Perguntas do paciente (32)
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Olá, sou jovem e não sei lidar com minha própria cabeça, quando estou com meu namorado estou bem, ma
Olá, sou jovem e não sei lidar com minha própria cabeça, quando estou com meu namorado estou bem, mas quando tentamos algo mais íntimo, meus traumas tomam conta e eu choro e fico com medo(fui abusada com 5 anos e com 11 anos). Eu não sei o que fazer, sóbria eu fico mal, bêbada eu fico pior, pois eu tenho crises de pânico e vejo meus abusadores e começo a ter memórias dos abusos, não quero que meu namorado tenha uma namorada defeituosa. O que eu faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, querida.
Antes de tudo, sinto muito por tudo o que você viveu. Sua história não foi nada fácil.
Quero que saiba de uma coisa: você não é "defeituosa". Você é uma vítima de violências muito graves, e as reações que descreve podem ser uma consequência desses traumas, não um defeito seu.
Considero muito importante que você procure um(a) psicólogo(a) para que possa elaborar essas experiências e desenvolver estratégias saudáveis para lidar com os momentos de intimidade, respeitando seu tempo e seus limites. Esse processo também pode ajudá-la a compreender melhor suas emoções e reduzir o sofrimento que esses episódios têm causado.
Se possível, compartilhe com seu namorado, dentro do que se sentir confortável, o que está acontecendo. O apoio e a compreensão dele podem fazer diferença durante esse processo.
Receba meu abraço acolhedor. Você não precisa enfrentar isso sozinha, e é possível construir uma relação com mais segurança e tranquilidade.
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Como eu sei que estou rejeitando o bebê na barriga? Ou somente não aceitei a ideia de ter um bebê ?
Como eu sei que estou rejeitando o bebê na barriga? Ou somente não aceitei a ideia de ter um bebê ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, querida!
Sua pergunta é bastante importante e envolve uma reflexão profunda. A gestação costuma despertar inúmeros sentimentos, dúvidas e inseguranças, e isso é mais comum do que muitas pessoas imaginam.
Nem sempre a dificuldade em aceitar a ideia da gravidez significa rejeição ao bebê. Muitas vezes, pode estar relacionada aos medos das mudanças que a maternidade traz, às responsabilidades, às expectativas ou até mesmo ao momento de vida em que essa gestação aconteceu. Essas são apenas algumas possibilidades.
Considero importante que você busque um(a) psicólogo(a) para que possa compreender melhor o que está sentindo. A psicoterapia oferece um espaço seguro para explorar essas emoções, sem julgamentos, e ajudá-la a diferenciar o que pode ser medo, insegurança ou dificuldade em elaborar essa nova fase.
Permita-se viver esse processo com gentileza. Você não precisa encontrar todas as respostas sozinha.
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Olá. Tenho TOC diagnosticado e uma dúvida que tem me causado muito sofrimento. Há alguns anos comet
Olá. Tenho TOC diagnosticado e uma dúvida que tem me causado muito sofrimento.
Há alguns anos cometi uma infidelidade com uma pessoa do meu passado. Meu companheiro me perdoou e seguimos juntos, mas eu nunca consegui me perdoar.
Recentemente imaginei como minha vida poderia ter sido se eu tivesse ficado com essa pessoa. Foi apenas um pensamento hipotético, e logo pensei que sou feliz no meu relacionamento atual. Mesmo assim, senti uma culpa muito intensa, como se esse pensamento significasse que fiz algo errado novamente.
Esse tipo de pensamento pode ser uma manifestação do TOC ou pode indicar que ainda tenho algum sentimento por essa pessoa? Como lidar com essa culpa?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Sinto muito pelo momento que você está vivendo.
Pelo seu relato, percebo que esse pensamento despertou uma culpa muito intensa. É importante lembrar que imaginar como a vida poderia ter sido diante de uma decisão passada é uma experiência humana relativamente comum e, por si só, não significa que exista um desejo de reviver aquela situação ou que seus sentimentos atuais tenham mudado.
Ao mesmo tempo, como você já possui um diagnóstico de TOC, também é possível que essa culpa intensa e a necessidade de entender o significado desse pensamento façam parte do funcionamento do transtorno. Apenas uma avaliação cuidadosa poderia diferenciar essas possibilidades.
