Perguntas do paciente (40)
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Qual é a relação entre os sintomas internalizantes e externalizantes na infância e a saúde mental po
Qual é a relação entre os sintomas internalizantes e externalizantes na infância e a saúde mental posterior?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A relação entre sintomas internalizantes e externalizantes na infância e a saúde mental posterior é significativa.
Sintomas Internalizantes
São manifestações de sofrimento voltadas para dentro do indivíduo, como:
-Ansiedade
-Depressão
-Medo excessivo
-Retraimento social
-Queixas somáticas sem causa médica
-Impactos na saúde mental futura:
- Risco aumentado de transtornos depressivos e ansiosos na adolescência e idade adulta.
-Pode haver prejuízos na autoestima, no desempenho escolar e nas relações interpessoais.
-Maior vulnerabilidade a comportamentos autolesivos e suicídio, especialmente se não tratados.
-Frequentemente associados a estratégias desadaptativas de regulação emocional.
2. Sintomas Externalizantes
São comportamentos voltados para fora, muitas vezes desafiadores ou agressivos, como:
-Agressividade
-Hiperatividade
-Impulsividade
-Quebra de regras
-Condutas antissociais
Os impactos na saúde mental futura:
-Maior risco de transtornos de conduta, transtorno de personalidade antissocial, abuso de substâncias e criminalidade;
-Dificuldades escolares, expulsões, e conflitos com figuras de autoridade;
-Problemas de regulação emocional e habilidades sociais.
Caso você se identifique com algum desses sintomas, é importante procurar ajuda de um profissional para poder te auxiliar melhor!
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O que são as explosões emocionais na autoproteção no Transtorno Da Personalidade Borderline ?
O que são as explosões emocionais na autoproteção no Transtorno Da Personalidade Borderline ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
As explosões emocionais no contexto da autoproteção no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) são reações intensas, muitas vezes desproporcionais à situação, que funcionam como uma tentativa — ainda que inconsciente — de evitar dor psíquica, abandono, rejeição ou humilhação.
São momentos em que a pessoa borderline:
- Perde o controle emocional de forma súbita;
-Reage com raiva, choro, gritos, impulsividade ou agressividade (verbal ou até física);
-Pode expressar ódio, desespero, medo intenso ou até acusações contra os outros.
O que está por trás da explosão?
- Medo extremo de abandono
-Sensação de vazio ou invalidação
-Dificuldade de regular emoções
-Impulsividade emocional (raiva, pânico, culpa)
-Histórico de traumas, negligência ou apego inseguro
O que ajuda?
-Psicoterapia (especialmente Terapia Dialética-Comportamental - DBT)
-Psicoeducação sobre regulação emocional
-Reconhecimento dos gatilhos
-Construção de habilidades de enfrentamento e expressão emocional saudável
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O que é uma crise borderline? .
O que é uma crise borderline? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A crise borderline é um episódio de intensa desregulação emocional, característico do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). É um momento em que a pessoa se sente emocionalmente sobrecarregada, com dificuldade extrema de lidar com sentimentos como abandono, rejeição, raiva, medo ou vazio, resultando em comportamentos impulsivos ou autodestrutivos.
O que acontece numa crise borderline?
Durante uma crise, a pessoa pode:
Emocionalmente:
-Sentir uma dor emocional extrema e urgente;
-Ter medo intenso de abandono (real ou imaginado);
-Sentir raiva, tristeza, desespero ou pânico de forma descontrolada;
-Ter pensamentos do tipo “ninguém se importa comigo”, “sou um lixo”, “vou acabar sozinho(a)”;
-Apresentar mudanças rápidas e intensas de humor.
Comportamental:
-Gritar, chorar, discutir, implorar ou se afastar de forma abrupta;
-Fazer ameaças de abandono, término de relação ou até de suicídio;
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Me masturbei durante o banho banho e me senti sujo e mal porque meu irmão estava em outro cômodo e m
Me masturbei durante o banho banho e me senti sujo e mal porque meu irmão estava em outro cômodo e mesmo que eu estivesse no banho, de porta fechada eu me sinto mal por ele estar "próximo" de certa forma e não consigo parar de sentir essa culpa, como se eu fosse alguém nojento. O que fazer? Sou diagnosticado com TOC
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Obrigada por confiar em mim com algo tão íntimo. O que você descreveu faz muito sentido dentro do contexto do TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo) — principalmente se o seu TOC tem componentes morais, sexuais ou de responsabilidade exagerada, que são mais comuns do que muita gente imagina.
