Perguntas do paciente (18)
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Olá, boa noite. Eu tenho 18 anos, e ultimamente venho percebendo algumas coisas em mim mesmo que eu
Olá, boa noite.
Eu tenho 18 anos, e ultimamente venho percebendo algumas coisas em mim mesmo que eu não sei se é algo normal.
Por exemplo, depois de momentos felizes, mesmo tendo sido genuínos, eles parecem como se fossem uma espécie de "atuação" pra mim, como se às vezes não tivesse acontecido comigo.
Parece que tem um vazio dentro de mim que não passa, e quando parece que passa, só fica ali disfarçado, e quando volta eu fico sozinho com ele. Eu não fico com vontade de nada, o tempo fica passando e parece ser agonizante pra mim, porque eu não consigo ficar parado nele, e me assusta o que pode acontecer daqui algumas horas, dias ou anos, porque eu não tenho nada planejado e aí os pensamentos de só acabar com tudo aparecem, e o que eu tenho vontade de fazer parece muito distante e eu só aceito que talvez eu nunca realize o que eu quero.
Eu deveria procurar ajuda?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Boa noite. O que você relata merece ser acolhido com atenção, principalmente por envolver sentimentos persistentes de vazio, falta de motivação e pensamentos relacionados a “acabar com tudo”. Esses sentimentos não precisam ser enfrentados sozinho e não é necessário esperar que eles se intensifiquem para buscar ajuda.
A psicoterapia pode ser um espaço seguro para compreender melhor o que você está vivenciando e construir formas de lidar com isso. Caso esses pensamentos estejam mais intensos ou exista risco de você se machucar, é importante buscar ajuda imediata e permanecer próximo de alguém de confiança.
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Tenho um relacionamento aberto com meu esposo e vem funcionando bem para ambos por alguns anos, poré
Tenho um relacionamento aberto com meu esposo e vem funcionando bem para ambos por alguns anos, porém por vezes surgem dúvidas e dilemas que nos motivaram a querer fazer terapia de casal.
Estou com receio de marcar com um profissional e não nos sentirmos acolhidos ou compreendidos em nossa dinâmica por sermos abertos.
A pergunta é: em geral, os terapeutas de casal estão preparados pra acolher essa demanda, ou preciso procurar indicações de quem trabalhe especificamente com esse nicho?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! A sua preocupação é muito pertinente. A terapia de casal deve ser um espaço de acolhimento, respeito e ausência de julgamentos, independentemente da configuração da relação.
Embora psicólogos devam estar preparados para acolher diferentes formas de relacionamento, buscar um profissional que tenha experiência com relacionamentos abertos ou não monogâmicos pode ser interessante, justamente para garantir uma escuta mais familiarizada com essa dinâmica.
Antes de agendar, vocês podem perguntar ao profissional sobre sua experiência com esse tipo de demanda, assim vocês já conseguem perceber se se sentem confortáveis e acolhidos.
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como se livrar do vicio em pornografia teleguiada?
como se livrar do vicio em pornografia teleguiada?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! É importante entender qual função a pornografia ocupa na sua vida: o que você busca quando recorre ao consumo, em quais situações isso acontece, o que sente antes e depois e que lugar esse comportamento passou a ocupar na sua rotina e nos seus relacionamentos. A partir dessa compreensão, é possível construir outras formas de lidar com essas necessidades e, gradualmente, reduzir a dependência desse recurso. A psicoterapia pode te auxiliar justamente nesse processo de compreender a função desse comportamento e desenvolver novas formas de lidar com ele.
