, em alguns casos, a inquietude excessiva ou a incapacidade de ficar parado pode ser um sintoma de um distúrbio, como o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Se você tiver preocupações significativas sobre o comportamento de uma criança, é recomendável buscar a avaliação de um profissional de saúde mental, como um psicólogo infantil, para uma avaliação mais aprofundada. Espero que tenha ajudado de alguma forma.
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tenho percebido alguns machucados (arranhados, ferimentos fortes nas mãos) que claramente foram feit
tenho percebido alguns machucados (arranhados, ferimentos fortes nas mãos) que claramente foram feitos por mim mesma porém não me recordo de ter feito tal coisa, inclusive tenho acordado com esses ferimentos bem fortes dando a entender que me feri enquanto dormia, poderia se encaixar em algum tipo de transtorno mental?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ola, se você está enfrentando esse tipo de comportamento e não tem consciência de tais ações, é fundamental procurar ajuda profissional de um profissional de saúde mental. Um psicólogo, psiquiatra ou outro profissional qualificado será capaz de avaliar sua situação de forma adequada e fornecer um diagnóstico preciso, além de recomendar o tratamento apropriado.
Não ignore ou minimize esses sintomas, pois a saúde mental é tão importante quanto a saúde física. Buscar ajuda profissional é o passo mais importante que você pode tomar para entender e abordar esses comportamentos de automutilação, bem como lidar com quaisquer problemas subjacentes que possam estar contribuindo para eles.
Lembre-se de que você não está sozinho nessa jornada. Há profissionais capacitados prontos para oferecer suporte e orientação. Espero que tenha ajudado de alguma forma.
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Oi, eu tenho 11 anos, e as vezes eu "surto" e as vezes eu me arranho, as vezes até encontro uns mach
Oi, eu tenho 11 anos, e as vezes eu "surto" e as vezes eu me arranho, as vezes até encontro uns machucados no meu corpo, só que eu não me lembro de ter me cortado, isso é normal?
(Normalmente acontece quando eu fico muito irritada)RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
entendo que esses sintomas são preocupantes e requerem atenção. O comportamento de se arranhar e encontrar machucados no corpo sem lembrar de ter se cortado não é considerado normal. Pode indicar um problema mais complexo que precisa ser avaliado adequadamente. Recomendo que você busque ajuda de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra, que possa realizar uma avaliação completa e oferecer o suporte adequado. Eles poderão ajudá-la a compreender a origem desses sintomas, fornecer estratégias de manejo da irritação e ansiedade, e desenvolver um plano de tratamento individualizado para promover seu bem-estar emocional. Lembre-se de que você não precisa enfrentar isso sozinha, e o apoio profissional pode fazer toda a diferença no seu processo de recuperação. Espero ter ajudado.
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Uma pessoa diagnosticada com Transtorno de Ansiedade Social, conhecida popularmente por ''Fobia Social''
Uma pessoa diagnosticada com Transtorno de Ansiedade Social, conhecida popularmente por ''Fobia Social'' pode ter direito ao Benefício assistencial à pessoa com deficiência oferecido pelo INSS?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ola, Transtornos de Ansiedade Social, tem sua descrição e indicação no CID 10 e devido estar incluído neste, é passível de gerar beneficio pelo INSS, porém para isso precisará passar por uma perícia médica, confirmar o diagnóstico e assim poder requerer o beneficio corretamente, mas o seu advogado tem que ser persistente assim como você. Espero que tenha ajudado.
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Pristiq serve para fobia social?
Pristiq serve para fobia social?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ola, o profissional certo é o psiquiatra que indicará a medicação mais adequada aos seus sintomas. A fobia social afeta a qualidade de vida, impedindo a pessoa de se relacionar de modo tranquilo, além de medicação é necessário a realização de psicoterapia.A importância A parceria emtre psicólogo e psiquiatra ajuda a peA indicação de uma medicação depende de uma conversa com psiquiatra, que indicará a medicação mais adequada aos seus sintomas. A fobia social afeta a qualidade de vida, impedindo a pessoa de se relacionar de modo tranquilo, além de medicação é necessário a realização de psicoterapia. A parceria com psicólogo e psiquiatra ajuda a pessoa a melhorar seus sintomas e a compreender melhor as necessidades de uso das medicações, além de facilitar a pessoa a tirar dúvidas sobre seu adoecimento. A psicoterapia mais indicada para pacientes com transtorno de ansiedade- fobia social é a terapia cognitivo comportamental. Espero que tenha ajudado.
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É possivel ( legalmente) comprovar através de áudio ( fala da criança) que ela está sendo vitima
É possivel ( legalmente) comprovar através de áudio ( fala da criança) que ela está sendo vitima de aluenação parental e sofrendo maus tratos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Somente pelo áudio não é possível, através da fala pode se observar indicativos de que pode está acontecendo a Alienação e maus tratos. Será necessário o acompanhamento por um Psicólogo Perito. Procure um advogado que seja especialista e busque por orientações sobre isso, para poder abrir uma investigação sobre isso. Espero que tenha ajudado
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Perguntas frequentes
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Usei o Inseris XR 300 mg por aproximadamente dois meses, conforme prescrição médica, e durante esse
Olá! Sim, dois meses é tempo suficiente, principalmente com a dose de 300mg.…