Perguntas do paciente (19)

  • Por que o sentimento de raiva surge no luto? .

    Por que o sentimento de raiva surge no luto? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Janaina Loureiro

    Olá! A raiva no luto pode ser vista como uma forma de expressar a dor a dor da perda. Às vezes, é mais fácil sentir raiva do que sentir tristeza. A raiva também pode ser uma forma de mostrar o quanto aquela pessoa era importante e faz falta. É um sentimento natural e pode ajudar a dar espaço para o que precisa ser vivido


  • Quais são os desafios da neuroplasticidade em doenças autoimunes?

    Quais são os desafios da neuroplasticidade em doenças autoimunes?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Janaina Loureiro

    Olá!! Nas doenças autoimunes, a neuroplasticidade pode ser desafiada pelo estresse, dor crônica entre outros fatores. Esses fatores afetam o funcionamento do cérebro e dificultam a adaptação emocional. A psicoterapia pode ajudar a flexibilizar esses padrões, promovendo mais equilíbrio e qualidade de vida.


  • Como doenças autoimunes afetam a neuroplasticidade?

    Como doenças autoimunes afetam a neuroplasticidade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Janaina Loureiro

    Olá!! As doenças autoimunes podem afetar a neuroplasticidade por causa da inflamação crônica e do estresse emocional constante. Isso pode dificultar a adaptação do cérebro, interferir na memória, no humor e na resposta ao estresse. Cuidar da saúde mental é essencial para favorecer a flexibilidade e o equilíbrio do sistema nervoso.


  • Existe a possibilidade de cura para o Transtorno de Personalidade Paranoide?

    Existe a possibilidade de cura para o Transtorno de Personalidade Paranoide?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Janaina Loureiro

    Olá!! A pessoa com traços paranoides pode, com apoio psicoterápico, pode perceber como se relaciona com o mundo e fazer escolhas mais conscientes. Há possibilidade de mudança, sim — dentro do ritmo e da disponibilidade de cada um, é possível melhorar muito a qualidade de vida com psicoterapia.


  • Tenho muitas feridas que vão se espalhando pela pele do meu corpo, já fui em dermatologistas e faço

    Tenho muitas feridas que vão se espalhando pela pele do meu corpo, já fui em dermatologistas e faço terapia. Relataram ser psicossomático. Quais profissionais devo buscar para essas feridas pararem de aparecer e eu melhorar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Janaina Loureiro

    Ola!! Essas feridas podem ser uma forma do seu corpo mostrar algo que está difícil de lidar por dentro. Continue na terapia, buscando entender o que está por trás disso. Um médico com olhar para o emocional, como um psiquiatra ou alguém da medicina psicossomática, também pode ajudar. O mais importante é cuidar de você por inteiro — corpo e mente juntos.


  • Como faço para diminuir a Desrealização? faço tratamento para o transtorno de ansiedade.

    Como faço para diminuir a Desrealização? faço tratamento para o transtorno de ansiedade.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Janaina Loureiro

    Olá!! A desrealização é um sintoma comum em quadros de ansiedade. Para aliviar, técnicas de grounding (como focar nos sentidos e na respiração) podem ajudar a reconectar com o presente. Também é importante cuidar do sono, alimentação e reduzir o estresse. O acompanhamento psicoterapêutico é fundamental para tratar as causas do sintoma de forma mais profunda.


  • Casada a um ano e meio, já nos relacionamos a 5 anos. Meu esposo sempre foi "casado com a mãe" sempr