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Bom... Eu sempre senti a necessidade de me conectar a alguém num nível mais íntimo. Eu lembro de sen
Bom... Eu sempre senti a necessidade de me conectar a alguém num nível mais íntimo. Eu lembro de sentir este desejo já nos meus 11/12 anos de idade. Desde então venho tentando lidar com o fato de nunca ter me relacionado com alguém profundamente e isso me deixa bastante triste às vezes. Não quero soar fútil, mas é algo que tem me trazido angústia genuína e não tenho sabido lidar com isso. Estou ficando preocupado pois tenho 25 e, como adulto, eu já deveria ter a resposta pra isso. Sei que tenho que focar em mim mesmo e me amar antes de qualquer coisa, contudo... Eu me sinto vulnerável e gostaria de estar num relacionamento que me proporcipnasse a experiência de partilha de vida. Eu já vivi alguns um tanto quanto superficiais e, em nenhum deles, senti que era a pessoa certa. Eu ainda estou buscando contruir uma carreira, estabilidade, felicidade... Mas será que eu tenho que esperar que minha vida fique estável para enfim procurar alguém? Eu deveria procurar por uma pessoa? Quando serei feliz? Estas coisas passam pela minha cabeça e eu não sei como lidar com todas elas.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, não existe uma idade certa para encontrar um relacionamento significativo. O desejo de compartilhar a vida com alguém é legítimo e não significa que há algo de errado com você. Talvez a pergunta não seja apenas "quando vou encontrar alguém?", mas também "o que estou buscando nessa relação e o que essa espera desperta em mim?".
E, de fato, você não precisa lidar com todas essas angústias sozinho. A psicoterapia pode ser um espaço para compreender esses desejos, medos e expectativas, ajudando a construir relações mais conscientes, sem que sua felicidade fique exclusivamente condicionada à chegada de outra pessoa.
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Porque a depressão está sempre na espreita pra nós pegar de novo, após acontecimentos ruins?
Porque a depressão está sempre na espreita pra nós pegar de novo, após acontecimentos ruins?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oie... Pense que sua mente é como uma casa, e a depressão é um cômodo dessa casa. Na maior parte do tempo, a porta pode permanecer fechada, mas acontecimentos difíceis podem levá-lo novamente até esse ambiente. Isso não significa que você voltou à estaca zero, e sim que algo na experiência atual encontrou ressonância em dores antigas. A psicoterapia ajuda justamente a compreender por que esse cômodo é acessado e a fazer com que ele deixe de ocupar tanto espaço na casa.
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Passei um inferno em um antigo trabalho por 3 anos e minha mãe não acreditou no que eu disse dizendo
Passei um inferno em um antigo trabalho por 3 anos e minha mãe não acreditou no que eu disse dizendo que eu tinha mania de perseguição, que estava exagerando, etc. Fiquei tão mal que no trabalho quase desmaiei e tive problemas de estômago. Saí dele recentemente e ainda tenho sentimento de abandono e traição e concluo com isso que a maioria das pessoas não prestam e são falsas. Como lidar com o sentimento de abandono e traição vindo da mãe?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, mais do que tentar afastar essas emoções, é importante compreender por que esse sentimento de abandono e traição foi tão intenso. O que significava, para você, ter sua mãe acreditando no seu sofrimento? Muitas vezes, situações como essa despertam vivências anteriores de desamparo e invalidação emocional.
A psicoterapia pode ajudar a elaborar essa experiência, compreender seus impactos e diferenciar o que pertence a essa vivência do que pode estar sendo generalizado para outras relações. Ressignificar essa dor não significa minimizar o que aconteceu, mas compreender seus efeitos e encontrar novas formas de lidar com eles.
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Sou mulher, 45 anos e sem experiência sexual com alguém. Recorro a porno eventualmente (fico meses s
Sou mulher, 45 anos e sem experiência sexual com alguém.
Recorro a porno eventualmente (fico meses sem acessar, não tenho vontade).
Em 2015 me deparei com vídeos mais bizarros, como de zoo por exemplo e parei ali mesmo. Mas isso desencadeou uma crise enorme em mim.
Na época procurei ajuda com um terapeuta sexual, mas depois que relatei o que estou dizendo aqui, a primeira pergunta dele foi: Ninguém nunca quis transar com você?! Não voltei mais.
Desde 2021 sou acompanhada por uma psiquiatra, diagnosticada com depressão e ansiedade.
Minha libido é baixa, mas semana passada, por tédio, resolvi ver alguma coisa e me deparei novamente com algo bizarro. Se fiquei 5min foi muito, perdi a vontade na hora e desde então estou muito mal.
Me sinto culpada, suja, angustiada. Como uma viciada com recaída depois de 11 anos.