Você conta que seu parceiro conseguiu lhe perdoar e que hoje você é feliz no relacionamento. Talvez o desafio, neste momento, seja construir, aos poucos, o seu próprio autoperdão. Ter um pensamento não significa, necessariamente, que ele represente uma intenção, um desejo ou uma verdade sobre quem você é.
Gostaria de lhe sugerir um exercício de reflexão: escreva uma carta para si mesmo perguntando "Por que continuo me culpando?" e, depois, outra respondendo "O que me faz acreditar que não mereço o meu próprio perdão?". Esse exercício pode ajudá-lo a compreender melhor as crenças que sustentam essa culpa.
Caso perceba que esses pensamentos continuam causando sofrimento ou ocupando grande parte do seu dia, considere procurar um psicólogo. A psicoterapia pode ajudá-lo a compreender esse processo e desenvolver uma relação mais saudável com seus pensamentos e emoções.
Espero ter ajudado. Um grande abraço.
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Boatarde gostaria de tirar uma dúvida sobre o processo terapêutico. Sinto muita dificuldade em lidar
Boatarde gostaria de tirar uma dúvida sobre o processo terapêutico. Sinto muita dificuldade em lidar com a ansiedade e angústia nos dias em que não tenho sessão. Queria saber se é uma prática comum na psicologia os profissionais entregarem algum tipo de material físico para o paciente levar para casa, como cartões com mensagens de apoio, blocos de exercícios rápidos ou lembretes para momentos difíceis? E isso realmente ajuda na eficácia do tratamento durante a semana?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Puxa, sinto muito pelo seu relato. Imagino o quanto deve estar sendo difícil lidar com esses sentimentos de ansiedade e angústia.
Diante do que você compartilhou, eu lhe pergunto: você já conversou sobre isso com seu psicólogo? Como ele conhece melhor você e o seu processo terapêutico, juntos vocês podem encontrar estratégias que possam ajudá-lo a lidar com a ansiedade e a angústia também nos dias em que não há sessão.
Sobre os materiais que você mencionou, sim, é comum que psicólogos utilizem recursos e estratégias para serem aplicados entre as sessões, dependendo da abordagem terapêutica e das necessidades de cada paciente. Esses recursos podem contribuir para o processo terapêutico e ajudar o paciente a colocar em prática, no dia a dia, aquilo que vem sendo trabalhado em terapia.
Espero ter ajudado. Um grande abraço!
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Perdi minha cachorra em janeiro e ainda não consigo aceitar,me conformar. Fico pensando que poderia
Perdi minha cachorra em janeiro e ainda não consigo aceitar,me conformar. Fico pensando que poderia ter feito mais,cuidado mais e em como poderia ter evitado que ela partisse. Imaginava ela velhinha ao meu lado e ela se foi aos 9 anos. Até mesmo ver as pessoas com seus cachorrinhos na rua,nas redes sociais,tem me causado dor. Sempre penso que era pra eu ainda estar também com a minha.💔
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Primeiramente, sinto muito pela perda da sua cachorrinha. Só quem já perdeu um pet tão querido sabe o quanto isso dói. O processo de luto não é nada fácil.
É extremamente natural que você se questione se poderia ter feito algo a mais. Muitas vezes, esse questionamento surge como uma tentativa de tornar completo algo que, infelizmente, jamais será.
Quero lhe fazer uma pergunta: você abriria mão de ter conhecido a sua cachorrinha para não sentir esse sofrimento? Veja: a intensidade da nossa dor é proporcional ao amor que sentimos.
Não sei se você já tem feito isso, mas conversar com seus familiares, amigos ou com sua terapeuta pode lhe trazer um pouco de conforto.
Gostaria também de lhe sugerir que, quando considerar que chegou o momento, pense na possibilidade de adotar outro pet. Ele jamais substituirá a sua cachorrinha, mas você poderá oferecer amor e cuidado a outro ser, e também permitir que esse novo companheiro traga novos momentos de afeto para a sua vida.
Um grande abraço.
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Parece que tudo depende de mim. Como eu faço para parar de sentir isso?
Parece que tudo depende de mim. Como eu faço para parar de sentir isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Fiquei pensando: o que você descreve é um fato ou um pensamento?
Em primeiro lugar, convido você a pegar uma folha de papel e escrever tudo o que tem lhe incomodado, ou seja, aquilo que tem se tornado um peso para você. Em seguida, ao lado de cada item, escreva quem você acredita que deveria ser o responsável por cada uma dessas demandas.
