Perguntas do paciente (14)
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Um narcisista pode melhorar se não beber álcool e se for acompanhado psicologicamente os surtos de c
Um narcisista pode melhorar se não beber álcool e se for acompanhado psicologicamente os surtos de ciúmes e agressividade serão minimizados
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a interrupção do consumo de álcool pode reduzir episódios de agressividade, impulsividade e conflitos relacionais, especialmente quando essas manifestações são agravadas pela bebida. No entanto, o álcool não é a causa do transtorno de personalidade narcisista.
O acompanhamento psicológico pode ajudar a pessoa a compreender melhor seus padrões de comportamento, incluindo ciúmes excessivos, dificuldades emocionais e reações agressivas. A possibilidade de melhora existe, mas depende do grau de comprometimento da pessoa com o tratamento e de sua disposição para refletir sobre si mesma e promover mudanças.
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Tenho muita insegurança e ciúmes do meu parceiro, tenho consciência que preciso mudar, mas não consi
Tenho muita insegurança e ciúmes do meu parceiro, tenho consciência que preciso mudar, mas não consigo. Sendo parte da minha personalidade será que é possível mudar ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A psicanálise explica que o ciúme excessivo e a insegurança quase nunca nascem “do nada”. Muitas vezes, vêm de feridas emocionais antigas: medo de ser trocada, abandonada, rejeitada ou de não se sentir suficiente.
Por isso, mesmo quando você sabe que está exagerando, emocionalmente parece impossível controlar. A mente entende… mas o coração continua em alerta o tempo todo.
E isso não significa que “essa é sua personalidade e pronto”. Significa que existe algo dentro de você pedindo cuidado e compreensão.
A boa notícia é: isso pode mudar, sim.
Quando você entende a raiz emocional do problema, começa a parar de viver no medo constante de perder quem ama e passa a se relacionar com mais segurança, leveza e autoestima.
Você não precisa passar por isso sozinha. Comece o seu processo.
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De que forma o vazio deixado pelo abandono do meu pai se transformou em uma insegurança constante de
De que forma o vazio deixado pelo abandono do meu pai se transformou em uma insegurança constante de que serei deixada a qualquer momento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A sua pergunta é muito profunda e importante e, na prática clínica, essa ligação que você percebe faz bastante sentido.
Quando uma criança vivencia o abandono de uma figura tão significativa como o pai, essa experiência não é registrada apenas como uma ausência, mas como uma marca emocional. Muitas vezes, isso pode ser sentido internamente como uma dúvida silenciosa sobre o próprio valor, como se, de alguma forma, não tivesse sido suficiente para que o outro permanecesse.
Com o tempo, essa marca pode se transformar em uma sensação constante de insegurança nas relações, como se houvesse uma expectativa de que o abandono possa acontecer novamente. Mesmo que as situações atuais sejam diferentes, o sentimento continua ativo, influenciando a forma de se relacionar, de se posicionar e até de se proteger emocionalmente.
Na psicanálise, entendemos que essas experiências iniciais têm um impacto profundo na forma como nos vinculamos ao outro. Mas também sabemos que isso pode ser compreendido e trabalhado com cuidado, no seu tempo, permitindo que você construa relações mais seguras e menos marcadas por esse medo.
Se fizer sentido para você, esse é um tema que pode ser aprofundado em um espaço terapêutico, com escuta e direcionamento adequados. Você não precisa passar por isso sozinha.
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Descobri uma traição do meu parceiro e terminei, como posso trabalhar o medo de que essa situação se
Descobri uma traição do meu parceiro e terminei, como posso trabalhar o medo de que essa situação se repita em outros vínculos?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você tenha passado por essa situação. A descoberta de uma traição costuma ser uma experiência muito dolorosa, que pode abalar não só a confiança no outro, mas também a segurança interna nas relações.
É natural que, depois disso, surja o medo de que a história se repita. Esse receio não vem apenas do que aconteceu, mas também da forma como essa experiência foi sentida e registrada emocionalmente. Muitas vezes, o psiquismo passa a tentar se proteger, antecipando possíveis novas dores.
