Perguntas do paciente (53)
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Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estam
Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estamos juntos há quase 3 anos e, ultimamente, sinto que não tenho mais aquela animação ou aquela sensação gostosa que sentia antes. Isso tem me deixado muito ansiosa, porque eu não quero machucá-lo e também não quero terminar. Ao mesmo tempo, não me sinto desconfortável ou presa ao lado dele. Quando conversamos, muitas vezes é bom e consigo ficar conversando até tarde. Eu reconheço que ele é uma pessoa que me ama, cuida de mim, se preocupa comigo e demonstra isso muito pelas atitudes.
Tenho me perguntado se ainda o amo ou se estou confundindo amor com carência, rotina ou ansiedade. Quero entender meus sentimentos e, se for possível, quero recuperar o carinho e a conexão que sinto que perdi. Não quero fingir nem obrigar meus sentimentos, só queria entender o que está acontecendo comigo e saber se é possível voltar a sentir amor e entusiasmo pela pessoa que amo.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É comum que aquela intensidade do início do relacionamento diminua, e isso não necessariamente significa que não há mais amor. Você relatou ter ao seu lado uma pessoa que te faz bem, e que você gosta de conversar com ela. Antes de pensar em tomar decisões mais bruscas com relação a esse namoro, é importante investigar algumas questões: o que exatamente você sente que mudou? É a falta da intensidade do início, do desejo, da novidade ou da conexão emocional? Existem mágoas, necessidades não atendidas ou aspectos da relação que foram ficando de lado? Ou você tem sentido ansiedade em outras áreas da sua vida também? Para isso a terapia é indispensável nesse processo.
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Olá! Eu sou timida e sinto uma certa ansiedade social eu não sei se chega a ser o transtorno. Atualm
Olá!
Eu sou timida e sinto uma certa ansiedade social eu não sei se chega a ser o transtorno. Atualmente eu sou operadora de caixa e quando comecei foi bem difícil estava me sentindo muito ansiosa e travada foi muito difícil mesmo, eu cresci sendo muito timida eu quase não enteragia com as pessoas na escola sofria bullying o que me fez me fechar cada vez mais. Hoje depois de 6 meses nesse trabalho eu sei que estou bem melhor mesmo nas interações a ansiedade diminuiu, mas ainda sinto uma cobrança muito grande quando falam que sou séria, quieta e que não falo. Eu acredito que tenho falado o que quero falar, mas esses comentários me fazem duvidar da minha evolução. O que posso fazer para lidar com esses comentários? Eu sentir isso significa que não estou me curando? Me curando da ansiedade social eu vou parar de ouvir esses comentários e de ser quieta ou apenas aprender a conviver com eles?
Eu também tenho a sensação de não pertencimento
O que de fato é está se curando?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A sua evolução pessoal não pode ser baseada em comentários de terceiros, mas na forma como você se sente e aprendeu a lidar com as situações sociais. Sua ansiedade diminuiu agora após ter que interagir? Se sim, significa que você evoluiu. O que lhe incomoda quando as pessoas te falam que você é séria, é porque não quer passar essa imagem ou tem medo de ser rejeitada no local de trabalho pela imagem que está passando?
É importante fazer Terapia caso o medo do julgamento ainda seja muito forte para você.
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Dormir com a mão do t-rex significa algum transtorno? Ou algum problema?
Dormir com a mão do t-rex significa algum transtorno? Ou algum problema?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não, significa apenas que essa posição é confortável para você.
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Tenho depressão e toda vez que estou passando por um momento difícil começo a pesquisar sobre sintom
Tenho depressão e toda vez que estou passando por um momento difícil começo a pesquisar sobre sintomas de doenças,dessa vez foi sobre fobia social,já tinha dificuldade de ter interações sociais mais depois que comecei a pesquisar começei a dar crises quando saio de casa,daí me isolei, começei a tomar escitalopram mais ainda não deu resultados,ainda tenho medo de ter crises se eu for sair de casa, pesquisar sintomas atrapalha no meu tratamento?
A terapia pode me ajudar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A medicação não faz efeito rapidamente, leva alguns dias ou semanas para você sentir que ela está te ajudando, mas ela é somente uma parte do tratamento, o importante é iniciar terapia, para você identificar se tem algum outro transtorno além da depressão, e tratar ambos. Pesquisar sintomas constantemente pode sim te fazer mal.