Esse exercício pode ajudá-lo(a) a refletir se tudo realmente depende apenas de você ou se, sem perceber, está carregando fardos que não lhe pertencem.
Há responsabilidades para as quais podemos solicitar ajuda. Outras, precisamos devolver aos seus verdadeiros responsáveis. Quando isso não é possível, como em situações que envolvem pessoas doentes, idosas ou dependentes, pode ser importante conversar com os demais familiares ou envolvidos para que as responsabilidades sejam compartilhadas.
Caso essa sensação de que "tudo depende de mim" seja frequente e esteja causando sofrimento, buscar acompanhamento psicológico pode ajudá-lo(a) a compreender a origem desse padrão e desenvolver formas mais saudáveis de lidar com ele.
Espero ter contribuído. Um grande abraço!
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Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?
Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Imagino o quanto esse momento deve estar sendo doloroso para você. Sinto muito.
Respondendo à sua segunda pergunta: sim, o término de um relacionamento pode ser vivenciado como um processo de luto. O luto está relacionado à perda ou à ausência de algo ou alguém que foi significativo para nós, como um relacionamento, uma amizade, um trabalho ou um ente querido.
Embora possa parecer uma resposta simples, o tempo costuma ser um importante aliado na elaboração desse processo. Ainda assim, existem atitudes que podem ajudar a aliviar esse sofrimento, como conversar com amigos, familiares ou com um terapeuta.
Outra estratégia que considero muito eficaz é escrever sobre o que está sentindo. Manter um diário pode ajudá-lo(a) a organizar os pensamentos, compreender as emoções e acompanhar sua própria evolução ao longo do tempo.
Também gostaria de recomendar um livro de que gosto muito: "Já te disse adeus, agora como te esqueço?", do autor Walter Riso. A obra traz exemplos de diferentes situações de término de relacionamento e oferece reflexões e estratégias que podem ser bastante úteis nesse momento.
Espero ter contribuído. Um grande abraço!
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Como posso lidar com a tristeza de ter perdido meus objetos de infância sem autorização?
Como posso lidar com a tristeza de ter perdido meus objetos de infância sem autorização?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Primeiramente, sinto muito por você estar triste pela perda dos seus objetos de infância. Pelo que entendi, eles foram retirados de você sem a sua autorização. Se foi dessa forma, alguém tomou uma decisão sobre algo que era seu sem considerar a sua vontade.
Por mais dura que possa parecer minha afirmação, esses objetos provavelmente não vão voltar, não é? Sendo assim, eu lhe convido a pensar: o que esses objetos significavam para você? Memórias afetivas, suporte emocional, lembranças de uma fase importante da sua vida? Seja qual for a sua resposta, talvez seja possível, aos poucos, ressignificar esse evento.
A perda desses objetos não apaga as experiências, os sentimentos e as memórias que você construiu ao longo da sua infância.
Gostaria de deixar duas propostas para você, se fizerem sentido, é claro. A primeira seria escrever uma carta de despedida para esses objetos, expressando os sentimentos e as lembranças que eles representam. A segunda seria buscar um processo de psicoterapia para compreender melhor essa dor e o significado dessa perda para você.
Se você sentir vontade, também pode tentar encontrar ou adquirir novamente alguns desses objetos. Mas lembre-se de que, muitas vezes, nossas melhores memórias não dependem de fotografias ou de objetos para continuarem fazendo parte da nossa história.
Espero ter ajudado. Um abraço!
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Quando um casal perde completamente o respeito um pelo outro após anos de conflitos e ofensas, ainda
Quando um casal perde completamente o respeito um pelo outro após anos de conflitos e ofensas, ainda é possível reconstruir esse respeito do ponto de vista da psicologia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, primeiramente quero lhe dizer que sinto muito pela situação que vocês estão vivendo. Se esses conflitos persistem há anos, imagino o quanto essa relação possa estar sendo fonte de sofrimento para ambos.
Acho importante lançarmos luz sobre um ponto da sua fala: se vocês não se respeitam mais e se há ofensas constantes, eu lhe perguntaria: você realmente deseja reconstruir essa relação? Se a resposta for sim, talvez seja importante refletir sobre o que ainda mantém vocês juntos e, principalmente, se ambos estão dispostos a mudar os padrões de comportamento que foram construídos e reforçados ao longo desses anos.