Na psicanálise, entendemos que esses medos podem estar ligados tanto ao impacto da vivência atual quanto a marcas anteriores que podem se reativar em situações de perda, rejeição ou quebra de confiança. Por isso, não se trata apenas de “confiar de novo”, mas de compreender como você se sente nas relações e o que essa experiência despertou em você.
Esse é um processo que pode ser trabalhado com cuidado, no seu tempo, permitindo que você reconstrua sua segurança emocional e se relacione de forma mais tranquila, sem que o medo precise conduzir suas escolhas.
Se fizer sentido para você, posso te ajudar a olhar para isso de forma mais profunda e direcionada. Você não precisa passar por esse processo sozinha.
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Olá, quanto tempo dura uma análise? Muito obrigada
Olá, quanto tempo dura uma análise? Muito obrigada
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Obrigada pela sua pergunta, ela é muito comum e importante.
Na psicanálise, não existe um tempo fixo ou igual para todas as pessoas. A duração do processo varia de acordo com a história de cada um, a profundidade das questões e o que se deseja trabalhar.
Algumas pessoas começam buscando entender uma situação específica, enquanto outras acabam percebendo que existem questões mais profundas que merecem ser cuidadas com mais tempo. A análise é um processo que respeita o ritmo de cada pessoa.
O mais importante não é a duração em si, mas a qualidade do que é construído ao longo do caminho com mais compreensão sobre si, mais segurança emocional e novas formas de se relacionar.
Se você quiser, posso te explicar melhor como funciona o processo e te orientar de forma mais próxima da sua realidade. Fico à disposição para te ajudar.
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E se eu não gostar do meu analista nas primeiras sessões? Devo insistir ou é melhor trocar logo de p
E se eu não gostar do meu analista nas primeiras sessões? Devo insistir ou é melhor trocar logo de profissional?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma dúvida muito válida, e é importante olhar para isso com cuidado.
No início de uma análise, é comum que surjam desconfortos nem sempre relacionados diretamente ao profissional, mas ao próprio processo de falar de si, tocar em questões sensíveis e sair de um lugar mais conhecido. Às vezes, esse estranhamento faz parte do caminho.
Por outro lado, a relação com o analista é fundamental. Você precisa se sentir minimamente à vontade para falar, se expressar e construir confiança ao longo do tempo.
Uma forma de diferenciar é se perguntar: o incômodo está na pessoa do profissional (falta de escuta, julgamento, ausência de acolhimento), ou no que está sendo mobilizado dentro de você durante as sessões?
Se houver sensação de não ser escutado, desconforto constante ou falta de conexão, pode ser importante considerar outro profissional. Mas, em alguns casos, vale dar um pouco mais de tempo para entender melhor esse sentimento antes de tomar uma decisão.
Se quiser, posso te orientar com mais cuidado sobre isso a partir da sua experiência. Esse início faz diferença no seu processo.
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Minha família é muito tóxica e me sinto culpada por querer me afastar. A psicanálise ajuda a lidar c
Minha família é muito tóxica e me sinto culpada por querer me afastar. A psicanálise ajuda a lidar com essa culpa sem me forçar a perdoar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está sentindo é muito compreensível, e aparece com bastante frequência quando há relações familiares que causam sofrimento.
A culpa, nesses casos, muitas vezes não vem apenas da situação atual, mas de uma história em que, direta ou indiretamente, você pode ter aprendido que precisa corresponder, cuidar ou se manter presente, mesmo quando isso te faz mal.
Na psicanálise, o objetivo não é forçar perdão, reconciliação ou qualquer decisão pronta. O foco é te ajudar a entender o que você sente, de onde vem essa culpa e qual é o seu lugar dentro dessas relações.
Com esse processo, você passa a diferenciar o que é realmente seu e o que foi construído ao longo da sua história. Isso permite fazer escolhas mais conscientes inclusive sobre se aproximar, se afastar ou estabelecer limites sem que a culpa precise te paralisar.
Cada pessoa encontra o seu próprio caminho, no seu tempo, e com mais segurança emocional.