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Tenho muita dificuldade com foco, especialmente depois da pandemia. Até leitura, que era um dos meus
Tenho muita dificuldade com foco, especialmente depois da pandemia. Até leitura, que era um dos meus maiores prazeres quando mais novo, agora parece mais um fardo do que qualquer outra coisa, mesmo tentando muito. Como lidar com isso? Como não me render a vontade de 'instagramar' e ser mais produtivo? Sinto que tem atrapalhado muito minha vida acadêmica.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Definir um tempo menor para uso do celular, ou qualquer tipo de tela. A pandemia fez com que ficássemos muito tempo dentro de casa, e suscetíveis a interaçoes Online. Busque se conectar mais com as pessoas de forma presencial também. Tenha hobbies.
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Bom... Eu sempre senti a necessidade de me conectar a alguém num nível mais íntimo. Eu lembro de sen
Bom... Eu sempre senti a necessidade de me conectar a alguém num nível mais íntimo. Eu lembro de sentir este desejo já nos meus 11/12 anos de idade. Desde então venho tentando lidar com o fato de nunca ter me relacionado com alguém profundamente e isso me deixa bastante triste às vezes. Não quero soar fútil, mas é algo que tem me trazido angústia genuína e não tenho sabido lidar com isso. Estou ficando preocupado pois tenho 25 e, como adulto, eu já deveria ter a resposta pra isso. Sei que tenho que focar em mim mesmo e me amar antes de qualquer coisa, contudo... Eu me sinto vulnerável e gostaria de estar num relacionamento que me proporcipnasse a experiência de partilha de vida. Eu já vivi alguns um tanto quanto superficiais e, em nenhum deles, senti que era a pessoa certa. Eu ainda estou buscando contruir uma carreira, estabilidade, felicidade... Mas será que eu tenho que esperar que minha vida fique estável para enfim procurar alguém? Eu deveria procurar por uma pessoa? Quando serei feliz? Estas coisas passam pela minha cabeça e eu não sei como lidar com todas elas.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Eu entendo sua angústia, e acho importante você não diminuir esse desejo chamando-o de futilidade. Querer ter alguém com quem compartilhar a vida, construir intimidade e se sentir escolhido é uma necessidade humana legítima.
E você não precisa esperar sua vida estar completamente estável para viver um relacionamento. A vida não funciona em etapas tão organizadas: você pode estar construindo sua carreira, descobrindo quem é e, ao mesmo tempo, conhecendo alguém. Um relacionamento saudável não precisa ser a solução para tudo, mas também não precisa ser algo que você só “merece” depois de estar com a vida resolvida.
Talvez uma parte importante da Terapia seja justamente diferenciar duas coisas: “eu gostaria muito de viver um relacionamento” de “eu preciso encontrar alguém para finalmente conseguir ser feliz”. A primeira é um desejo; a segunda pode colocar um peso enorme sobre você e sobre qualquer pessoa que aparecer.
E sobre ter 25 anos e achar que “já deveria saber lidar com isso”: não existe uma idade em que recebemos automaticamente as respostas sobre amor, felicidade ou sobre quem queremos ter ao nosso lado. Você está aprendendo isso agora, e não está atrasado.
A pergunta não precisa ser “quando vou encontrar alguém?”, mas “como posso construir uma vida que faça sentido para mim enquanto continuo aberto à possibilidade de encontrar alguém?”. Você não precisa escolher entre cuidar de si e desejar companhia. É possível fazer as duas coisas.
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Porque a depressão está sempre na espreita pra nós pegar de novo, após acontecimentos ruins?
Porque a depressão está sempre na espreita pra nós pegar de novo, após acontecimentos ruins?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A depressão não tem um único fator desencadeante. Existem componentes biológicos, traços de personalidade e fatores externos que podem desencadear. Ela é uma doença que pode ter remissão e retornar sim, infelizmente. O principal é fazer Terapia Cognitivo Comportamental, e criar estratégias para aumentar a probabilidade de que ele não volte.