Respondendo diretamente à sua pergunta: do ponto de vista da Psicologia, reconstruir o respeito pode ser possível, mas não depende apenas do desejo de permanecer juntos. É necessário que ambos reconheçam os comportamentos que contribuíram para o desgaste da relação, assumam responsabilidade por suas atitudes e estejam genuinamente dispostos a construir novas formas de se relacionar.
Quando conflitos, mágoas e ofensas se repetem durante anos, essa reconstrução pode ser bastante desafiadora e, em alguns casos, talvez seja necessário refletir se permanecer nessa relação ainda é saudável para ambos. Um processo de psicoterapia pode ajudar a compreender o que os mantém nesse ciclo e a avaliar, com mais clareza, se existe um caminho possível para reconstruir a relação ou se seguir caminhos separados poderá proporcionar uma vida emocionalmente mais saudável.
Espero poder ter lhe auxiliado. Abraço
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Por que a flexibilidade cognitiva é importante na avaliação neuropsicológica do Transtorno Obsessivo
Por que a flexibilidade cognitiva é importante na avaliação neuropsicológica do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, como vai?
A flexibilidade cognitiva é importante para todos nós, não somente nos casos de Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). Ela está relacionada à nossa capacidade de adaptar pensamentos e comportamentos diante de diferentes situações, considerar novas possibilidades e modificar estratégias quando necessário.
Na avaliação neuropsicológica do TOC, observar a flexibilidade cognitiva é importante porque algumas pessoas podem apresentar maior rigidez em seus padrões de pensamento e comportamento, além de dificuldades para lidar com incertezas ou mudar determinadas estratégias.
A rigidez cognitiva pode fazer com que a pessoa tenha mais dificuldade para considerar outras possibilidades e flexibilizar determinados pensamentos e comportamentos. Por isso, avaliar essa função cognitiva pode contribuir para uma compreensão mais ampla do funcionamento do paciente e também auxiliar no planejamento do tratamento.
No processo terapêutico, a flexibilidade cognitiva também é importante, pois pode favorecer a construção de novas formas de interpretar situações e de responder a pensamentos, emoções e comportamentos.
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O que seria quando você sente que vai cochilar e você cochila, só que você ainda está de olhos abert
O que seria quando você sente que vai cochilar e você cochila, só que você ainda está de olhos abertos e você sente que você e seu corpo estão cochilando, mas os seus olhos ainda estão abertos e você consegue ver o que está na sua volta mesmo cochilando, e tem horas que você consegue fechar os olhos e dormir, só que quando você abre, você percebe que às vezes você tá acordada e ao mesmo tempo pode acabar voltando a dormir, e tem vezes que quando você quer mexer o dedo, se auto acordar ou até mesmo falar, você tem que fazer um esforço grande ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, como vai? Diante do seu relato, gostaria de sugerir que você buscasse uma avaliação médica para compreender melhor o que está acontecendo. Um profissional especializado em medicina do sono poderá avaliar seus sintomas e, se considerar necessário, solicitar exames específicos, como a polissonografia.
Alguns aspectos que você descreve, como estar consciente e sentir dificuldade para se movimentar ou falar durante o processo de adormecer ou despertar, podem ocorrer em episódios de paralisia do sono. No entanto, existem diferentes alterações e fenômenos relacionados ao sono que podem apresentar sintomas semelhantes, e somente uma avaliação adequada poderá esclarecer o seu caso.
Por isso, seria importante investigar esses episódios, principalmente se estiverem acontecendo com frequência ou interferindo na sua qualidade de vida e do sono.
Espero ter ajudado. Um abraço!
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O que são as dores existenciais? .
O que são as dores existenciais? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
As dores existenciais fazem parte da vida e, em algum momento, todos nós podemos nos deparar com elas. São aquelas inquietações que surgem quando nos perguntamos quem somos, o que realmente queremos, qual é o nosso propósito ou por que estamos sofrendo tanto em determinadas situações.
Às vezes, elas aparecem após uma perda, um término, uma mudança importante ou uma decepção. Em outras ocasiões, surgem silenciosamente, mesmo quando tudo parece estar caminhando bem. É como sentir um vazio, uma angústia ou uma sensação de não pertencimento que nem sempre conseguimos explicar.
Como psicóloga, acredito que cada dor merece ser acolhida com respeito e sensibilidade. Não existe sofrimento maior ou menor. Existe a dor que cada pessoa carrega, da sua própria maneira, com sua história, suas experiências e seus recursos emocionais.