Se fizer sentido para você, posso te ajudar a olhar para isso com mais cuidado e profundidade. Você não precisa passar por isso sozinha.
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Tenho problemas com ciúmes do meu parceiro, não gostaria de sentir isso. O que posso fazer para melh
Tenho problemas com ciúmes do meu parceiro, não gostaria de sentir isso. O que posso fazer para melhorar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você sente é mais comum do que parece, e é importante você já reconhecer que isso tem te incomodado esse é um primeiro passo muito significativo.
O ciúme, em si, não é um problema. Ele costuma estar ligado ao medo de perder, de não ser suficiente ou de ser substituído. A questão passa a ser quando esse sentimento se torna frequente, intenso ou começa a gerar sofrimento e impacto na relação.
Na psicanálise, buscamos compreender de onde esse ciúme vem. Muitas vezes, ele não está apenas relacionado ao parceiro atual, mas a experiências anteriores que podem ter deixado marcas emocionais como insegurança, medo de abandono ou dificuldade em confiar.
Por isso, não se trata apenas de “controlar o ciúme”, mas de entender o que ele representa para você. Quando isso começa a fazer sentido, o sentimento tende a perder força e você passa a se posicionar de forma mais segura nas relações.
Esse é um processo que pode ser trabalhado com cuidado e no seu tempo. Você não precisa lidar com isso sozinha.
Se quiser, posso te ajudar a olhar para essa questão de forma mais profunda e direcionada.
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Como funciona o diagnóstico em psicanálise? Quais são as estruturas psíquicas?
Como funciona o diagnóstico em psicanálise? Quais são as estruturas psíquicas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na Psicanálise, o diagnóstico não é definido apenas por sintomas ou comportamentos isolados. Ele é construído ao longo do processo analítico, por meio da escuta da história, da forma como a pessoa se relaciona, enfrenta seus conflitos e atribui sentido ao que vive.
As estruturas psíquicas clássicas são neurose, psicose e perversão. Elas não devem ser usadas como rótulos, mas como referências para compreender o funcionamento psíquico e orientar a condução do tratamento.
Por isso, uma avaliação responsável exige tempo, escuta clínica e análise individual. Cada sujeito é único e não pode ser reduzido a uma classificação.
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Quais são as limitações e capacidades de uma pessoa com Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (D
Quais são as limitações e capacidades de uma pessoa com Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (Deficiência Intelectual) na sua busca por autonomia e desenvolvimento pessoal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo a sua dúvida, e ela é muito importante. Quando falamos em Deficiência Intelectual (Transtorno do Desenvolvimento Intelectual), não estamos falando de incapacidade total, mas sim de um desenvolvimento que acontece de forma diferente, respeitando o tempo e os limites de cada pessoa.
Podem existir algumas dificuldades, principalmente em relação ao raciocínio mais complexo, tomada de decisões e adaptação a situações novas. Em alguns casos, a pessoa pode precisar de apoio em áreas específicas da vida.
Mas também é essencial olhar para as capacidades. Com o acompanhamento adequado, é possível desenvolver autonomia nas atividades do dia a dia, fortalecer vínculos afetivos, construir rotina, aprender e evoluir emocionalmente.
Na prática clínica, vemos que o ambiente e a forma como essa pessoa é tratada fazem toda a diferença. Quando há estímulo, escuta e direcionamento correto, o desenvolvimento acontece — muitas vezes de forma surpreendente.
Cada caso é único, e por isso uma avaliação individual faz toda a diferença para entender o potencial, as limitações e os caminhos mais adequados.
Se você quiser, posso te orientar de forma mais específica e cuidadosa a partir da sua realidade. Estou à disposição para te ajudar nesse processo.
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Como identificar relacionamento abusivo ?
Como identificar relacionamento abusivo ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Relacionamentos abusivos nem sempre começam de forma evidente. Muitas vezes, os sinais aparecem aos poucos e podem ser confundidos com “cuidado” ou “amor intenso”.
Alguns pontos importantes para observar:
• Controle excessivo: a pessoa quer saber onde você está o tempo todo, com quem fala, o que veste ou até o que posta.