Vamos olhar com cuidado:
1. Pensamentos intrusivos + culpa exagerada
O TOC pode fazer com que sua mente transforme uma ação comum e privada (como a masturbação) em algo "perigoso", "nojento" ou "moralmente errado", mesmo que não exista nenhum risco real ou violação.
Você se masturbou sozinho, no seu espaço privado, e sem envolver ninguém.
Mas o TOC transforma isso em um cenário de "ameaça moral", especialmente porque seu irmão estava na casa.
2. Hipervigilância e distorção de risco
O pensamento obsessivo faz com que a proximidade física (estar na mesma casa) soe como se fosse uma violação — mesmo que nada tenha acontecido de fato. O transtorno ativa uma sensação de:
“Só o fato de ele estar perto já faz isso ser errado.”
3. Nojo de si mesmo (autoaversão)
Esse sentimento de “sou nojento”, “sou sujo” não é um reflexo real de quem você é. É o TOC O que você precisa saber (com clareza)
Você não fez nada de errado.
Masturbação é um ato normal, saudável e completamente legítimo quando feito em um espaço íntimo.
A culpa que você sente não é culpa verdadeira — é culpa patológica, gerada pelo TOC.
Você não é nojento, não é imoral, não está contaminado.
O que você pode fazer agora
1. Reconheça: “isso é o TOC, não sou eu”
Diga a si mesmo, com firmeza e gentileza:
“Essa culpa é do TOC. Eu estou seguro. Eu não fiz nada de errado. Eu não sou sujo.”
Repita se necessário. É importante você diferenciar o pensamento verdadeiro do pensamento compulsivo.
2. Evite rituais mentais
Tentar “compensar” o que aconteceu (como evitar o irmão, pedir desculpas internamente, repassar o momento mentalmente) reforça o TOC.
O melhor que você pode fazer é aceitar o desconforto e não reagir a ele com rituais — isso é a base da Terapia Cognitivo-Comportamental para TOC.
3. Traga isso para a terapia
Se você está em acompanhamento, fale sobre essa situação sem censura. Seu terapeuta pode ajudar a:
-Trabalhar a culpa moral;
-Reestruturar esses pensamentos;
-Reforçar a separação entre "você real" e "TOC".
-Uma sugestão prática: exposição com prevenção de resposta (EPR leve)
Como treino interno, você pode se expor mentalmente à lembrança do banho e não tentar anular ou evitar o pensamento.
Por exemplo:
“Sim, eu me masturbei no banho, meu irmão estava em casa, e eu não fiz nada errado. O desconforto pode ficar aqui comigo. Eu não vou brigar com ele.”
É assim que, aos poucos, a culpa diminui.
O mais recomendado seria procurar ajuda de um especialista para trabalhar essa culpa e desmistificar os pensamentos obsessivos vindo do TOC.
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A ansiedade e a depressão podem causar tonturas e vontade de chorar constantemente?
A ansiedade e a depressão podem causar tonturas e vontade de chorar constantemente?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, ansiedade e depressão podem causar tonturas e vontade de chorar com frequência — esses são sintomas comuns, embora nem sempre sejam reconhecidos como parte do quadro emocional.
Na ansiedade, as tonturas geralmente estão associadas a:
-Hiperventilação (respiração rápida ou superficial);
-Tensão muscular (especialmente na região do pescoço e ombros);
-Alterações na percepção sensorial provocadas pelo estado de alerta constante.
Na depressão, a tontura pode surgir por:
-Fadiga extrema;
-Baixa pressão (em alguns casos);
-Efeitos colaterais de medicamentos antidepressivos;
-Alterações no apetite e no sono, que afetam o corpo como um todo.
Vontade de chorar constante
Isso é típico de quadros depressivos, mas também pode ocorrer na ansiedade:
Na depressão, está relacionado à tristeza profunda, desesperança e sensação de vazio.
Na ansiedade, pode vir do acúmulo de tensão, frustração por sentir que não tem controle, ou por se sentir sobrecarregada o tempo todo.