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Sou muito impulsivo, sou viciado em livro/curso e isso tem atrapalhado meu trabalho pois nao consigo
Sou muito impulsivo, sou viciado em livro/curso e isso tem atrapalhado meu trabalho pois nao consigo ficar o tempo necessario trsbalhando, sempre me distraio com conteúdos/perfeccionismo. A TCC ou psicoterapia podem me ajudar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A TCC é Terapia! E pode ajudar bastante, principalmente porque dá para trabalhar não só a impulsividade, mas também esse ciclo de distração → busca de conteúdo → sensação de produtividade → adiamento do que realmente precisa ser feito.
Também vale entender o que está por trás dessa dificuldade: perfeccionismo, necessidade de aprender constantemente, dificuldade de sustentar tarefas pouco estimulantes ou até alguma dificuldade específica de atenção e funções executivas.
Uma avaliação neuropsicológica pode ajudar a diferenciar essas possibilidades.
Na psicoterapia, o foco seria entender esse padrão e desenvolver estratégias mais práticas para você conseguir começar, permanecer e concluir as tarefas, sem precisar abandonar seu interesse por livros e cursos. Se isso tem acontecido com frequência e já está prejudicando seu trabalho, é indispensável começar Terapia o quanto antes.
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Tenho muita dificuldade em concentração no trabalho, agitação, pensamento acelerado. O que posso faz
Tenho muita dificuldade em concentração no trabalho, agitação, pensamento acelerado. O que posso fazer nessa situação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Você pode começar observando quando isso acontece e o que mantém esse ciclo.
Na prática, tente:
-trabalhar em blocos curtos, com uma única tarefa por vez;
-retirar notificações e outras fontes de distração;
-anotar os pensamentos que surgirem para voltar a eles depois;
-fazer pequenas pausas de movimento entre os blocos;
-observar sono, cafeína, estresse e ansiedade, porque podem aumentar bastante a agitação e a aceleração mental.
Se isso é frequente e está prejudicando seu trabalho, psicoterapia pode ajudar a entender e modificar esse padrão, ou agendar Avaliação Neuropsicológica.
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Sou diagnosticada com TDAH e Bipolaridade e sempre fiz TCC, mas nao sinto que me ajuda muito. Gosta
Sou diagnosticada com TDAH e Bipolaridade e sempre fiz TCC, mas nao sinto que me ajuda muito. Gostaria de saber se a Terapia DBT é adequada, mesmo que eu não tenha borderline.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A DBT não atende somente Borderline, o foco é regulação emocional e efetividades nos relacionamentos. A TCC é extremamente efetiva nesses dois transtornos, mas caso você ache que não esteja funcionando, pode tentar a DBT, ou um profissional que saiba integrar ambas abordagens.
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Olá está bem difícil por aqui, pois minha filha está ficando bem irritada , as coisa Tenque ser tudo
Olá está bem difícil por aqui, pois minha filha está ficando bem irritada , as coisa Tenque ser tudo do jeito dela , arruma uma cama tenq ser do jeito que ela bota se muda pronto já faz escândalo começa a jogar os brinquedos pro alto , as vezes que me bater me morde , as vezes colocar uma meia no pé a meia estando certa ela cisma que está errada aí começa o choro os gritos, está bem difícil até na rua agora ela está fazendo essas coisas ela tem 3 anos , ela fica tão irritada aí ponto até da cara dela ficar cm algumas placas vermelhas. Qual especialista devo procurar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Você deve buscar um psicólogo infantil o quanto antes.
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Suspeito estar no espectro autista, possuir TDAH, e, potencialmente, depressão. Com qual profissiona
Suspeito estar no espectro autista, possuir TDAH, e, potencialmente, depressão. Com qual profissional deveria falar primeiro?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Psicólogo com especialidade em Neuropsicologia e Avaliação Psicológica.
Caso tiver interesse em saber informações sobre como funciona o processo pode me chamar.