• Desvalorização constante: críticas frequentes, ironias, humilhações ou fazer você se sentir inferior.
• Isolamento: afastamento de amigos, família ou qualquer rede de apoio.
• Manipulação emocional: fazer você se sentir culpado(a) por tudo, inverter situações e distorcer a realidade.
• Medo: quando você começa a ter receio de falar, agir ou até ser você mesmo(a) perto da pessoa.
Um ponto-chave: se você precisa se anular para manter a relação, algo não está saudável.
Relacionamentos saudáveis são baseados em respeito, liberdade e segurança emocional... não em medo, controle ou culpa.
Se você se identificou com esses sinais, buscar ajuda profissional pode ser um passo importante para entender melhor a situação e se fortalecer emocionalmente.
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Olá, faz alguns anos, que me sinto estranha, como se eu amasse apenas uma pessoa e ele não correspon
Olá, faz alguns anos, que me sinto estranha, como se eu amasse apenas uma pessoa e ele não correspondesse, depois disso passei a me sentir vazia, isolada, todos se afastaram de mim, eu não tenho amigos exceto pelas amizades virtuais, mas na vida real eu não tenho amigas com quem sair .....e quando eu encontro alguém eu já não sei como me portar, eu ajo de forma estranha, me sinto uma alienígena na minha cidade, por isso quero me mudar de país, quero tentar recomeçar tudo do 0.....tudo isso me incomoda e me deixa sufocada com uma dor de cabeça dos infernos, eu apenas queria ter amigos e sei lá ser amada de verdade sem ser usada.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está sentindo dói e faz sentido.
Quando a gente se envolve emocionalmente e não é correspondida, isso pode deixar marcas profundas: sensação de vazio, rejeição e dificuldade de se conectar novamente.
Com o tempo, o isolamento vai aumentando e a gente começa a se sentir “fora do lugar”, como se não pertencesse a lugar nenhum.
Mas isso não significa que você é estranha ou incapaz de criar vínculos.
Significa que você foi machucada e, de alguma forma, está se protegendo.
A vontade de recomeçar do zero, até em outro país, muitas vezes é um desejo de fugir dessa dor, mas o que você sente vai com você se não for cuidado.
Você não precisa passar por isso sozinha. Com ajuda profissional, é possível entender essas emoções, recuperar sua confiança e construir relações reais, seguras e recíprocas.
Você merece ser amada de verdade, sem precisar se anular para isso.
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Após o parto tive uma crise de insônia forte q se estendeu por meses, hoje após 11 anos q tive minha
Após o parto tive uma crise de insônia forte q se estendeu por meses, hoje após 11 anos q tive minha filha começou outra vez, com os mesmos sintomas, pode ter alguma relação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pode ter relação.
O seu corpo tem memória emocional. Lá atrás, no pós-parto, você viveu um período de muita sobrecarga, ansiedade e privação de sono. Agora, mesmo anos depois, algo pode ter ativado esse mesmo estado interno novamente.
A insônia não costuma ser o problema em si, ela é um sinal de que a mente está em alerta, como se não conseguisse descansar.
Isso assusta, principalmente porque parece que “tudo voltou”. Mas não é um retrocesso, é um pedido de cuidado.
Com acompanhamento certo, é possível entender o que está por trás disso e recuperar o seu sono e sua tranquilidade.
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É possível desenvolver autoestima após adulto (+40 anos)?
É possível desenvolver autoestima após adulto (+40 anos)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. A autoestima pode ser desenvolvida em qualquer fase da vida, inclusive após os 40 anos. Embora muitos aspectos da autoestima sejam influenciados pelas experiências da infância e da adolescência, ela não é algo fixo ou imutável.
O processo terapêutico pode ajudar a identificar crenças negativas sobre si mesmo, fortalecer a autoconfiança e promover formas mais saudáveis de lidar com emoções, relacionamentos e desafios da vida. Com autoconhecimento e acompanhamento adequado, é possível construir uma autoestima mais sólida em qualquer idade.
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Perguntas frequentes
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