    Casada a um ano e meio, já nos relacionamos a 5 anos. Meu esposo sempre foi "casado com a mãe" sempre soube e começamos uma linda jornada juntos de evolução. Eu me doei muito para a relação, coloquei meu saco de cimento contra o saco de arroz dele. E caminhamos. Obviamente pesou. Fui a pessoa que desenvolveu ele, que fiz a minha parte a da dele. E quando eu vi que não conseguia mais, pedi ajuda a ele. Ele sem nenhuma habilidade emocional se colocou em um papel de vitima e me culpou por ser abusiva e manipuladora. Que sempre VIVEMOS conforme eu mandasse e dentro dos meus padrões. Percebo que não existe gratidão e que ele se colocou em um papel de vitima e me acusa de controle. Ainda fiz que eu destrói com a vida dele. Me doei, fiz mais do que deveria. Entendo meus 50% de culpa, ele entrou em revolta pois perdi total a mão e o acusei de incapaz e "não ser homem". E hoje TODO o problema se tornou o que eu Falei e não a estafa que me permitir estar. Ele faz terapia e conta a verdade dele e volta com toda a arrogância. Sugerimos um ao outro de fazermos terapia de casal, porque não conseguimos conversar. Hoje TUDO o que falo se tornou - "você não aguenta ser contrariada" - quando na verdade sou eu falando algo que ele não gostaria de ouvir. Ele não sabe ter conversa difícil. o Ego de home esta ferido. Ele me EXIGE respeito. Exige que eu FALE direito com ele. Mas ele não entrega NADA. Faço terapia sistêmica, sempre acredito que ambos tem responsabilidade da situação, não me vitimizo. E ele Só se vitimiza. Quero continuar no nosso casamento, mas precisamos ter uma conversa e entender o que o outro pode se comprometer para uma melhor vivencia. É possivel?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Janaina Loureiro

    Sim, é possível, mas só se ambos estiverem dispostos a se ouvir e a assumir suas responsabilidades. A terapia de casal pode ajudar a criar um espaço seguro para vocês se comunicarem melhor. Busquem soluções juntos, sem apontar culpados. É um processo, e o compromisso precisa ser dos dois.


  • Quantas sessões de terapia é necessário para se ter diagnostico de depressão?

    Quantas sessões de terapia é necessário para se ter diagnostico de depressão?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Janaina Loureiro

    Olá!! Não existe um número exato de sessões pra chegar a um diagnóstico de depressão. Normalmente, nas primeiras conversas, o psicólogo já consegue identificar sinais importantes com base no que você compartilha. Mas mais do que dar um nome ao que você está sentindo, o mais importante é entender o que está acontecendo e buscar formas de te ajudar, no seu tempo, sem pressão. O primeiro passo é começar a falar sobre isso, e isso já é super importante.


  • Boa tarde. Minha irma tem 43 anos e desde de sempre foi bastante pavio curto. Ela sempre aparentou n

    Boa tarde. Minha irma tem 43 anos e desde de sempre foi bastante pavio curto. Ela sempre aparentou na minha opiniao uma nao vontade de enfrentar a vida adulta. Mora com meus pais ainda, mas nao por falta de oportunidades mas sim por questoes de ela achar isso normal e nem se quer congita em sair. Gasta boa parte do dinheiro com coisas futeis e esta sempre dependendo dos meus pais financeiramente. Nao consegue focar e desenvolver uma carreira nos trabalhos que passou e por isso acaba sendo mandada embora ou pede as contas sem nem mesmo ter outro trabalho.
    Quando tentamos conversar ou tentar ajudar, seja com uma conversa de irmao ou alguma critica, ela sempre usa uma auto-defesa que estamos somente a criticar e nunca ajudamos. Muito pelo contrario, sempre ajudamos quando podemos tanto ela quanto o filho. Somos em 3 irmaos e ela sempre se queixou da minha mae nunca dar atencao sufuciente para ela. O que nao seria verdade. Acredito que isso afete bastante esse comportamento que ela tem. Por mais que ela tente demonstrar uma casca dura, ela é uma pessoa bastante emocional. Meu pais ja quase desistiram porque acaba ficando muito desgastante para eles. Ja teve 2 episodios de auto-mutilamento. O primeiro foi na Adolescencia (entre 15/16 anos) o feedback que minha mae teve foi que minha irma nao tinha atencao dela. Ja com 42 anos, apos uma discussao com meus pais e minha outra irma, ela acabou se auto-multilano e com isso marquei 4 sessoes de terapia para ela. Ela nao se importava muito com as sessoes, ate nao indo na ultima. Esta ficando cada vez mais dificil ter uma conversa com ela. Nao podemos falar quase nada que ela acha que estamos apontando o dedo mesmo ela nao ajudanto quase nada em casa. Nao sabemos o que fazer. Apesar de sempre falar que ela é uma pessoa independente, ela nao consegue dar um passo sem a ajuda de alguem.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Janaina Loureiro