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Gostaria de tentar entender o que eu estou sentindo. Tem momentos que sinto uma tristeza a ponto de
Gostaria de tentar entender o que eu estou sentindo. Tem momentos que sinto uma tristeza a ponto de querer me isolar e choro muito. Não consigo entender de onde vem esse sentimento de tristeza. Estou em um relacionamento que sinto que na hora de expressar meu ponto de vista não sou compreendida ou a sensação que tenho que tenho que pisar em ovos na hora de falar. Já ouve outro episodio de me sentir muita tristeza por meus sentimentos não serem validados. Isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não gosto de entrar no conceito do que é normal ou não é normal, mas de falar sobre SENTIMENTOS e BEM ESTAR. Você relatou andar deprimida e problemas no relacionamento, acredito que as duas coisas possam estar ligadas. Você deveria agendar Terapia para entender o quanto do que você sente é do relacionamento, como gerenciar melhor suas emoções e aprender a ser mais assertiva no relacionamento, vendo se faz sentido ou não permanecer nessa relação. Ás vezes as pessoas ficam deprimidas e o humor impacta no relacionamento, ás vezes é o contrário.
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Qual é a contribuição da avaliação neuropsicológica para o prognóstico do Transtorno Obsessivo-Compu
Qual é a contribuição da avaliação neuropsicológica para o prognóstico do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A avaliação neuropsicológica ajuda a identificar possíveis dificuldades cognitivas associadas ao TOC, como atenção, memória e flexibilidade cognitiva. Essas informações contribuem para compreender o funcionamento do paciente e planejar intervenções mais individualizadas. Caso a suspeita for somente de TOC, o psiquiatra ou o psicólogo clínico conseguem diagnosticar, e não é necessário uma Avaliação Neuropsicológica aprofundada.
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Qual é o papel do neuropsicólogo na avaliação de pacientes com Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)
Qual é o papel do neuropsicólogo na avaliação de pacientes com Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O principal é que quando há suspeita de TOC você inicie acompanhamento psicológico com psicólogo Cognitivo Comportamental, que atualmente é a melhor abordagem para tratar isso. Não é necessário uma avaliação neuropsicológica e várias sessões pra identificar o TOC.
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A avaliação neuropsicológica confirma o diagnóstico do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?
A avaliação neuropsicológica confirma o diagnóstico do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pode confirmar ou não, e também identificar outras comorbidades.
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De que forma o perfil neurocognitivo pode orientar a seleção e modificação de técnicas da Terapia Co
De que forma o perfil neurocognitivo pode orientar a seleção e modificação de técnicas da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) no tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Do meu ponto de vista profissional, não acho necessário você fazer uma Avalição Neuropsicológica somente para identificar traços específicos cognitivos para tratar o Borderline. A DBT (Terapia Comportamental Dialética), já trabalha o paciente de forma única, identificando potencialidades, quais dificuldades apresenta e ensinando técnicas de regulação emocional .
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De que maneira os achados neuropsicológicos podem ser articulados com constructos teóricos da psican
De que maneira os achados neuropsicológicos podem ser articulados com constructos teóricos da psicanálise na compreensão e manejo do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Para tratar Borderline sugiro procurar psicólogo que trabalhe com Terapia Comportamental Dialética - DBT.
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De que forma déficits em funções executivas e regulação emocional identificados na avaliação neurops
De que forma déficits em funções executivas e regulação emocional identificados na avaliação neuropsicológica influenciam a adaptação de protocolos da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Déficits em funções executivas e regulação emocional podem dificultar o controle de impulsos, a reflexão sobre pensamentos e a aplicação das estratégias aprendidas na TCC. A avaliação neuropsicológica permite adaptar os protocolos com intervenções mais breves, estruturadas e focadas no treino de habilidades. Assim, o tratamento pode ser mais compatível com as dificuldades e necessidades individuais do paciente. Dependendo a situação pode ser necessário o uso de medicação psicotrópica, mas isso deve ser conversado com seu psicólogo ou psiquiatra.
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“Qual é a importância da atuação do psicólogo no tratamento do Transtorno de Personalidade Borderlin
“Qual é a importância da atuação do psicólogo no tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e como essa intervenção se articula com o acompanhamento psiquiátrico?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É indispensável psicólogo no tratamento do TPB. É através da psicoterapia que o paciente aprende estratégias para regular emoções e ser mais assertivos nos seus relacionamentos. Ás vezes é necessário o acompanhamento psiquiátrico por conta de quadros de impulsividade, depressão ou ansiedade, o que chamamos de comorbidades.
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Alguém pode me dá alguma informação, coloquei o diu está com 1mes e 13 dias já tem 4 dias que eu est
Olá! Febre alta de 39,9°C por 4 dias, associada a dor abdominal e uma dor…