A procura de um especialista é a melhor opção para poder controlar seus sintomas!
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olá gostaria de saber ser o abito de assistir pornografia pode causar fobia social
olá gostaria de saber ser o abito de assistir pornografia pode causar fobia social
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sim, o hábito de assistir pornografia pode estar relacionado a sintomas de fobia social em alguns casos, mas não é uma causa direta ou universal. O que acontece é que o consumo excessivo de pornografia pode, para algumas pessoas, gerar efeitos psicológicos e comportamentais que se associam a dificuldades sociais.
Como o consumo excessivo de pornografia pode influenciar a fobia social:
Isolamento social;
Baixa autoestima e insegurança;
Redução de habilidades sociais;
Culpa ou vergonha.
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Oi... escrevo aqui pra pedir ajuda numa situação que tá acabando comigo por dentro. Eu me envolvo
Oi... escrevo aqui pra pedir ajuda numa situação que tá acabando comigo por dentro.
Eu me envolvo com uma garota que tem namorado. A gente estudava junto ano passado, quando tudo começou, e ela já namorava com ele. Nos víamos todo dia, então a gente ficava diariamente. Porém, no fim do ano, o curso acabou. Mesmo assim, a gente continua se falando, com até mais intimidade no sentido de companheirismo do que naquela época, e ela me trata com carinho, preocupação, e diz que me ama. Ela diz que sente amor, mas depois volta atrás e diz que me vê só como amigo. Me parece muito mais por falta de coragem de bancar o que sente por mim. E isso me confunde muito. A gente às vezes se encontra e sempre acontece alguma coisa.
Recentemente, ela me chamou pra sair no dia da festa de aniversário do namorado dela. Fomos juntos comprar presente pra ele, e a gente ficou, se beijou várias vezes. Depois, ela foi pra casa dele. E isso me destruiu. Nesse dia, deixei de sair com outra pessoa (que tava sendo legal comigo) pra estar com ela. Tudo isso me faz me sentir descartável ou em segundo plano na vida dela.
Mesmo com toda essa confusão, a nossa relação já virou uma rotina. Tanto pra mim quanto pra ela, e a gente não consegue largar isso. Eu já me acostumei, mas, ao mesmo tempo, sei que isso não pode continuar desse jeito, e isso me machuca mais a cada dia.
Ela quer largar porque não quer enganar o namorado. E eu quero largar porque não quero ser eternamente uma segunda opção. Mas a verdade é que a gente não consegue fazer isso. Porque, no fundo, a gente realmente se gosta. E, de um jeito ou de outro, a gente sempre acaba se vendo de novo.
Eu tô perdido. Já não sei mais o que fazer, nem como sair disso. Me vejo preso num ciclo que machuca, por ela sempre me contar o que os dois fazem juntos como se eu fosse o diário dela, mas ao mesmo tempo me dá esperanças, por ainda dizer me amar e ainda sair comigo, mesmo que poucas vezes. Eu não sei mais o que fazer, não aguento mais ver a mulher que eu amo com outra pessoa, porém qualquer decisão que eu tomar me parece prejudicial... ficar e continuar vendo ela com outra pessoa, ou me afastar e sofrer com a ausência da mulher que eu amo?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi… obrigado por escrever com tanta sinceridade. De verdade. Dá pra sentir o quanto isso tá te consumindo, e é muito compreensível — porque você tá vivendo uma mistura de amor, frustração, confusão e dor. Situações assim não são simples nem no sentimento, nem na decisão.
O que você descreveu não é “só” um triângulo amoroso. É uma relação emocionalmente intensa, cheia de ambivalência, onde você está tentando encontrar algum chão — algum sinal claro de segurança ou reciprocidade — mas tudo continua meio nebuloso. E, nessa névoa, quem mais se machuca é você.
Vamos organizar isso em partes:
1. Sim, vocês se gostam. Mas isso é suficiente?
Amor pode ser real e ainda assim não ser viável do jeito que está sendo vivido.
Ela pode sentir carinho, apego, desejo, até amor — e ainda assim não estar disposta a romper o que tem com o namorado. E você tá carregando o peso de uma escolha que ela não faz. O problema é que isso te coloca em suspensão contínua: esperando, se moldando, se anulando. Isso é desgastante, cruel. E não é justo com o tanto que você sente.