    Boa tarde! O comportamento da sua irmã parece estar ligado a uma combinação de fatores emocionais, familiares e possivelmente psicológicos mais profundos. Situações como essa são delicadas e podem envolver questões não resolvidas que influenciam tanto as relações familiares quanto a maneira como ela encara responsabilidades e desafios.
    Mesmo que as primeiras sessões de terapia não tenham dado resultado, é importante não desistir. Vocês, especialmente seus pais, também podem se beneficiar de acompanhamento psicológico para aprender a lidar com a situação de forma equilibrada, sem se desgastar. Espero ter ajudado


  • Me relacionei com uma pessoa durante 3 anos e meio. Foi sempre marcado por muitas brigas, idas e vin

    Me relacionei com uma pessoa durante 3 anos e meio. Foi sempre marcado por muitas brigas, idas e vindas, e ele sempre disse que não gostava dele ou que estava o traindo. Sempre brigava por querer sair com minhas amigas (que ele conhecia) etc. Depois de 3 anos ele me contou que usava cocaina para subrir a suposta ausencia que fazia questão de ter na vida dele (mas, ele mesmo confessou que usava a muito tempo de forma recreativa). Não sei se foi um pedido de ajuda ou um sinal para eu "melhorar" naquilo que ele reclamava (mas eu não concordava). Ele prometeu que iria parar, mas depois voltou e brigamos muito, ao ponto de terminar.
    As brigas constantes no relacionamento, de alguma forma, poderiam ter sido provocadas como "motivo" para usar a droga? já que sempre foi usada também como valvula de escape em relação aos nossos problemas no relacionamento

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Janaina Loureiro

    É possível que as brigas tenham funcionado como um gatilho ou justificativa para o uso da droga, especialmente se ele já utilizava a substância como forma de lidar com emoções difíceis ou pressões internas. No entanto, o uso de drogas costuma estar relacionado a questões pessoais mais profundas, que vão além do relacionamento. Situações como essa podem ser muito dolorosas para ambos, e procurar ajuda especializada, como terapia, pode oferecer caminhos para compreender melhor os comportamentos e buscar formas mais saudáveis de lidar com os desafios.


  • Desejaria saber se pacientes com transtorno do tipo Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) dev

    Desejaria saber se pacientes com transtorno do tipo Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) devem fazer Avaliação Neuropsicológica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Janaina Loureiro

    Sim, a Avaliação Neuropsicológica pode ajudar pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). Ela permite entender como o transtorno afeta a concentração, a memória e o controle das emoções, o que ajuda a adaptar a psicoterapia às necessidades da pessoa. Com isso, o tratamento pode ser mais personalizado e o progresso acompanhado de forma mais precisa.


  • Sinto a ansiedade crescer depois de um período de calmaria, e ela envolve o medo que que algo ruim p

    Sinto a ansiedade crescer depois de um período de calmaria, e ela envolve o medo que que algo ruim possa me acontecer. Faço tratamento psicológico, mas, como falei, parece que vou bem e depois sinto esse medo novamente. Seria isso uma recaída?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Janaina Loureiro

    Olá!! É importante lembrar que oscilações fazem parte do processo emocional e que o caminho para se sentir melhor raramente é linear. Mesmo com acompanhamento psicológico, é comum experimentar altos e baixos. Reconhecer que esses períodos fazem parte do processo de autoconhecimento e de aprendizado pode ajudar a lidar com eles com mais compaixão e paciência.
    Tente observar o que desperta essa sensação de ameaça, e continue explorando isso no seu tratamento, o que certamente ajudará a manter esse ciclo mais controlado.


  • Tem uma pessoa cuja a voz não aguento ouvir, de tanta raiva que sinto. Existe terapia que resolva is

    Tem uma pessoa cuja a voz não aguento ouvir, de tanta raiva que sinto. Existe terapia que resolva isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Janaina Loureiro

    Olá! A terapia pode te ajudar a entender por que você sente tanta raiva ao ouvir a voz dessa pessoa e o que está por trás dessa reação. Com a ajuda de um profissional, você pode aprender a lidar melhor com esses sentimentos e mudar sua resposta emocional, tornando essas situações mais fáceis de enfrentar. Espero te ajudado!