Muitas vezes, aquilo que os outros consideram "pequeno" pode estar tocando feridas profundas. Por isso, acredito que toda dor importa. Toda dor merece ser escutada. Toda dor merece cuidado.
A psicoterapia oferece um espaço seguro para olhar para essas questões sem julgamentos, compreendendo seus significados e encontrando novas formas de viver com mais leveza, autenticidade e conexão consigo mesmo.
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Quais são as técnicas de resolução de problemas utilizadas na Terapia Cognitiva Comportamental (TCC)
Quais são as técnicas de resolução de problemas utilizadas na Terapia Cognitiva Comportamental (TCC) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
A resolução de problemas é uma técnica bastante utilizada na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e tem como objetivo ajudar a pessoa a lidar de forma mais organizada e eficaz com as dificuldades do dia a dia.
Muitas vezes, quando estamos ansiosos, sobrecarregados ou emocionalmente abalados, podemos ter a sensação de que os problemas são maiores do que realmente são ou de que não existe saída. A TCC nos ajuda a olhar para a situação de forma mais clara e estruturada.
De maneira geral, trabalhamos etapas como:
• Identificar e definir o problema de forma objetiva;
• Levantar possíveis alternativas de solução;
• Avaliar vantagens e desvantagens de cada alternativa;
• Escolher a estratégia mais adequada para aquele momento;
• Colocar o plano em prática;
• Avaliar os resultados e fazer ajustes, se necessário.
Mais do que encontrar a solução perfeita, o objetivo é desenvolver habilidades para enfrentar desafios com maior segurança, flexibilidade e autonomia.
Cada pessoa possui uma história, recursos emocionais e circunstâncias diferentes. Por isso, as estratégias são sempre adaptadas à realidade e às necessidades de cada paciente.
Espero ter ajudado!
Um abraço.
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O que são pensamentos alternativos na Terapia Cognitiva Comportamental (TCC) ?
O que são pensamentos alternativos na Terapia Cognitiva Comportamental (TCC) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Essa é uma dúvida muito comum. Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), falamos bastante sobre os pensamentos disfuncionais, que são aqueles pensamentos automáticos que surgem diante das situações e que, muitas vezes, nos fazem sofrer mais do que o necessário.
Os pensamentos alternativos não são pensamentos positivos ou uma tentativa de "enganar a mente". Eles são formas mais equilibradas e realistas de enxergar uma situação.
Por exemplo, uma pessoa que recebe uma crítica pode pensar: "Eu nunca faço nada certo". Esse é um pensamento que gera sofrimento e costuma desconsiderar diversos aspectos da realidade.
Ao refletirmos sobre as evidências e analisarmos a situação de forma mais ampla, podemos construir um pensamento alternativo, como: "Recebi uma crítica sobre algo específico, mas isso não define quem eu sou nem tudo o que faço."
O objetivo da TCC não é pensar positivo o tempo todo, mas aprender a identificar pensamentos que podem estar distorcendo a realidade e desenvolver formas mais saudáveis e flexíveis de interpretar as situações.
Espero ter ajudado. Fique à vontade para esclarecer outras dúvidas.
Um abraço!
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Estar sempre com vergonha e medo de erros do passado.Que não se repetem.Mas não me deixam seguir em
Estar sempre com vergonha e medo de erros do passado.Que não se repetem.Mas não me deixam seguir em frente.Que posso fazer para deixar de estar sempre escondido dentro do meu mundo onde não deixo ninguém entrar, nem mesmo os especialistas. Obrigada.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, boa tarde!!
Nós psicólogos, acolhemos nossos pacientes e não estamos no consultório na posição de julgar.
O que aconteceu, é passado e não pode ser alterado.
Mas você pode escolher seu futuro!!
Que tal, consultar com um outro profissional ?
Alguém que você sinta mais acolhido, compreendido.
Lembre se, um dia vai precisar deixar alguém entrar no seu mundo. Pra te ajudar com seu sofrimento.
Espero ter contribuído. Abs
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Existe um meio mais fácil ou comum de comunicar a minha terapeuta que estou apaixonado por ela? Sei
Existe um meio mais fácil ou comum de comunicar a minha terapeuta que estou apaixonado por ela? Sei que o ideal e falar sobre esse sentimento com ela, mas não sei como dizer isso sem constrangimentos para as partes.