2. Ela diz que te ama, depois volta atrás.
Isso te confunde porque é mesmo confuso. Esse “te amo, mas só como amigo”, esse convite no dia do aniversário do namorado, essas idas e vindas… tudo isso mantém a chama acesa, mas a porta fechada. Você fica ali, na varanda emocional dela, vendo a festa acontecer lá dentro.
3. Você está tentando construir algo em cima de uma ausência.
Você tem sentimentos reais, entrega, presença, lealdade… mas do outro lado há sempre uma ausência de atitude, de decisão, de compromisso. E o resultado é que você sofre por algo que é quase. E “quase amor” também dói. Às vezes, até mais.
Sobre o ciclo em que vocês estão presos:
Existe afeto, existe história, existe desejo. Mas também existe acomodação, medo de perda e uma dose grande de dependência emocional de ambos os lados.
Você já percebeu que não está sendo tratado como prioridade — mas não consegue se afastar porque essa relação também te alimenta de momentos bons, de carinho, de esperança.
O problema é que isso vem junto da dor de ser sempre a “alternativa”. E nenhum coração aguenta viver por muito tempo nesse lugar.
Não existe uma solução indolor. Você já percebeu isso.
Mas existe a chance de você escolher sua dor: a dor de continuar nesse ciclo confuso ou a dor de interromper isso pra recuperar sua autoestima e dar espaço pra algo que te escolha de volta.
Às vezes, amar alguém de verdade significa aceitar que esse amor não pode acontecer daquele jeito — e se proteger. Se afastar pode ser difícil, sim. Mas continuar assim também está te ferindo diariamente.
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Existe a possibilidade de cura para o Transtorno de Personalidade Paranoide?
Existe a possibilidade de cura para o Transtorno de Personalidade Paranoide?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Transtorno de Personalidade Paranoide (TPP) é considerado, como os demais transtornos de personalidade, uma condição crônica — ou seja, de longa duração, com início geralmente precoce (adolescência ou início da vida adulta), e que tende a persistir ao longo do tempo. Por isso, o conceito tradicional de "cura" não se aplica como se fosse uma doença aguda, tipo uma infecção.
No entanto, isso não significa que não haja melhora ou evolução positiva. Muito pelo contrário — com tratamento adequado, a pessoa pode conquistar uma vida muito mais funcional, saudável e satisfatória
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O que são delírios paranoicos? .
O que são delírios paranoicos? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Delírios paranoicos são crenças falsas, fixas e inflexíveis que envolvem suspeitas intensas, desconfiança ou sensação de perseguição, e que não se baseiam na realidade, mesmo quando há evidências claras do contrário.
O que caracteriza um delírio paranoico:
- É uma crença: não é uma dúvida ou um medo, mas algo que a pessoa acredita firmemente ser verdade;
É irremovível pela lógica: mesmo que se mostre provas de que não é verdade, a pessoa continua acreditando;
É falso, não corresponde à realidade;
Tem um conteúdo de perseguição, ameaça ou conspiração.
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Quais são os tratamentos para Transtornos de Personalidade? Têm cura ou somente uma manutenção dos s
Quais são os tratamentos para Transtornos de Personalidade? Têm cura ou somente uma manutenção dos sintomas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os transtornos de personalidade são condições duradouras e inflexíveis que afetam padrões de pensamento, emoções e comportamentos, impactando significativamente a forma como a pessoa se relaciona consigo mesma e com os outros. O tratamento é possível e pode trazer melhorias importantes na qualidade de vida, mas falar em "cura" no sentido tradicional é mais controverso.
Tratamentos principais:
1-Picoterapia (base do tratamento)
2-Terapia Cognitivo Comportamental (TCC);
3-Terapia Dialética-Comportamental (DBT);
4-Terapia Esquematica:
5-Terapia Focada na Mentalização (TFM);
6-Psicoterapia psicodinâmica;
7-Medicação
Tratamentos complementares
Grupos terapêuticos, psicoeducação, terapia ocupacional e, em alguns casos, internação em momentos de crise.
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Bom dia ,estou com uma sessão estranha como se estivesse desligado da realidade,passei uma vez no ps
Bom dia ,estou com uma sessão estranha como se estivesse desligado da realidade,passei uma vez no psiquiatra ele disse que é um sintoma de Desrealização, o que posso fazer pra minimizar isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo que você está passando por uma experiência desafiadora. A desrealização é um sintoma que pode ser muito desconfortável e afetar a qualidade de vida. Aqui estão algumas dicas que podem ajudar a minimizar esse sintoma.