  • Gostaria de tirar uma dúvida, tive problemas com a minha filha e tive que voltar a morar no meu anti

    Gostaria de tirar uma dúvida, tive problemas com a minha filha e tive que voltar a morar no meu antigo bairro na minha antiga casa, porem estava há 5 meses morando com o meu namorado apenas nós dois, depois que me mudei de volta pra minha casa comecei a ter muitas crises de choro do nada sinto um vazio que não sei explicar, não sei se e devido a perda dos meus pais só sei que me bate uma tristeza e só sei chorar. Porém o que eu fiz foi necessário, mas estou me sentindo tão mal será que preciso de terapia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Janaina Loureiro

    Olá! Não conheço sua história a fundo mas realmente acho importante que você procure a ajuda de um psicólogo. Ele pode te guiar a compreender melhor tudo o que está passando. Sinto muito pela perda dos seus pais. Imagino que voltar à sua antiga casa e bairro tenha despertado muitas memórias, algumas agradáveis e outras dolorosas, o que é normal mexer com nossas emoções. Espero ter ajudado.


  • Fui diagnosticada com crise de ansiedade, e tenho medo de ficar doente/passar mal, e fico nervosa qu

    Fui diagnosticada com crise de ansiedade, e tenho medo de ficar doente/passar mal, e fico nervosa quando falam de alguma doença, achando que posso ter essa condição.
    Este medo esta relacionado com a ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Janaina Loureiro

    Olá! Esse medo de ficar doente e a preocupação constante com a saúde são bem comuns em crises de ansiedade. Isso faz parte do que a ansiedade pode causar, deixando a gente sempre em alerta. Começar uma terapia pode ajudar muito a entender melhor esses medos e a aprender a lidar com eles, para você se sentir mais tranquila e no controle.


  • Boa noite. Alguns meses atrás estava em uma batida de trabalho bem puxada, dormindo pouco ( entre 5

    Boa noite. Alguns meses atrás estava em uma batida de trabalho bem puxada, dormindo pouco ( entre 5 a 6 horas por dia) e uma viagem longa ( mais de 4 horas no deslocamento) tomei energérico e tive uma sensação que iria desmaiar, coração desparado, tremendo, parecia que estava entrando em uma onda ( semelhante a bebida alcoolíca) naquele momento me senti muito nervoso, com medo do que poderia acontecer. Passado isso, comecei a sentir alguns sintomas com frequência ( na minha opinião de trauma por esse fato) fiquei com medo de morrer de uma hora para outra, ficava muito nervoso, o corpo inteiro tremia, coração disparado, e uma sensação que estava com a cabeça longe, não estava 100% conectado com meu corpo, imaginava eu desmaiando e via essa cena de fora e isso me causava mais medo ainda. Comecei a me tratar, fiz durante um mês e não vi muito progresso, pois, ele conversa comigo muito do que eu sentia e não chegamos a um caminho de solução que era entender o motivo disso. Comecei a fazer exercícios também para ajudar, porém depois da primeira semana, comecei a ter medo de fazer os exercícios e morrer de algo no coração ( passei por um cardiologista e meu eletro não apresentou nada). Sinto que meu corpo/mente ficou traumatizada por me sentir mal aquele dia e com isso não consigo me livrar disso. Penso praticamente 24h nesses sintomas e o que mais me prende é essa sensação por muitas vezes de estar tonto, aéreo, parece que estou perdendo os sentidos e fico com medo de desmaiar, sinto também na hora de dormir, quando estou quase pegando no nosso um susto e fico alerta, na hora de acordar a mesma coisa, quando desperto não consigo mais ficar deitado, meu coração acelera, meu corpo fica agoniado com isso. Estou na dúvida qual profissional procurar . O que pode ser isso? Sempre que relato essas coisas, fico esperando alguém que tenha ansiedade falar a mesma coisa para me tranquilizar, parece que só eu tenho esses sintomas.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Janaina Loureiro

    Parece que você passou por uma situação de exaustão e estresse que desencadeou sintomas fortes de ansiedade, possivelmente um ataque de pânico. Após uma experiência assim, é comum o corpo e a mente ficarem hipersensíveis, resultando em um medo constante de que o episódio se repita. Esses sintomas, como a sensação de estar desconectado, o medo de desmaiar e a ansiedade contínua, são sinais claros de que sua mente ainda está lidando com o trauma.