Sei que preciso de terapia, mas podem me dar uma luz, por favor?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, sinto muito pela experiência negativa que você teve anteriormente. Entendo que lidar com as nossas questões não é algo fácil e, quando não nos sentimos acolhidos ou bem direcionados, o processo pode se tornar ainda mais difícil. No entanto, o sofrimento que você descreve merece atenção, especialmente pela frequência dos pensamentos depreciativos e da culpa intensa. A psicoterapia pode oferecer um espaço seguro para compreender essas vivências, sem julgamentos, e ajudá-la a desenvolver uma relação mais saudável consigo mesma.
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Sinto que depois que minha esposa engravidou eu comecei a ficar mais tempo preso ao celular rolando
Sinto que depois que minha esposa engravidou eu comecei a ficar mais tempo preso ao celular rolando feed, depois de um tempo comecei a buscar tbm uma necessidade em pornografia que acabou se tornando uma compulsão, olhava no trabalho ou sempre que ela não estava por perto, qual a melhor ajuda profissional a se buscar e geralmente como é o tratamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, a psicoterapia, especialmente com abordagem psicanalítica, pode auxiliar a compreender o que tem sustentado esse comportamento, identificando os conflitos, emoções e necessidades inconscientes que podem estar por trás dessa compulsão. Em alguns casos, quando necessário, também pode ser importante uma avaliação psiquiátrica.
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Há alguns anos cometi uma infidelidade no meu relacionamento. Meu parceiro soube de tudo na época, n
Há alguns anos cometi uma infidelidade no meu relacionamento. Meu parceiro soube de tudo na época, nós conversamos sobre o assunto e ele decidiu me perdoar. No entanto, eu não consigo me perdoar. Frequentemente surgem lembranças daquele período, acompanhadas de culpa e remorso intensos. Mesmo já tendo contado o que aconteceu, sinto uma necessidade constante de voltar ao assunto e confirmar se ele realmente me perdoa, como se eu precisasse repetir a história ou acrescentar detalhes para ter certeza disso. Essa necessidade me causa muito sofrimento. Isso pode estar relacionado à ansiedade ou ao TOC? É possível superar essa culpa e essa necessidade de buscar confirmação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oie, o fato de você ainda sofrer com isso mostra que essa experiência continua tendo um impacto importante na sua vida. A psicoterapia, especialmente com abordagem psicanalítica, pode ajudá-lo a compreender por que essa culpa permanece tão intensa, qual o significado que esse episódio assumiu na sua história e o que sustenta essa necessidade constante de buscar reafirmação. Ao longo do processo terapêutico, é possível elaborar essa vivência, ressignificar esse sofrimento e construir uma relação mais saudável consigo mesmo.
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Boatarde gostaria de tirar uma dúvida sobre o processo terapêutico. Sinto muita dificuldade em lidar
Boatarde gostaria de tirar uma dúvida sobre o processo terapêutico. Sinto muita dificuldade em lidar com a ansiedade e angústia nos dias em que não tenho sessão. Queria saber se é uma prática comum na psicologia os profissionais entregarem algum tipo de material físico para o paciente levar para casa, como cartões com mensagens de apoio, blocos de exercícios rápidos ou lembretes para momentos difíceis? E isso realmente ajuda na eficácia do tratamento durante a semana?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde! Sim, essa é uma prática que pode ser utilizada por alguns profissionais, embora não seja uma regra. A decisão depende da abordagem terapêutica, dos objetivos do tratamento e das necessidades de cada paciente. Na psicoterapia com abordagem psicanalítica, por exemplo, o foco costuma estar na elaboração das angústias e na compreensão do significado delas, mas, quando faz sentido para o caso, o terapeuta também pode utilizar recursos complementares, como registros, lembretes ou outras estratégias para auxiliar entre as sessões. Se a ansiedade tem sido intensa nos dias sem atendimento, vale a pena conversar sobre isso com seu psicólogo, pois essa dificuldade também faz parte do processo terapêutico e pode ser trabalhada em sessão.