Dicas para minimizar a desrealização:
1. Terapia cognitivo-comportamental (TCC);
2. Técnicas de relaxamento;
3. Exercícios físicos;
4. Foco no presente;
5. Evitar substâncias que exacerbam a ansiedade.
Dicas adicionais:
1. Procure apoio;.
2. Seja paciente;
3. Aprenda a gerenciar o estresse;
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Assistir pornografia causa danos físicos ao cérebro? E quando estamos navegando e vemos algo pornogr
Assistir pornografia causa danos físicos ao cérebro? E quando estamos navegando e vemos algo pornográfico sem a intenção da busca ou envolvimento emocional/ atividade sexual, há algum efeito negativo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
1. Assistir pornografia causa danos físicos ao cérebro?
Não há evidência científica sólida de que assistir pornografia ocasionalmente cause danos físicos ao cérebro como uma lesão, por exemplo. No entanto, alguns efeitos podem ocorrer dependendo da frequência, intensidade e do contexto emocional em que o consumo ocorre.
Em uso excessivo e compulsivo, podem ocorrer mudanças em circuitos cerebrais ligados à recompensa e à motivação (como acontece em outros comportamentos aditivos).
2. E se vemos pornografia sem intenção ou envolvimento emocional/sexual?
Nesse caso, os efeitos tendem a ser mínimos ou inexistentes, especialmente se:
- Você não buscou conscientemente aquele conteúdo
- Não houve excitação sexual ou envolvimento emocional
-Você seguiu sua vida normalmente após ver
-O cérebro pode registrar a imagem, mas sem reforço emocional ou repetição, aquilo tende a ser apenas mais uma informação visual — como ver uma propaganda ou algo aleatório. Não é algo que, isoladamente, gere impacto negativo duradouro.
Pornografia em si não “danifica” o cérebro fisicamente, mas o uso problemático e compulsivo pode afetar padrões de prazer e motivação.
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Como faço para diminuir a Desrealização? faço tratamento para o transtorno de ansiedade.
Como faço para diminuir a Desrealização? faço tratamento para o transtorno de ansiedade.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A desrealização é um sintoma comum em pessoas com transtorno de ansiedade, e pode ser desafiador lidar com ela. Aqui estão algumas estratégias que podem ajudar a diminuir a desrealização:
1. Terapia cognitivo-comportamental (TCC): A TCC é uma abordagem terapêutica que pode ajudar a identificar e mudar padrões de pensamento e comportamento que contribuem para a desrealização.
2. Técnicas de relaxamento: Técnicas de relaxamento, como a respiração profunda, a meditação e o yoga, podem ajudar a reduzir a ansiedade e a desrealização.
3. Exercícios físicos: Exercícios físicos regulares podem ajudar a reduzir a ansiedade e a desrealização, além de melhorar a saúde geral.
4. Terapia de exposição: A terapia de exposição é uma abordagem terapêutica que envolve exposição gradual a situações que desencadeiam a desrealização, com o objetivo de reduzir a ansiedade e a desrealização.
5. Mindfulness: A prática de mindfulness pode ajudar a aumentar a consciência do presente e reduzir a desrealização.
6. Foco no presente: Focar no presente e nas sensações corporais pode ajudar a reduzir a desrealização.
7. Evitar substâncias que exacerbam a ansiedade: Substâncias como a cafeína, o álcool e as drogas podem exacerbear a ansiedade e a desrealização.
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O que é a terapia dos afetos positivos e como ela impacta na depressão com anedonia?
O que é a terapia dos afetos positivos e como ela impacta na depressão com anedonia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A terapia dos afetos positivos se concentra em ajudar as pessoas a aumentar a experiência de emoções positivas e reduzir a experiência de emoções negativas. Isso é especialmente importante para pessoas com depressão, especialmente aquelas com anedonia, que têm dificuldade em experimentar prazer e satisfação em atividades que antes eram agradáveis.
Princípios da terapia dos afetos positivos:
1. Foco em emoções positivas: A terapia dos afetos positivos se concentra em ajudar os pacientes a identificar e experimentar emoções positivas, como alegria, gratidão e satisfação.