Além disso, também possuo desejos eróticos com ela, o que dificulta um pouco mais essa comunicação.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, boa tarde!! Imagino como deve estar sendo difícil este momento pra ti (falar e como falar). Creio eu, que talvez você já deve ter se apaixonado por outra pessoa e compartilhado seu sentimento. Se foi eficaz, pode utilizar da mesma forma. Se sua psicóloga, é sua primeira paixão, abra seu coração de forma respeitosa. Ela certamente, saberá como agir contigo. Talvez você possa ser encaminhado para outro profissional, que seria o mais eficaz para que seu tratamento obtenha êxito. Mas não se assuste, apaixonar se pelo psicólogo é muito comum. Espero de alguma forma, ter contribuído :) Abs
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Bom dia! N sei oque fazer ! Meu companheiro me agrediu por ciumes qd retornavamos p casa de um casam
Bom dia! N sei oque fazer ! Meu companheiro me agrediu por ciumes qd retornavamos p casa de um casamento de sua sobrinha, me agrediu dentro do carro na frente da minha filha, ela n é filha dele. O que devo fazer ?? Na noite do ocorrido liguei ao 190, mas n sabia oque dizer. Pois estou na casa dele. Preticamente uma prisioneira juntamente com mhs tres filhas. Ja disse que quero sair da casa dele ir embora.. n me deixa. Pensei em sair sem ele saber.por favor oque eu faço???
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, boa noite!!
Primeiramente, sinto muito pela situação que você está vivenciando. Busque um local seguro ( casa de uma amiga ou de um familiar), para você e seus filhos ficarem. Não deixe de realizar a denuncia, o número 180 é gratuito e funciona 24 horas por dia. Se não sentir se confortável em falar, utilize o chat. Se possível, busque atendimento psicológico para você. As Universidades costumam oferecer sessões com valores acessíveis ou até mesmo gratuito. Desejo lhe, muita força!!
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É comum um paciente com Transtorno de Personalidade Borderline leve sentir raiva intensa e muitos pe
É comum um paciente com Transtorno de Personalidade Borderline leve sentir raiva intensa e muitos pensamentos automáticos negativos, após a reitrada do medicamento Aripiprazol (que já estava com a dose mais baixa - o humor já estava estabilizado)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá bom dia!! Sentimentos de intensa raiva, é um dos sintomas do Transtorno de Personalidade Borderline. A retirada de qualquer medicamento, deverá ser sempre supervisionada por seu médico. Uma pergunta importante para você fazer a si mesmo. Por quê eu parei com o medicamento? Sejam quais forem suas respostas, discuta elas com seu Psicólogo. Acredito que suas reflexões, vão contribuir no seu tratamento. Abraços
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Olá bom dia ,tenho 27 anos mim chamo Marilene fico com um cara a quase 4 anos ,mas ele nunca mim ped
Olá bom dia ,tenho 27 anos mim chamo Marilene fico com um cara a quase 4 anos ,mas ele nunca mim pediu em namoro ,ele não gosta de fazer sexo oral em mim, ele raramente vem aqui em casa atrás de mim ,sempre que paga as coisas quando saímos e eu ,já estou casando com essa falta de interesse dele comigo ,oque eu faço ?, já não aguento mais essa geito dele desenterresado, sim eu parti pra outro estou fazendo erado ??? Por favor mim ajuda
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, Marilene!!
Concordo com todos colegas acima.
Um relacionamento precisa de reciprocidade e infelizmente você não recebe o que merece.
A pessoa mais importante da sua vida é você, então iniciei cuidando de ti!!
Se possível, busque sessões de terapia. As Universidades constumam ofertar esse serviço de forma gratuita ou com valores acessíveis.
Se cuide. Grande abraço
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sou bipolar e tenho depressão,costumo ter pensamentos que desejam coisas ruins as pessoas...Isso faz
sou bipolar e tenho depressão,costumo ter pensamentos que desejam coisas ruins as pessoas...Isso faz parte?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Bom dia!!
Esses pensamentos podem ou não ser do Transtorno Bipolar.
Sugiro que você agende uma consulta com um psiquiatra o mais breve possível e detalhe para ele sobre seu quadro atual.
Talvez o próprio médico lhe indique um Psicólogo, caso isso não ocorra localize um na sua região.
A Psicoterapia será certamente benéfica a você.
Abraços
Perguntas frequentes
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É comum que tomando estabilizador de humor os episódios de mania e depressão sejam de duração mais c
Sim. Um dos objetivos dos estabilizadores de humor no transtorno bipolar…