    É fundamental continuar o processo terapêutico com um psicólogo especializado em ansiedade. Esse profissional pode ajudá-lo a entender o que está sentindo e a desenvolver estratégias para lidar com os sintomas. O acompanhamento médico também é importante para descartar qualquer causa física.


  • Toda vez que eu me alimento, começo a me sentir mal e enjoado. Percebo, que esses sintomas, ocorrem,

    Toda vez que eu me alimento, começo a me sentir mal e enjoado. Percebo, que esses sintomas, ocorrem, porque começo a imaginar o processo do alimento em meu corpo. Desde o ato de mastigar, engolir até o processo de digestão. Muitas vezes, deixo de me alimentar por conta desses pensamentos intrusivos, que me tomam. Já com alimentos na forma liquida (água, sucos naturais, vitaminas e caldos), eu percebo que o pensamento e desconforto é menor, no entanto, o pensamento se faz de forma mais leve. Muitas vezes me sinto muito mal. Não consigo realizar uma alimentação de forma tranquila, porque a todo momento, que começo me alimentar começo a imaginar o meu corpo internamente, trabalhando e recebendo o alimento, assim como todo o processo e etapas de digestão. Pode ser alguma questão psicológica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Janaina Loureiro

    Olá!
    O desconforto que você sente ao se alimentar pode estar relacionado aos pensamentos e emoções que surgem durante esse processo, como a preocupação e a ansiedade ao imaginar o funcionamento do corpo. Esses pensamentos podem estar gerando uma sensação de mal-estar, dificultando a alimentação tranquila. Seria importante explorar essas emoções com um psicólogo, que pode ajudar você a encontrar maneiras de lidar melhor com esses pensamentos. Espero ter ajudado!


  • reparei que minha filha de 13 anos não para de comer, Ela me pediu para chamar atençao dela ao ve-

    reparei que minha filha de 13 anos não para de comer,
    Ela me pediu para chamar atençao dela ao ve-la comento muito, mas depois se irritou ao ser chamada a atenção, acho que ela está ansiosa por algo e por isso come, que linha psicologica procuro?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Janaina Loureiro

    Olá!! Na Gestalt-terapia, o foco é entender o que está acontecendo no presente e como isso afeta as emoções e comportamentos. No caso da sua filha, seria importante ajudá-la a perceber o que ela está sentindo no momento em que busca comida, se está comendo por fome ou por outros motivos, como ansiedade ou tédio. A psicoterapia também pode ajudar sua filha a se conectar melhor com suas emoções e necessidades, entendendo o que está por trás do comportamento de comer excessivamente e podendo guiá-la nesse processo de autoconhecimento e mudança.
    Espero ter ajudado!!


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  • Meu filho fez 13 anos e a cada ano que passa ele fica mais restrito a comer comida saudável. Não gos

    Meu filho fez 13 anos e a cada ano que passa ele fica mais restrito a comer comida saudável. Não gosta de frutas tem nojo de mastigar e no momento em relação a
    fruta só toma o suco da polpa do morango é bem cuado. Não gosta da comida feita em casa, principalmente arroz, feijão, carne em geral, no momento só come frango a parmegiana se for do restaurante, e o único legumes que ele come é a batata pré frita, verduras não suporta nem olhar. E dentro de casa fica furioso quando eu vou preparar o alimento, porque não suporta o cheiro e nem ver a comida. Ele não suporta ver eu e o pai dele se alimentando, sente nojo. Só gosta de comida que não faz bem para a saúde como; pastel, pizza, hambúrguer, salgados, refrigerante, sorvete ele come bem. Não sei o que fazer preciso de ajuda!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Janaina Loureiro

    Essa situação com seu filho é complexa e envolve mais do que apenas preferências alimentares; parece haver uma forte reação emocional e psicológica associada à comida e ao ambiente alimentar. Diante disso, é importante considerar algumas questões e abordagens psicológicas que podem ajudar a compreender e lidar com o que ele está vivenciando.
    Lidar com essa situação requer paciência, compreensão e, possivelmente, o apoio de um profissional de saúde mental que possa trabalhar com seu filho de forma contínua para explorar e desenvolver estratégias para melhorar sua relação com a comida


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Perguntas frequentes

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