2. Aumento da consciência emocional: A terapia ajuda os pacientes a se tornarem mais conscientes de suas emoções e a identificar padrões de pensamento e comportamento que contribuem para a depressão.
3. Desenvolvimento de habilidades:
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Frequentemente me pego refletindo sobre a minha vida, fazendo questionamentos, comparações, imaginan
Frequentemente me pego refletindo sobre a minha vida, fazendo questionamentos, comparações, imaginando situações e principalmente me cobrando por diversas coisas. Tenho ciência de que estou indo bem em alguns aspectos da minha vida, mas ainda assim por vezes me sinto um fracasso, como se as minhas conquistas não tivessem tanto valor e como se eu estivesse atrasado em relação as outras pessoas e ao "padrão" do mundo.
Sei que eu deveria buscar alguma ajuda psicológica, mas gostaria de entender que tipo de profissional, área ou tratamento eu deveria buscar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está descrevendo é algo muito comum, especialmente em momentos de transição ou quando há um alto nível de autocrítica. O fato de você ter essa percepção de estar "atrasado" em relação aos outros ou de sentir que suas conquistas não têm tanto valor é uma forma de comparação que muitas vezes pode ser prejudicial. Isso pode gerar frustração, ansiedade e um sentimento constante de insatisfação, mesmo que as coisas estejam indo bem em vários aspectos da sua vida.
Se você sente que está lutando com esses pensamentos e sentimentos de forma constante e que isso está afetando sua autoestima e bem-estar, buscar ajuda psicológica é um passo muito positivo. Vou te dar algumas orientações sobre qual tipo de profissional ou tratamento pode ser mais adequado:
1. Psicoterapia Cognitivo-Comportamental (TCC)
A TCC é uma abordagem muito eficaz quando se trata de lidar com pensamentos negativos e autocríticos. Ela se foca em identificar e mudar padrões de pensamento disfuncionais, como as comparações excessivas e as cobranças internas. Um terapeuta especializado em TCC pode te ajudar a reformular esses pensamentos, ensinar habilidades para melhorar a autoestima e lidar com a autocrítica, além de ajudar a estabelecer metas realistas e práticas para sua vida. Ela é bastante indicada quando a pessoa tem pensamentos recorrentes de fracasso ou insatisfação.
2. Psicoterapia de Aceitação e Compromisso (ACT)
A ACT (Acceptance and Commitment Therapy) foca na aceitação dos pensamentos e emoções, sem se deixar dominar por eles, e no compromisso com ações que estejam alinhadas com os seus valores pessoais. Ao invés de tentar eliminar os pensamentos negativos, a ACT te ensina a aceitar que eles surgem, mas a não permitir que eles te impeçam de viver de acordo com o que realmente importa para você. Isso pode ser útil para lidar com a sensação de que está "atrasado" ou que suas conquistas não têm valor, pois te ajuda a focar mais no que você realmente quer, independentemente do "padrão" externo.
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Oi. Eu tenho 21 anos, e desde dos 11 anos eu comecei a me masturbar e até hoje não consegui parar co
Oi. Eu tenho 21 anos, e desde dos 11 anos eu comecei a me masturbar e até hoje não consegui parar com o hábito. No começo eu fazia toda semana, todos os dias, mas entre meus quinze e em diante e agora eu posso passar dias, semanas e até três meses sem fazer, sem pensar, mas no final sempre acabo tendo uma recaída e as vezes me masturbo duas vezes ao dia. Eu não vejo como algo que quero que continue na minha vida, por isso gostaria de parar de uma vez, mas não sei como faço isso, sempre acabo voltando. Poderiam me ajudar??
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, posso te ajudar a entender melhor o seu comportamento e fornecer algumas dicas para te ajudar a controlar ou parar de se masturbar.
Entendendo o comportamento:
1. Masturbação é um comportamento natural: A masturbação é um comportamento natural e saudável para muitas pessoas.
2. Vício ou dependência*: No entanto, se você se sente compelido a se masturbar com frequência e não consegue parar, pode ser um sinal de vício ou dependência.
3. Fatores emocionais: A masturbação pode ser um mecanismo de coping para lidar com estresse, ansiedade, solidão ou outros sentimentos negativos.