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Perdi minha cachorra em janeiro e ainda não consigo aceitar,me conformar. Fico pensando que poderia
Perdi minha cachorra em janeiro e ainda não consigo aceitar,me conformar. Fico pensando que poderia ter feito mais,cuidado mais e em como poderia ter evitado que ela partisse. Imaginava ela velhinha ao meu lado e ela se foi aos 9 anos. Até mesmo ver as pessoas com seus cachorrinhos na rua,nas redes sociais,tem me causado dor. Sempre penso que era pra eu ainda estar também com a minha.💔
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oie! Sinto muito pela perda da sua cachorrinha. É um momento muito delicado, afinal, eles ocupam um lugar muito especial em nossas vidas. Sentimentos de culpa e de "que poderia ter feito mais" são comuns no processo de luto, mas nem sempre refletem a realidade.
Se esse sofrimento continua intenso e tem impactado sua rotina, a psicoterapia pode ser um espaço importante para elaborar essa perda, acolher a dor e, aos poucos, permitir que as lembranças sejam vividas com mais carinho do que sofrimento.
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Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?
Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sim, o término de um relacionamento pode ser vivenciado como um processo de luto. Afinal, não se perde apenas a pessoa, mas também os planos, as expectativas, a rotina construída com ela e, muitas vezes, uma parte da própria identidade construída dentro da relação.
O processo de atravessar um término é muito singular, e cada pessoa o vivencia de uma forma diferente. Nesse momento, é importante não se cobrar para "superar rápido". Permitir-se sentir e acolher as próprias emoções faz parte da elaboração dessa perda.
Se a dor permanecer muito intensa ou estiver prejudicando seu bem-estar e suas atividades do dia a dia, a psicoterapia pode ajudar a elaborar esse luto, compreender os sentimentos envolvidos e encontrar formas mais saudáveis de conviver com essa perda e seguir em frente.
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Como posso lidar com a tristeza de ter perdido meus objetos de infância sem autorização?
Como posso lidar com a tristeza de ter perdido meus objetos de infância sem autorização?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oiee, é compreensível que essa perda cause tristeza, pois os objetos da infância costumam carregar lembranças e significados importantes, e perdê-los sem autorização pode gerar um sentimento de luto e de desrespeito.
Se essa dor continua intensa, a psicoterapia pode ajudar a elaborar essa perda, compreender o que ela representa para você e encontrar formas mais saudáveis de lidar com esse sentimento.
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Tenho dificuldade em entender quando eu cismo de estar certo,me defendendo em opiniões, sempre dando
Tenho dificuldade em entender quando eu cismo de estar certo,me defendendo em opiniões, sempre dando razão pra mim,acho que já perdi até empregos por não mudar minha opinião em tudo,sinto que isso está me atrapalhando, como posso melhorar isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oie! Você já deu o primeiro passo ao perceber o quanto esse padrão tem impactado sua vida. É importante compreender o que está por trás dessa dificuldade em flexibilizar suas opiniões, pois ela pode ter diferentes causas. A psicoterapia pode ajudar nesse processo de autoconhecimento, favorecendo o desenvolvimento de formas mais saudáveis de lidar com os conflitos e com diferentes pontos de vista.
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Quando um casal perde completamente o respeito um pelo outro após anos de conflitos e ofensas, ainda
Quando um casal perde completamente o respeito um pelo outro após anos de conflitos e ofensas, ainda é possível reconstruir esse respeito do ponto de vista da psicologia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sim, em muitos casos é possível. O respeito pode ser reconstruído quando ambos reconhecem o impacto dos conflitos, assumem a responsabilidade pelas próprias atitudes e estão dispostos a promover mudanças consistentes na forma de se comunicar e de se relacionar. A psicoterapia, especialmente a terapia de casal com abordagem psicanalítica, pode ajudar a compreender os padrões que sustentam esses conflitos, elaborar as mágoas acumuladas e favorecer a reconstrução do vínculo. No entanto, isso depende do comprometimento de ambos com o processo de mudança.