Dicas para controlar ou parar de se masturbar:
1.Identifique os gatilhos: Tente identificar os gatilhos que o levam a se masturbar, como estresse, solidão ou certos pensamentos ou imagens.
2. Encontre alternativas: Encontre alternativas saudáveis para lidar com os gatilhos, como exercícios físicos, meditação, leitura ou conversar com amigos.
3. Estabeleça metas: Estabeleça metas realistas para reduzir ou parar de se masturbar, como reduzir a frequência ou parar por um determinado período.
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Transtorno de Desrealização e despersonalização tem como melhorar sim ou não????
Transtorno de Desrealização e despersonalização tem como melhorar sim ou não????
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível melhorar o Transtorno de Desrealização e Despersonalização (TDD), embora o processo possa ser desafiador e varie de pessoa para pessoa. O tratamento pode incluir uma combinação de terapia, medicamentos e estratégias de autocuidado.
A Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) pode ajudar a pessoa a identificar e desafiar os pensamentos distorcidos relacionados à sensação de desconexão da realidade ou de si mesmo. A terapia pode ajudar a reduzir a ansiedade que acompanha esses episódios e melhorar a capacidade de lidar com as experiências dissociativas.
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É possível tratar a ansiedade social em pessoas com problemas de cognição ou baixa velocidade de rac
É possível tratar a ansiedade social em pessoas com problemas de cognição ou baixa velocidade de raciocínio?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível tratar a ansiedade social em pessoas com problemas de cognição ou baixa velocidade de raciocínio, embora o tratamento possa exigir abordagens mais adaptadas e personalizadade.
A ansiedade social é um transtorno que pode afetar qualquer pessoa, independentemente de suas habilidades cognitivas, mas em indivíduos com dificuldades cognitivas, é fundamental ajustar as estratégias terapêuticas para atender melhor às suas necessidades.
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Devido a problemas com diabetes tardiamente detectada tornei-me um impotente sexual. Estou em tratam
Devido a problemas com diabetes tardiamente detectada tornei-me um impotente sexual. Estou em tratamento com remédios, dieta, e exercícios, mas até agora não obtive resultado algum e devido a essa situação minha esposa pediu para abrir o casamento. Acabei concordando e agora ela frequentemente encontra-se com outros homens. Aceitei essa situação confiando na minha recuperação, mas o problema é que constantemente tenho pensamentos negativos de vergonha e raiva que estão afetando minha vida. Perdi bastante a auto estima e não estou conseguindo lidar com tudo isso, às vezes penso em me separar mas sempre volto atrás, outras vezes penso em aceitar de vez e deixar rolar pois a amo de verdade e não quero perdê-la. Estou muito confuso com tudo isso.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito por você estar passando por uma situação tão difícil e complexa. Essa combinação de questões de saúde, relacionamentos e emoções intensas pode ser esmagadora.
Primeiro, é importante reconhecer o quão difícil deve ser lidar com o impacto físico e emocional da diabetes e sua consequência na vida sexual.
A impotência, seja temporária ou duradoura, afeta profundamente a autoestima e a percepção de si mesmo, e é completamente compreensível que isso traga sentimentos de frustração e dor. O impacto disso no seu relacionamento também é significativo, e parece que você está tentando equilibrar esse sofrimento com a vontade de manter sua esposa ao seu lado.
O pedido dela para abrir o casamento, que você aceitou, certamente gerou uma série de sentimentos conflitantes.
Por um lado, você demonstra um grande amor e comprometimento, querendo que ela seja feliz, mas por outro, seus sentimentos de vergonha e raiva são completamente válidos e naturais.
A confiança e os limites de um relacionamento são fundamentais, e parece que você está se sentindo desrespeitado ou inseguro sobre a situação, o que é perfeitamente compreensível.
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Qual é a importância do acompanhamento psicoterapêutico para pacientes com borderline?
Qual é a importância do acompanhamento psicoterapêutico para pacientes com borderline?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O acompanhamento psicoterapêutico é fundamental para pacientes com transtorno de personalidade borderline.
A psicoterapia com o paciente borderline trabalha na redução da intensidade das emoções, redução dos comportamentos autodestrutivos, desenvolvimento de habilidade sociais, melhora das relações interpessoais.
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