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Gostaria de tentar entender o que eu estou sentindo. Tem momentos que sinto uma tristeza a ponto de
Gostaria de tentar entender o que eu estou sentindo. Tem momentos que sinto uma tristeza a ponto de querer me isolar e choro muito. Não consigo entender de onde vem esse sentimento de tristeza. Estou em um relacionamento que sinto que na hora de expressar meu ponto de vista não sou compreendida ou a sensação que tenho que tenho que pisar em ovos na hora de falar. Já ouve outro episodio de me sentir muita tristeza por meus sentimentos não serem validados. Isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Obrigada por compartilhar o que você está passando. Esse sentimento de tristeza, acompanhado de vontade de se isolar e de choro frequente, merece atenção. Muitas vezes, é difícil compreender sozinho a origem dos nossos sentimentos, principalmente quando não nos sentimos compreendidos ou acolhidos.
A psicoterapia pode ajudar a entender essas emoções, identificar o que pode estar contribuindo para esse sofrimento e construir formas mais saudáveis de lidar com elas e com seus relacionamentos.
Se esse sofrimento estiver intenso ou afetando sua rotina, procure um psicólogo para uma avaliação. Você não precisa passar por isso sozinha.
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Estou passando por um casamento muito desgastado. As discussões são frequentes, há ofensas de ambos
Estou passando por um casamento muito desgastado. As discussões são frequentes, há ofensas de ambos os lados e isso acontece, infelizmente, na frente dos nossos filhos. Percebo que isso está afetando meu bem-estar emocional.
O que mais me angustia é que sinto muita dificuldade em conversar com minha esposa sobre os problemas, pois tenho a impressão de que ela nunca reconhece a própria participação nos conflitos. Isso me faz perder a esperança de que a relação possa melhorar.
Também reconheço que eu erro e que, durante as discussões, acabo respondendo de forma inadequada. Hoje me sinto emocionalmente exausto, com baixa autoestima e muito confuso sobre como lidar com essa situação.
Minha dúvida é: do ponto de vista psicológico, como saber quando um relacionamento ainda tem possibilidade de ser reconstruído e quando o desgaste já é tão grande que um afastamento temporário pode ser uma alternativa saudável para preservar a saúde emocional e o bem-estar dos filhos?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oiee, obrigada por compartilhar sua situação. Pela sua fala é possível perceber o quanto esse contexto tem sido desgastante emocionalmente, especialmente por envolver também os seus filhos.
Do ponto de vista psicológico, não existe um momento exato que indique quando um relacionamento pode ou não ser reconstruído. O que costuma fazer diferença é a disposição de ambos para reconhecer a própria participação nos conflitos, dialogar e investir em mudanças. Quando esse esforço parte de apenas uma pessoa, o processo tende a ser mais difícil.
Você demonstra um aspecto importante ao reconhecer os próprios erros, mas a responsabilidade pela relação não deve recair apenas sobre você. Se os conflitos são frequentes e estão acontecendo na frente dos filhos, buscar ajuda psicológica pode auxiliar na tomada de decisões mais conscientes e na proteção da saúde emocional de toda a família. Se houver abertura dos dois, a terapia de casal também pode ser um recurso importante.
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não consigo conversar com a minha mulher, parece que não tenho assunto, e quando ela fala eu estou n
não consigo conversar com a minha mulher, parece que não tenho assunto, e quando ela fala eu estou no mundo da lua e sempre falo algo que não tem nada a ver com oque que ele falou ou mudo de assunto ou fico desligado do mundo. que posso fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde!
O que você descreveu pode estar relacionado a diferentes fatores, como estresse, cansaço, preocupações excessivas, dificuldades de atenção ou até mesmo questões na dinâmica do relacionamento. Por isso, é importante compreender melhor quando esses episódios acontecem, há quanto tempo ocorrem e como você percebe sua relação com sua esposa atualmente.
Um primeiro passo pode ser observar se você consegue estar realmente presente durante as conversas, procurando reduzir distrações e praticar a escuta ativa, buscando compreender o que ela está dizendo antes de responder.
Caso essa dificuldade esteja acontecendo com frequência e causando sofrimento ou prejuízos na relação, pode ser interessante procurar um psicólogo para uma avaliação mais aprofundada. Compreender as causas desse comportamento é fundamental para encontrar estratégias mais adequadas para lidar com a situação.
Espero ter ajudado!
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